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Diretores do HREC avaliam 2022 e falam sobre perspectivas para o próximo ano

Por André Luis

Sebastião Duque disse que espera implantar tomografo e central de hemodiálise na unidade

Por André Luis

Nesta quinta-feira (22), o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, recebeu o diretor geral do Hospital Regional Emília Câmara (HREC), Dr. Sebastião Duque e o diretor administrativo e financeiro da unidade, Flávio Almeida.

Eles fizeram uma avaliação sobre as atividades e conquistas do hospital neste ano de 2022 e falaram sobre as perspectivas para 2023.

Duque destacou a realização das cirurgias eletivas, que após a pandemia voltaram a ser realizadas na unidade. “Todos os dias estamos fazendo cirurgias eletivas no regional, mas apesar disso não tem como zerar a fila. A X GERES tem em torno de 800 pessoas que necessitam realizar cirurgias eletivas”, explicou o diretor, completando que “a demanda é maior do que podemos suportar”.

Falando sobre as conquistas, Sebastião Duque destacou os 30 leitos cirúrgicos, implantados na unidade hospitalar, os leitos de UTI, fundamentais durante a crise mais aguda da pandemia do novo coronavírus e a implantação da emergência dialítica.

Também destacou as obras de ampliação do HREC. “O hospital vai ganhar mais 1.200 m² de área construída, que vai abrigar a nossa UTI, a farmácia e o almoxarifado. As obras devem ser entregues em março do próximo ano. O Governo de Pernambuco já fez o aporte de R$ 2 milhões, o que garante a finalização da obra”, informou Duque. 

Ainda segundo diretor da unidade hospitalar, em visita esta semana ao HREC, o secretário estadual de Saúde, André Longo, garantiu destravar R$ 1.060.000,00 que já está disponível para a compra do tomografo. “A verba já existe e esta separada, mas sabe como é a burocracia. Não podemos comprar nada sem a autorização do Estado. Dr. André Longo se comprometeu em assinar a liberação da compra ainda este ano”, informou.

O diretor administrativo e financeiro, Flávio Almeida, destacou a saúde financeira do HREC. “Conseguimos equalizar o financeiro da unidade e hoje temos fechado os meses com superavit”.

Sobre 2023, Sebastião Duque disse esperar, além da obra de ampliação do hospital que já está em andamento, ampliar a emergência e implantar um centro de hemodiálise no HREC.

“Vou bater a porta da nova governadora, do prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, do deputado estadual eleito, José Patriota… vou falar com quem for preciso para fazer as melhoras que o hospital necessita”, disse Duque.

Sobre a questão da troca de governo, se a O.S. Hospital do Tricentenário continuaria administrando o Regional Emília Câmara, Duque explicou que a O.S. não é um plano de governo, mas sim de estado. “O Contrato com o governo do Estado é de dez anos, então temos mais cinco anos pela frente, ao fim desse tempo, se o modelo a ser adotado pela nova gestão estadual for a mesma, nada impede que o Tricentenário possa concorrer novamente numa licitação”, explicou Sebastião Duque, tranquilizando “ninguém será demitido”. 

Outras Notícias

Itapetim: avaliação positiva de Adelmo Moura chega a 84,5%

  Pesquisa do Instituto Múltipla divulgada hoje pelo blog mostra que o governo do prefeito Adelmo Moura em Itapetim tem avaliação positiva na casa de 84,5%. Realizada nos dias 18 e 19 deste mês, a pesquisa realizou  220 entrevistas aplicadas na população que tenha título de eleitor, more e vote no município de Itapetim e […]

 

Pesquisa do Instituto Múltipla divulgada hoje pelo blog mostra que o governo do prefeito Adelmo Moura em Itapetim tem avaliação positiva na casa de 84,5%. Realizada nos dias 18 e 19 deste mês, a pesquisa realizou  220 entrevistas aplicadas na população que tenha título de eleitor, more e vote no município de Itapetim e distribuída da seguinte forma: Cidade 54,1% e Zona Rural 45,9%. O intervalo de confiança estimado é de 95% para uma margem de erro para mais ou para menos de 6,5%

Segundo a pesquisa, 84,5% dos itapetinenses aprovam a gestão Adelmo Moura, contra 11,4% que desaprovam. Apenas 4,1% não sabem ou não opinaram.

