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Domingo de muita chuva nas cidades do Pajeú

Por Nill Júnior

A semana terminou com a chuva caindo em cidades da região do Pajeú. Na tarde e noite do domingo choveu bem em cidades como Afogados da Ingazeira (70 mm), deixando bairros da cidade sem energia. Em Tabira foram 60 milímetros.

Carnaíba registrou 47 milímetros. Choveu ainda em  Itapetim, Quixaba, Iguaracy, Ingazeira, Calumbi, Tuparetama, São José do Egito,  Flores e Serra Talhada.

Ouvintes da Rádio Pajeú relataram a Anchieta Santos durante o Programa Rádio Vivo na manhã de hoje que houve chuva nas comunidades de Escada (102 mm), Poço de Pedra, Ibitiranga (85 mm), Matinha (55 mm), Monte Alegre, Dois Riachos, Riacho de Fora, Coqueiro Alto, Carnaúba dos Vaqueiros, Carnaubinha, Capim Grosso (51 mm), Góes (45 mm), Covoadas, São Joao, Umburanas, barro Branco, Três Umbuzeiros e Inveja (48 mm).

choveu ainda em Itã, Caruá, Mato Grosso, Barra, Santa Luzia, Jabitacá (81 mm), Riacho do Meio, Torrões, Chixorra, Caldeirão Dantas (88 mm), Marcela, Pajeú Mirim (45 mm), Chico Pereira, Boqueirão, Cacimba Velha, Santiago, Jiquiri, Nazaré, Jorge, Pé de Ladeira, Caiçara, Pitombeiras (70 mm), Várzea, Tamboril, Boqueirão e Pelo Sinal. Para chover hoje a previsão é de 75% na região.

Outras Notícias

Afogados: morre Paulo Acioly

Faleceu esta madrugada em Recife o servidor público Paulo Acioly, 65 anos. Ele faleceu em virtude  de uma parada cardíaca no Hospital do Servidor, em Recife.  Casado com a professora Socorro Acioly, era servidor do Hospital Regional Emília Câmara. Mas é lembrado também como gerente da antiga sede das Casas Jurandir Pires, em  Afogados da […]

IMG-20160209-WA0009Faleceu esta madrugada em Recife o servidor público Paulo Acioly, 65 anos. Ele faleceu em virtude  de uma parada cardíaca no Hospital do Servidor, em Recife.  Casado com a professora Socorro Acioly, era servidor do Hospital Regional Emília Câmara.

Mas é lembrado também como gerente da antiga sede das Casas Jurandir Pires, em  Afogados da Ingazeira e um dos fundadores da Loja Maçônica Arquitetos da Paz.

Tinha três filhos: a bioquímica Leonila Acioly, o contador Petrônio Acioly e o funcionário da Rádio Pajeú, Paulinho Acioly. Era irmão do Mons. João Acioly (Vigário Geral da Diocese), da servidora aposentada Edleuza Acioly, da Secretária Adjunta de Educação Maria José Acioly, do músico e servidor Reginaldo Acioly , de Neuza Acioly, servidora pública e Tadeu Acioly, já falecido.

Segundo o Monsenhor João Acioly, o corpo deverá chegar esta tarde a Afogados, com o sepultamento programado para a manhã desta quarta-feira de cinzas, no Cemitério Parque da Saudade. O velório acontecerá na Rua Simão Alves, próximo ao Centro Desportivo.

Incêndio gera protestos e tumultos na área do museu e no centro do Rio

Veja O dia após o incêndio que destruiu o Museu Nacional do Rio de Janeiro, que começou no domingo 1º, foi marcado por manifestações de repúdio ao incidente e de ataque aos governantes tanto no prédio da instituição quanto na região central da cidade, onde também houve tumultos. No início da tarde, um grupo de […]

Veja

O dia após o incêndio que destruiu o Museu Nacional do Rio de Janeiro, que começou no domingo 1º, foi marcado por manifestações de repúdio ao incidente e de ataque aos governantes tanto no prédio da instituição quanto na região central da cidade, onde também houve tumultos.

No início da tarde, um grupo de cerca de 300 estudantes, funcionários do museu e outros manifestantes forçaram a entrada na Quinta da Boa Vista, área que abriga a instituição, e entraram em confronto com policiais militares e guardas civis – houve uso de spray de pimenta e golpes de cassetete.

Os estudantes, convocados pela União Nacional dos Estudantes (UNE), traziam bandeiras em defesa da educação pública – o museu é ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) –, contra o corte de recursos e com críticas ao governo do presidente Michel Temer (MDB).

Também havia no local cerca de cinquenta monarquistas que protestavam contra o estado precário em que o museu havia sido deixado e que o levaram ao incêndio. O museu foi criado pelo rei dom João VI, em 1818.

Após vários confrontos, a Polícia Militar e a Guarda Civil recuaram e permitiram a entrada dos manifestantes na Quinta da Boa Vista, mas ainda afastados do prédio incendiado, onde bombeiros e peritos estão trabalhando.

