Em reunião no DER, Lucas Ramos cobra recuperação de rodovias no Sertão do Estado
Por André Luis
O deputado estadual Lucas Ramos (PSB) esteve reunido na tarde desta quarta-feira (13) com o diretor de obras do Departamento de Estradas de Rodagem de Pernambuco (DER-PE), Silvano Carvalho, para avaliar o andamento dos trabalhos tocados pelo órgão na implantação e recuperação de rodovias estaduais.
Por determinação do governador Paulo Câmara e do secretário de Transportes, Sebastião Oliveira, o DER-PE fará a recuperação do asfalto da PE-574, conhecida como “Estrada da Uva e do Vinho”, nas proximidades do distrito de Vermelhos, município de Lagoa Grande. A rodovia é importante para o escoamento da produção vitivinícola do Vale do São Francisco. “Conseguimos, junto ao governador Paulo Câmara, a garantia dos recursos para a manutenção desta rodovia estadual. A ação irá garantir a segurança de quem trafega por uma das estradas mais importantes de Pernambuco”, destacou o deputado.
“Estamos providenciando a regularização de algumas pendências contratuais para dar início às obras de requalificação asfáltica, já para o mês de março deste ano”, garantiu o diretor Silvano Carvalho.
O deputado aproveitou a visita ao órgão para cobrar também intervenção nas rodovias estaduais PE-340 (que dá acesso ao município de Betânia, no Sertão do Moxotó) e PE-576, que liga Trindade a Ipubi, no Araripe. “As obras de pavimentação asfáltica são urgentes. Em determinados trechos já não encontramos mais asfalto, colocando em risco a vida das pessoas”, salientou o parlamentar. O diretor comprometeu-se, ainda, a iniciar as obras já no primeiro semestre deste ano, após a conclusão do planejamento financeiro realizado entre o DER e a Secretaria Estadual de Transportes.
Após rumores de racha entre o ex-prefeito Luciano Duque e a prefeita Márcia Conrado, os dois têm sido vistos juntos com mais frequência nas agendas oficiais da prefeitura de Serra Talhada e nas agendas políticas de Duque no Sertão. Neste sábado (23), Duque levou sua Caravana Pernambuco Mais Forte para a cidade de Carnaíba, onde […]
Após rumores de racha entre o ex-prefeito Luciano Duque e a prefeita Márcia Conrado, os dois têm sido vistos juntos com mais frequência nas agendas oficiais da prefeitura de Serra Talhada e nas agendas políticas de Duque no Sertão.
Neste sábado (23), Duque levou sua Caravana Pernambuco Mais Forte para a cidade de Carnaíba, onde acompanhado de Márcia se reuniu com produtores rurais, agrônomos, educadores sociais e lideranças do município. Na sequência ele foi ao Sítio Rosilho conhecer os arranjos produtivos desenvolvidos na localidade, a exemplo do cultivo de melancia e da criação de animais.
Ele fez questão de agradecer a presença da sucessora na agenda. “Agradeço à prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, por acompanhar essa agenda e a todos os representantes da população de Carnaíba em nome do amigo Gleydson, que vem construindo conosco essa ponte para importantes discussões no município”, disse.
Na ocasião, Márcia taxou de exitosa a gestão de Duque em Serra Talhada. “Hoje também foi dia de acompanhar o ex-prefeito Luciano Duque em mais uma etapa da Caravana Pernambuco Mais Forte, que esteve em Carnaíba conversando com diversas lideranças. Tivemos a oportunidade de conhecer alguns dos problemas que enfrentam, as atividades que desenvolvem no município e aproveitamos também para falar das ações exitosas realizadas ao longo das nossas gestões, que vêm transformando a vida do nosso povo”, afirmou nas redes sociais.
Em julho, Márcia já havia acompanhado a primeira caravana de Duque no Vale do São Francisco, onde passaram por Lagoa Grande e Petrolina. E recentemente a presença de Duque tem sido constante nos eventos e agendas da prefeita na capital do xaxado. A presença dela em Carnaíba pode enfraquecer de vez as apostas de racha entre os dois, que lideram o maior grupo político de Serra Talhada.
