Diocese de Salgueiro lança livro sobre o Padre José Maria Prada
Por André Luis
Padre José Maria Prada, CSsR. era natural de Bragança, Portugal em 1928 e entrou ainda criança para a Congregação do Santíssimo Redentor – Redentoristas.
Ordenado presbítero, foi enviado em missão para Angola e posteriormente para o Brasil. Em nossa pátria residiu em São Paulo e Pernambuco.
Passou pelas cidades de Exu, Moreilândia, Granito, Salgueiro e Verdejante em um itinerário de 10 anos.
Em 29 de abril de 1991 foi assassinado por defender a integridade da Igreja no que diz respeito a santidade e indissolubilidade do matrimônio.
A Diocese de Salgueiro no ano jubilar de sua criação e instalação – 10 anos – lança o livro Padre José Maria Prada – Mártir da Santidade do Matrimônio. Trata-se da primeira biografia documentada do Padre.
O livro, escrito pelo teólogo Tassicio de Oliveira, será lançado no dia 13 de dezembro (domingo) na praça da Catedral de Santo Antônio em Salgueiro após a Missa das 19h.
A lama mudou a cor da água do Rio Doce na praia de Regência, onde o rio deságua no mar, em Linhares, Norte do Espírito Santo, na tarde deste sábado (21). Por volta das 16h, a água começou a ficar na tonalidade marrom. Uma barreira de 9 km foi montada para proteger a fauna e […]
A lama mudou a cor da água do Rio Doce na praia de Regência, onde o rio deságua no mar, em Linhares, Norte do Espírito Santo, na tarde deste sábado (21). Por volta das 16h, a água começou a ficar na tonalidade marrom. Uma barreira de 9 km foi montada para proteger a fauna e flora na região e amenizar os impactos da lama.
O Serviço Geológico do Brasil informou que não tem previsão para que a parte mais densa dos rejeitos de mineração da barragem da Samarco, cujos donos são a Vale e a anglo-australiana BHP Billiton, chegue à foz.
A lama está em três municípios do estado: Linhares, que não usa as águas do Rio Doce para abastecimento da cidade. Baixo Guandu, que passou a usar as águas do Rio Guandu. E Colatina, que há quatro dias parou de usar a água do rio.
O rompimento de uma barragem de rejeitos de minério aconteceu no dia 5 de novembro e causou uma enxurrada de lama no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, na região Central de Minas Gerais.
Do G1 O valor da prestação da primeira faixa do Minha Casa Minha Vida, que concentra as famílias de menor renda, na terceira fase do programa será reajustado, informou a presidente da Caixa Econômica Federlal, Miriam Belchior, após reunião com o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, nesta quarta-feira (13). O Minha Casa Minha Vida é […]
O valor da prestação da primeira faixa do Minha Casa Minha Vida, que concentra as famílias de menor renda, na terceira fase do programa será reajustado, informou a presidente da Caixa Econômica Federlal, Miriam Belchior, após reunião com o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, nesta quarta-feira (13). O Minha Casa Minha Vida é o programa habitacional do governo.
“Toda vez que muda de fase tem mudança de regra. Estamos discutindo ainda várias coisas. No que se refere ao valor da prestação, ela não tem reajuste desde 2009 quando o programa foi lançado. O salário minino subiu. A renda das pessoas subiu. O valor dos imóveis também subiu. Esse aumento da prestação está em linha com o crescimento da renda das pessoas e com o crescimento do imóvel. O subsídio [pago pelo governo] continua o mesmo. Estou só fazendo isso. Não tem uma penalização”, declarou Belchior a jornalistas.
Questionada para quanto subirá o valor da prestação, ela disse que isso ainda está em discussão. “Quando tiver fechado, a gente vai anunciar”, acrescentou a presidente da Caixa Econômica Federal.
Pelas regras anteriores, na primeira faixa do Minha Casa Minha Vida, a prestação do imóvel era de 5% da renda, com valor mínimo de R$ 25. O limite anterior de renda, para se enquadrar na primeira faixa do programa, era de R$ 1.600 mas, na terceira fase do Minha Casa Minha Vida, que começou neste ano, o limite de renda subiu para R$ 1.800.
Em setembro do ano passado, o governo propôs que as prestações da primeira faixa do programa, para quem ganha até R$ 800 por mês, avançassem para R$ 80. Para famílias com renda entre R$ 800 e R$ 1.200, ainda segundo o governo, o valor corresponderia a 10% da renda e, para renda de R$ 1.200 a R$ 1.600, a família pagaria 15%; e para salários de R$ 1.600 a R$ 1.800, a prestação seria de 20% da renda.
O cantor Maciel Melo, que participou das gravações de O Velho Chico como um trovador chamado Egídio, ao lado do amigo Xangay, lamentou falando ao blog a morte de Domingos Montagner, no Rio São Francisco esta tarde. “Rapaz eu estava na estrada e ouvi no rádio. A gente conviveu bastante na primeira fase e na […]
O cantor Maciel Melo, que participou das gravações de O Velho Chico como um trovador chamado Egídio, ao lado do amigo Xangay, lamentou falando ao blog a morte de Domingos Montagner, no Rio São Francisco esta tarde.
