Notícias

Eduardo Bolsonaro articula na Europa pressão contra Moraes com apoio da extrema-direita

Por André Luis

Do jornal O Globo

Depois da aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pelo governo dos Estados Unidos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) articula mais sanções na Europa contra o magistrado, a partir de uma rede de políticos conservadores. O grupo reúne integrantes de países como Polônia, Finlândia, Portugal, França, Grécia e Espanha ligados a movimentos de extrema-direita. Com representação no Parlamento Europeu, eles reproduzem pautas caras ao bolsonarismo, como críticas à regulamentação das redes sociais e a oposição às políticas pró-LGBT, mas ganham contornos adaptados a novos temas, como a imigração.

Nos planos do parlamentar brasileiro está uma viagem para o continente europeu no próximo mês. Em entrevista ao Metrópoles há duas semanas, Paulo Figueiredo, aliado mais próximo de Eduardo nos EUA, afirmou que ambos pretendem desembarcar na Europa em 12 de setembro, a mesma data prevista pelo STF para a sessão final do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em outras ocasiões, Figueiredo disse que ambos pretendem ir ao Parlamento Europeu para “intensificar a pressão internacional”. A ofensiva dos dois junto aos europeus já avançou nas últimas semanas com o envio de um pedido de sanções contra Moraes assinado por 16 deputados.

Novas frentes

Na semana passada, Eduardo e Jair foram indiciados pela Polícia Federal por coação devido à atuação do parlamentar nos EUA. Os crimes apontados são obstrução de Justiça, coação no curso do processo e tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito.

O requerimento assinado pelos deputados europeus foi anunciado em um post no X feito pelo deputado polonês Dominik Tarczynski. “A União Europeia não deve ficar de braços cruzados enquanto Moraes continua a usar o sistema judiciário brasileiro como arma contra seus oponentes políticos e viola descaradamente os direitos humanos do povo brasileiro”, escreveu o parlamentar. A publicação foi compartilhada por Eduardo, que agradeceu ao aliado pela ajuda para “prevenir que se espalhe esse vírus, um novo modelo de censura introduzido pela Suprema Corte no Brasil”.

A relação entre os dois, segundo Eduardo, data de abril de 2024, quando posaram juntos para uma foto após uma visita do brasileiro ao parlamento. O registro foi publicado por Eduardo no X somente um ano depois, no mesmo dia em que Tarczynski postou um vídeo em que pedia, pela primeira vez, o sancionamento de Moraes. Na gravação, o parlamentar mencionou a intimação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enquanto ele estava internado no hospital, que repercutia na época, e se referiu às ações do magistrado como “inaceitáveis” e “puro comunismo”.

Assim como Tarczynski, interagem com Eduardo pelas redes sociais figuras como o deputado Jorge Martín Frias, também signatário do pedido de sanção de Moraes. Ligado ao Vox, partido de extrema-direita da Espanha, ele já fez comentários sobre os “abusos” cometidos pelo magistrado contra a família Bolsonaro, descrita como “a alternativa ao regime corrupto de Lula”.

Além deles, integra o grupo de conservadores o deputado finlandês Sebastian Tynkkynen. No parlamento, ele tem como uma de suas pautas centrais o questionamento de restrições estabelecidas pela legislação europeia para redes sociais como o X e a Meta, relacionadas à moderação de conteúdo, publicidade e proteção de usuários. Em entrevista ao jornal finlandês “Helsingin Sanomat”, o parlamentar também chegou a questionar a problematização sobre o funcionamento dos algoritimos:

— Não há razão para suspeitar de manipulação de algoritmos. Se alguém tem muitos seguidores e ganha visibilidade por meio disso, deveria haver um limite além do qual essa pessoa não possa publicar uma opinião ou apoiar um determinado partido?

Na lista, também aparece o deputado Antônio Tanger Correa, que foi cabeça de chapa do Chega nas eleições para o Parlamento Europeu do ano passado. Conhecido por declarações anti-imigração, o partido português terminou o pleito em terceiro lugar com o voto de cerca de 35% dos brasileiros aptos a votar no exterior. Um aceno a essa parcela de eleitores foi dado por ele, por exemplo, ainda durante a campanha, em um debate transmitido na Rádio e Televisão de Portugal (RTP).

