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Em Tabira, Dinca Brandino baixa o tom e admite seguir no PSB

Por Nill Júnior

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Nada como um dia atrás do outro e uma noite no meio para as coisas mudarem também na política. Ao escutar a notícia no programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM de que o Palácio só definirá o candidato ouvindo os aliados que votaram em Paulo Câmara em 2016, o ex-prefeito Dinca Brandino (PSB), ligou para a produção e logo afirmou: “O eleitorado pertence a Tabira e não ao governo e para fazer a escolha não preciso de autorização do palácio”.

Outra afirmação foi: “Hoje 90% dos integrantes do PSB são meus adversários e eu só fico no partido se tiver o comando. Não sou obrigado a ficar no PSB”.

Ontem falando ao vivo para o radialista Anchieta Santos ao mesmo programa, Dinca baixou o tom. Questionado sobre as afirmações não repetiu mais nenhuma delas.

Primeiro disse não acreditar que o Governador Paulo Câmara tenha interesse em se envolver no processo de escolha do candidato. Depois declarou que seguirá onde sempre esteve, no PSB. Até lembrou que o Secretário Executivo da Casa Civil Anchieta Patriota lhe prometeu o comando da legenda e alfinetou Adelmo Moura, assessor do Governador, dizendo que ele está equivocado e que o prazo de renovação do diretório vai até setembro.

Indagado sobre quem vai governar, se ele ou a esposa Nicinha sendo eleita prefeita, Dinca respondeu: “Ela”. E acrescentou: “só que vou estar ao lado dela”.

Questionado sobre plano de governo, Dinca disse que em 2013 ele e  Nicinha construíram uma proposta para administrar Tabira que será utilizada com ela vencendo a eleição.

Afirmou também contar com os apoios dos vereadores Gil da Borborema, Aldo Santana e Djalma das Almofadas.

A respeito do seu ex-vice-prefeito Joel Mariano não concordar com a candidatura de Nicinha e também querer ser candidato, reconheceu: “Ele tem o direito, pois vivemos numa democracia”.

Sobre os R$ 2 milhões que o prefeito Sebastião Dias declarou ter pago de rombo de sua gestão, o ex-prefeito definiu como uma grande mentira e desafiou o gestor a apresentar os estratos bancários comprovando a afirmação.

Outras Notícias

Tradição e fé marcam abertura da Festa de São José de Bodocó

Um encontro de fé e tradição. A chuva fina abençoou a chegada do cortejo do Pau da Bandeira de São José, nessa quinta-feira (9), em Bodocó. Noventa e quatro anos de tradição, e a fé permanece viva nos milhares de bodocoenses na abertura da Festa de São José. Com percurso de quase cinco quilômetros, partindo do […]

Um encontro de fé e tradição. A chuva fina abençoou a chegada do cortejo do Pau da Bandeira de São José, nessa quinta-feira (9), em Bodocó.

Noventa e quatro anos de tradição, e a fé permanece viva nos milhares de bodocoenses na abertura da Festa de São José.

Com percurso de quase cinco quilômetros, partindo do Museu D. Luiza Lopes de Siqueira Amorim, na Fazenda Carambola, o cortejo seguiu até a Igreja Matriz.

Durante o trajeto, a Família Bezerra Alves fez a doação da bandeira do padroeiro, que segue a tradição há 80 anos. Em seguida, o pároco Padre José Barros, fez uma bênção especial aos fiéis e abençoou a bandeira antes do hasteamento do mastro.

Ao som da Orquestra Filarmônica, o Pau da Bandeira de São José foi hasteado, renovando assim, a fé do povo, rogando por bênçãos e chuva para os sertanejos.

O prefeito do município, Túlio Alves, participou de todo cortejo e destacou a importância do dia 9 de março para o povo bodocoense: “o dia 9 de março marca o encontro de tradição e fé; é um dia de festa para nós bodocoenses.”

A Festa de São José segue até o próximo dia 19 e conta com o apoio da Prefeitura de Bodocó.

