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Doutor Ismael anuncia calçamento de 21 ruas em Santa Cruz com investimento do Governo do Estado

Por André Luis

O prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde, Doutor Ismael, anunciou o calçamento de 21 ruas no município, contemplando a sede e o distrito de Jatiúca. A obra será executada por meio de um convênio firmado com o Governo do Estado, no valor de R$ 3 milhões.

O convênio foi assinado durante a visita da governadora Raquel Lyra à Festa da Rapadura 2025 e garante um investimento em infraestrutura urbana para a cidade. Ao todo, serão mais de 14 mil metros quadrados de pavimentação, promovendo mais mobilidade, segurança e qualidade de vida para a população.

“Quero agradecer à governadora Raquel Lyra pela sensibilidade e pelo compromisso com Santa Cruz da Baixa Verde. Esse investimento de R$ 3 milhões vai transformar a realidade de muita gente, e é por esse motivo que estamos sempre em busca de parcerias e recursos, como esses, que mudam para melhor a nossa cidade e a vida do nosso povo”, destacou o prefeito.

Outras Notícias

“Ponte do Bolso” é entregue por Antonio Andrade em SJE. Lei proíbe. Entenda:

Mais um político do Pajeú anuncia obra com recursos próprios, do bolso. Em Olho D’água da Conceição, na divisa dos municípios de São José do Egito e Tabira, o presidente da Câmara de Vereadores Antonio Andrade, entregou uma ponte que liga os dois municípios. Ele disse pra todo mundo ouvir que investiu cerca de R$ […]

Mais um político do Pajeú anuncia obra com recursos próprios, do bolso. Em Olho D’água da Conceição, na divisa dos municípios de São José do Egito e Tabira, o presidente da Câmara de Vereadores Antonio Andrade, entregou uma ponte que liga os dois municípios.

Ele disse pra todo mundo ouvir que investiu cerca de R$ 30 mil na obra. Andrade, eleito no bloco governista, faz oposição ao prefeito Evandro Valadares e até articulou uma CPI contra a gestão. A entrega da “Ponte do Bolso” teve as presenças do ex-prefeitos Romério Guimarães e Zé Marcos.

Andrade disse ter feito porque o atual gestor não atendeu o pedido dos legisladores. “Está ai uma obra que fiz com dinheiro de meu bolso, obra que teria que ser do poder público, que nada faz pelos mais pobres e menos favorecidos de São José do Egito”.

Apesar do “gesto de nobreza”, a intervenção com recursos pessoais para coisa pública é proibida por lei. Lenta ou não, cabe ao ente público a realização de ações que atendam à coletividade. Gestos similares já deram muita dor de cabeça a políticos da região no passado.

Em 2012, o Ministério Público proibiu e deu dez dias ao então Prefeito de Tabira Dinca Brandino para responder, sob pena de improbidade administrativa, porque queria construir o asfalto do Povoado do Brejinho com seu próprio dinheiro. Dinca teve que desfazer a promessa, mesmo dizendo que “ de qualquer maneira faria o asfalto”.

Em 2008, o secretário de Transportes do Governo de Pernambuco, Sebastião Oliveira, deu entrada na Procuradoria de Defesa do Patrimônio Público a uma notícia-crime contra o então vereador Luiz Odon (PCdoB), de Afogados da Ingazeira.

Usando picaretas e um grupo de pessoas, o vereador resolveu o problema de um contorno no trevo de Ibitiranga, na PE 320. Sebá ainda pediu ao secretário de Defesa Social para investigar o caso, assim como solicitou ao escritório regional do DER acompanhar o processo de perto e tomar providências legais na justiça.

Covid-19: Sertão do Pajeú totaliza 30.158 casos positivos, 28.696 recuperados e 574 óbitos 

Flores, São José do Egito e Serra Talhada confirmaram novos óbitos pela doença. Por André Luis  Nesta segunda-feira (21), foram notificados no Sertão do Pajeú, mais 143 novos casos positivos de Covid-19, 281 recuperados e 3 novos óbitos, nas últimas 72 horas. Agora o Sertão do Pajeú conta com 30.158 casos confirmados, 28.696 recuperados (95,15%), […]

Flores, São José do Egito e Serra Talhada confirmaram novos óbitos pela doença.

