Em vídeos expondo mazelas, oposição diz que mostra a “Arcoverde real”
Por Nill Júnior
Dois vídeos expuseram a situação de áreas periféricas de Arcoverde, muito diferente das mostradas pela gestão Wellington Maciel.
Um deles, do vereador Rodrigo Roa, do AVANTE.
“Apresentei um vídeo com mais de oito minutos mostrando a quantidade de lixo, entulhos e sujeiras na nossa cidade. Esta é uma pequena parte do que foi mostrado. Nos próximos vídeos mostrarei outros lugares com essa mesma problemática”, disse.
Candidato a Deputado Federal, o vice-prefeito rompido com LW, Israel Rubis, também usou suas redes sociais para expor a realidade social de Arcoverde.
“Arcoverde é terra de um belo pôr do sol mas de muita desigualdade social. Há violação de direitos de crianças e adolescentes, idosos e mulheres. Pobreza, abandono e pessoas em situação de rua”, disse.
Ele falou também de jovens abandonadas na periferia e desemprego. “Há lixo, buracos, infraestrutura precária. Essa é a cidade que Wellington e seus candidatos escondem do povo”.
A crítica busca expor a gestão Wellington Maciel e seu principal candidato, Luciano Pacheco, do Patriota, que busca um mandato estadual. Já o nome a Federal de LW é Fernando Monteiro.
Folha Lula se recusou a responder as perguntas do juiz sobre o mensalão, seguindo orientação de seus advogados, e afirmou que já foi julgado no caso. “Eu já fui julgado três vezes pelo povo brasileiro. Na campanha de 2006 eu era triturado em cada debate na televisão sobre a corrupção. Eu fui eleito com 62% […]
Lula se recusou a responder as perguntas do juiz sobre o mensalão, seguindo orientação de seus advogados, e afirmou que já foi julgado no caso.
“Eu já fui julgado três vezes pelo povo brasileiro. Na campanha de 2006 eu era triturado em cada debate na televisão sobre a corrupção. Eu fui eleito com 62% dos votos. Em setembro [de 2010] eu alcancei 87% de bom e ótimo nas pesquisas de opinião pública, 10% de regular e apenas 3 de ruim e péssimo, que deve ter sido no gabinete do comitê dos tucanos. Então eu já fui julgado muitas vezes pelos meus gestos administrativos. Eu não posso ser julgado pelo Código de Processo Penal numa coisa que eu já fui julgado politicamente, que já foi transitado em julgado. Essa decisão não é de primeira instância, da segunda, mas da Suprema Corte”.
Segundo Lula, “quando um político comete um erro, ele é julgado pelo povo, não pelo Código de Processo Penal. Eu já fui julgado pelo povo”. Moro questionou Lula sobre o significado da seguinte frase que ele disse na semana passada: “Se eles não me prenderem logo, que sabe um dia eu mando prendê-los pelas mentiras que eles contam”.
O ex-presidente brincou com Moro que foi apenas “uma força de expressão”: “Primeiro, presidente não manda prender. Presidente não prende ninguém, a não ser em regime autoritário”. Lula disse que não acha a frase adequada.
Logo em seguida, o ex-presidente reclamou da divulgação de conversas telefônicas que ele teve com a mulher: “Vamos, com todo o respeito, tomar cuidado com as declarações. O sr. sabe da mágoa profunda que eu tenho do vazamento das minhas conversas com a minha mulher. Profunda”.
Lula reclamou também de equipamentos apreendidos no ano passado pelo Polícia Federal: “Determine que a Polícia Federal devolva os iPads dos meus netos. É uma vergonha. Está desde de março do ano passado”. O juiz respondeu que bastaria seu advogado pedir que ele devolveria os iPads.
G1 Um homem foi retirado de evento com Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), com uma sacola de tomates na manhã desta segunda-feira (21) em São Paulo. O manifestante Ricardo Rocchi, que se diz integrante de um grupo chamado Tomataço, afirmou que foi protestar […]
Um homem foi retirado de evento com Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), com uma sacola de tomates na manhã desta segunda-feira (21) em São Paulo.
O manifestante Ricardo Rocchi, que se diz integrante de um grupo chamado Tomataço, afirmou que foi protestar em defesa das investigações da Lava Jato, a favor do juiz Sérgio Moro e contra Mendes.
