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Em Pernambuco, Lula lidera com 53% e Bolsonaro tem 22%

Por André Luis

Na corrida para o Palácio do Planalto, o ex-presidente Lula (PT) desponta numa posição bastante confortável frente ao seu principal adversário, o presidente Bolsonaro (PL).

Segundo o levantamento do Instituto Opinião para o blog do Magno, o petista teria em Pernambuco 53,8% dos votos se as eleições fossem hoje. Já Bolsonaro aparece com apenas 22,1%, Ciro Gomes (PDT) com 4,7%, André Janones (Avante), com 1,1% e João Dória (PSDB) também com 1,1%. Simone Tebet(MDB) tem apenas 0,4% e Luciano Bivar, do União Brasil, 0,3%.

Na espontânea, cenário no qual o entrevistado é forçado a lembrar o nome do candidato da sua preferência, Lula também lidera com 45,8%, Bolsonaro aparece com 20,1% e os demais candidatos estão abaixo de 1%. Já em relação à rejeição, a situação se inverte e Bolsonaro lidera. Entre os entrevistados, 51,4% disseram que não votariam nele de jeito nenhum, enquanto os que não votariam em Lula de jeito nenhum se situam na casa dos 20,4%.

Na estratificação por região, Lula aparece com 68,7% das intenções de voto no Sertão, 55% no Agreste, 53,7% na Zona da Mata, 49,6% na Região Metropolitana e 49,6% no São Francisco, enquanto Bolsonaro tem 26,1% na Região Metropolitana, 21,5% na Zona da Mata, 21,4% no São Francisco, 20,4% no Agreste e 12,8% no Sertão.

O levantamento foi a campo entre os dias 30 de abril e 2 de maio, sendo aplicados dois mil questionários em todas as regiões do Estado. O intervalo de confiança estimado é de 95,0% e a margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação, com entrevistas presenciais. A pesquisa está registrada sob os protocolos BR-03100/2022 e PE-01140/2022.

Outras Notícias

Alcolumbre: fosse deputado ou senador, Moro estaria cassado ou preso

Para presidente do Senado, troca de mensagens ultrapassou o limite ético Por Daniel Carvalho/Folha de São Paulo O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), classificou como “graves”, se comprovadas, as mensagens trocadas entre o ministro Sergio Moro (Justiça), quando juiz federal, e o procurador Deltan Dallangnol, chefe da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. “Se […]

Marcos Oliveira/Ag. Senado

Para presidente do Senado, troca de mensagens ultrapassou o limite ético

Por Daniel Carvalho/Folha de São Paulo

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), classificou como “graves”, se comprovadas, as mensagens trocadas entre o ministro Sergio Moro (Justiça), quando juiz federal, e o procurador Deltan Dallangnol, chefe da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

“Se fosse deputado ou senador, estava no Conselho de Ética, cassado ou preso”, disse Davi, nesta segunda-feira (24), segundo o site Poder360, que promoveu um jantar com o presidente do Senado e convidados.

De acordo com o site, Davi avaliou que a troca de mensagens ultrapassou o limite ético.

“Do ponto de vista ético, sim [ultrapassou]. Se aquilo for tudo verdade… esse que é o problema. Aquilo é verdade? Vai comprovar? Aquela conversa não era pra ter sido naquele nível entre o acusador e o procurador.”

“Se isso for verdade, eu acho que vai ter um impacto grande, [mas] não em relação à Operação [por inteiro] porque ninguém contesta nada disso e não vai contestar nunca”, completou o senador.

Em conversas publicadas pelo site The Intercept Brasil desde o último dia 9, Moro sugere ao Ministério Público Federal trocar a ordem de fases da Lava Jato, cobra a realização de novas operações, dá conselhos e pistas e antecipa ao menos uma decisão judicial.

O então juiz, segundo os diálogos, também propõe aos procuradores uma ação contra o que chamou de “showzinho” da defesa do ex-presidente Lula, sugere à força-tarefa melhorar o desempenho de uma procuradora durante interrogatórios e se posiciona contra investigações sobre o ex-presidente FHC na Lava Jato por temer que elas afetassem “alguém cujo apoio é importante”.

Reportagem da Folha mostrou ainda que procuradores se articularam para proteger Moro e evitar que tensões entre ele e o STF paralisassem as investigações em 2016.

Segundo a legislação, é papel do juiz se manter imparcial diante da acusação e da defesa. Juízes que estão de alguma forma comprometidos com uma das partes devem se considerar suspeitos e, portanto, impedidos de julgar a ação. Quando isso acontece, o caso é enviado para outro magistrado.

Até aqui, Moro tem minimizado a crise e refutado a possibilidade de ter feito conluio com o Ministério Público. Assim como os procuradores, diz não ter como garantir a veracidade das mensagens (mas também não as negou) e chama a divulgação dos diálogos de sensacionalista.