Quando o entrevistado é solicitado para classificar a gestão, 77,3% a consideram ótima ou boa; 14,1%, regular e  7,2% ruim ou péssima, contra 1,4% que não sabem ou não opinaram.

Quando a população é chamada a atribuir uma nota à gestão, a média alcançada é 8,2.O Múltipla ainda perguntou: o(a) sr.ª(a) me diria que o prefeito Adelmo Moura nesse um ano e quatro meses de governo fez pelo município de Itapetim mais do que você esperava, o que você esperava ou menos que você esperava? Para 44,% fez mais que esperado, contra 34,1% que afirmaram ter feito o esperado e 15,5% eu disseram ter feito menos. O grau de confiança pessoal do gestor é de 81,4%.

A média geral de satisfação da população com os serviços urbanos prestados pela prefeitura também é avaliada positivamente: os serviços prestados pela municipalidade são ótimos ou bons para 65% da população, regulares para 22,4%, ruins para 4,8% e péssimos para 4%.

Na área de saúde os serviços são ótimos ou bons para 84,8% da população. Na educação, a avaliação ótima ou boa chega a 79,2%.

Câmara e Temer: o Múltipla quis avaliar as gestões estadual e federal no município. Quanto ao governo Paulo Câmara, 41,8% o consideram ótimo ou bom, ante 23,2% que o avaliam regular, 15% de ruim e péssimo e 20% que não sabem ou não opinaram. Já o governo Temer tem 86,4% de ruim ou péssimo, 8,2% de regular e 3,2% de ótimo e bom. 2,2% não sabem ou não opinaram.

Foram ouvidos eleitores em sede, São Vicente: Jardim, Arara, São Vicente, Riacho Verde, Catingueira, Roça de Dentro, Baixas, Malhada do Juazeiro, Olho D’água Cunha, Miguel, Melancia, Jurema, Santo Antônio de Lima, Lagoa Jurema,  Esperança, Santa Rita, Bonita, Serrinha, Maniçoba, Pimenteira, Mocambo, Esperança, Pedra D’Água, Pé de Serra, Mãe D’Água 2, Mãe D’Água, Prazeres, Fazenda Manopla, Batinga, Oiteiro, Cacimba Nova, Juá, Aroeira, Clarinha, Angico Torto, Gameleira, Piedade, Goiana, Cacimba Salgada, Ambó, Caramuqui, Cacimba de Roça, Caiana, Boa Vista, Cacimbinha e Vaca Morta.

Expocose de Sertânia gera meio milhão de reais em negócios na caprino-ovinocultura 

A edição de 2017 da Exposição Especializada em Caprinos e Ovinos de Sertânia, a Expocose, no Sertão do Moxotó, entrou para a história. Em seus 45 anos de existência, a Exposição de Sertânia se transformou em um dos maiores eventos da caprino-ovinocultura no Nordeste, o que se confirmou este ano com a movimentação financeira e […]

A edição de 2017 da Exposição Especializada em Caprinos e Ovinos de Sertânia, a Expocose, no Sertão do Moxotó, entrou para a história. Em seus 45 anos de existência, a Exposição de Sertânia se transformou em um dos maiores eventos da caprino-ovinocultura no Nordeste, o que se confirmou este ano com a movimentação financeira e de pessoas no município, entre os dias 05 e 09 deste mês.

Só a programação técnica gerou mais de R$ 500 mil em negócios no segmento, levando em consideração leilão de animais, comercialização e premiações. Esse número pode ser triplicado, se for levada em consideração a movimentação na economia local, nos hotéis, comércios e serviços do município.

Sertânia é considerada a Capital Nordestina da Caprinocultura, com um rebanho de mais de 60 mil animais, segundo dados do IBGE. Durante os cinco dias de Expocose, o Parque Professor Renato Moraes recebeu uma centena de criadores e cerca de 1,5 mil animais vindos de diversos estados e, principalmente, da Região Nordeste.

Para o secretário de Agricultura e Meio Ambiente e vice-prefeito, Toinho Almeida, o resultado superou as expectativas. “Em meio a um cenário de crise, que vivemos no Brasil todo, hoje, podemos considerar que nosso evento foi um grande sucesso, acima do esperado, que já era bastante otimista”, afirmou.

