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Duque ‘esnoba’ Augusto César e é só elogios a Waldemar Oliveira

Por Nill Júnior

augusto-e-duque1Por mais que se fale na aproximação do PTB do deputado Augusto César com o PT do prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, é notória a distância que existe entre os dois.

O gestor de Serra Talhada não perde oportunidade para ‘esnobar’ o apoio oferecido por César, e isso acontece exatamente porque já estão sob seu comando todos os vereadores do partido do deputado (Zé Raimundo, Agenor de Melo Lima e Pinheiro do São Miguel).

Com esta certeza, Duque fica a vontade para impor as condições, não se preocupando com o que pensa ou não o deputado Augusto César.

Em entrevista ao Caderno 1 no Ar, César deixou claro que não poderia chegar como mero eleitor, pois estaria levando com ele o seu grupo para participar do governo, e deixou claro que tinha interesse da indicação da vaga de vice.

Ele explicou: “não sou eu que indico Guga (Augusto César Filho), na verdade é uma indicação do ministro Armando Monteiro”.

Neste sábado porém, em entrevista na Rádio Cultura FM, no programa sob responsabilidade de Giovani Sá (Farol) o prefeito foi taxativo quando disse que o nome do filho do deputado Augusto César não seria bem vindo na sua chapa,

“Augusto César Filho é um comerciante, não é mais político. Abandonou a política e teve seu papel no momento, na época. Nesse momento não é um bom vice…”, disse Duque.

Ao mesmo tempo que teceu vários elogios ao advogado Waldemar Oliveira, irmão do secretário Sebastião Oliveira.

“Waldemar Oliveira é um grande amigo, tenho o maior respeito por ele, foi candidato a desembargador. Vejo nele um cara de visão, de futuro, um cidadão extraordinário. Seria também um bom vice, ele seria também um bom prefeito de Serra Talhada. É um cara extremamente preparado”, declarou.

Outras Notícias

Três anos depois do 8/1, Brasil flerta com amnésia coletiva

Por Bernardo Mello Franco/jornal O Globo A cada 15 anos, o Brasil esquece o que aconteceu nos últimos 15 anos. A frase foi cunhada por Ivan Lessa antes do surgimento da internet. Na era das redes sociais, há quem precise de apenas 15 minutos para perder a memória. Na semana em que o 8 de […]

Por Bernardo Mello Franco/jornal O Globo

A cada 15 anos, o Brasil esquece o que aconteceu nos últimos 15 anos. A frase foi cunhada por Ivan Lessa antes do surgimento da internet. Na era das redes sociais, há quem precise de apenas 15 minutos para perder a memória.

Na semana em que o 8 de janeiro completou três anos, parte da elite dirigente fez uma opção pela amnésia. Os presidentes da Câmara e do Senado ignoraram a data. A oposição só se manifestou para pedir impunidade aos golpistas. No Supremo, o ministro Edson Fachin marcou um ato com exposição e rodas de debate. Dos dez juízes em atividade na Corte, foi o único a comparecer.

Relembrar os ataques à democracia brasileira é o mote de “O golpe bateu na trave”, do cientista político Leonardo Avritzer. Lançado no fim de 2025, o livro sustenta que a legalidade foi salva por pouco. E discute os fatores que mantêm o extremismo vivo entre nós.

Professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais, Avritzer argumenta que a redemocratização do país não eliminou os “bolsões autoritários” na sociedade e nas Forças Armadas. Eles produziram Jair Bolsonaro, que ascendeu como porta-voz de militares inconformados com o fim da ditadura.

A sucessão de crises políticas a partir de 2013 abriu espaço ao discurso radical do capitão. Ele se apropriou da revolta com o establishment e investiu na imagem de homem simples, que defenderia o povo de um sistema corrompido.

Avritzer lembra que o ex-presidente entrou em conflito com o Supremo desde o início do governo. “Bolsonaro identificou que era essa a instituição que ameaçava o seu projeto de poder e tentou desconstruí-la”, afirma.

O cientista político diverge da visão, repetida por alguns de seus colegas, de que o capitão teria sido um “bobo da corte” porque terceirizou a gestão econômica e a negociação com o Congresso. “Ele achava mais importante controlar a Abin e a Polícia Federal do que o Ministério da Economia”, observa.

Avritzer afirma que as investigações comprovaram o que ele descreve como quatro elementos de uma tentativa de golpe: planejamento, designação de pessoal e recursos, intenção de romper a ordem legal e organização de ações violentas. Para ele, o plano fracassou porque os militares se dividiram e a sociedade formou a “coalizão antigolpista” que faltou em 1964.

O professor descreve o 8 de janeiro como “a ruptura mais radical” com a concepção de ordem e desordem que orientou a cultura política brasileira por um século. Ele diz que os extremistas foram inflamados pelo discurso de Bolsonaro contra a urna eletrônica e se viam como protagonistas de uma “insurreição de baixo para cima”. “Aquelas pessoas julgavam que estavam destruindo as instituições políticas brasileiras ao invadi-las, quebrar seus móveis e vandalizar suas obras”, constata.

O livro tropeça em erros factuais, como dizer que Bolsonaro foi expulso do Exército e que Fernando Henrique Cardoso teria pedido desfiliação do PSDB, o que nunca ocorreu. Mas faz um alerta importante ao sustentar que a condenação do capitão e dos generais golpistas não eliminou a ameaça do extremismo. “A democracia segue sendo um projeto contencioso no Brasil”, conclui o autor.

NDL: mais de 120 empreendedores debatem futuro do comércio carnaibano

Na noite da última segunda-feira (29), ocorreu reunião do Núcleo de Dirigentes Lojistas de Carnaíba. Foi no Teatro Municipal da cidade. O objetivo, reunir os comerciantes locais, discutindo possibilidades e projetos para o segundo semestre. A entidade é presidida por Ilma Valério, também presidente da CDL Afogados. O diretor Darlan Quidute abriu a reunião. “Estamos […]

Na noite da última segunda-feira (29), ocorreu reunião do Núcleo de Dirigentes Lojistas de Carnaíba. Foi no Teatro Municipal da cidade.

O objetivo, reunir os comerciantes locais, discutindo possibilidades e projetos para o segundo semestre. A entidade é presidida por Ilma Valério, também presidente da CDL Afogados.

O diretor Darlan Quidute abriu a reunião. “Estamos aqui para oferecer o melhor de nós, e contribuir de forma voluntária para o crescimento do comércio local”.

Durante o evento, foram abordados vários pontos importantes para o setor, como o Liquida Carnaíba e a 3ª Expo de Carnaíba. A noite foi marcada por uma confraternização. Os projetos debatidos serão planejados para os próximos meses.

Líder da oposição cobra prestação de contas da aplicação dos recursos do I FEM em Tabira

por Anchieta Santos Falando sobre a sessão extraordinária que a Câmara realizou na noite desta quarta (16), o vereador Marcos Crente Líder da oposição disse que todos votaram pela aprovação, mais há questionamentos. O parlamentar reclamou da falta de critérios para a escolha das 30 ruas que serão beneficiadas com calçamento e asfalto. Ao mesmo […]

marcos crente radio

por Anchieta Santos

Falando sobre a sessão extraordinária que a Câmara realizou na noite desta quarta (16), o vereador Marcos Crente Líder da oposição disse que todos votaram pela aprovação, mais há questionamentos.

O parlamentar reclamou da falta de critérios para a escolha das 30 ruas que serão beneficiadas com calçamento e asfalto. Ao mesmo tempo cobrou a prestação de contas da Prefeitura na aplicação do I FEM.

Covid-19: com mais sessenta e seis novos casos confirmados Pajeú chega aos 913 

Triunfo confirmou 15 novos casos de Covid-19. Afogados da Ingazeira registrou mais 1 morte. Por André Luis De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados nesta segunda-feira (22.06), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, as dezessete cidades da região tem casos confirmados de Covid-19. Nas últimas 24 horas, a região confirmou mais sessenta […]

Triunfo confirmou 15 novos casos de Covid-19.

Afogados da Ingazeira registrou mais 1 morte.

Por André Luis

De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados nesta segunda-feira (22.06), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, as dezessete cidades da região tem casos confirmados de Covid-19. Nas últimas 24 horas, a região confirmou mais sessenta e seis, contabilizando 913.

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada, continua liderando o número de casos na região e conta com 383 confirmações. Logo em seguida, com 99 casos confirmados está Tabira, São José do Egito tem 83, casos e Afogados da Ingazeira está com  50 Casos confirmados.

Triunfo tem 47, Carnaíba está com 46 casos confirmados, Flores está com 38,  Iguaracy e Brejinho tem 30 cada um, Tuparetama tem 28 e Calumbi está com 24 casos confirmados.

 Itapetim está com 19 casos confirmados, Quixaba tem 13 casos, Santa Terezinha tem 10, Ingazeira está com 8 casos, Santa Cruz da Baixa Verde tem 3 e Solidão tem 2 casos confirmados.

Mortes – Com mais 1 óbito confirmado em Afogados da Ingazeira, nesta segunda-feira, a região do Pajeú tem agora 35. Até o momento, doze cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada, 8 óbitos, Carnaíba 6, Tabira 5, Triunfo tem 4, Quixaba 3, Tuparetama e Afogados da Ingazeira 2 óbitos cada, Iguaracy, Itapetim, São José do Egito, Flores e Calumbi com 1 óbito cada.

Recuperados – Com mais cento e trinta curas clínicas registradas nesta segunda-feira (22), a região soma agora 593 recuperados. O que corresponde a 64,95% dos casos confirmados.

O levantamento foi feito às 08h24 da manhã desta segunda-feira (23.06), com os dados fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.

Grupo de Inocêncio rebate Anderson Ferreira. Leia nota:

A pedido do grupo liderado pelo deputado federal Inocêncio Oliveira dentro do Partido da República de Pernambuco, respondo ao deputado Anderson Ferreira, que em entrevista concedida ao jornal Folha de Pernambuco, veiculada em matéria desta quinta-feira (06) no caderno Política, mostrou não ter entendido o sentido da reunião realizada na manhã desta quarta-feira (05), em […]

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A pedido do grupo liderado pelo deputado federal Inocêncio Oliveira dentro do Partido da República de Pernambuco, respondo ao deputado Anderson Ferreira, que em entrevista concedida ao jornal Folha de Pernambuco, veiculada em matéria desta quinta-feira (06) no caderno Política, mostrou não ter entendido o sentido da reunião realizada na manhã desta quarta-feira (05), em Brasília. Neste encontro, que contou com a presença do presidente nacional do partido, Alfredo Nascimento, e do secretário geral do PR, Antônio Carlos Rodrigues, tínhamos o objetivo de estabelecer o diálogo e de fazer com que as forças políticas do PR em Pernambuco fossem respeitadas.

Para isso, entendemos que deve haver espaço político e segurança nas relações partidárias para lideranças dos diretórios e dos comandos do Partido da República. Ou seja, Anderson não será o dono do partido e nem senhor do poder. Parece que nossa posição incomodou o deputado, que agora já prefere e sugere a nossa saída.

Acho plenamente legítima a alternância de poder, renovação e que ele ou outro membro do partido seja o presidente, mas toda mudança deve acontecer respeitando os direitos regulamentares sem se furtar de preceitos de consideração, respeito e justiça. Nesse caso, refiro-me ao tratamento, na minha opinião, extremamente incorreto, dispensado ao deputado Inocêncio Oliveira, que vem recebendo apoio e solidariedade em todo o estado de Pernambuco e do todos os segmentos da sociedade. Assim como foi com Inocêncio, deverá ser com ele: todos nós teremos vez e voz no partido. Porém, da forma como foi realizada a transição, Anderson demonstrou claramente que as relações partidárias construídas em nosso partido, onde somos ouvidos, votamos e participamos de todos os processos dentro do PR, sob o seu comando, não serão respeitadas.

Não cabe ao presidente de um partido tamanha descortesia ao afirmar para um jornal de grande publicação em Pernambuco que “quem se sentir incomodado, saia”. Por tamanha indignação, sou obrigado a devolver o que foi proposto por Anderson, lembrando, porém, que este não é o tom que devem ser pautadas as negociações. Como ele é minoria, que ele saia. O dano ao partido será menor. Somos um grupo de um deputado federal em exercício e um federal eleito nas últimas eleições, três deputados estaduais, 17 prefeitos, 52 vice-prefeitos, mais de 200 vereadores e importantes lideranças de vários segmentos da sociedade civil organizada de Pernambuco.

Alberto Feitosa

Deputado Estadual pelo Partido da República