Colar Cordel na noite de Mano Walter foi erro estratégico

Um dos erros estratégicos da Expoagro, a se considerar a participação de ouvintes da Rádio Pajeú esta manhã, foi colar a apresentação de Cordel do Fogo Encantado no dia da apresentação de Mano Walter. Essa manhã, dezenas de ouvintes questionaram a atração, em sua maioria desconhecendo o papel cultural e a força do premiado grupo […]

Um dos erros estratégicos da Expoagro, a se considerar a participação de ouvintes da Rádio Pajeú esta manhã, foi colar a apresentação de Cordel do Fogo Encantado no dia da apresentação de Mano Walter.

Essa manhã, dezenas de ouvintes questionaram a atração, em sua maioria desconhecendo o papel cultural e a força do premiado grupo que mescla teatro, música e poesia, sendo um dos mais premiados do país. Com o público indo ver a atração Mano Walter, muitos não digeriram os garotos de Arcoverde.

Ideal seria colar o grupo com as noites mais culturais, como na que reuniu Maciel Melo e Cezinha. Outra possibilidade seria ter avaliado trazer o grupo em outro perfil de evento. Registre-se, os fãs da banda estavam lá, como na foto abaixo, mas eram abafados pela multidão que queria ver a atração a seguir.

A bola foi cantada pelo músico e apresentador de programas na Rádio Pajeú, Ney Gomes. “Foi um erro, porque é um grupo extremamente cultural, com um estilo muito diferente do Mano Walter”, disse após o anúncio da grade pela gestão Sandrinho Palmeira.

Lewandowski afirma que gestores podem ser punidos por atraso em 2ª dose de vacina contra Covid

Ministro afirmou que os gestores que alterarem a ordem de prioridade da vacinação devem garantir a segunda dose a quem já foi vacinado O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), disse nesta segunda-feira (3) que gestores públicos que atrasarem a aplicação da segunda dose da vacina contra a Covid-19 podem responder por improbidade […]

Ministro afirmou que os gestores que alterarem a ordem de prioridade da vacinação devem garantir a segunda dose a quem já foi vacinado

O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), disse nesta segunda-feira (3) que gestores públicos que atrasarem a aplicação da segunda dose da vacina contra a Covid-19 podem responder por improbidade administrativa. A reportagem é de Matheus Teixeira/Folha de S. Paulo.

Levantamento feito pela Folha mostrou que mais da metade das capitais do país está com falta de Coronavac para aplicar em quem precisa da segunda dose da vacina contra a Covid-19.

Ao menos nove municípios já suspenderam a aplicação do imunizante produzido pelo Instituto Butantan: Aracaju, Belo Horizonte, Campo Grande, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Porto Velho, Recife e Rio de Janeiro.

Segundo Lewandowski, a falta de complementação da imunização pode frustrar a “legítima confiança” daqueles que aguardam a segunda dose, além de caracterizar ato de improbidade “caso sejam desperdiçados os recursos materiais e humanos já investidos na campanha de vacinação inicial”.

O alerta é direcionado a governadores e prefeitos que alteraram a ordem de grupos prioritários após o início da vacinação. As mudanças, de acordo com o magistrado, não podem afetar quem já recebeu a primeira dose.

A afirmação está na decisão do magistrado que derrubou ordem judicial do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) de validar decreto do governo local que permitia a imunização de professores da rede pública e profissionais das forças de segurança daquele estado.

A norma do Executivo fluminense que antecipava a imunização dessas categorias havia sido suspensa pela Justiça em primeira instância, mas teve eficácia restaurada três dias depois pelo presidente do TJ-RJ, desembargador Henrique Figueira.

Agora, o ministro do Supremo invalidou novamente o decreto, e o RJ deverá voltar a observar a ordem dos grupos prioritários prevista pelo governo federal, que estabelece prioridade para pessoas com comorbidades em relação a policiais e professores.

Lewandowski afirmou que, para alterar o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação, os governos locais “precisarão, na motivação do ato, explicitar quantitativamente e qualitativamente as pessoas que serão preteridas, estimando o prazo em que serão, afinal, imunizadas”.

Atendidos esses parâmetros, os gestores poderão mudar a ordem de prioridade, mas sem que ponha em risco o processo de imunização já iniciado.