Cédulas de R$50 e R$100 foram jogadas pelo vice-prefeito pela varanda de sua residência, logo após o resultado da eleição, em direção a pessoas na rua “Muita gente pegou dinheiro”. “Eu peguei 350 reais”. “Teve gente que pegou 200 reais, 150 reais”. Foi assim que testemunhas relataram o episódio ocorrido no município pernambucano de Joaquim […]
Cédulas de R$50 e R$100 foram jogadas pelo vice-prefeito pela varanda de sua residência, logo após o resultado da eleição, em direção a pessoas na rua
“Muita gente pegou dinheiro”. “Eu peguei 350 reais”. “Teve gente que pegou 200 reais, 150 reais”. Foi assim que testemunhas relataram o episódio ocorrido no município pernambucano de Joaquim Nabuco, a cerca de 100 km do Recife, na noite de 15 de novembro de 2020.
Logo após a confirmação do resultado da eleição, cédulas de R$50 e R$100 reais foram arremessadas da varanda da residência do vice-prefeito, Eraldo de Melo Veloso (MDB).
Ele e o prefeito, Antônio Raimundo Barreto Neto (PTB), eleitos pela “Coligação União por Joaquim Nabuco”, também ofereceram R$200, terreno e emprego a duas eleitoras em troca de votos. Ambos podem perder o mandato, o que resultaria em nova eleição no município.
Em ação proposta pela coligação adversária, a “Frente Popular de Joaquim Nabuco”, Eraldo Veloso e Neto Barreto (como é conhecido o prefeito) foram condenados em primeira instância, pela 38ª Zona Eleitoral de Pernambuco, por abuso de poder econômico e captação ilícita de sufrágio (compra de votos).
Receberam pena de cassação de seu registro de candidatura (o que implica perda dos mandatos), de inelegibilidade por período de oito anos e multa de R$20 mil reais para cada um. O prefeito e o vice-prefeito recorreram ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE/PE) para tentar reverter a decisão.
No parecer apresentado ao Tribunal, o Ministério Público Eleitoral defende a manutenção da cassação dos diplomas eleitorais de Eraldo Veloso e Neto Barreto, confirmação da perda de seus cargos e realização de nova eleição direta no município, nos termos do artigo 224 do Código Eleitoral, pois os votos obtidos pela chapa seriam considerados inválidos.
“Os atos são altamente reprováveis e mancham profundamente a legalidade do processo eleitoral em Joaquim Nabuco; por isso deve a Justiça Eleitoral realizar novas eleições”, disse o procurador regional eleitoral Wellington Cabral Saraiva.
Abuso de Poder Econômico – A defesa de Eraldo Veloso alega que arremessar cédulas e entregar dinheiro pessoalmente na mão de eleitores foram fatos sem gravidade suficiente para comprometer o processo eleitoral, pois ocorreram após divulgação do resultado das eleições.
Entretanto, várias testemunhas apontam que, ainda no período de campanha, o então candidato a vice-prefeito havia propagado a informação de que, se ganhasse a eleição, jogaria dinheiro pela varanda de sua residência. Para o MP Eleitoral, tratou-se de cumprimento de promessa, com a finalidade de captar votos.
De acordo com o procurador regional eleitoral, o evento, altamente reprovável e extremamente grave – que teve repercussão nacional –, configura caso típico de abuso de poder econômico, e teve capacidade de comprometer a lisura do pleito eleitoral de 2020.
“A conduta é ainda mais grave diante do descumprimento das normas sanitárias em combate à pandemia de Covid-19, devido à aglomeração formada pelas pessoas que tentavam alcançar as cédulas”, destacou Wellington Saraiva.
Compra de votos – Acompanhados do candidato a vereador José Luiz de Souza (Solidariedade), conhecido como “Irmão Luiz”, Eraldo Veloso e Neto Barreto realizaram reunião com duas eleitoras, em 5 de novembro de 2020, na residência de uma delas. Na ocasião, ofereceram-lhes benesses em troca de seus votos.
Os então candidatos alegam que a conversa tratou apenas de exposição de propostas e programas sociais criados pelo prefeito, mas o MP Eleitoral entende que o diálogo, gravado e confirmado por testemunhas, aponta claramente a captação ilícita de sufrágio.
“A gente vai ganhar de novo, e, quando vocês precisarem da gente durante os quatro anos, a gente pode ajudar você mais ainda. Uma oportunidade de emprego, uma ajuda de alguma coisa. […] Em janeiro eu dou o terreno pra você construir sua casinha, pra sair do aluguel”, disse o atual prefeito Neto Barreto, em trechos da gravação.
O recurso alega que a gravação ambiental utilizada para fundamentar a condenação constitui prova ilícita, pois teria sido realizada em ambiente privado e sem autorização judicial ou conhecimento dos interlocutores.