Por André Luis 

Nesta segunda-feira (21), foram notificados no Sertão do Pajeú, mais 143 novos casos positivos de Covid-19, 281 recuperados e 3 novos óbitos, nas últimas 72 horas.

Agora o Sertão do Pajeú conta com 30.158 casos confirmados, 28.696 recuperados (95,15%), 574 óbitos e 888 casos ativos da doença.

Abaixo seguem as informações detalhadas, por ordem alfabética, relativas a cada município do Sertão do Pajeú nas últimas 72 horas:

Afogados da Ingazeira registrou 37 novos casos positivos e 49 recuperados. O município conta com 5.241 casos confirmados, 4.954 recuperados, 67 óbitos e 220 casos ativos. 

Brejinho registrou 3 novos casos positivos e 6 recuperados. O município conta com 718 casos confirmados, 690 recuperados, 21 óbitos e 7 casos ativos. 

Calumbi  registrou 10 novos casos positivos e 17 recuperados. O município conta com 625 casos confirmados, 579 recuperados, 4 óbitos e 42 casos ativos da doença. 

Carnaíba  registrou 13 novos casos positivos. O município conta com 1.850 casos confirmados, 1.706 recuperados, 35 óbitos e 109 casos ativos da doença. 

Flores registrou 13 casos recuperados e 1 novo óbito. O município conta com 942 casos confirmados, 857 recuperados, 33 óbitos e 52 casos ativos. 

Iguaracy registrou 11 casos recuperados. O município conta com 737 casos confirmados, 706 recuperados, 27 óbitos e 4 casos ativos. 

Ingazeira registrou 1 caso recuperado. O município conta com 410 casos confirmados, 403 recuperados, 6 óbitos e 1 caso ativo. 

Itapetim registrou 10 novos casos positivos e 19 recuperados. O município conta com 1.177 casos confirmados, 1.119 recuperados, 28 óbitos e 30 casos ativos. 

Quixaba não divulgou boletim até às 22h15 desta segunda-feira. O município conta com 473 casos confirmados, 439 recuperados, 14 óbitos e 20 casos ativos. 

Santa Cruz da Baixa Verde registrou 3 novos casos positivos e 7 recuperados. O município conta com 590 casos confirmados, 558 recuperados, 18 óbitos e 14 casos ativos. 

Santa Terezinha registrou 4 novos casos positivos e 32 recuperados. O município conta com 978 casos confirmados, 950 recuperados, 26 óbitos e 3 casos ativos. 

São José do Egito registrou 17 novos casos positivos, 17 recuperados e 1 novo óbito. O município conta com 2.364 casos confirmados, 2.287 recuperados, 47 óbitos e 30 casos ativos. O 47º óbito se trata de paciente do sexo feminino, 30 anos. Faleceu após vários dias de internamento no Hospital Regional Emília Câmara.

Serra Talhada registrou 37 novos casos positivos, 73 recuperados e 1 novo óbito. O município conta com 9.408 casos confirmados, 9.091 recuperados, 156 óbitos e 161 casos ativos da doença. O 155º óbito se trata de paciente do sexo masculino, 78 anos, morador do Centro. Portador de comorbidades (hipertensão e ex-tabagista). Faleceu no dia 19/06/21 no Hospital Eduardo Campos.

Solidão registrou no sábado e domingo 4 novos casos positivos e 29 recuperados, porém não divulgou boletim até às 22h15 desta segunda-feira. O município conta com 637 casos confirmados, 594 recuperados, 3 óbitos e 40 casos ativos. 

Tabira devido à recontagem de casos realizada pela Vigilância Epidemiológica não foi possível saber a quantidade de novos casos nas últimas 72 horas. O município conta com 2.654 casos confirmados, 2.494 recuperados, 38 óbitos e 122 casos ativos. 

Triunfo registrou 3 novos casos positivos e 4 recuperados. O município conta com 873 casos confirmados, 831 recuperados, 26 óbitos e 16 casos ativos. 

Tuparetama registrou 2 novos casos positivos e 3 recuperados. O município conta com 480 casos confirmados, 438 recuperados, 25 óbitos e 17 casos ativos da doença.