O Primeiro Leilão Berço do Anglo, que também fez parte da programação técnica e aconteceu na Casa de Shows Marajoara, no Centro, movimentou em torno de R$ 200 mil. Durante a Expocose, quase 90 mil visitantes frequentaram o Parque, entre sertanienses e turistas. Além disso, o show da cantora Claudia Leitte, no sábado (08), bateu o recorde de público, com mais de 40 mil espectadores.

A geração de empregos chegou a 1,2 mil, entre diretos e indiretos. No encerramento, o prefeito e ex-deputado estadual, Ângelo Ferreira, agradeceu o empenho de sua equipe e parabenizou a população, que construiu o evento junto à organização.

Aneel reajusta em até 64% cobrança extra na conta de luz

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (21) o reajuste nos valores das bandeiras tarifárias (cobrança extra aplicada às contas de luz quando aumenta o custo de produção de energia no país). Pela proposta aprovada pela agência, a maior alta será no valor da bandeira vermelha patamar 1 (alta de 63,7%). A […]

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (21) o reajuste nos valores das bandeiras tarifárias (cobrança extra aplicada às contas de luz quando aumenta o custo de produção de energia no país).

Pela proposta aprovada pela agência, a maior alta será no valor da bandeira vermelha patamar 1 (alta de 63,7%). A bandeira amarela vai subir 59,5%, e a vermelha patamar 2 aumentará 3,2%. A bandeira verde seguirá sem cobrança.

Os novos valores entram em vigor em 1º de julho e serão válidos até meados de 2023. São os seguintes:

A bandeira verde continua sem cobrança adicional. A bandeira amarela foi de R$ 1,874 para R$ 2,989 a cada 100 kWh consumidos (+ 59,5%). A bandeira vermelha patamar 1: de R$ 3,971 para R$ 6,500 a cada 100 kWh consumidos (+ 63,7%). E a bandeira vermelha patamar 2 vai de R$ 9,492 para R$ 9,795 a cada 100 kWh consumidos (+3,2%).

Os valores aprovados ficaram acima daqueles colocados em consulta pública. A alteração foi necessária, segundo a Aneel, para inclusão de alguns parâmetros no cálculo dos valores.

A revisão dos valores das bandeiras acontece anualmente, normalmente na metade do ano.

A bandeira “escassez hídrica” foi excepcional e temporária. Foi criada durante a crise energética do ano passado e vigorou de setembro de 2021 a 15 de abril deste ano, data a partir da qual foi extinta.

R$ 12 milhões: prefeitura anuncia pagamento de duas folhas e 13º até dezembro

No espaço de um mês, de 23 de novembro à 23 de dezembro, a Prefeitura de Afogados vai injetar R$ 12 milhões na economia do município, com o pagamento das folhas salariais dos servidores referentes aos meses de novembro, dezembro e com o pagamento do 13º salário. O pagamento da folha de novembro começa na […]

No espaço de um mês, de 23 de novembro à 23 de dezembro, a Prefeitura de Afogados vai injetar R$ 12 milhões na economia do município, com o pagamento das folhas salariais dos servidores referentes aos meses de novembro, dezembro e com o pagamento do 13º salário.

O pagamento da folha de novembro começa na próxima terça, 23 de novembro. O décimo terceiro será pago a partir de 14 de dezembro. E a folha de dezembro será paga a partir de 23 de dezembro.

“Diante de dois anos muito difíceis que passamos, por conta da pandemia, fizemos um esforço enorme para que nesse final de ano as perspectivas de vendas do nosso comércio possam ser melhores, tendo em vista o volume de recursos que aportaremos no pagamento dos servidores até o final do ano,” destacou o Prefeito Alessandro Palmeira.

Quanto ao pagamento de novembro, dia 23, recebem Secretaria de Educação – aposentados e pensionistas que ganham 01 salário mínimo, com iniciais de A a L.

Dia 24, Secretarias de Administração, Agricultura, Assistência Social, Assuntos Jurídicos, Controle interno, Cultura e esportes, Finanças, Governo, Infraestrutura, Transportes, Gabinete, Ouvidoria, Assessoria especial e Coordenadoria da mulher. Aposentados e pensionistas que ganham 01 salário mínimo, com iniciais de M a Z.