No fim da tarde, um grupo de cerca de 6.000 pessoas – segundo os organizadores – começou outro ato, dessa vez na praça da Cinelândia, centro do Rio.

“Os museus brasileiros, como um todo, padecem da falta de repasses, de todos os níveis, municipal, estadual e federal. Falta verba para evitar incêndios. Entrei na direção do Museu da República há cinco meses e encontrei uma equipe excelente, mas verba reduzida. Nos últimos anos, houve uma redução grande no financiamento voltado para a cultura”, disse Mário Chagas, diretor do Museu da República.

Moraes nega liberdade a Lula e envio do caso à 2ª Turma do STF

G1 Oministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou nesta sexta-feira (29) o novo pedido de liberdade apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os advogados de Lula podem recorrer ao plenário do STF. Na mesma decisão, Moraes arquivou o pedido dos advogados para que o caso de Lula fosse analisado […]

G1

Oministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou nesta sexta-feira (29) o novo pedido de liberdade apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os advogados de Lula podem recorrer ao plenário do STF.

Na mesma decisão, Moraes arquivou o pedido dos advogados para que o caso de Lula fosse analisado pela Segunda Turma do tribunal, não pelo plenário da Corte.

A defesa de Lula tem apresentado pedidos de liberdade ao STF. Os advogados também questionaram recente decisão do relator da Lava Jato, ministro Luiz Edson Fachin, de encaminhar outro pedido para julgamento em plenário.

Para os advogados de Lula, Fachin feriu o princípio do juiz natural, que garante ao acusado ser julgado pelo juízo competente.

Em Ingazeira vereador queria salário antecipado. Presidente negou

Já na primeira Sessão Ordinária do ano na Câmara de Vereadores de Ingazeira o clima esquentou. O clima esquentou, mas a presidente não cedeu. O vereador Aécio Morais Bezerra (PTB), acreditem, cobrou da nova Presidente Deorlanda Carvalho o pagamento do salário de fevereiro no dia 8 do mês, após repasse do duodécimo. A vereadora presidente foi categórica […]

Já na primeira Sessão Ordinária do ano na Câmara de Vereadores de Ingazeira o clima esquentou. O clima esquentou, mas a presidente não cedeu. O vereador Aécio Morais Bezerra (PTB), acreditem, cobrou da nova Presidente Deorlanda Carvalho o pagamento do salário de fevereiro no dia 8 do mês, após repasse do duodécimo.

A vereadora presidente foi categórica quando disse que tal pagamento até poderia ser legal, mas seria imoral, tendo em vista que ainda estavam no oitavo dia do mês e o parlamentar já queria que se pagasse referente aos 28 dias, ainda não trabalhados.

O vereador não gostou e perdeu a compostura. Segunda uma fonte ao blog, de tão nervoso com o salário antecipado negado começou a gaguejar e gritar. Quem acompanhou tratou o episódio como patético e deprimente. Curioso, foi o mesmo que destacou a competência e trabalho que a vereadora vem fazendo pela casa, quando de sua eleição.

Granja da Graça diz ser alvo de atuação política e nega irregularidades

A Granja da Graça através de sua direção manteve contato com o blog para questionar a atuação da Vigilância Sanitária de São José do Egito no caso de apreensão de ovos em um supermercado da cidade. A empresa admite que o selo de inspeção municipal foi cassado antes de ontem, sob a alegação do município […]

A Granja da Graça através de sua direção manteve contato com o blog para questionar a atuação da Vigilância Sanitária de São José do Egito no caso de apreensão de ovos em um supermercado da cidade.

A empresa admite que o selo de inspeção municipal foi cassado antes de ontem, sob a alegação do município de que não há capacidade de fiscalizar a quantidade de empresas do ramo na cidade.

“É diferente de uma empresa citada pelo MP que usou selo de outra empresa. Tínhamos mercadoria com selo que era nosso. Fomos no Pajeú e retiramos a mercadoria. Agora vamos comercializar sem o selo”.

A Direção diz que não é incomum a venda da mercadoria sem o selo. “Nenhuma granja de São José do Egito tem o selo, mas você pode comercializar o ovo”. E reclamou de perseguição. “Só cassou o nosso registro. Ou seja, em vez de incentivar outras empresa a tirar o selo, quis tirar o nosso”. Diz ainda que a decisão não atinge economicamente a atividade diante dos mercados de Pernambuco, Paraíba e outros estados. Veja nota oficial:

A Granja da Graça não tem qualquer envolvimento com o caso da Granja Pé de Serra e selos SIF falsos.

Nosso selo de inspeção municipal foi cassado por motivos políticos no dia anterior à fiscalização.

Na fiscalização feita no dia seguinte, nossos ovos não foram apreendidos, apenas retirados dos supermercados por conta do selo municipal que havia sido cancelado. Reforçamos que nunca usamos selos falsos e seguimos as normas legais.

Granja da Graça