Medida importante para conter a disseminação do novo coronavírus, a testagem não tem sido aplicada nem mesmo em profissionais na linha de frente na pandemia. Apenas 35,2% dos profissionais de saúde dizem ter sido testados para Covid-19. Até junho, metade destes profissionais continua sem receber Equipamentos de Proteção Individual (EPI), essenciais para sua proteção durante […]
Medida importante para conter a disseminação do novo coronavírus, a testagem não tem sido aplicada nem mesmo em profissionais na linha de frente na pandemia. Apenas 35,2% dos profissionais de saúde dizem ter sido testados para Covid-19. Até junho, metade destes profissionais continua sem receber Equipamentos de Proteção Individual (EPI), essenciais para sua proteção durante o trabalho. Os dados são de pesquisa realizada pelo Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB), da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Em sua segunda fase, a pesquisa “A pandemia de COVID-19 e os profissionais de saúde pública no Brasil” realizou um survey com 2.138 profissionais da saúde pública, de todos os níveis de atenção e regiões do país entre os dias 15 de junho e 1º de julho. Na amostra, 40% eram agentes comunitários e agentes de controle de endemia, 20,8% profissionais de enfermagem, 14,7% médicos e 23,8%, outros profissionais da saúde.
Os pesquisadores queriam avaliar o impacto do avanço da pandemia entre esses profissionais diante de um cenário de reabertura precipitada das atividades não essenciais em várias cidades.
A primeira fase, realizada em abril de 2020, conseguiu capturar o cenário de impacto inicial da pandemia coletando informações de 1.456 profissionais de saúde de todo o Brasil. Além de ampliar a amostra, nesta segunda etapa os pesquisadores adicionaram ao questionário perguntas relacionadas à saúde mental, assédio moral e testagem destes profissionais.
Em média, 30% dos profissionais de saúde alegaram sofrer práticas de assédio moral durante a pandemia. Para 78,2%, sua saúde mental foi afetada durante o período, sendo que apenas 20% afirmaram receber algum tipo de apoio do Estado para lidar com estes problemas. Segundo a Gabriela Lotta, coordenadora da pesquisa, as condições de saúde destes profissionais podem estar relacionadas à falta de suporte e recursos por parte do Estado. “
A falta de suporte cria uma situação muito tensa de trabalho, na qual prevalecem o medo e o sentimento de despreparo. Uma das consequências é o aumento dos problemas de saúde mental destes profissionais, além do adoecimento, afastamento do trabalho e morte”, comenta a pesquisadora.
O prefeito e candidato à reeleição Ângelo Ferreira (PSB) mantém liderança confortável na corrida à prefeitura de Sertânia, no Moxotó, de acordo com pesquisa do Instituto Múltipla, parceiro desse blog. Ele tem na pesquisa estimulada, em que são oferecidas as opções para o eleitor 68,1% das intenções de voto. Luiz Abel, do DEM, tem 17,4%. […]
O prefeito e candidato à reeleição Ângelo Ferreira (PSB) mantém liderança confortável na corrida à prefeitura de Sertânia, no Moxotó, de acordo com pesquisa do Instituto Múltipla, parceiro desse blog.
Ele tem na pesquisa estimulada, em que são oferecidas as opções para o eleitor 68,1% das intenções de voto. Luiz Abel, do DEM, tem 17,4%. Votos brancos e nulos somam 6,3%. Indecisos são 8,5%. Não opinaram 1,5%. Na pesquisa divulgada dia 20 de outubro, Ângelo tinha 66,7% e Luiz, 17%.
Na pesquisa espontânea, em que não são oferecidas as opções para o eleitor, Ângelo tem 64,1%. Nesse cenário, Luiz Abel tem 15,9%. Brancos e nulos são 4,1%. Indecisos são 11,5% e não opinaram 4,4%.
O item rejeição também dá um indicativo importante. Dizem não votar de jeito nenhum em Luiz Abel 55,6% dos eleitores. Já a rejeição de Ângelo Ferreira é de 17,8%.
EstimuladaEspontâneaRejeição dos candidatos
Quando a população é perguntada se aprova ou não o governo Ângelo, ele tem 81,1%% de aprovação contra 15,2% que desaprovam. No total, 3,7% não opinaram. Chamada a classificar a gestão, 26,3% a consideram ótima, 37,4% boa, 25,2% regular. Apenas 5,6% ruim, 4,0% péssimo e 0,7% não opinaram.
Aprovação da gestãoClassificação da gestão
A pesquisa foi registrada com o número de identificação PE-04363/2020. Foram 270 entrevistas realizadas dia 7 de novembro. A margem de erro é 6,0% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
Nome da entidade que realizou a pesquisa: André Cavalcante Falabella LTDA. Nome de fantasia: Instituto de pesquisa Múltipla. Nome do contratante: André Cavalcante Falabella LTDA. Nome de fantasia: Instituto de pesquisa Múltipla. Observação: A soma das respostas que não totalizarem 100% são decorrentes de arredondamento do programa.