Dia 25,  Secretaria de Saúde e Aposentados e pensionistas com vencimentos acima de um salário mínimo até R$ 3 mil. E dia 26, aposentados e pensionistas com vencimentos acima de R$ 3 mil.

Senadores repudiam termo chulo usado por Bolsonaro em ataque à CPI

A expressão chula usada pelo presidente Jair Bolsonaro para se referir às perguntas encaminhadas pela CPI da Pandemia foi recebida com repúdio por senadores nesta sexta-feira (9). Em live nas redes sociais, nesta quinta-feira (8), sobre carta entregue pela cúpula do CPI ao Palácio do Planalto, o presidente respondeu: “Sabe qual a minha resposta? Caguei, […]

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

A expressão chula usada pelo presidente Jair Bolsonaro para se referir às perguntas encaminhadas pela CPI da Pandemia foi recebida com repúdio por senadores nesta sexta-feira (9).

Em live nas redes sociais, nesta quinta-feira (8), sobre carta entregue pela cúpula do CPI ao Palácio do Planalto, o presidente respondeu: “Sabe qual a minha resposta? Caguei, caguei para a CPI. Não vou responder nada!”. O documento, assinado por Omar Aziz (PSD-AM), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Renan Calheiros (MDB-AL), respectivamente presidente, vice-presidente e relator da CPI, cobrava um posicionamento do presidente sobre as suspeitas de corrupção na compra de vacinas.

Em entrevista antes da reunião da CPI nesta sexta-feira (9), Randolfe classificou a fala como “lamentável”.

— A resposta do presidente da República não é a nós. É ao povo brasileiro. É às instituições. É à República. A CPI foi só é a mensageira, a interlocutora. Presidente, responda o seguinte: por que o senhor não tomou nenhum tipo de providência quando os irmãos Miranda lhe comunicaram que existia um esquema corrupto em curso no Ministério da Saúde? Por que ele sequer se solidarizou até agora com o seu líder do governo na Câmara? Essa pergunta não está sendo feita por mim, pela CPI. Está sendo feita pelo povo brasileiro. Então, presidente, responda aos brasileiros.

Em sua intervenção inicial na reunião da CPI, Renan Calheiros fez referência ao episódio:

— Ontem (8) nós mandamos uma carta para o presidente da República. E o país ficou estupefato com a maneira com que ele respondeu a esta CPI. A escatologia proverbial do presidente recende ao que ocorreu no seu governo durante a pandemia. Todos nós sentimos esses odores irrespiráveis que empestearam o Brasil e mataram tantos inocentes. Não podemos ter medo de arreganhos, de ameaças, de intimidações, de quarteladas. Vamos investigar haja o que houver — concluiu o relator.

Momentos antes da reunião, respondendo a jornalistas nos corredores do Senado, Renan já havia mencionado a expressão usada por Bolsonaro:

— Eu nunca vi uma palavra só que sintetizasse um governo tanto quanto esta. O governo estava com dificuldade para encontrar um slogan. Definitivamente o encontrou.

Nas redes sociais, diversos senadores se manifestaram. “Não responde por medo de ser desmentido pela gravação: esse silêncio, partindo de alguém que se notabilizou por sua disenteria verbal, vale como recibo de culpa! Bolsonaro está encurralado. Sua verborragia não o salvará da cadeia: o cerco está se fechando!”, opinou Fabiano Contarato (Rede-ES).

“A única diarreia do Bolsonaro relevante para o país é a mental, que está na base de uma gestão fracassada e irresponsável. Nós brasileiros é que vamos limpar essa sujeira. Qualquer outra manifestação tosca e grosseira não merece resposta. Já passamos de meio milhão de mortos”, escreveu Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) publicou: “Ao usar palavra chula para atacar a CPI da Covid e esconder denúncias de corrupção sob o tapete, o presidente apenas mostra a sua falta de grandeza. E a sua linguagem definitivamente não é compatível com a grandeza do povo brasileiro”.

“Ele c… para o Brasil, c… para o povo, c… para as 530 mil mortes pelo covid-19 e c… para todos. É UM C…!”, publicou Paulo Rocha (PT-PA), finalizando com letras maiúsculas.

Fonte: Agência Senado