Ele foi identificado por seguranças por já ter participado de protesto semelhante em Brasília e no Aeroporto de Congonhas e foi retirado do auditório do jornal “O Estado de S.Paulo”, onde ocorre o evento. Na saída, chegou a atirar um tomate contra o palco, que estava vazio.
“Estou aqui representando o povo da direita e da esquerda brasileira que não aguenta mais esses picaretas. Os caras merecem mais que um tomate”, disse Rocchi ao ser levado pelo braço.
Sou brasileiro e represento vocês. O Gilmar Mendes fica metendo o pau [sic] na Lava Jato e a Lava Jato é a maior operação contra corrupção do mundo. Qual é a dele? Está pensando que pode”, completou. Depois, durante a palestra, pessoas do público colocaram nariz de palhaço.
Com informações e fotos de Júnior Finfa Atendendo convite do Presidente da Amupe, José Patriota e vários prefeitos de Pernambuco, parlamentares pernambucanos, estiveram prestigiando nesta quarta-feira, um café da manhã, promovido pela CNM, para parlamentares do Brasil, do qual se comprometeram em apoiar a pauta municipalista. Depois de receber a bancada federal no café da […]
Atendendo convite do Presidente da Amupe, José Patriota e vários prefeitos de Pernambuco, parlamentares pernambucanos, estiveram prestigiando nesta quarta-feira, um café da manhã, promovido pela CNM, para parlamentares do Brasil, do qual se comprometeram em apoiar a pauta municipalista.
Depois de receber a bancada federal no café da manhã na CNM, o Presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, encontra-se neste momento com a Diretoria da CNM, para uma audiência o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.
Depois de receber a bancada federal com o café da manhã na CNM, O Presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, encontra-se neste momento com a Diretoria da CNM, para uma audiência o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Da região, nomes como José Patriota (Afogados), João Batista (Triunfo) e Luciano Duque (Serra Talhada).
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira divulgou a programação oficial em comemoração aos 116 anos de emancipação política do município, celebrado na próxima terça-feira, 1º de julho. As atividades ocorrem ao longo do mês, com inaugurações, entregas e eventos cívicos e culturais. A agenda do dia 1º de julho começa às 6h30 com a tradicional […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira divulgou a programação oficial em comemoração aos 116 anos de emancipação política do município, celebrado na próxima terça-feira, 1º de julho. As atividades ocorrem ao longo do mês, com inaugurações, entregas e eventos cívicos e culturais.
A agenda do dia 1º de julho começa às 6h30 com a tradicional alvorada, seguida do hasteamento dos pavilhões, sessão solene na Câmara de Vereadores, entrega da Medalha de Honra ao Mérito Dom Francisco, missa em ação de graças e o corte do bolo comemorativo, na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara.
No dia 2, está prevista a posse de 108 novos servidores aprovados no concurso público promovido pela Prefeitura. A cerimônia será realizada às 8h30, no Cineteatro São José. No mesmo dia, às 17h, ocorre a abertura oficial da 19ª Expoagro, no Centro Desportivo Municipal, que também sediará a programação festiva a partir das 21h.
Ao comentar a data, o prefeito Sandrinho Palmeira afirmou que o momento é significativo para os moradores do município. “Esse é um momento muito importante para todos nós afogadenses, que amamos tanto a nossa terra. Momento para celebrarmos a beleza acolhedora de nossa querida Afogados, o seu crescimento, a sua pujança e o seu futuro”, declarou.
Programação completa:
1 de Julho
6h30 – Alvorada
7h30 – Hasteamento dos pavilhões (Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara)
9h – Sessão solene da Câmara de Vereadores
15h – Entrega da Medalha de Honra ao Mérito Dom Francisco (Cineteatro São José)
19h – Missa em ação de graças (Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios)
20h – Corte do bolo (Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara)
2 de Julho
8h30 – Posse de 108 novos servidores públicos (Cineteatro São José)
17h – Abertura oficial da 19ª Expoagro (Centro Desportivo Municipal)
21h – Início da programação festiva (Centro Desportivo Municipal)
A região do Pajeú é tida como politizada por muitas lideranças políticas. Não são poucos os que colocam as nossas cidades como muito bem formadas nesse campo, colocando como motivações históricas a presença de nomes como Dom Francisco e tantos outros nomes e instituições que nos ajudaram a pensar e discutir com maior desenvoltura aspectos […]
A região do Pajeú é tida como politizada por muitas lideranças políticas.