Irmãos morrem em colisão de moto com caminhão na BR 232, em Custódia

A imprudência somada à falta de mecanismos de fiscalização continuam fazendo dos acidentes com motos uma verdadeira epidemia no Sertão. Ontem dois irmãos de 24 e 25 anos perderam a vida em um acidente na BR 232, próximo à antiga pedreira, em Custódia. Foi no início da madrugada deste sábado (16). Joseane Gonzaga da Silva, […]

Imagem ilustrativa
Imagem ilustrativa

A imprudência somada à falta de mecanismos de fiscalização continuam fazendo dos acidentes com motos uma verdadeira epidemia no Sertão.

Ontem dois irmãos de 24 e 25 anos perderam a vida em um acidente na BR 232, próximo à antiga pedreira, em Custódia. Foi no início da madrugada deste sábado (16).

Joseane Gonzaga da Silva, 24 anos, do Sítio Francisco, zona rural de Custódia e o irmão,  Josimar Gonzaga da Silva, 25 anos, morreram quando a moto que guiavam colidiu frontalmente com um caminhão.

Segundo o caminhoneiro José Linaldo de Arruda, 30 anos, que seguia sentido Serra Talhada, a motocicleta guiada por Joseane invadiu a contra mão com os faróis apagados e colidiu de frente com o caminhão. Os dois ocupantes da motocicleta morreram na hora.

Anvisa apresenta a governadores ações para viabilizar importação da Sputnik

A medida de buscar as informações sobre a vacina Sputnik é para permitir a avaliação do pedido de importação feito pelos estados com a garantia de qualidade necessária para a vacina. A Anvisa afirmou que vai buscar de forma proativa informações que busquem superar aspectos técnicos do pedido de importação da Sputnik feito pelos estados, […]

A medida de buscar as informações sobre a vacina Sputnik é para permitir a avaliação do pedido de importação feito pelos estados com a garantia de qualidade necessária para a vacina.

A Anvisa afirmou que vai buscar de forma proativa informações que busquem superar aspectos técnicos do pedido de importação da Sputnik feito pelos estados, conforme previsto na Lei 14.124/2021.

A afirmação foi feita nesta terça-feira (6) a 14 governadores de estado durante reunião com a Agência, quando foi feita uma apresentação técnica do cenário nacional e internacional da vacina. A medida de buscar as informações sobre a vacina Sputnik é para permitir a avaliação do pedido de importação feito pelos estados com a garantia de qualidade necessária para a vacina.

As ações da Anvisa incluem a busca de informações junto à Organização Mundial de Saúde (OMS) e à Agência Europeia de Medicamentos (EMEA). Essas informações poderão complementar ou mesmo substituir as informações solicitadas pela Lei 14.124/2021. 

A diretoria ainda ressaltou que o processo de importação excepcional é mais simples do que a avaliação para o uso emergencial ou para o registro de uma vacina.

Neste momento, a Anvisa avalia o pedido de importação da Sputnik feito por doze estados brasileiros com base na lei 14.124/2021. A Lei criou a possibilidade de importação excepcional de vacinas sem registro no Brasil, desde que atendidos critérios mínimos definidos no texto. A lei também impôs a necessidade de que a Anvisa avalie o cumprimento dos critérios da Lei e emita um parecer.

Os pedidos têm prazo de sete dias úteis para serem avaliado pela Agência.

Relatório Internacional

Para a conclusão da avaliação de importação, a Lei pede a apresentação do relatório técnico da avaliação das vacinas contra a Covid-19, emitido ou publicado pelas autoridades sanitárias internacionais, o que ainda não foi apresentado.

Durante a reunião, a diretoria da Anvisa esclareceu aos governadores que, na ausência do relatório, a Anvisa poderá utilizar outras fontes para autorizar a importação, desde que sejam informação que apontem para segurança e eficácia mínima para a vacina.

Também foi confirmada nesta terça-feira (6/4) o envio de uma equipe à Rússia para inspeção das instalações do fabricante da Sputnik no país de origem. A inspeção não é um pré-requisito para avaliação do pedido de importação dos estados. A inspeção faz parte do outro processo que trata do uso emergencial da vacina solicitado pela União Química.

O pedido de importação feito pelos governadores é um processo independente e separado do pedido de uso emergencial feito pelo laboratório União Química para a vacina Sputnik. O primeiro trata da importação excepcional da Sputnik pelos estados para uso na população brasileira, o segundo trata do pedido de uso emergencial para oferta da vacina pelo laboratório União Química.

Durante a reunião, foram apresentadas as informações atuais disponíveis sobre a vacina Sputnik e as principais incertezas em relação ao produto, além de uma contextualização da avaliação do uso emergencial no cenário mundial.

