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Em evento com Lula, Márcia Conrado discursa em prol dos municípios

Por André Luis

A presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) Márcia Conrado, participou nesta sexta-feira (10/03), em Brasília, da cerimônia que marcou o reajuste em até 39% do valor dos repasses a Estados e Municípios por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Na oportunidade, a gestora discursou em prol dos municípios pernambucanos.

“É uma honra poder representar os prefeitos e prefeitas de Pernambuco. Temos ciência que a maioria das crianças que frequentam os ambientes escolares dos municípios têm nas creches e escolas a sua única fonte de alimentação. E este investimento significativo no PNAE e no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) mostra o compromisso do governo federal com quem mais precisa”, frisou Márcia durante a fala.

Há cinco anos o valor estava sem correções e com defasagem de 35%. A estimativa é de que sejam investidos R$ 5,5 bilhões no programa, beneficiando estudantes de pré-escola, educação para indígenas e quilombolas, educação integral e educação de Jovens e Adultos (EJA).

Está prevista para a próxima semana a parceria com o Programa de Aquisição de Alimentos, a fim de apoiar a compra direta de alimentos saudáveis, produzidos pela Agricultura Familiar, redirecionando para escolas, creches, restaurantes comunitários e projetos sociais.

Outras Notícias

Pressionado em debate, líder da disputa em BH diz que ‘rouba, mas não pede propina’

O acirramento da disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte ampliou a pressão sobre os dois candidatos que estão no segundo turno, Alexandre Kalil (PHS) e João Leite (PSDB), e elevou o nível de ataques entre eles. Ultrapassado pelo rival nas pesquisas mais recentes, o tucano passou a levantar débitos e processos trabalhistas de Kalil e […]

O acirramento da disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte ampliou a pressão sobre os dois candidatos que estão no segundo turno, Alexandre Kalil (PHS) e João Leite (PSDB), e elevou o nível de ataques entre eles.

Ultrapassado pelo rival nas pesquisas mais recentes, o tucano passou a levantar débitos e processos trabalhistas de Kalil e exibir comerciais na TV nos quais ex-funcionários do candidato do PHS o acusam de não ter depositado benefícios previdenciários, por exemplo. Num debate promovido pela “Rede TV!” na noite desta sexta-feira (21) o tema foi explorado, e Kalil acabou se enrolando na resposta.

Após afirmar que qualquer empresário no Brasil lida com problemas trabalhistas, o candidato afirmou: “Eu devo o seu Geraldo [ex-funcionário], sim, mas essa mão aqui é limpa”. “Falou que eu roubo… Eu roubo, mas não peço propina em Furnas”, concluiu, em referência à chamada “Lista de Furnas”, que elencaria propinas pagas a uma série de políticos, mas cuja autenticidade nunca foi comprovada.

A frase inusitada de Kalil acabou viralizando e despertando forte debate nas redes sociais. Aliados de João leite passaram a chamar o candidato do PHS de “Trump das Alterosas”. “Kalil fez uma afirmação estarrecedora: ‘Eu roubo, mas não peço propina’. Como pode um prefeito que não paga IPTU e lesa os trabalhadores?”, provocou o deputado Marcus Pestana (PSDB-MG).

A controvérsia fez com que Kalil divulgasse um vídeo no qual tenta retificar a fala. “Pessoal, eu queria pedir desculpas”, inicia o empresário, que é ex-presidente do clube Atlético Mineiro. “No debate, quando eu fui agredido desesperadamente pelo descontrole total do João Leite –fui chamado de ladrão–, eu quis dizer: ‘eu devo, mas eu não recebo propina’. Mas saiu, infelizmente, no calor, ‘eu roubo'”, justifica.

“Eu nunca roubei. Deus sabe que eu nunca roubei, eu sei, meus filhos sabem. Você que mora em Belo Horizonte sabe que eu posso ser tudo, mas que eu nunca roubei”, conclui o candidato.

A série de animosidades entre os dois deve ter sequência nesta noite, quando haverá novo debate, desta vez promovido pela Record.

FVP forma turmas de Direito, Administração e Enfermagem

Nos dias 20 e 21, a Faculdade Vale do Pajeú realizou a colação de grau das turmas de Enfermagem, Direito e Administração. Mais uma vez, todos os formandos receberam o diploma no ato da colação de grau com tem ocorrido nis últimos anos. A FVP é a única faculdade do estado que entrega o diploma […]

Nos dias 20 e 21, a Faculdade Vale do Pajeú realizou a colação de grau das turmas de Enfermagem, Direito e Administração.

Mais uma vez, todos os formandos receberam o diploma no ato da colação de grau com tem ocorrido nis últimos anos.

A FVP é a única faculdade do estado que entrega o diploma no dia da colação de grau.

As solenidades tiverama condução do Diretor Geral e seu idealizador, Cleonildo Lopes,  o Painha. Autoridades civis e representantes dos cursos também participaram.

História

A Faculdade Vale do Pajeú (FVP) nasceu de um sonho: levar educação de qualidade para o interior de Pernambuco, promovendo transformação social e oferecendo oportunidades reais para o desenvolvimento de toda a região. Esse projeto está profundamente ligado à trajetória de vida do professor Cleonildo Lopes da Silva, natural de São José do Egito, acreditando que a educação é o maior instrumento de mudança, ele decidiu criar uma instituição que refletisse seus valores e sua dedicação ao ensino.

Desde o início, a FVP se destacou por sua missão de interiorizar o ensino superior, quebrando barreiras que, por muito tempo, afastaram estudantes da educação de qualidade. A presença de uma faculdade no interior não apenas amplia as oportunidades individuais, mas também impulsiona o desenvolvimento econômico e cultural das comunidades locais, gerando empregos, atraindo investimentos e promovendo a inovação.

Essa interiorização do ensino superior é mais do que uma simples oferta de cursos — ela representa a democratização do acesso à educação. A FVP se compromete a levar ensino de excelência a áreas muitas vezes negligenciadas pelos grandes centros urbanos, dando voz e oportunidade a centenas de estudantes que antes não podiam sonhar com uma graduação acessível e próxima de casa.

O professor Cleonildo Lopes da Silva, como mantenedor e Diretor Geral, guiou a criação da instituição com uma visão clara: um ensino superior que valoriza e respeita cada aluno, oferecendo uma experiência humanizada e acolhedora. Aqui, cada aluno é tratado como um indivíduo único, com sonhos, desafios e aspirações.

Na FVP, o aluno não é apenas um número. Nossa equipe acadêmica e administrativa se empenha em criar uma experiência educativa baseada no diálogo, no apoio e na proximidade. Professores altamente qualificados atuam como mentores, oferecendo não só conteúdo acadêmico de qualidade, mas também orientação profissional e pessoal. Esse ambiente acolhedor e próximo faz da FVP um lugar onde os alunos se sentem pertencentes e capazes de explorar todo o seu potencial.

A Faculdade Vale do Pajeú foi construída com base no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), que orienta suas ações com o objetivo de transformar o futuro de milhares de cidadãos do Sertão. Com investimentos em infraestrutura moderna, currículo atualizado e apoio aos alunos, a FVP se posiciona como uma instituição comprometida com o desenvolvimento regional, gerando impacto além da educação, promovendo progresso social e econômico.

Estudar na Faculdade Vale do Pajeú significa muito mais do que obter um diploma. Significa fazer parte de uma instituição que entende as necessidades de cada um. Aqui, a educação é um agente de mudança, e você, como aluno, será parte ativa dessa mudança. Venha construir seu futuro conosco.

Há unidades da FVP em São José do Egito,  Bezerros e João Alfredo.

Legislativo discute possível concessão de serviços da Compesa à iniciativa privada

A Comissão de Administração Pública da Alepe recebeu o presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Alex Campos, para tratar de uma possível mudança na gestão dos serviços da empresa. O modelo em estudo junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), seria uma concessão de parte das atividades da instituição à iniciativa […]

A Comissão de Administração Pública da Alepe recebeu o presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Alex Campos, para tratar de uma possível mudança na gestão dos serviços da empresa. O modelo em estudo junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), seria uma concessão de parte das atividades da instituição à iniciativa privada, a exemplo do que fizeram Alagoas e Rio de Janeiro.

Atualmente, a Companhia – uma sociedade de economia mista que tem o Estado como maior acionista –  atua em quatro eixos: captação de água, tratamento, distribuição e processamento do esgoto. Pelo modelo que está sendo considerado, a Compesa manteria sob sua responsabilidade os dois primeiros serviços e abriria os demais para serem prestados pelo setor privado.

