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Em Arcoverde, Israel Rubis critica Zeca. “Carregado de processos”

Por Nill Júnior

Aliados de Madalena Brito, de Cybele Roa e de Israel Rubis tem compartilhado aos montes declarações do pré-candidato e Delegado contra o ex-prefeito Zeca Cavalcanti, falando à TV LW.

Em partes do debate, Rubis diz categoricamente que Zeca não sabe se será candidato. O vídeo editado intencionalmente tem sido compartilhado aos montes. Veja e leia alguns trechos do que Rubis disse sobre Zeca:

“Zeca tem desenhado Arcoverde como a terra mágica. Se você pegar um panorama de crescimento do do PIB de Pernambuco, os anos de 2011 e 2012 foram os piores anos de crescimento de Arcoverde. Tem seu defeitos, tem seus problemas. Também está no STJ pendurado numa ação . Ele diz que está com essa força toda, mas tá com medo de não conseguir registrar a candidatura. Não consegue retirar uma certidão negativa de antecedentes criminais. Eu consigo tirar todas e tenho certeza que vou registrar minha candidatura”.

“Zeca foi prefeito duas vezes, foi Deputado Federal, tem um nome muito forte mas com ele arrasta um caminhão de processos criminais, inclusive processos de improbidade administrativa, processos criminais, e aí fica a dúvida. Quem fez uma vez faz de novo. Quem responde uma vez de uma ação por ato de improbidade faz de novo. Eu desafios os quatro candidatos pra gente ir num cartório registrar um documento: se for processado e condenado por ato de improbidade já na primeira instância tem que renunciar imediatamente. Tô tranquilo pra assinar esse documento”.

“Cheguei a conversar com Zeca, mas as bandeiras são totalmente diferentes. Ele carrega consigo a bandeira que foi gestor e tem experiência. Eu carrego a bandeira de combate à corrupção. Se você buscar o nome de Zeca em qualquer tribunal, como o TJ em Pernambuco TRF,. STJ e STF. O homem tem processos”.

 

Outras Notícias

João Paulo critica João Campos e relação entre PT e PSB em Pernambuco

Durante entrevista ao videocast Cena Política, do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, nesta sexta-feira (20), o deputado estadual e ex-prefeito do Recife, João Paulo (PT), teceu críticas ao prefeito João Campos (PSB) e à atual relação entre os dois partidos no estado. Segundo o petista, a aliança entre o PT e o PSB em […]

Durante entrevista ao videocast Cena Política, do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, nesta sexta-feira (20), o deputado estadual e ex-prefeito do Recife, João Paulo (PT), teceu críticas ao prefeito João Campos (PSB) e à atual relação entre os dois partidos no estado.

Segundo o petista, a aliança entre o PT e o PSB em Pernambuco tem sido marcada por uma postura de “submissão” e “dependência” por parte dos petistas, o que, na sua avaliação, compromete a autonomia política da legenda.

João Paulo também questionou o comprometimento do gestor do Recife com as áreas mais vulneráveis da cidade. Para ele, a ausência de políticas efetivas voltadas às periferias e aos morros é reflexo de uma gestão que carece de envolvimento com a população mais pobre.

“Acredito que para governar o Recife é preciso, antes de tudo, ter um amor incondicional pelo povo e estabelecer prioridades claras. É preciso olhar para toda a cidade, mas especialmente para quem mais precisa”, afirmou. E completou: “Na minha percepção, falta amor pela cidade e pelo povo. Pode ser apenas um sentimento, mas não vejo esse compromisso refletido nas ações da gestão, principalmente nas áreas periféricas.”

Prefeito do Recife por dois mandatos, João Paulo também comentou a alta popularidade de João Campos nas pesquisas de opinião. Para ele, a aprovação do pessebista está ligada ao desempenho da governadora Raquel Lyra (PSD), especialmente no início da gestão estadual.

“O cenário político atual influencia bastante. A aprovação que João Campos tem hoje não existia antes da eleição de Raquel Lyra. As dificuldades enfrentadas pelo governo estadual acabaram favorecendo a imagem do prefeito”, avaliou.

Arcoverde e Monteiro são alvo de operação da PF contra contrabando e lavagem de dinheiro

Por G1 PB A Polícia Federal, através da Delegacia de Campina Grande, deflagrou nesta quarta-feira (1º) a Operação Pitillo, que cumpre onze mandados de busca e apreensão expedidos pela 11ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Monteiro. Os mandados estão sendo cumpridos na Paraíba, em Campina Grande e Monteiro, Pernambuco, em Arcoverde, e no Ceará, em Fortaleza. A ação […]

Por G1 PB

A Polícia Federal, através da Delegacia de Campina Grande, deflagrou nesta quarta-feira (1º) a Operação Pitillo, que cumpre onze mandados de busca e apreensão expedidos pela 11ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Monteiro.

