Tem prefeito contra teto para shows: acredite se quiser
A se levar em conta a reunião do Cimpajeú ontem, é possível dizer que há prefeitos que não demonstram preocupação com o teto para contratação de artistas.
Na reunião coordenada pelo prefeito de Ingazeira e presidente do Consórcio, Luciano Torres, só três gestores se manifestaram de forma mais incisiva sobre o tema: os de Afogados, Sandrinho Palmeira; de Tabira, Flávio Marques; e de Solidão, Mayco da Farmácia. Sandrinho por exemplo assustou a todos aos dizer que seu teto é R$ 400 mil por atração.
Os demais demonstraram um silêncio preocupante. É certo dizer, como eu já desconfiava, que parte dos prefeitos do estado apresentarão resistência à ideia da AMUPE, a partir de uma iniciativa da Bahia.
Hoje na Rádio Pajeú o Bispo Diocesano Dom Limacêdo Antônio, que também esteve na reunião, condenou a inversão de prioridades nos municípios.
Festas com excesso de recursos em detrimento de serviços públicos, saúde, saneamento e educação, invertem os valores e papel da gestão pública. Não é deixar de fazer. É fazer com responsabilidade. No mais, emendas parlamentares e gastos exorbitantes são suspeitos de alimentar um esquema de desvios.
Um caminho razoável é pensar parcerias com iniciativa privada, nos eventos mais midiáticos. Há possibilidades que precisam ser consideradas. Assista ao meu comentário sobre isso na Itapuama FM:




Ex-prefeito de Petrolina por dois mandatos e candidato a senador na chapa da então candidata a governadora Raquel Lyra (PSDB), Guilherme Coelho (PSDB), assumiu o cargo de assessor especial do Estado, quase quatro meses depois da posse de Raquel.
Não é apenas a Presidente Nacional do PT Gleisi Hoffmann (PR) que admite um possível boicote à eleição 2018 em caso do Presidente Lula não poder ser candidato.

Triunfo, Calumbi, Santa Cruz da Baixa Verde e alguns distritos também serão beneficiados












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