Investimentos

Conforme salientou Campos, a ideia, com a medida, é “ampliar o investimento para melhor atender a população de todo o Estado”. Ele acrescentou que Pernambuco tem um dos piores índices de intermitência de abastecimento de água do do Brasil e rodízios longos que prejudicam a população.

“Temos um problema grave porque não temos água de fácil operação. Para levar água do Rio São Francisco para Caruaru, por exemplo, nós percorremos 300 quilômetros entre canais e adutoras”, explicou.

Todo esse processo, como destacou o presidente da Compesa, demanda investimentos altos, principalmente na melhoria da tubulação, que, segundo ele, é precária em muitas localidades. Ele observou que, hoje, com os recursos de que dispõe, a Compesa não consegue dar conta de todos os desafios.  

Apesar da proposta de concessão de serviços à iniciativa privada, Campos fez questão de assegurar, durante a reunião do colegiado, que a modificação não representaria a privatização da Compesa. “Vamos manter 100% das cotas. Não estamos negociando ações. Estaremos fazendo apenas a concessão dos serviços”, frisou, reforçando que o principal objetivo é ampliar os investimentos para atender melhor a população. 

Debates

Mesmo com garantias, parlamentares demonstraram cautela em relação à proposta. Waldemar Borges (PSB) considerou que as mudanças sugeridas trazem apreensões. “Tenho preocupação e interesse em ver como vai ficar objetivamente essa equação financeira, quando se divide produção e tratamento de um lado, e a venda da água e o tratamento de esgoto de outro lado”, disse.

“Como é que isso vai ser pago de maneira a respeitar o subsídio cruzado?”, questionou Borges, referindo-se ao mecanismo pelo qual consumidores de renda mais alta pagam tarifas mais caras para subsidiar as de consumidores de baixa renda. Ele ainda ressaltou a necessidade de buscar mecanismos institucionais que garantam ao Estado a capacidade de intervenção quando necessário.

Questões como a manutenção da tarifa social da água, os problemas de abastecimento no interior e as preocupações em garantir a melhora na eficiência dos serviços sem o aumento de preços foram levantadas por outros parlamentares.

Encaminhamentos

Para João Paulo (PT), seria importante conhecer a experiência de outros estados para evitar erros. “Queria propor de irmos, no mínimo, até Alagoas, para conhecer as experiências de lá, ouvir a representação dos trabalhadores e a representação da empresa de forma democrática e transparente”, sugeriu.

O presidente do colegiado, Joaquim Lira (PV), propôs a criação de uma frente parlamentar formada por deputados de diferentes regiões do Estado e partidos políticos para acompanhar os desdobramentos junto à Compesa. Também se manifestaram os deputados Antônio Moraes (PP), Dani Portela (PSOL), Edson Vieira (União), Eriberto Filho (PSB), Jarbas Filho (PSB), Jeferson Timóteo (PP), Luciano Duque (Solidariedade) e Romero Sales Filho (União).

Afogados é goleado pela Ponte Preta em 3 a 0, e precisa de novo milagre na Copa do Brasil

Torcida sertaneja fez festa bonita no Moisés Lucarelli A bela história do Afogados da Ingazeira na Copa do Brasil vai precisar de um novo milagre, assim como contra o Atlético-MG, para não encerrar na próxima semana. O time foi goleado nesta quinta-feira pela Ponte preta por 3 a 0, no Moisés Lucarelli, na primeira partida […]

Foto: Cláudio Gomes
Afogados perdeu e precisa fazer 3×0 para levar pros pênaltis

Torcida sertaneja fez festa bonita no Moisés Lucarelli

A bela história do Afogados da Ingazeira na Copa do Brasil vai precisar de um novo milagre, assim como contra o Atlético-MG, para não encerrar na próxima semana.

O time foi goleado nesta quinta-feira pela Ponte preta por 3 a 0, no Moisés Lucarelli, na primeira partida da terceira fase da competição. Só uma vitória por três ou mais gols no Vianão, no próximo dia 19, dará chances ao clube Sertanejo de seguir vivo.

Chamou a atenção a bela caravana de torcedores sertanejos.  Foram cerca de 500 torcedores de Afogados e região que moram em Campinas ou São Paulo e estiveram no estádio.  Muitos relataram acompanhar o nosso blog ou ouvir a Rádio Pajeú.  E fizeram uma bela festa.