Não são poucos os que colocam as nossas cidades como muito bem formadas nesse campo, colocando como motivações históricas a presença de nomes como Dom Francisco e tantos outros nomes e instituições que nos ajudaram a pensar e discutir com maior desenvoltura aspectos da política na essência e também do caráter político-partidário.
Políticos históricos como Miguel Arraes, Eduardo Campos, bem como outros contemporâneos de todas as correntes sempre tratam com muito respeito esse rincão por esse motivo, com certa razão.
Mas tem um lado da política dessa região que nos colocaria em disputa com pé de igualdade da Sucupira de Odorico Paraguaçú, o folclórico prefeito de “O Bem Amado”.
Essa semana, uma das polêmicas da política de Afogados da Ingazeira envolveu um vereador com mandato, Toinho da Ponte, o candidato Bião do Hospital, aquele que tentava angariar votos com uma música chiclete de tão ruim e engraçada ao mesmo tempo, o vereador Renaldo Lima, o blogueiro Itamar França e algumas testemunhas.
Toinho, que é da oposição, teria prometido o pagamento de um curso à uma familiar de Bião para que ele votasse no candidato a Estadual José Patriota. O mais curioso, Toinho é da oposição, tendo votado em Zé Negão e Patriota, governista, ligado a Sandrinho Palmeira. Resumindo: o vereador da oposição, que disse ainda não ter candidato, iria bancar um curso para uma familiar de Bião votar em Patriota. Isso nas barbas de Renaldo Lima, outro vereador conhecido por pouca verbalização, que não ofende ninguém, mas que segundo Toinho em palavras dele “não teria se acusado” para fazer a ponte no apoio para a demanda de Bião. Itamar, blogueiro que gosta de apurar fatos do chamado baixo clero da política postou a informação no blog e foi aquele fusuê.
Após a repercussão nas redes e na Rádio Pajeú, Toinho voltou atrás, Bião disse que foi um mal entendido, Renaldo se escondeu da polêmica e Itamar disse que o recuo foi porque Zé Negão, com quem eles tem compromisso, os chamou “ao pé da cajarana”. Mais Sucupira que isso, impossível. Imagine um texto de Dias Gomes, autor do sucesso televisivo, romantizando essa história. Seria tão hilário que ninguém acreditaria que a arte baseou-se na vida real.
Exemplos no Pajeú dessa realidade que atenta contra a máxima de politização não faltam. Em Carnaíba, o então vereador Luiz Alberto, de Ibitiranga, votou a favor de um projeto em protesto. A história rende até hoje. Em Tabira, o pula-pula de Dicinha do Calçamento ainda rende histórias folclóricas. Uma tia, a vereadora Ilma de Cosme, disse que seria eleita para marcar os pulos do sobrinho. Não adiantou. Traiu Dinca e Nicinha antes da meia noite anterior à eleição de Djalma das Almofadas. Recentemente foi notícia pelas expressões “caralho” e “porra” para atingir a prefeita. Nicinha também não escapa, criticada pela falta de verbalização, eleita sem uma entrevista em uma campanha baixo nível. Lembram da foto dela colocando chupeta em um boneco simbolizando Flávio Marques, que era chamado de “menino novo”?
Em São José do Egito, virou uma atração com mais Ibope que as novelas acompanhar as sessões comandadas por Zé de Maria. As discussões com governistas são acompanhadas no pé da rádio que transmite os encontros. Toda segunda a baixaria toma conta de parte das seções. Curioso é o nível dos apelidos proferidos: Cavalo do Cão, Boris Casoy, Vossa excelência é um babão, e por aí segue…
Em Serra Talhada, o vereador China Menezes, majoritário na cidade, disse que votaria em Luciano Duque mesmo se ele “desse uma pisa nele todo dia”. Na mesma Capital do Xaxado, Rosimério de Cuca mandou o colega Romério do Carro de Som “ir vender suas cartelas”, numa discussão sobre obras na cidade.
Pelo voto do povo, os nossos políticos se revezam entre os que tem um protagonismo além fronteiras, mas também não faltam exemplos de um pedaço dos representantes que ajudam a estampar nos noticiários um sertão que é mais gozação, mais baixo clero e menos conteúdo. Se Severino Cavalcanti foi Presidente da Câmara dos Deputados (que Deus o tenha) não há nada a reclamar. Odorico Paraguaçú pode descansar em paz…
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