Fundo de Jucá beneficiaria 60% da base aliada

Folha A proposta apresentada pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), de criar um fundo eleitoral com dinheiro público para financiar as campanhas de 2018 vai reservar mais de 60% da verba para os partidos que atualmente integram a base aliada do presidente Michel Temer. Dos R$ 3,5 bilhões previstos para custear candidaturas, […]

A Comissão de Reforma Política reúne-­se para analisar a proposta que prevê novas eleições se o eleito em cargo majoritário for cassado ou perder o mandato por outro motivo (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Folha

A proposta apresentada pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), de criar um fundo eleitoral com dinheiro público para financiar as campanhas de 2018 vai reservar mais de 60% da verba para os partidos que atualmente integram a base aliada do presidente Michel Temer.

Dos R$ 3,5 bilhões previstos para custear candidaturas, R$ 2,15 bilhões ficariam com as nove legendas que hoje têm assento na Esplanada dos Ministérios. O dinheiro viria de recurso previsto no Orçamento, 10% de emendas parlamentares em ano eleitoral e da redução de gastos com programas partidários, que seriam suspensos no primeiro semestre do ano da disputa.

Com o valor seria possível, por exemplo, construir quase 12 quilômetros de linhas de metrô, 17,5 mil casas populares ou pagar um mês e meio do Bolsa Família. Segundo Jucá, o montante ainda poderá ser corrigido a cada eleição com base na inflação.

A criação de um fundo eleitoral abastecido com dinheiro público está sendo articulada por dirigentes partidários como alternativa à proibição do financiamento empresarial das campanhas. Pelas regras atuais, apenas pessoas físicas podem doar a candidatos e partidos. A ideia é que a proposta de Jucá seja incorporada na proposta de emenda à Constituição do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) que trata da reforma política. O texto, já aprovado no Senado, está em discussão na Câmara.

De acordo com a fórmula apresentada para dividir os R$ 3,5 bilhões do novo fundo, 70% seriam partilhados de acordo com a bancada de cada partido na Câmara, 25% considerando as bancadas no Senado e 5% igualmente entre todos os partidos, que hoje são 35.

Diferentemente da divisão do Fundo Partidário, a regra considera a bancada no fim do ano anterior ao pleito e, para 2018, a bancada na data da promulgação de lei.

O acordo por um novo fundo ganhou fôlego após reunião na quinta-feira entre Jucá e presidentes de outros partidos, entre eles o ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, presidente licenciado do PSD, Tasso Jereissati (CE), presidente interino do PSDB, e José Agripino Maia (RN), presidente do DEM.

Críticas. Com base nas bancadas atuais, a proposta de Jucá faria com que seu partido recebesse a maior fatia do bolo – cerca de R$ 550 milhões – dos R$ 3,5 bilhões previstos para o fundo eleitoral.

Esse é um dos motivos pelos quais a proposta tem recebido críticas, em especial do PT. O partido da oposição, no entanto, de acordo com a proposta, teria mais recursos do fundo do que o PSDB, aliado do governo Michel Temer. Seriam quase R$ 380 milhões para os petistas, ante cerca de R$ 343 milhões para tucanos.

O líder do PT na Câmara, deputado Carlos Zarattini (SP), criticou a divisão. “A proposta do Jucá quer favorecer o PMDB. O ideal é ter como base o número de votos nas últimas eleições. Do jeito que está, a eleição de um deputado no Acre terá o mesmo peso de um eleito em São Paulo, que precisa de muito mais votos para se eleger”, afirmou o petista.

Zarattini criticou o teto de gasto proposto, de 70% da campanha mais cara na disputa de 2014, quando ainda era permitido o financiamento empresarial. Naquele ano, foram gastos R$ 5,36 bilhões nas campanhas em todo o País, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O valor, porém, pode ser menor, pois considera recursos doados entre candidatos que são computados como despesa duas vezes. “É um absurdo você querer financiamento público e colocar limites tão altos como o que se está querendo, com base no financiamento privado. O financiamento público é para igualar gastos”, disse o petista.

Reforma. Para o cientista político e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) Marco Antônio Carvalho Teixeira, apesar de ser necessária uma alternativa à regra atual, que ele trata como “paliativa”, é preciso antes rediscutir o modelo político do País. “Sem mexer na atual estrutura não há como discutir fundo. Antes, é preciso repensar este universo em que há 35 partidos”, afirmou. “A coisa mais difícil é se fazer reforma em meio à crise. É feito de afogadilho, sem um debate”, disse.

