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É mais um ministro de Temer em situação insustentável, diz Humberto

Por Nill Júnior

26987061072_0891c2f87f_zO senador Humberto Costa (PT-PE), líder do Governo Dilma no Senado, classificou como “insustentável” a manutenção do ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Fabiano Silveira, na pasta. Em gravações divulgadas pela imprensa, o ministro aparece criticando a operação Lava Jato. A conversa foi gravada pelo ex-diretor da Transpetro, Sérgio Machado, durante encontro na casa do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Segundo o senador, o ministro, que na época tinha assento no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mostrou “total desacordo” com as funções do cargo que ocupava e que hoje ocupa ao criticar uma operação que tem ajudado no combate à corrupção e demonstra interferência nas investigações. “Parece ironia que as revelações feitas pelas gravações tenham atingido logo o ministro da pasta que o presidente provisório chamou de ‘Ministério da Transparência’. Temer destruiu a Controladoria-Geral da União e colocou sobre os escombros uma estrutura para asfixiar as instituições e as investigações”, explicou Humberto.

Para ele, “cada dia ficam mais claros os motivos do governo provisório de Michel Temer em golpear a presidente Dilma Rousseff”. “Sempre dissemos que o processo de impeachment nunca foi jurídico e sim, político e que foi fruto de uma chantagem do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que hoje manda no Brasil porque Temer o obedece. Esse dito ‘governo de salvação nacional’ é o governo pra salvar aliados das garras da Lava Jato”, afirmou o senador.

O senador disse ainda que a recusa do presidente interino Michel Temer em afastar Fabiano Silveira é “estranha” e mostra que o peemedebista “nunca esteve preocupado com o desejo da população”. “As pessoas pediram mais saúde e educação, Temer anunciou um pacote que acaba com o investimento mínimo nessa área. A população defendeu o combate à corrupção e tudo que a gente vê são escândalos e mais escândalos. Cada vez fica maior a reação das ruas a este governo provisório. Toda semana, aparece ministro envolvido em falcatrua e malfeito. É um governo que está caindo de podre ”, disse.

O parlamentar também lembrou que nem mesmo os funcionários do ministério aceitam mais as ordens do ministro de Temer. “Não tem mais condições de se manter um ministro que nem consegue dialogar com a sua equipe. O presidente provisório Michel Temer está transformando os seus 15 dias de gestão em um verdadeiro filme de terror para o povo brasileiro. Ninguém sabe de onde virá o próximo assombro”, sentenciou Humberto.

Hoje pela manhã, centenas de funcionários do Ministério da Transparência fizeram um protesto pacífico na porta do prédio e impediram a entrada de Fabiano Silveira. À tarde, eles saíram em passeata até o Palácio do Planalto para protestar contra a decisão de Temer.

Outras Notícias

Eduardo Cunha: “Moro queria destruir a elite política. Conseguiu”

Época O homem que derrubou Dilma Rousseff, encerrando abruptamente 13 anos do PT no poder, pária para boa parte dos brasileiros, herói para alguns poucos, o homem que se consagrou como o mais vistoso preso da Lava Jato, esse homem que segue gerando memes e açulando paixões – eis um homem que se recusa a aceitar o […]

Época

O homem que derrubou Dilma Rousseff, encerrando abruptamente 13 anos do PT no poder, pária para boa parte dos brasileiros, herói para alguns poucos, o homem que se consagrou como o mais vistoso preso da Lava Jato, esse homem que segue gerando memes e açulando paixões – eis um homem que se recusa a aceitar o destino que se lhe impôs, da política como passado e das grades como futuro.

Cunha não aceita ser o que esperam dele: um presidiário obsequioso, a cumprir sem muxoxos sua sentença. “Sou um preso político”, disse, num encontro recente em Brasília, aquele cuja delação o presidente Michel Temer mais teme.

Na primeira entrevista desde que foi preso, Cunha, cujo corpo, fala e espírito não traem um dia submetido ao xilindró, foi, bem, puro Cunha: articulado, incisivo, bélico. Falou da vida na prisão, da negociação frustrada de delação com o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e do que considera uma clara perseguição judicial contra ele. Acusou a existência de um mercado de delações premiadas, revelando detalhes substantivos.

Pôs-se à disposição da sucessora de Janot para voltar a negociar sua delação, talvez sua única saída viável para escapar da cadeia – ele foi condenado em primeira instância e responde a processos por corrupção em Curitiba, Brasília e no Rio de Janeiro. A seguir, trechos da entrevista.

ÉPOCA – O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot não aceitou sua proposta de delação premiada. O senhor ainda está disposto a colaborar, caso a nova procuradora-geral, Raquel Dodge, aceite negociar?
Eduardo Cunha –
 Estou pronto para revelar tudo o que sei, com provas, datas, fatos, testemunhas, indicações de meios para corroborar o que posso dizer. Assinei um acordo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República, de negociação de colaboração, que ainda está válido. Estou disposto a conversar com a nova procuradora-geral. Tenho histórias quilométricas para contar, desde que haja boa-fé na negociação.

ÉPOCA – Não houve boa-fé na negociação com Janot?
Cunha –
 Claro que não. Nunca acreditei que minha delação daria certo com o Janot. Tanto que não deu.

ÉPOCA – Então, por que negociou com a equipe dele?
Cunha –
 Topei conversar para mostrar a todos que estou disposto a colaborar e a contar a verdade. Mas só uma criança acreditaria que Janot toparia uma delação comigo. E eu não sou uma criança. O Janot não queria a verdade; só queria me usar para derrubar o Michel Temer.

ÉPOCA – Como assim?
Cunha –
 Tenho muito a contar, mas não vou admitir o que não fiz. Não recebi qualquer pagamento do Joesley  [Batista, dono da JBS] para manter silêncio sobre qualquer coisa. Em junho, quando fui depor à Polícia Federal sobre esse episódio, disse que tanto não mantinha silêncio algum que ninguém havia me chamado a colaborar, a quebrá-lo. Naquele momento, o Ministério Público e a Polícia Federal me procuraram para fazer colaboração. Autorizei meus advogados a negociar com o MP.

ÉPOCA – O que deu errado?
Cunha –
 Janot queria que eu colocasse mentiras na delação para derrubar o Michel Temer. Se vão derrubar ou não o Michel Temer, se ele fez algo de errado ou não, é uma outra história. Mas não vão me usar para confirmar algo que não fiz, para atender aos interesses políticos do Janot. Ele operou politicamente esse processo de delações.

ÉPOCA – O que há de político nas delações?
Cunha –
 O Janot, na verdade, queria um terceiro mandato. Mas seria difícil, tempo demais para um só. O candidato dele era o Nicolao Dino [vice de Janot], mas a resistência ao Dino no PMDB era forte. Se o Dino estivesse fora, a Raquel Dodge, desafeto do grupo dele, seria escolhida. É nesse contexto que aparece aquela delação absurda da JBS. O Janot viu a oportunidade de tirar o Michel Temer e conseguir fazer o sucessor dele na PGR.

ÉPOCA – O que há de absurdo na delação da JBS? Ou o senhor se refere aos benefícios concedidos aos delatores?
Cunha –
 O Joesley fez uma delação seletiva, para atender aos interesses dele e do Janot. Há omissões graves na delação dele. O Joesley poupou muito o PT. Escondeu que nos reunimos, eu e Joesley, quatro horas com o Lula, na véspera do impeachment. O Lula estava tentando me convencer a parar o impeachment. Isso é só um pequeno exemplo. Eu traria muitos fatos que tornariam inviável a delação da JBS. Tenho conhecimento de omissões graves. Essa é uma das razões pelas quais minha delação não poderia sair com o Janot. Ele, com esses objetivos políticos, acabou criando uma trapalhada institucional, que culminou no episódio do áudio da JBS. Jogou uma nuvem de suspeição no Supremo sem base alguma.

ÉPOCA – Mas o que houve de político na negociação da delação do senhor?
Cunha –
 A maior prova de que Janot operou politicamente é que ele queria que eu admitisse que vendi o silêncio ao Joesley para poder usar na denúncia contra o Michel Temer. Não posso admitir aquilo que não fiz. Como não posso admitir culpa do que eu não fiz, inclusive nas ações que correm no Paraná. Estava disposto a trazer fatos na colaboração que não têm nada a ver com o que está exposto nas ações penais. Eles não queriam.

ÉPOCA – Havia algum outro fato que os procuradores queriam que você admitisse? Que não foi uma admissão espontânea, como determina a lei?
Cunha –
 Janot queria que eu colocasse na proposta de delação que houve pagamentos para deputados votarem a favor do impeachment. Isso nunca aconteceu. Um absurdo. Se o próprio Joesley confessou o contrário na delação dele, dizendo que se comprometeu a pagar deputados para votar contra o impeachment, de onde sai esse tipo de coisa? Qual o sentido? Mas aí essa história maluca, olha que surpresa, aparece na delação do Lúcio [Funaro, doleiro próximo a Cunha]. É uma operação política, não jurídica. Eles tiram as conclusões deles e obrigam a gente a confirmar. Os caras não aceitam quando você diz a verdade. Queriam que eu corroborasse um relatório da PF que me acusa de coisas que não existem. Não é verdade. Então não vou. Não vou.

ÉPOCA – Janot estabeleceu uma disputa entre o senhor e Funaro. Só um fecharia delação, por terem conhecimento de fatos semelhantes envolvendo o PMDB da Câmara.
Cunha –
 O Janot tem ódio de mim. Mas o ódio dele pelo Michel Temer passou a ser maior do que a mim. Então, se eu conseguisse derrubar o Michel Temer, ele aceitava. Mas eu não aceitei mentir. E ele preferiu usar o Lúcio Funaro de cavalo.

ÉPOCA – Alguma outra razão para a delação não ter saído?
Cunha –
 O que eu tenho para falar ia arrebentar a delação da JBS e ia debilitar a da Odebrecht. E agora posso acabar com a do Lúcio Funaro.

ÉPOCA – O que o senhor tem a contar de tão grave?
Cunha –
 Infelizmente, não posso adiantar, entrar no mérito desses casos. Quebraria meu acordo com a PGR. Eu honro meus acordos.

ÉPOCA – Nem no caso de Funaro? O senhor já mencionou um fato que diz ser falso.
Cunha –
 Ainda não tive acesso à íntegra da delação do Lúcio Funaro. Mas, pelo que li na imprensa e pelo que já tive conhecimento, há muito contrabando e mentiras ali. A delação do Lúcio Funaro foi feita única e exclusivamente pelo que ele ouviu dizer de mim. O problema é que ele disse que ouviu de mim coisas que não aconteceram. Como um encontro dele com Michel Temer e comigo na Base Aérea em São Paulo. Ou esse episódio da véspera do impeachment, de compra de deputados, que o Janot colocou na boca do Lúcio Funaro. Tudo que ele falou do Michel Temer que disse ter ouvido falar de mim é mentira. Ele não tinha acesso ao Michel Temer ou aos deputados. Eu tinha.

ÉPOCA – O senhor está preso preventivamente há quase um ano. Já foi condenado em primeira instância e ainda enfrenta inquéritos e ações penais em Curitiba e em Brasília. Tem esperança de sair da cadeia um dia?
Cunha – 
Minha prisão foi absurda. Não me prenderam de acordo com a lei, para investigar ou porque estivesse embaraçando os processos. Prenderam para ter um troféu político. O outro troféu é o Lula. Um troféu para cada lado. O MP e o Moro queriam ter um troféu político dos dois lados. Como Janot já era meu inimigo, todos da Lava Jato estavam atrás de mim. Mas acredito que o Supremo vá julgar meu habeas corpus, parado desde junho, e, ao seguir o entendimento já firmado na Corte, concedê-lo.

ÉPOCA – As decisões de Moro sobre a necessidade das preventivas na Lava Jato têm sido mantidas nas instâncias superiores. Não é um sinal de que ele está certo?
Cunha – 
Nós temos um juiz que se acha salvador da pátria. Ele quis montar uma operação Mãos Limpas no Brasil – uma operação com objetivo político. Queria destruir o establishment, a elite política. E conseguiu.

Paulo Bernardo era ‘líder de organização criminosa’, avalia força-tarefa

Por: AE São Paulo – A força-tarefa da Operação Custo Brasil – missão integrada da Procuradoria da República e da Polícia Federal em São Paulo – afirma que o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo era o “líder” de organização criminosa que supostamente desviou R$ 102 milhões de empréstimos consignados no âmbito daquela Pasta durante o […]

pol_23106-516573Por: AE

São Paulo – A força-tarefa da Operação Custo Brasil – missão integrada da Procuradoria da República e da Polícia Federal em São Paulo – afirma que o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo era o “líder” de organização criminosa que supostamente desviou R$ 102 milhões de empréstimos consignados no âmbito daquela Pasta durante o governo Lula. O ex-ministro teria recebido R$ 7,1 milhões em propinas.

Denúncia de 140 páginas levada à Justiça Federal em São Paulo sustenta que Paulo Bernardo estava no “ápice” da organização. “Sua participação era tão relevante que, mesmo saindo do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, em 2011, continuou a receber vantagens indevidas, para si e para outrem, até 2015”, sustenta a acusação, subscrita pelos procuradores da República Andrey Borges de Mendonça, Silvio Luís Martins de Oliveira, Rodrigo de Grandis e Vicente Solari Mandetta.

“Paulo Bernardo tinha ciência e agia sempre por intermédio de outros agentes, para não se envolver e não aparecer diretamente”, afirmam. “O então ministro era de tudo cientificado e suas decisões eram executadas sobretudo por intermédio de Duvanier Paiva, secretário de Recursos Humanos no Ministério do Planejamento, seu subordinado.”

“Paulo Bernardo era, nas palavras de um dos integrantes da organização criminosa, o ‘patrono’ do esquema criminoso, mesmo após a sua saída do Ministério do Planejamento”, dizem os procuradores.

“Após a morte de Duvanier, os pagamentos para Paulo Bernardo, embora diminuídos, era ainda pela influência que possuía no Ministério do Planejamento, como ex-ministro, e atual ministro das Comunicações. Paulo Bernardo estava de tudo ciente e, inclusive, tratou da divisão de propinas com João Vaccari Neto (ex-tesoureiro do PT).”

Operação é desencadeada em Imaculada, Água Branca e Juru

Uma Mega Operação Policial denominada “Immaculatus” encabeçada pelas forças de segurança pública da Paraíba, Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros foi desencadeada em Imaculada na manhã de hoje (07). A operação teve por objetivo a contenção da criminalidade na área de integração da 16ªAISP de Princesa Isabel. Foram cumpridos 33 mandados de busca […]

Uma Mega Operação Policial denominada “Immaculatus” encabeçada pelas forças de segurança pública da Paraíba, Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros foi desencadeada em Imaculada na manhã de hoje (07).

A operação teve por objetivo a contenção da criminalidade na área de integração da 16ªAISP de Princesa Isabel.

Foram cumpridos 33 mandados de busca e apreensão expedidos pela justiça, sendo 17 no município de Imaculada, oito em Água Branca e oito em Juru. Cerca de cem policiais civis, militares e corpo de bombeiros, participaram da ação.

O objetivo da operação é a contenção da criminalidade. A realização dos cumprimentos de busca se dá para averiguar se alguns suspeitos tem armas ou drogas dentro de suas residências.

A Operação policial foi coordenada pelos Delegados Cristiano Jacques, Del. Paulo Enio e Del. Luiz Xavier da Polícia Civil, além do Cel\PM. Campos, Cel\PM. Esaú , Cap. Firmino Veras e Cel\CB. Saulo. As informações são do Blog do Pereira.

Zeinha e Djalma fazem boa avaliação de 2022 e seguram mistério sobre seus candidatos em 2024

Os prefeitos de Iguaracy e Solidão, Zeinha Alves e Djalma Alves, estiveram no Debate das Dez da Rádio Pajeú e fizeram uma avaliação positiva de 2022. Zeinha destacou as ações sendo realizadas e destacou as parcerias com o Governo Paulo Câmara. “A estrada de Iguaracy a Custódia foi uma benção. E Iguaracy deu passo com […]

Os prefeitos de Iguaracy e Solidão, Zeinha Alves e Djalma Alves, estiveram no Debate das Dez da Rádio Pajeú e fizeram uma avaliação positiva de 2022.