Na ocasião, Antônio Correa disse que a ida de brasileiros para o país é “excelente” por atrair investimentos e mão de obra para o país, mas afirmou que “quando se abrem as portas de forma escancarada, entram os maus elementos”.

Integrante da rede de conservadores, a francesa Virginie Joron também se manifestou contrária a Moraes ao assinar o pedido de sanções contra ele a serem aplicadas na Europa. Filiada ao partido de Marine Le Pen, o Reagrupamento Nacional, ela defende a aprovação de uma resolução no parlamento para pagamento de indenizações a vítimas de “reações adversas e mortes provocadas pelas vacinas e pelo tratamento da Covid-19”.

Entre as mulheres, uma segunda signatária foi a deputada grega Afroditi Latinopoulou, conhecida por ter protocolado um requerimento pelo “respeito pela neutralidade nas escolas europeias”, criticando instituições que hasteiam a bandeira LGBT ou adotam escrita a partir de pronomes neutros. Em suas redes sociais, Latinopoulou já classificou o casamento entre pessoas do mesmo sexo como “antinatural” e contrário à religião.

Contatos do deputado no parlamento europeu

Dominik Tarczynski – O polonês anunciou o envio de um pedido de sanção contra Moraes ao Parlamento Europeu, assinado por 16 deputados. Ele escreveu no X que o ministro usa o Judiciário contra oponentes políticos.

Antonio Tânger Corrêa – Foi cabeça de chapa do Chega nas eleições para o Parlamento Europeu. Conhecido por declarações anti-imigração, o partido português teve o voto de cerca de 35% dos brasileiros aptos a votar no exterior.

Jorge Martín Frías – Ligado ao Vox, partido de extrema direita da Espanha, já fez comentários sobre os “abusos” cometidos por Moraes contra a família Bolsonaro, descrita como “a alternativa ao regime corrupto de Lula”.

Virginie Joron – Integrante da rede de conservadores, a francesa também assinou o pedido de sanções contra Alexandre de Moraes na Europa. Ela é filiada ao partido de Marine Le Pen, o Reagrupamento Nacional.

Sebastian Tynkkynen – O finlandês tem como uma de suas pautas centrais o questionamento de restrições da legislação europeia para redes sociais, relacionadas a pontos como moderação de conteúdo e proteção de usuários.

Afroditi Latinopoulou – A deputada grega é conhecida por ter protocolado requerimento pelo “respeito pela neutralidade nas escolas”, criticando instituições que hasteiam a bandeira LGBT ou adotam linguagem neutra.

Outras Notícias

Idealizador da Lei da Ficha Limpa declara voto em Lula no segundo turno: “Convicção democrática”

O advogado e ex-juiz eleitoral Márlon Reis, um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa, declarou nesta quinta-feira (22) apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. Em manifestação nas redes sociais, o jurista justificou sua posição pela defesa da democracia, da Constituição Federal e do que classificou […]

O advogado e ex-juiz eleitoral Márlon Reis, um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa, declarou nesta quinta-feira (22) apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. Em manifestação nas redes sociais, o jurista justificou sua posição pela defesa da democracia, da Constituição Federal e do que classificou como compromisso com a verdade jurídica.

“Declaro meu apoio a Lula. Faço isso por convicção democrática, respeito à Constituição e compromisso com a verdade jurídica”, escreveu.

Na mesma publicação, Reis fez críticas ao candidato Flávio Bolsonaro (PL), afirmando que, em sua avaliação, o senador não demonstra compromisso com as necessidades da população que mais depende da atuação do Estado e das políticas sociais.

Márlon Reis é conhecido por sua participação na elaboração da Lei da Ficha Limpa, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada em 2010. A legislação surgiu de uma iniciativa popular organizada pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e estabeleceu novas hipóteses de inelegibilidade para candidatos a cargos públicos.

O advogado também atuou como juiz eleitoral e participou de iniciativas voltadas ao combate à corrupção nas eleições e à fiscalização da conduta de agentes públicos.