O vereador sertaniense Orestes Neves, pré-candidato a prefeitura, criticou o estado da PE 265, entre Sertânia e Cruzeiro do Nordeste. As críticas são de descaso da Secretaria de Infraestrutura da gestão Paulo Câmara. Segundo ele, foram feitos apenas paliativos, além da promessa de recapear parte da via. “É vergonhoso tudo isso. Tentam enganar o povo […]
O vereador sertaniense Orestes Neves, pré-candidato a prefeitura, criticou o estado da PE 265, entre Sertânia e Cruzeiro do Nordeste.
As críticas são de descaso da Secretaria de Infraestrutura da gestão Paulo Câmara.
Segundo ele, foram feitos apenas paliativos, além da promessa de recapear parte da via.
“É vergonhoso tudo isso. Tentam enganar o povo com esses paliativos. Estão novamente fazendo apenas um tapa-buraco. Com certeza para o ano estarão fazendo essa estrada para tentar novamente enganar nosso povo”, disse o vereador.
Em cumprimento as medidas preventivas adotadas, neste sábado, 14, pelo Governo do Estado de Pernambuco com o objetivo de combater a expansão do contágio pelo coronavírus, a Sociedade Teatral de Fazenda Nova resolveu adiar a temporada 2020 da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, que seria realizada de 4 a 11 de abril, para o […]
Em cumprimento as medidas preventivas adotadas, neste sábado, 14, pelo Governo do Estado de Pernambuco com o objetivo de combater a expansão do contágio pelo coronavírus, a Sociedade Teatral de Fazenda Nova resolveu adiar a temporada 2020 da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, que seria realizada de 4 a 11 de abril, para o período de 2 a 7 de setembro de 2020.
A STFN informa que os ingressos e os pacotes de hóspede interativo da Pousada da Paixão já adquiridos continuam válidos para a temporada que será realizada em setembro. Com relação a reembolso dos valores de ingressos já adquiridos, a STFN em breve dará orientações.
Esta será a primeira vez em 53 anos de história que o espetáculo deixará de ser realizado na Semana Santa. “Será um grande desafio para todos que fazemos a Paixão uma vez que a mudança de data implicará na repactuação de muitas parcerias que envolvem o elenco de cerca de 450 atores e figurantes, equipe técnica e Governo do Estado, afirma Robinson Pacheco, presidente da STFN.
“A Nova Jerusalém, construída pelos meus pais Plínio e Diva Pacheco, é resultado de uma semeadura regada com suor e lágrimas que fez brotar um fruto de valor inestimável para a cultura, o entretenimento e celebração da fé dos pernambucanos. As lutas, portanto, fazem parte da nossa história. Por isso vamos para mais essa batalha realizando o dobro do esforço normal a fim de entregar ao público um espetáculo digno da tradição e do prestígio conquistado pela Nova Jerusalém ao longo de sua história”, destacou Pacheco.
A direção do espetáculo já iniciou o entendimento com os artistas convidados a fim de garantir a participação de todos na temporada que será realizada em setembro. No elenco principal deste ano figuram os artistas Caco Ciocler (Jesus), Edson Celulari (Herodes), Christine Fernandes (Maria), Juliana Knust (Madalena) e Sérgio Marone (Pilatos), além da destacada influenciadora digital Thaynara OG, que fará o papel de Herodíades.
O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) aprovou, nesta quinta-feira, 16, nota sobre projetos em tramitação no Congresso. O texto refere-se aos projetos que “ameaçam conquistas e direitos de populações mais vulneráveis no país”, mais especificamente sobre a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 2015/2000, com relação à demarcação de terras indígenas; a PEC 171/1993 […]
O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) aprovou, nesta quinta-feira, 16, nota sobre projetos em tramitação no Congresso.
O texto refere-se aos projetos que “ameaçam conquistas e direitos de populações mais vulneráveis no país”, mais especificamente sobre a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 2015/2000, com relação à demarcação de terras indígenas; a PEC 171/1993 que trata da redução da maioridade penal; o Projeto de Lei 3722/2012 sobre o Estatuto do Desarmamento. Confira, abaixo, a íntegra da nota:
“A Proposta de Emenda Constitucional 215 (PEC 215/2000), que transfere do Executivo para o Congresso Nacional a demarcação de terras indígenas, é um golpe mortal aos direitos dos povos indígenas, atingindo também comunidades quilombolas”, diz a nota.
“Preocupam-nos também as articulações de bancadas no Congresso pela aprovação da PEC 171/1993 que propõe a redução da maioridade penal. Insistir que a prisão de adolescentes infratores seja caminho de solução para a violência no país é atribuir aos jovens uma situação da qual são mais vítimas do que autores. Dos 56 mil assassinatos ocorridos no Brasil em 2012, segundo o Mapa da Violência 2014, 30 mil (53,5%) foram de jovens, dos quais 77% eram negros”.
Outro projeto extremamente danoso à sociedade é o Projeto de Lei 3722/2012 que, na prática, revoga o Estatuto do Desarmamento. “A quem interessa armar a população? Quem ganha com a venda de armas? Facilitar o acesso às armas é sustentar a falsa ideia de que a segurança está no armamento das pessoas, além de aumentar as oportunidades de homicídios. É preciso promover a cultura da paz pela não violência e investir em políticas públicas eficazes para toda a população”, diz a CNBB.
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