Zeinha destacou as ações sendo realizadas e destacou as parcerias com o Governo Paulo Câmara. “A estrada de Iguaracy a Custódia foi uma benção. E Iguaracy deu passo com projeto da estrada de Jabitacá. O governador garantiu que vai assinar a Ordem de Serviço da licitação daquela PE”.

Sobre Raquel disse esperar ela assumir o governo. “Tá com boa intenção de trabalhar. Temos que pensar nas obras regionais que faltam ser construídas na região.  Votamos com ela no segundo turno e foi vitoriosa. Gostei muito da primeira conversa em Caruaru”.

Já Djalma destacou que Paulo Câmara ajudou no fim da gestão o município de Solidão. “Foi um grande gestor. Claro, nunca vai atingir 100%. Precisa o novo governo ver esse trecho que liga Tabira a Afogados e Tabira. Vou levar pra Raquel. Ela tem que fazer esse trecho com empresa séria. Ali é um eixo importante”.

Djalma falou também de outras obras estruturadoras como o acesso aos pontos turísticos de Solidão e disse estar com folha e fornecedores em dia.

Claro, os prefeitos foram chamados a falar de 2024 e se já tinham candidatos para apresentar à população, já que não disputam reeleição. “Vamos deixar isso para 2024. Sou um gestor que procuro ouvir. Os blogs tocam fogo, mas fico ouvindo. Na hora de tomar a decisão, vamos tomar, sem pensar na questão financeira, pessoal.  Precisamos de uma pessoa que pense no município”.

Perguntado da relação com o vice Zé Nogueira, disse estar ótima. “Com Zé Nogueira tá ótima. Se falou numa decisão da vice-prefeitura. Se não tenho candidato a prefeito, como vou decidir a vice ?” – perguntou.

Zeinha também desviou do tema. “Em 2024, lá pro meio do ano mais ou menos vamos anunciar nas rádios e nos blogs”. Perguntado se o preferido seria Marcos Henrique, o Marquinhos, que estava ao lado dele no debate, disse que a vantagem é que o grupo tem muita gente boa, citando além de Marquinhos, Alberico Rocha e o vice, Pedro Alves,

Zeinha ainda foi perguntado sobre a programação da Festa de Janeiro. “Estamos fechando. Gosto de fazer festa. Mas temos primeiro que pensar nos fornecedores, funcionários. Estamos trabalhando e vamos fazer uma festa boa em janeiro. Nesses dez dias a gente anuncia”.

Tuparetama: Sávio Torres anuncia reajuste salarial para professores da rede municipal

Na manhã deste sábado, 1º de fevereiro, durante o programa institucional da Prefeitura de Tuparetama, o prefeito Sávio Torres anunciou o reajuste do Piso Nacional de 12,84% para os professores da rede municipal de ensino, retroagindo seus efeitos a janeiro de 2020 com pagamento a partir do mês de fevereiro. O gestor afirmou que na […]

Na manhã deste sábado, 1º de fevereiro, durante o programa institucional da Prefeitura de Tuparetama, o prefeito Sávio Torres anunciou o reajuste do Piso Nacional de 12,84% para os professores da rede municipal de ensino, retroagindo seus efeitos a janeiro de 2020 com pagamento a partir do mês de fevereiro.

O gestor afirmou que na próxima segunda enviará o projeto para apreciação na Câmara de Vereadores e após os trâmites do Poder Legislativo, a lei será sancionada.

“A educação sempre foi uma prioridade no nosso governo. Mesmo diante das inúmeras dificuldades financeiras que assolam os municípios, mais uma vez reafirmo meu compromisso com a classe garantindo o reajuste de 12,84%, conforme estabelecido pelo Ministério da Educação.”, disse Sávio Torres.

Antes de anunciar o reajuste, o gestor se reuniu com a secretária de Educação, Rafaely Leite, o contador do munícipio, Josivaldo Rufino, e o procurador Dr. Jonathan Nascimento, para acertar os detalhes pertinentes aos setores jurídico e contábil e o impacto na folha de pagamento a partir do reajuste.

Segundo Rafaely Leite, secretária de Educação, a gestão idealiza a educação “como base para uma sociedade mais justa e reconhecer a importância do professor e sua valorização”.