Os mandados estão sendo cumpridos na Paraíba, em Campina Grande e Monteiro, Pernambuco, em Arcoverde, e no Ceará, em Fortaleza.

A ação investiga supostos crimes de contrabando de cigarro e lavagem de dinheiro, praticados por grupo com atuação em estados nordestinos.

Foram bloqueadas onze contas bancárias. A ação policial conta com 40 policiais federais e oito policiais rodoviários federais de Pernambuco, que estão dando apoio na cidade de Arcoverde, em Pernambuco.

Há quinze meses o trabalho investigativo foi iniciado. A Polícia Federal identificou diversos contrabandistas de cigarros atuantes na Paraíba e Pernambuco, bem como a existência de um esquema financeiro no estado do Ceará para movimentar recursos criminosos oriundos de dezenas de cidades de vários estados, e assim dificultar a identificação da origem e destino dos recursos criminosos destinados à compra e venda de cigarros contrabandeados.

Os investigados responderão pelos crimes de contrabando e lavagem de dinheiro. A operação foi batizada de “Pitillo”, palavra espanhola que em português significa cigarro.

Sicoob amplia rede em Garanhuns

Instituição inaugura segunda agência no Agreste e reafirma papel social do cooperativismo em Pernambuco O fortalecimento da economia popular e o acesso democrático ao crédito ganham novo fôlego no Agreste pernambucano. O Sicoob Pernambuco abriu as portas de sua segunda unidade em Garanhuns, cidade estratégica com mais de 150 mil habitantes. A expansão marca o […]

Instituição inaugura segunda agência no Agreste e reafirma papel social do cooperativismo em Pernambuco

O fortalecimento da economia popular e o acesso democrático ao crédito ganham novo fôlego no Agreste pernambucano. O Sicoob Pernambuco abriu as portas de sua segunda unidade em Garanhuns, cidade estratégica com mais de 150 mil habitantes. A expansão marca o compromisso da cooperativa em descentralizar o capital e investir no potencial humano da região.

A nova agência, localizada no bairro de Heliópolis, nasce com a missão de ser mais do que um ponto de serviços financeiros: busca ser um braço de apoio ao desenvolvimento local. Segundo a diretoria da instituição, a chegada da unidade reforça o propósito de estar lado a lado com a comunidade, pois o foco central é “crescer com as pessoas, os negócios e o futuro de Garanhuns”.

Em um cenário onde a proximidade faz a diferença na vida do trabalhador e do pequeno empreendedor, o cooperativismo se apresenta como uma alternativa ética e humana ao sistema financeiro tradicional.

Serviço:

Local: Avenida Duque de Caxias, 270 – Heliópolis, Garanhuns/PE.

Grupo de Transição estuda transformação da Polícia Federal em FBI

G1 Uma das propostas do Grupo de Transição para a área de segurança, que está sendo debatida pelo futuro governo Lula (PT), é a transformação da Polícia Federal em uma espécie de FBI, concentrada exclusivamente no combate às organizações criminosas, à repressão a crimes financeiros, ambientais e corrupção, entre outras atividades de polícia judiciária da […]

G1

Uma das propostas do Grupo de Transição para a área de segurança, que está sendo debatida pelo futuro governo Lula (PT), é a transformação da Polícia Federal em uma espécie de FBI, concentrada exclusivamente no combate às organizações criminosas, à repressão a crimes financeiros, ambientais e corrupção, entre outras atividades de polícia judiciária da União atribuídas pela Constituição.

Com 100% dos recursos humanos e materiais focados na investigação, a ideia é transformar a PF em uma vitrine de boas práticas no combate ao crime organizado, induzindo uma melhora de qualidade no trabalho das polícias judiciárias estaduais.

Para que isso seja possível, todo o trabalho burocrático hoje exercido pela PF, como a emissão de passaportes, controle de segurança privada, das fronteiras e de armas, passaria a ser atribuição de uma Secretária de Serviços Administrativos a ser criada.

Além de Serviços Administrativos, o Ministério da Segurança contaria com as secretarias Nacional de Segurança Pública, de Inteligência, de Serviços Penitenciários e uma novidade: de Defesa Civil. O novo ministério ficaria responsável por um planejamento estratégico de combate de catástrofes decorrentes de efeitos naturais, a ser executado pelos corpos de bombeiros de cada estado.

Antes da definição da nova estrutura da Polícia Federal, há um debate anterior, cuja resposta está na cabeça de Lula: vale a pena recriar o Ministério da Segurança Pública? (Há quem defenda que seja rebatizado de Ministério de Segurança Interna e até mesmo de Segurança e Defesa Civil).

Os que defendem a manutenção da atual estrutura, com a Polícia Federal vinculada ao Ministério da Justiça, entendem que o ministro exerce poder sobre as polícias por sua articulação com o Poder Judiciário. Já um ministro da Segurança, sem inserção com a Justiça, ficaria refém dos interesses corporativos.

“Em uma semana a bancada da bala exige o cargo de Ministro de Segurança e aí acabou”, diz um defensor da não divisão. O próprio senador Flávio Dino, cotado para ministro da Justiça, é contra a criação de um Ministério da Segurança.

Por outro lado, quem defende a criação do Ministério da Segurança, argumenta que ao longo do tempo, o cargo de ministro da Justiça sofreu uma distorção por causa do foco que foi obrigado a colocar no tema segurança. Com isso, deixou de lado sua atribuição histórica, de elaboração de propostas legislativas para garantir efetividade das políticas públicas traçadas pelo Executivo.

Para não ficar esvaziado, o ministério da Justiça teria em sua estrutura as secretarias da Mulheres, dos Jovens, Povos Originários e de Direitos Humanos, evitando que os temas sejam tratados de formas isolada e fragmentada. Um defensor da recriação da Secretaria de Segurança Pública é o ex-ministro da Justiça no governo Lula, Tarso Genro.

Antônio Moraes aponta excesso em apreensões de lotações no Recife

“Há informações de que empresas de ônibus intermunicipais estariam gratificando policiais para interceptar os carros fretados”, critica o parlamentar A apreensão de veículos de aluguel, também conhecidos como lotações, que transportam passageiros do Interior para a capital do Estado, foi criticada por Antônio Moraes (PSDB), na Reunião Plenária desta segunda (5). Segundo o deputado, estão ocorrendo […]

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“Há informações de que empresas de ônibus intermunicipais estariam gratificando policiais para interceptar os carros fretados”, critica o parlamentar

A apreensão de veículos de aluguel, também conhecidos como lotações, que transportam passageiros do Interior para a capital do Estado, foi criticada por Antônio Moraes (PSDB), na Reunião Plenária desta segunda (5). Segundo o deputado, estão ocorrendo excessos das autoridades policiais nas abordagens a carros e vans consideradas irregulares para esse tipo de transporte.

“As pessoas vêm do Interior, principalmente, para consultas médicas, e, quando chegam à capital, o veículo é retido e o passageiro fica no meio da rua. Isso é abuso de autoridade e fonte de constrangimento para esses cidadãos”, considerou o parlamentar. “Há informações de que empresas de ônibus intermunicipais estariam gratificando policiais para interceptar os carros fretados. A Corregedoria deveria apurar essas denúncias”, complementou.

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Em apartes, os deputados Botafogo (PDT), João Eudes (PRP), Eduíno Brito (PHS), Tony Gel (PMDB) e Odacy Amorim (PT) relataram vários casos de dificuldades enfrentadas pela população por conta das apreensões. “O município de Petrolina, por exemplo, tinha feito uma licitação para fazer o transporte de pacientes em veículos fretados, mas desistiu de manter o serviço por conta dessas retenções”, apontou Amorim.

O deputado Aluísio Lessa (PSB), por sua vez, argumentou que também estaria havendo excessos na maneira como as cidades usam o fretamento. “Como muitas gestões municipais não têm capacidade de fazer o transporte de todos os pacientes, os vereadores estão alugando veículos para suprir essa carência”, relatou o socialista, que sugeriu uma audiência pública com representantes das esferas municipal e estadual para debater o tema.

Antônio Moraes propôs a realização do encontro pela Comissão de Administração Pública. “Precisamos regulamentar a concessão de placas de uso comercial e o transporte que pode ser feito por esses carros. É necessário ter o mesmo critério em todos os municípios”, pontuou o tucano.

Falta opções e há monopólio: A questão gera muitos debates também no interior. Há críticas ao monopólio de empresas como a Progresso, sem opções de horários e a falta de regulamentação deste transporte alternativo no interior. No Pajeú, por exemplo, muitas rotas alternativas deixaram de atender diante do rigor na fiscalização.