Esta não é a primeira vez que o jurista manifesta apoio a Lula. No segundo turno das eleições de 2022, quando o petista disputou a Presidência contra Jair Bolsonaro (PL), Reis também declarou voto no candidato do PT, mencionando a defesa da democracia e o combate à discriminação.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

Datafolha: Em votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, ambos têm 50%

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) aponta empate numérico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais. Os dois candidatos registram 50% dos votos válidos, a três dias da votação, marcada para domingo (25). O resultado mostra uma redução […]

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) aponta empate numérico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais. Os dois candidatos registram 50% dos votos válidos, a três dias da votação, marcada para domingo (25).

O resultado mostra uma redução da diferença registrada no levantamento anterior, divulgado em 15 de outubro. Na ocasião, Flávio aparecia com 51% dos votos válidos, enquanto Lula tinha 49%, uma distância de dois pontos percentuais.

Com os novos números, Flávio oscilou um ponto percentual para baixo e Lula, um ponto para cima. As variações estão dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A comparação com as três pesquisas realizadas pelo instituto após o primeiro turno mostra uma aproximação numérica entre os candidatos.

Em 8 de outubro, Flávio tinha 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula. Uma semana depois, em 15 de outubro, a diferença caiu para 51% a 49%. Agora, ambos aparecem com 50%.

Os votos válidos desconsideram as respostas dos entrevistados que pretendem votar em branco ou nulo e daqueles que ainda não decidiram. Esse é o critério utilizado pela Justiça Eleitoral para determinar o resultado de uma eleição, embora os números das pesquisas não representem o resultado efetivo das urnas.

No cenário que considera todos os entrevistados, Flávio registra 47% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 46%. A diferença de um ponto percentual também configura empate técnico.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 22 de outubro, com 2.520 entrevistas presenciais em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Datafolha: Flávio marca 47%, e Lula tem 46%; distância diminui a três dias da eleição

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto no segundo turno presidencial, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46%. A diferença entre os candidatos caiu para um ponto percentual, dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico. […]

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto no segundo turno presidencial, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46%. A diferença entre os candidatos caiu para um ponto percentual, dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico.

Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em 15 de outubro, Flávio manteve os 47%, enquanto Lula oscilou de 45% para 46%. Com isso, a distância entre os candidatos passou de dois para um ponto percentual.

A aproximação também aparece na comparação com a primeira pesquisa realizada pelo Datafolha após o primeiro turno, divulgada em 8 de outubro. Na ocasião, Flávio registrava 49% das intenções de voto, contra 45% de Lula, uma diferença de quatro pontos percentuais.

Nas três rodadas, o candidato do PL passou de 49% para 47% e manteve esse percentual no levantamento mais recente. Já o presidente registrou 45% nas duas primeiras pesquisas e chegou agora a 46%.

As oscilações observadas estão dentro da margem de erro, não permitindo afirmar que houve uma mudança estatisticamente significativa nas preferências do eleitorado.

Os percentuais representam as intenções de voto totais, que consideram todos os entrevistados, incluindo aqueles que pretendem votar em branco ou nulo e os que ainda não decidiram em quem votar.

No cenário de votos válidos, que exclui essas respostas, o Datafolha registra empate numérico: Lula e Flávio aparecem com 50% cada. Na pesquisa anterior, Flávio tinha 51% e Lula, 49%.

O novo levantamento foi realizado após acontecimentos relevantes da campanha, como o avanço da proposta de fim da escala de trabalho 6×1 e o primeiro debate entre os candidatos no segundo turno, promovido pela Band no domingo (18).

A disputa também passou a concentrar discussões sobre o futuro do Bolsa Família, com questionamentos apresentados pela campanha petista sobre as propostas econômicas do adversário. Flávio nega que pretenda encerrar o programa.

O Datafolha entrevistou presencialmente 2.520 eleitores entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado neste domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Irmã de Carla Zambelli declara voto em Lula: “Eu sou uma Zambelli que vota 13”.