A reunião foi realizada por video-conferência e contou com a participação dos governadores do Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Sergipe. Este são os estados envolvidos no pedido de importação excepcional da vacina Sputnik.s governadores e a diretoria da Anvisa também definiram a realização de uma reunião entre técnicos da Agência e dos estados nesta quarta-feira (7/4), às 9h, com objetivo de preencher as lacunas necessárias para a avaliação do pedido de importação dos estados.

Wellington Maciel apresenta projetos de pavimentação ao governador Paulo Câmara

O prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, acompanhado do secretário de Desenvolvimento Urbano, Aildo Biserra, levou até o Governo do Estado vários projetos de pavimentação que foram apresentados ao governador Paulo Câmara. Para o prefeito, uma oportunidade de levar mais desenvolvimento aos bairros arcoverdenses. “Tivemos um encontro positivo com o governador Paulo Câmara quando apresentamos demandas […]

O prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, acompanhado do secretário de Desenvolvimento Urbano, Aildo Biserra, levou até o Governo do Estado vários projetos de pavimentação que foram apresentados ao governador Paulo Câmara. Para o prefeito, uma oportunidade de levar mais desenvolvimento aos bairros arcoverdenses.

“Tivemos um encontro positivo com o governador Paulo Câmara quando apresentamos demandas de nossa população quanto a obras de calçamento em vários bairros de nossa cidade e também nos distritos do município. Com esse objetivo, levamos vários projetos que assim que aprovados iremos anunciar a nossa população, garantindo com isso mais qualidade de vida às pessoas”, afirmou o prefeito.

O encontro contou ainda com a presença do assessor de comunicação, Manoel Milton; e do presidente da Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde – AESA, Professor Alexandre Lira, que destaca a necessidade de fortalecimento das autarquias de ensino superior do interior do estado.

Ainda no início deste mês o prefeito teve encontro com o governador quando apresentou as principais demandas da população de Arcoverde e nesta quarta-feira (14), entregou os projetos que visam atender a esses pleitos que foram apresentados durante as audiências públicas realizadas pela Secretaria de Planejamento do município.

“Hoje temos inúmeras obras em andamento sendo construídas em parceria e com recursos do governo do estado, a exemplo dos acessos da Malhada e de Serra das Varas, além do Compaz no São Cristóvão e, nos próximos dias, iniciaremos o saneamento do loteamento Veraneio em parceria com a Compesa. Agora fomos em busca de obras de pavimentação que vão atender vários bairros e distritos. União e trabalho em prol da população de Arcoverde”, finalizou Wellington Maciel.

Tuparetama: após polêmica, Câmara de Vereadores elege Mesa Diretora nesta segunda-feira

Sessão que reelegeria atual presidente, foi suspensa por uma liminar da justiça Por André Luis Primeira mão Nesta segunda-feira (17), às 8h30, a Câmara de Vereadores de Tuparetama realiza Sessão Ordinária com eleição da Mesa Diretora para o biênio 2023/2024. O atual presidente, Arlã Markson, que é governista, tenta a reeleição numa chapa composta por […]

Sessão que reelegeria atual presidente, foi suspensa por uma liminar da justiça

Por André Luis

Primeira mão

Nesta segunda-feira (17), às 8h30, a Câmara de Vereadores de Tuparetama realiza Sessão Ordinária com eleição da Mesa Diretora para o biênio 2023/2024.

O atual presidente, Arlã Markson, que é governista, tenta a reeleição numa chapa composta por vereadores de oposição a gestão Sávio Torres: Joel Gomes (vice-presidente); Domenico Perazzo (1º Secretário); e Plécio Galvão (2º secretário).

A outra chapa, toda formada por governistas, tem: Luciana Paulino – atual 1ª secretária (presidente); Valmir Tunú (vice-presidente); e Vandinha da Saúde – atual vice-presidente (1ª secretária).

Apenas os vereadores Danilo Augusto e Tanta Sales não fazem parte de nenhuma das duas chapas.

A eleição da Mesa Diretora acontece após muita polêmica envolvendo o atual presidente da Casa, vereador Arlã Markson.

Relembre o caso

Uma decisão liminar havia suspendido até segunda ordem a sessão que elegeria a Mesa Diretora da Câmara de Tuparetama. A liminar foi concedida pelo judiciário local.

A sessão aconteceria no dia 1º de setembro. A ação foi capitaneada pelos vereadores  Luciana Paulino, Vandinha da Saúde e Valmir Tunú.

Antes, em uma sessão bastante tumultuada, recheada de queixas por traição e puxar de tapete, o vereador Arlã Markson conseguiu aprovar o direito à reeleição na Câmara de Tuparetama.

Para ser reeleito, Arlã colocou em votação emenda à Lei Orgânica do município e Regimento Interno da Câmara que permitiram o direito à reeleição dentro do mesmo mandato.

Para conseguir e driblar os colegas governistas, Arlã conseguiu os votos de Tanta Sales, Joel Gomes, Domenico Perazzo, Plécio Galvão e Danilo Augusto. A mudança passou por 6 a 3.