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Eduardo Campos promete botar ‘raposas’ Sarney, Renan e Collor na oposição

Por Nill Júnior

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O candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, disse nesta quinta-feira em Porto Alegre que o país se encaminha para um “atoleiro” e enfrenta a maior crise fiscal da história da República, com baixo crescimento, inflação crescente e juros altos que ameaçam “derreter” os empregos em curto prazo.

Ao falar para prefeitos do Rio Grande do Sul, durante Congresso da Federação das Associações dos Municípios do Estado (Famurs), Campos atacou as alianças políticas que mantêm o atual governo e prometeu “botar as raposas” na oposição – o candidato citou, entre eles, o ex-presidente José Sarney (PMDB), o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB), e o senador e ex-presidente Fernando Collor (PTB).

“O Brasil precisa reencontrar seu caminho. Hoje vivemos o pior dos cenários, com baixo crescimento, juros alto e inflação crescente. É um cenário que vai derreter os empregos em curto prazo e ameaça desconstruir as conquistas dos últimos anos. A única opção de botar aquelas raposas na oposição é o nosso projeto. Os únicos que não vão governar com Sarney, Collor e Renan somos nós, eu e Marina”, declarou o presidenciável.

Outras Notícias

Procuradores federais criticaram Moro por ida ao Ministério, diz Intercept. “Não confio”, disse um deles

Procuradores do Ministério Público Federal, em mensagens privadas trocadas em grupos com integrantes da Lava Jato, criticaram Sergio Moro duramente pelo que consideraram uma agenda pessoal e política do juiz. Eles foram além no decorrer e logo depois da campanha eleitoral de 2018: para os procuradores, Moro infringia sistematicamente os limites da magistratura para alcançar […]

Procuradores do Ministério Público Federal, em mensagens privadas trocadas em grupos com integrantes da Lava Jato, criticaram Sergio Moro duramente pelo que consideraram uma agenda pessoal e política do juiz. Eles foram além no decorrer e logo depois da campanha eleitoral de 2018: para os procuradores, Moro infringia sistematicamente os limites da magistratura para alcançar o que queria.

“Moro viola sempre o sistema acusatório e é tolerado por seus resultados”, disse a procuradora Monique Cheker em 1º de novembro, uma hora antes de o ex-juiz anunciar ter aceito o convite de Jair Bolsonaro para se tornar ministro da Justiça. Integrantes da força-tarefa da Lava Jato lamentavam que, ao aceitar o cargo (algo que ele havia prometido jamais fazer), Moro colocou em eterna dúvida a legitimidade e o legado da operação. Os óbvios questionamentos éticos envolvidos na ida do juiz ao ministério poderiam, afinal, dar maior credibilidade às alegações de que a Lava Jato teria motivações políticas.

Uma vez que o alinhamento de Moro com o bolsonarismo se tornou claro, até os maiores apoiadores do ex-juiz dentro da Lava Jato passaram a expressar um descontentamento antigo com as transgressões dele. Mesmo o coordenador da força-tarefa, Deltan Dallagnol (que sempre defendeu Moro), e o decano do grupo, Carlos Fernando dos Santos Lima, íntimo do então juiz, confessaram preferir que ele não aderisse ao governo Bolsonaro.

Um dia antes do anúncio de Moro, em 31 de outubro, quando circulavam fortes boatos de que Moro participaria do governo Bolsonaro, a procuradora Jerusa Viecili, integrante da força-tarefa em Curitiba, escreveu no grupo Filhos do Januario 3: “Acho péssimo. Só dá ênfase às alegações de parcialidade e partidarismo.”

A procuradora Laura Tessler, também da força-tarefa, concordou com a avaliação: “Tb acho péssimo. MJ nem pensar… além de ele não ter poder para fazer mudanças positivas, vai queimar a LJ. Já tem gente falando que isso mostraria a parcialidade dele ao julgar o PT. E o discurso vai pegar. Péssimo. E Bozo é muito mal visto… se juntar a ele vai queimar o Moro.” Viecili completou: “E queimando o moro queima a LJ”. Outro procurador da operação, Antônio Carlos Welter, enfatizou que a postura de Moro era “incompatível com a de Juiz”:

31 de outubro de 2018 – Filhos do Januario 3

Isabel Groba – 09:24:41 – É o fim ir se encontrar com Bolsonaro e semana que vem ir interrogar o Lula.

Jerusa Viecili – 09:25:20 –Concordo com tudo, Isabel!

Laura Tessler – 09:25:27 – Tb!

Laura Tessler – 09:26:01 – Pelo amor de Deus!!!! Alguém fala pro Moro não ir encontrar Bolsonaro!!!

Antônio Carlos Welter – 09:44:35 – Deltan Min do STF é um cargo no judiciário, que seria o reconhecimento máximo na carreira. Como ministro da justiça vai ter que explicar todos os arroubos do presidente, vai ter que engolir muito sapo e ainda vai ser profundamente criticado por isso. Veja que um dos fundamentos do pedido feito ao comitê da Onu para anular o processo do Lula é justamente o de falta de parcialidade do juiz. E logo após as eleições ele é convidado para ser Ministro. Se aceitar vai confirmar para muitos a teoria da conspiração. Vai ser um prato cheio. As vezes, o convite, ainda que possa representar reconhecimento (merecido), vai significar para muita gente boa e imparcial, que nos apoia, sem falar da imprensa e o PT, uma virada de mesa, de postura, incompatível com a de Juiz.

No dia seguinte, 1º de novembro, quando ficou claro que Moro seria anunciado como ministro da Justiça, outros procuradores do MPF não envolvidos com a Lava Jato aderiram ao coro. Conversando no grupo BD, do qual faziam parte procuradores de vários estados, eles dispararam duras críticas ao ex-juiz:

1º de novembro de 2018 – BD

Ângelo – 10:00:07 – Cara, eu não confio no Moro, não. Em breve vamos nos receber cota de delegado mandando acrescentar fatos à denúncia. E, se não cumprirmos, o próprio juiz resolve. Rs.

Monique – 10:00:30 – Olha, penso igual.

Monique – 10:01:36 – Moro é inquisitivo, só manda para o MP quando quer corroborar suas ideias, decide sem pedido do MP (variasssss vezes) e respeitosamente o MPF do PR sempre tolerou isso pelos ótimos resultados alcançados pela lava jato

Ângelo – 10:02:13 – Ele nos vê como “mal constitucionalmente necessário”, um desperdício de dinheiro.

Monique – 10:02:30 – Se depender dele, seremos ignorados.

Ângelo – 10:03:02 – Afinal, se já tem juiz, por que outro sujeito processual com as mesmas garantias e a mesma independência? Duplicação inútil. E ainda podendo encher o saco.

Monique – 10:03:43 – E essa fama do Moro é antiga. Desde que eu estava no Paraná, em 2008, ele já atuava assim. Alguns colegas do MPF do PR diziam que gostavam da pro atividade dele, que inclusive aprendiam com isso.

Ângelo – 10:04:30 – Fez umas tabelinhas lá, absolvendo aqui para a gente recorrer ali, mas na investigação criminal – a única coisa que interessa -, opa, a dupla polícia/ juiz eh senhora.

Monique – 10:04:31 – Moro viola sempre o sistema acusatório e é tolerado por seus resultados.

Veja mais da reportagem no Intercept Brasil

Palocci tem pedido de liberdade negado no TRF4

G1 O ex-ministro Antonio Palocci, preso e condenado em um dos processos da Operação Lava Jato, teve o pedido de liberdade negado em segunda instância. A decisão do desembargador João Pedro Gebran Neto, relator do caso no Tribunal Regional Federal da 4 Região (TRF4), é de terça-feira (4). O recurso foi protocolado dois dias após […]

G1

O ex-ministro Antonio Palocci, preso e condenado em um dos processos da Operação Lava Jato, teve o pedido de liberdade negado em segunda instância.

A decisão do desembargador João Pedro Gebran Neto, relator do caso no Tribunal Regional Federal da 4 Região (TRF4), é de terça-feira (4).

O recurso foi protocolado dois dias após a sentença. A defesa de Palocci tenta revogar a prisão preventiva do ex-ministro, convertida pelo juiz federal Sérgio Moro em setembro do ano passado.

O advogado Bruno Augusto Gonçalves Vianna alegou que não havia requisitos para a decretação e que a medida foi uma “antecipação da pena”. Os defensores já haviam ingressado com pedido semelhante, que foi negado em decisão única do relator e depois confirmado pela 8ª Turma do TRF4, que dezembro do ano passado.

Na mais recente decisão, Gebran justificou que outros pedidos de habeas corpus de Palocci já foram recusados e citou como exemplo a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de maio deste ano. Em abril, o STJ também negou a liberdade ao ex-ministro.

“Ao menos no que interessa ao exame do pedido liminar, a questão restou superada por este Tribunal e pela Corte Superior, tendo ambas assentado que a decisão que decretou a prisão preventiva do paciente está devidamente fundamentada e dela não se extrai flagrante ilegalidade”, diz a decisão de Gebran.

Além disso, o relator sustentou que já existe uma conclusão de um processo, no caso, a condenação de Moro.

O mesmo desembargador negou a liminar que pedia que João Vaccari Neto fosse posto em liberdade. Apesar da negativa parcial, o habeas corpus feito pela defesa do ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores ainda deverá ser analisado pelo colegiado.