A advogada e professora universitária Paula Zambelli Salgado Brasil, irmã da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL), declarou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). Em vídeo publicado nas redes sociais, ela explicou que decidiu tornar pública sua posição política, apesar das divergências com […]

A advogada e professora universitária Paula Zambelli Salgado Brasil, irmã da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL), declarou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). Em vídeo publicado nas redes sociais, ela explicou que decidiu tornar pública sua posição política, apesar das divergências com integrantes da própria família.

Paula afirmou que vinha evitando manifestações públicas sobre política desde 2020, quando passou a ser procurada por jornalistas em razão da projeção nacional de Carla Zambelli. Segundo ela, o silêncio deixou de ser uma alternativa diante do atual cenário eleitoral.

“Eu sei que esse silêncio tem um preço, e eu hoje não estou mais disposta a pagar”, declarou.

A professora explicou que aguardou o encerramento do primeiro turno para se posicionar, com a intenção de evitar possíveis prejuízos aos familiares. Ela também ressaltou que as divergências políticas não alteram seus sentimentos pela irmã, pela mãe e pelo irmão Bruno Zambelli (PL), deputado estadual de São Paulo.

“Eu tenho uma grande admiração pelas pessoas que eles são, mas eu penso diferente deles”, afirmou.

Paula também comentou a decisão de manter o sobrenome Brasil após seu divórcio, ocorrido há cerca de dez anos. Segundo ela, enquanto Carla passou a utilizar publicamente o sobrenome Zambelli em sua trajetória política, preferiu dar maior destaque ao sobrenome Brasil.

Ao justificar sua escolha eleitoral, a advogada mencionou preocupações com a liberdade de expressão, o respeito às diferenças e a convivência democrática.

“Quando a gente tem medo de falar o que a gente pensa, quando a gente corre risco por existir, por ser diferente, é preciso que as pessoas se pronunciem”, disse.

A manifestação ocorre em um contexto de posições políticas distintas dentro da família Zambelli. Carla é ligada ao bolsonarismo, enquanto Paula declarou apoio a Lula na disputa contra Flávio Bolsonaro (PL).

Em 2025, Paula já havia criticado publicamente o PL pelo que considerou falta de apoio à irmã diante dos processos judiciais enfrentados por Carla. Na ocasião, questionou a assistência jurídica e financeira oferecida pelo partido.

A declaração ocorre a três dias do segundo turno presidencial, que será disputado por Lula e Flávio Bolsonaro (PL).

Apesar das diferenças, a advogada reiterou que mantém os laços familiares e que sua decisão de voto não representa um rompimento pessoal com os parentes.

Fonte: Correio Braziliense
Imagem: Reprodução/Redes sociais

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

Datafolha: aprovação de Lula sobe para 49%, enquanto desaprovação recua

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra que 49% dos brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 48% desaprovam. Outros 2% não souberam responder. Os resultados configuram empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento registra uma inversão numérica em relação à pesquisa anterior, […]

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra que 49% dos brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 48% desaprovam. Outros 2% não souberam responder. Os resultados configuram empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

O levantamento registra uma inversão numérica em relação à pesquisa anterior, divulgada em 15 de outubro. Na ocasião, 50% dos entrevistados desaprovavam o presidente, enquanto 48% aprovavam sua atuação.

Na comparação entre as duas rodadas, a aprovação oscilou um ponto percentual para cima, passando de 48% para 49%. Já a desaprovação caiu dois pontos, de 50% para 48%. O percentual dos que não souberam responder passou de 3% para 2%.

As variações estão dentro da margem de erro, não permitindo afirmar que houve uma mudança estatisticamente significativa na percepção dos entrevistados sobre o presidente.

O Datafolha também investigou a avaliação do governo federal. Nesse indicador, 36% consideram a gestão ótima ou boa, enquanto 39% a classificam como ruim ou péssima. Outros 24% avaliam o governo como regular.

Na pesquisa anterior, a avaliação positiva era de 35%, a negativa chegava a 41% e a regular somava 23%. Os números indicam oscilações de um ponto percentual na avaliação positiva e regular e de dois pontos na negativa.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 22 de outubro, com 2.520 eleitores entrevistados presencialmente em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.

Os dados foram divulgados a três dias do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25).

Fonte: Datafolha
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr