Em Afogados, Éder, o Canhão de 82, ficou fã do “Seu Gonzaga”
Afogados da Ingazeira é um dos principais palcos do país hoje pela exposição de Afogados FC x Atlético Mineiro pela Copa do Brasil. E recebe nomes de hoje e do passado com história no futebol brasileiro.
Quem poderia acreditar que Éder, o canhão da mágica seleção canarinha de 82 poderia fincar pés na Princesa do Pajeú? Pois está com a delegação e mais, ficou comovido com a paixão de um sertanejo que matreiramente conseguiu acesso a ele, jogadores do elenco profissional e até da imprensa mineira que está na cidade.
Gonzaga Gomes, do Sítio Baixio de Solidão, na área do povoado de São Francisco é tão fã do Atlético que impressionou jogadores e comissão técnica. Ao ver Éder, deu toda a escalação do timaço de 1971, o chamado Esquadrão Imortal, Campeão Brasileiro daquele ano.
A equipe tinha Renato, Humberto Monteiro, Grapete, Vanderlei, Vantuir e Oldair, Ronaldo, Humberto Ramos, Dario, Lola e Tião. Impressionado, Éder deu uma camisa comemorativa a Seu Gonzaga.
Éder Aleixo jogou 52 partidas (5 não oficiais) pela Seleção Brasileira entre 1979 e 1986. Atuou na Copa de 1982. Seu apelido era O Canhão, uma vez que era considerado como um jogador com um chute muito potente.
Sua presença na Copa de 1986 era quase certa, uma vez que o técnico Evaristo de Macedo bancou Éder no elenco titular. Mas contra o Peru, em abril. O “Bomba” deu um soco no rosto do lateral peruano Castro e foi expulso pelo árbitro Arnaldo Cezar Coelho. Foi a pá-de-cal para a carreira internacional de Éder, que não foi convocado para a Copa.
Foi ídolo no Atlético Mineiro onde foi contratado em 1979.
Lá permaneceu a maior parte de sua carreira, e lhe rendeu convocações para a Seleção Brasileira durante muitos anos. Foram 4 passagens pelo Atlético, sendo que a mais conhecida durou entre 1979 e 1985, conquistando 5 campeonatos mineiros (1980, 1981, 1982, 1983 e 1985) e o Torneio de Paris de Futebol em 1982. Éder ainda receberia a Bola de Prata do Campeonato Brasileiro em 1983. Hoje tem 62 anos.



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