O jogo começou com um roteiro que o Afogados já se habituou a atuar, com o adversário incisivo e dono da maior posse de bola da partida. A Ponte tentava explorar as laterais, já que o meio de campo ficou congestionado pelo trio de volantes da Coruja, como já havia acontecido contra o Atlético-MG.
A estratégia de suportar a pressão inicial deu certo inicialmente, com as melhores chances da Ponte se resumindo a defesa tranquila de Wallef, aos 17 minutos, e chute cruzado de Roger para fora, aos 19. Sem o atacante Philip, o Afogados perdeu poder ofensivo e restaram chutes esporádicos com Rodrigo e Candinho sem muito perigo, mas a pressão inicial da Ponte ao menos havia diminuído.
No entanto, aos 38 minutos, em vacilo da defesa, Jeferson cruzou e Heverton Luís tentou cortar, mas acabou escorando contra o próprio gol. O time sentiu o golpe e Wallef precisou salvar em seguida chute de Roger.
Após o intervalo, Roger sofreu pênalti aos 5 minutos, mas Wallef fez valer a sua principal qualidade e defendeu com os pés. No entanto, no minuto seguinte, o camisa nove da Ponte escorou para o fundo das redes para marcar o segundo gol do jogo, aproveitando cruzamento de longa distância.
A blitz alvinegra continuou, com o Afogados se defendendo como podia, mas sem apresentar o mesmo bom desempenho defensivo do primeiro tempo. Bruno Reis ainda ampliou aos 20 minutos, em cobrança de escanteio, e a Ponte ainda carimbou a trave aos 46. Resultado suficiente para a Ponte abrir uma boa vantagem no jogo da volta e não desgastar os atletas, que se desdobram também no Paulistão.
Jô Soares morre em São Paulo aos 84 anos

O ator, escritor e diretor Jô Soares morreu na madrugada desta sexta-feira (5), aos 84 anos. Considerado um dos maiores humoristas do Brasil, o apresentador do “Programa do Jô”, exibido pela TV Globo, estava internado desde 25 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo, para tratar de uma pneumonia. A causa […]

O ator, escritor e diretor Jô Soares morreu na madrugada desta sexta-feira (5), aos 84 anos. Considerado um dos maiores humoristas do Brasil, o apresentador do “Programa do Jô”, exibido pela TV Globo, estava internado desde 25 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo, para tratar de uma pneumonia.

A causa da morte ainda não foi divulgada. O enterro e velório do corpo de Jô serão reservados à família e amigos, em data e local ainda não informados.

“Viva você, meu Bitiko, Bolota, Miudeza, Bichinho, Porcaria, Gorducho. Você é orgulho pra todo mundo que compartilhou de alguma forma a vida com você. Agradeço aos senhores Tempo e Espaço, por terem me dado a sorte de deixar nossas vidas se cruzarem. Obrigada pelas risadas de dar asma, por nossas casas do meu jeito, pelas viagens aos lugares mais chiques e mais mequetrefes, pela quantidade de filmes, que você achava uma sorte eu não lembrar pra ver de novo, e pela quantidade indecente de sorvete que a gente tomou assistindo”, escreveu a mulher, Flavia, nas redes sociais.

Humor como marca registrada

Em todas as suas inúmeras atividades artísticas – entrevistador, ator, escritor, dramaturgo, diretor, roteirista, pintor… –, Jô Soares teve o humor como marca registrada. Foi seu ponto de partida e sua assinatura no teatro, na TV, no cinema, nas artes plásticas e na literatura. Ele próprio gostava de admitir isso.

“Tudo o que fiz, tudo o que faço, sempre tem como base o humor. Desde que nasci, desde sempre”, afirmou em depoimento ao site Memória Globo.

Nos últimos 25 anos, Jô ficou conhecido por ser o apresentador de talk-show mais famoso do país. Na TV Globo, estrelava o “Programa do Jô”, exibido desde 2000. Também se destacou por ser um dos principais comediantes da história do Brasil, participando de atrações que fizeram história na TV. Dentre elas, se destacaram “A família Trapo” (1966), “Planeta dos homens” (1977) e “Viva o Gordo” (1981). Além disso, escreveu cinco livros, atuou em 22 filmes e é considerado pioneiro do stand-up. As informações são do G1.