“O Tribunal Superior Eleitoral já decidiu que é lícita a gravação ambiental realizada por um interlocutor sem conhecimento dos demais e sem autorização judicial, ainda que em ambiente particular”, explicou Wellington Saraiva.
Neste sábado (17.09), o governador Paulo Câmara inaugurou a cobertura da quadra da Escola Estadual Senador Paulo Pessoa, no município do Sertão do São Francisco. A entrega do equipamento, que teve um investimento de R$ 227 mil, faz parte do Programa Quadra Viva e beneficiará 750 alunos, além de toda a população cabroboense. Para o […]
Neste sábado (17.09), o governador Paulo Câmara inaugurou a cobertura da quadra da Escola Estadual Senador Paulo Pessoa, no município do Sertão do São Francisco. A entrega do equipamento, que teve um investimento de R$ 227 mil, faz parte do Programa Quadra Viva e beneficiará 750 alunos, além de toda a população cabroboense.
Para o secretário de Educação, Fred Amâncio, a quadra coberta será importante para as atividades desportivas da escola, mas, também, para desenvolver eventos culturais com a população. “Para muitos municípios é o principal equipamento nas escolas, então é importante, não apenas para o dia a dia dos alunos, mas para que haja interação com a comunidade”. Na visão do prefeito de Cabrobó, Auricélio Torres, a entrega da cobertura da quadra mostra o compromisso que Paulo Câmara tem com a educação de Pernambuco. “Em tempos de retração e desafio, termos um governante preocupado com a educação do Estado é motivo de orgulho “, disse.
Para a gestora da escola, Cilane Cavalcante, a entrega da cobertura da quadra foi um sonho realizado. “Foi uma ação muito importante para a população cabroboense, pois beneficiará os alunos, que poderão vivenciar atividades durante todo o dia, e toda a comunidade, que, daqui por diante, poderá realizar eventos no espaço”, pontuou. “O valor que se dá à educação e o olhar sobre as escolas são perceptíveis na gestão Paulo Câmara”, complementou.
A informação que circula hoje em Tabira é de que o vereador Djalma das Almofadas, ex-presidente da Câmara e até então na oposição, teria virado para o bloco governista. Uma reunião ontem a tarde, com Dinca Brandino e Sebastião Ribeiro teria selado a aliança do vereador ao grupo da prefeita Nicinha Melo. Na negociação, Djalma […]
A informação que circula hoje em Tabira é de que o vereador Djalma das Almofadas, ex-presidente da Câmara e até então na oposição, teria virado para o bloco governista.
Uma reunião ontem a tarde, com Dinca Brandino e Sebastião Ribeiro teria selado a aliança do vereador ao grupo da prefeita Nicinha Melo.
Na negociação, Djalma seria o candidato a vice da prefeita Nicinha Melo, que disputa a reeleição. O blog buscou contato com o vereador para confirmar a informação, mas ainda não obteve resposta.
Até então, Djalma era dado certo no apoio ao petista Flávio Marques, confirmado como nome do partido semana passada.
Quase a metade dos 51 senadores que declaram ser a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff crimes contra o orçamento liberou a petista para gastar além do autorizado pelo Congresso. De acordo com a Folha de S. Paulo, 24 desses senadores votaram em 2014 ou em 2015 a favor da mudança da meta fiscal. […]
Romero Jucá: a favor do impeachment, votou pelo aumento nos gastos
Quase a metade dos 51 senadores que declaram ser a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff crimes contra o orçamento liberou a petista para gastar além do autorizado pelo Congresso.
De acordo com a Folha de S. Paulo, 24 desses senadores votaram em 2014 ou em 2015 a favor da mudança da meta fiscal. Nesses dois anos, o Congresso aprovou orçamentos em que o superavit primário (receita menos despesas, descontado o pagamento de juros) deveria ser superior a R$ 150 bilhões.
A mudança autorizou Dilma a fazer o oposto: dois déficits que, somados, chegaram a R$ 137 bilhões. Os acusadores apontam que esses decretos foram ilegais porque, quando assinados, o governo já sabia que não conseguiria fazer a economia prometida e por isso encaminhara projeto de lei para alterar a meta.
Em 3 de dezembro de 2015, quando a nova meta foi votada, o relator do processo na Câmara, Jovair Arantes (PTB-GO), era líder da bancada de quatro partidos (PTB, PP, PSC e PHS) e nem chegou a mencionar tal fato. A nova meta foi aprovada por 314 deputados e 46 senadores.
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