“Isso sem prejuízo do escrupuloso respeito ao prazo estabelecido pelos fabricantes das vacinas — e aprovado pela Anvisa — para a aplicação da segunda dose do imunizante naquelas pessoas que já receberam a primeira, sob pena de frustrar-se a legítima confiança daqueles que aguardam a complementação da imunização, em sua maioria idosos e portadores de comorbidades, como também de ficar caracterizada, em tese, a improbidade administrativa dos gestores da saúde pública local, caso sejam desperdiçados os recursos materiais e humanos já investidos na campanha de vacinação inicial”, disse.

Com esse argumento Lewandowski afirmou que a prioridade prevista no decreto do Rio está suspensa, mas que os profissionais de segurança e de educação que já tomaram a vacina deverão também receber a segunda dose.

Segundo o ministro, o governo do RJ estabeleceu o início da vacinação de professores e policiais “disassionado do plano nacional de vacinação contra a Covid-19 e sem a motivação adequada”.

“Ainda que em um juízo superficial, entendo que a decisão atacada, ao revigorar a disposição do referido decreto estadual, diverge da orientação firmada pelo Plenário desta Corte”, disse.

Brejinho confirma três casos de Covid-19

https://www.instagram.com/tv/CAtQ3LQFCSJ/?igshid=flty4cxt41mf   Um dos poucos municípios que não haviam registrado casos de Covid-19 no Pajeú,  Brejinho chegou a três casos nesta quarta-feira,  dia 27. O anúncio foi feito através de pronunciamento em rede social da Prefeitura pela prefeita Tânia Maria. Ela falou ao lado da Secretáriade Saúde,  Maria das Dores e do Gerente de Epidemiologia,  […]

https://www.instagram.com/tv/CAtQ3LQFCSJ/?igshid=flty4cxt41mf

 

Um dos poucos municípios que não haviam registrado casos de Covid-19 no Pajeú,  Brejinho chegou a três casos nesta quarta-feira,  dia 27.

O anúncio foi feito através de pronunciamento em rede social da Prefeitura pela prefeita Tânia Maria.

Ela falou ao lado da Secretáriade Saúde,  Maria das Dores e do Gerente de Epidemiologia,  Elenildo Medeiros.

Agora, apenas três cidades na região não contabilizam casos: Calumbi no Baixo Pajeú , Solidão e Ingazeira no Médio da região.

Humberto destaca investimento em abastecimento d’água para comunidades indígenas

O Governo Federal está elaborando um plano de trabalho para a construção, operação e manutenção de sistemas de distribuição de água, que atenderão comunidades indígenas pernambucanas. Ao todo, serão destinados R$ 16,7 milhões no Estado para o abastecimento das comunidades que moram próximas às obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco. Serão atendidas […]

26139136125_439143e808_zO Governo Federal está elaborando um plano de trabalho para a construção, operação e manutenção de sistemas de distribuição de água, que atenderão comunidades indígenas pernambucanas. Ao todo, serão destinados R$ 16,7 milhões no Estado para o abastecimento das comunidades que moram próximas às obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco.

Serão atendidas etnias de três diferentes cidades de Pernambuco: Kambiwá, em Inajá (PE); Pipipã, em Floresta (PE); Truká, em Cabrobó (PE). Após assinatura, a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde realizará a licitação das obras dos sistemas de distribuição de água.

“Isso reforça a intenção da presidenta Dilma de governar para todos, priorizando aqueles que mais precisam. Essas comunidades indígenas passaram por séculos de opressão e exploração e agora poderão dispor de mais condições para seguir tendo uma vida melhor, um futuro melhor”, disse o líder do Governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE).

TRANSPOSIÇÃO – O Projeto São Francisco beneficiará 12 milhões de pessoas na área urbana de 390 municípios nos Estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, além das 294 comunidades rurais próximas aos canais.

As 294 comunidades rurais que residem ao longo dos canais e reservatórios do projeto contarão com sistemas de abastecimento de água. O investimento federal nesses sistemas é de R$ 285 milhões.