Carlos e Socorro Veras suspendem agendas para acompanhar o pai internado em Serra Talhada

O deputado federal Carlos Veras e a vereadora de Tabira Socorro Veras, ambos do Partido dos Trabalhadores (PT), anunciaram a suspensão temporária de suas agendas públicas para se dedicarem à família.  O motivo é o estado de saúde do pai de ambos, de 90 anos, que passou por uma cirurgia e enfrenta um quadro de […]

O deputado federal Carlos Veras e a vereadora de Tabira Socorro Veras, ambos do Partido dos Trabalhadores (PT), anunciaram a suspensão temporária de suas agendas públicas para se dedicarem à família. 

O motivo é o estado de saúde do pai de ambos, de 90 anos, que passou por uma cirurgia e enfrenta um quadro de pneumonia, estando internado na UTI em Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco.

Em comunicado, Carlos Veras informou que seguirá acompanhando de perto a recuperação do pai e agradeceu “a compreensão e a solidariedade de todas e todos”.

Socorro Veras também divulgou nota destacando que está dedicada integralmente à família neste momento. “Agradecemos o carinho e a solidariedade de todos e todas”, afirmou a vereadora.

As atividades públicas dos dois parlamentares seguem temporariamente adiadas até nova atualização sobre o quadro clínico do pai.

Afogados: Plano Diretor terá Rio Pajeú como espinha dorsal

Por André Luis O presidente do Instituto Tecnológico do Centro Oeste – ITCO e coordenador técnico da revisão do plano diretor de Afogados da Ingazeira, Selomar Breda, informou durante entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, que após reunião a ideia de tornar o Rio Pajeú a espinha dorsal do Plano Diretor […]

Por André Luis

O presidente do Instituto Tecnológico do Centro Oeste – ITCO e coordenador técnico da revisão do plano diretor de Afogados da Ingazeira, Selomar Breda, informou durante entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, que após reunião a ideia de tornar o Rio Pajeú a espinha dorsal do Plano Diretor do município, foi acatada pelo prefeito Alessandro Palmeira durante reunião no último sábado (27).

Selomar afirmou que a ideia pode resolver em parte o fato da cidade – assim como a maioria das cidades brasileiras – ter sido edificada de costas para o rio.

Ele citou que para a área pode ser proposto a revitalização das margens com área de lazer, estudo técnico para regular a construção de residências e áreas comerciais dando destaque a questão da sustentabilidade.

“Agora é preciso fazer um alerta à população. Não adianta planejar e revitalizar, se as pessoas continuarem a jogar lixo no leito do rio. Durante visita ao rio percebi muito lixo”, destacou Selomar.

Esse pode ser o primeiro passo para o rio retratado na canção de Luiz Gonzaga ser revitalizado, o que faria com que além de uma área de lazer o Pajeú se tornasse também uma fonte de emprego e renda aquecendo a economia local.

Breda também falou sobre a importância do Plano Diretor para a economia da cidade. Segundo ele, estudos técnicos podem ajudar o município a buscar investimento com a implantação de indústrias. 

“A partir dos estudos, podemos direcionar quais indústrias casam com as características do município e isso pode ajudar o gestor a atrair investimentos para a cidade”, afirmou Selomar. Que também destacou que os estudos podem apontar a capacidade hídrica da localidade direcionando qual o tipo de indústria poderia instalar-se no município.

Arcoverde recebe várias ações na área de Serviços Públicos

A Prefeitura de Arcoverde, através das equipes da Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente, realizou nesta terça-feira (16) a retirada de metralhas e entulhos em vários pontos da cidade.  No bairro do São Cristóvão, foram promovidas revitalizações do sistema de canalização de resíduos sólidos e reposições de calçamento nas ruas: Cristóvão Colombo, José Medeiros […]

A Prefeitura de Arcoverde, através das equipes da Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente, realizou nesta terça-feira (16) a retirada de metralhas e entulhos em vários pontos da cidade. 

No bairro do São Cristóvão, foram promovidas revitalizações do sistema de canalização de resíduos sólidos e reposições de calçamento nas ruas: Cristóvão Colombo, José Medeiros Marques, Kenia e Rua das Acácias.

Ainda no bairro do São Cristóvão, na segunda (15), as equipes desempenharam uma noite de mutirão para retirada de metralhas, continuando a ação que já contemplou outras localidades. 

Já no bairro da Boa Vista, foi promovida a terraplanagem na rua de acesso à Socamp (Sociedade Campestre de Arcoverde).

No bairro do São Geraldo, a Rua 10 de Outubro recebeu da repartição municipal a revitalização do sistema de canalização de resíduos sólidos e reposição de calçamento.  

Pedidos de manutenção ou reclamações podem ser feitos à Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente, através do DIRECT disponível no Instagram, pessoalmente na sede da repartição (Av. Oswaldo Cruz, 2913 – São Miguel, no antigo Arcocenter) ou através de ligação pelo número 3821-9007. Os serviços de iluminação pública podem ser solicitados diretamente pelo número: (87) 9.8806-3789.