O professor da Escola de Ciência Política da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) José Paulo Martins Junior afirmou que o problema é o fato de políticos serem responsáveis por definir as “regras do jogo”. “O ideal é que houvesse a participação de grupos da sociedade, que possam debater, discutir de forma aberta as regras do jogo.”

Decepção: Câmara de Serra não quer largar recesso e projeto de Marcos Oliveira não vai a plenário

Irritado, vereador abandonou a sessão Quando se espera um sopro de moralidade partindo dos políticos, quase sempre o que se recebe é decepção e traição ao sentimento popular. O exemplo da vez vem da Câmara de Vereadores de Serra Talhada. O Projeto de Emenda a Lei Orgânica do município nº 05/2015, de autoria do vereador Marcos […]

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Irritado, vereador abandonou a sessão

Quando se espera um sopro de moralidade partindo dos políticos, quase sempre o que se recebe é decepção e traição ao sentimento popular. O exemplo da vez vem da Câmara de Vereadores de Serra Talhada.

O Projeto de Emenda a Lei Orgânica do município nº 05/2015, de autoria do vereador Marcos Oliveira (PR), que reduz o recesso dos vereadores de Serra Talhada de 60 para 30 dias anuais, extinguindo assim o recesso do mês de julho, simplesmente não foi colocado em discussão e continua tramitando na Casa.

O motivo? O Presidente da Câmara, Agenor Melo, segurou o projeto após não avançar uma reunião entre ele, Marcos Oliveira e alguns vereadores que são contrários à proposta. Um grupo de vereadores tentou pressionar Marcos a uma proposta intermediária, de reduzir para quinze dias o recesso, mas não acabar com ele.

Como não concorda, Oliveira retirou-se da sessão como forma de protesto. Marcos confessou sua decepção com os colegas. O vereador não quer reformular a proposta. Ou seja, vai segurar até a votação o projeto de fim do recesso. Assim, o vereador que for contra a proposta terá que se expor junto à opinião pública.

O detalhe é que ele acredita ter apoio e assinatura de mais de 10 parlamentares, suficiente para sua aprovação.  “O projeto de redução das férias não só faz justiça ao trabalhador brasileiro que tem apenas 30 dias de férias como também corrige um erro que existe no regimento interno”, defende.

Aprovar o projeto esta noite daria um pouco de luz à Câmara, recentemente questionada pela rapidez como aprovou o aumento de 15 para 17 vereadores, contra a vontade da opinião pública. E agora, Agenor?

Romério Guimarães vai a Compesa e Dnocs debater salvação hídrica de São José do Egito

O prefeito de São José do Egito Romério Guimarães esteve no Recife participando de audiências para tratar da realidade hídrica do município. Na Compesa  conversou com o presidente do órgão Roberto Tavares. Já  no Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas) com a coordenadora estadual Rosana Bezerra. A pauta dos diálogos girou em torno […]

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O prefeito de São José do Egito Romério Guimarães esteve no Recife participando de audiências para tratar da realidade hídrica do município. Na Compesa  conversou com o presidente do órgão Roberto Tavares. Já  no Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas) com a coordenadora estadual Rosana Bezerra. A pauta dos diálogos girou em torno dos problemas do abastecimento de água e ações providenciais.

Na Compesa foram discutidas medidas para auxiliar no abastecimento bem como as possibilidades de parcerias para que se agilizem os esforços quanto à conclusão da Adutora do Pajeú nessa etapa que vem até São José.

O encontro aconteceu poucos dias depois do adversário de Guimarães, Evandro Valadares, também ter tratado do tema. A saída debatida foi a construção de uma mini adutora de 17 km, saindo do sistema central da adutora do Pajeú, para reforçar o abastecimento do município via sistema adutor do Rosário. Diferenças políticas e briga futura por paternidade da ação à parte, a visita reforça para a Compesa a necessidade da ação.
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No Dnocs, Romério foi informado  que o Governo Federal deve estar liberando R$ 6 milhões  à empresa responsável pela Adutora do Pajeú para que suas obras sejam concluídas dentro do prazo. Também foi repassada a informação de que será feito um levantamento dos poços perfurados no município e não instalados para que esses serviços sejam executados.

Estiveram acompanhando o prefeito os vereadores Albérico Tiago e Aderbal Ned, o coordenador municipal de Saúde Tadeu Gomes (vereador licenciado), o assessor Erasmo Siqueira e o empresário Fredson Brito.