“Rapaz eu estava na estrada e ouvi no rádio. A gente conviveu bastante na primeira fase e na segunda da novela. A gente ficava no camarim contando causos, coisas de violeiros, coisas do Pajeú e ele dizia ‘qualquer hora eu vou lá’. Ele arrodiava eu e Xangay pra ouvir histórias. Um cara bacana, legal. As vezes que a gente contracenou junto ele ficava ajudando, dando sugestão”.
Maciel lamentou pelo fato de ser um ator ainda com muita estrada. “Fiquei triste que só, não só por a gente ter convivido mas por ser um cara jovem, cheio de perspectiva, com muita coisa pela frente. E acontece isso. É a vida imitando a arte. É fogo. Mas é o homem lá de cima quando ele quer é assim”. Maciel disse ter conversado sobre a morte dele com o companheiro Já falei com Xangay.
“Morreu dentro do rio onde ele estava representando. A princípio quando passou nas redes sociais, um amigo mandou por Whatsapp, pensei que era pegadinha porque o personagem dele já tinha desaparecido no rio. E de repente acontece de fato, né…” lamentou.
O prefeito de Tabira Sebastião Dias (PTB) confirmou através de sua assessoria que não participará do programa Cidade Alerta, da Cidade FM, conduzido pelo comunicador Anchieta Santos. Isso depois de dias de negociação entre a produção do programa e o gestor para uma prestação de contas à comunidade tabirense. Dias esteve na semana passada no […]
O prefeito de Tabira Sebastião Dias (PTB) confirmou através de sua assessoria que não participará do programa Cidade Alerta, da Cidade FM, conduzido pelo comunicador Anchieta Santos.
Isso depois de dias de negociação entre a produção do programa e o gestor para uma prestação de contas à comunidade tabirense.
Dias esteve na semana passada no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, após convidado pela produção do programa. Avaliou os cem dias de seu segundo mandato, mas não escapou de questionamentos como a polêmica de pagamentos indevidos do Bolsa Família, carnaval anti-cultural e sua decisão de deixar o Cimpajeú.
Mas há dias não falava para a principal rádio local, a Cidade FM, a não ser na reprodução do programa institucional, aos sábados, gerado pela Cultura FM, onde, como ocorre nos programas desse formato, costuma falar só do que o convém. O principal programa da emissora, o Cidade Alerta, é comandado há mais de sete anos pelo comunicador Anchieta Santos.
Principal tribuna da população, é espaço para a participação de ouvintes de todos os bairros da cidade. Provocado pelas demandas, o comunicador costuma cobrar respostas em nome da comunidade e também tem criticado, indistintamente, grande parte da classe política de Tabira, pelos desmantelos políticos e públicos, que estampam aos montes os noticiários na região.
A primeira informação foi a de que o gestor decidiria pela entrevista após uma viagem. Sebastião voltou e a produção do programa insistiu por sua vinda. A Assessoria de Comunicação chegou a pedir que o programa deixasse dois dias em aberto: quinta ou sexta dessa semana.
Quando tudo parecia estar encaminhado, Sebastião Dias decidiu: não fala ao programa. “Apenas em programa institucional”, afirmou a Assessoria. A crítica natural é de que Dias não quer ir ao espaço para não debater com o comunicador – conhecido por não pôr a mão sobre desmandos da gestão – e a população, ávida por conversar com o seu principal representante sem o filtro dos programas pagos pela instituição. Nas redes sociais não faltarão questionamentos de que Sebastião correu do debate…
Faz como Dinca, que evitava o programa quando prefeito e chegava a incomodar de tanto pedir espaço quando oposição, Nicinha Brandino, candidata que conseguiu passar o período pré, durante e pós eleitoral sem dizer uma frase ao radialista e o prefeito de Água Branca, Evertom Firmino Batista, mais conhecido como Tom, que não responde como gastou apenas R$ 3 mil em campanha, sendo alvo de investigação na Justiça Eleitoral.
O Cine Recreio, importante referência cultural de Floresta, no Sertão de Pernambuco, reabriu suas portas no último sábado (22), após mais de dez anos de inatividade. A retomada do espaço foi marcada pela exibição do documentário Buchada, dirigido por PV Ferraz, que reuniu mais de 200 pessoas na reabertura. O filme traz à tela a […]
O Cine Recreio, importante referência cultural de Floresta, no Sertão de Pernambuco, reabriu suas portas no último sábado (22), após mais de dez anos de inatividade. A retomada do espaço foi marcada pela exibição do documentário Buchada, dirigido por PV Ferraz, que reuniu mais de 200 pessoas na reabertura.
O filme traz à tela a tradição da buchada de bode — prato típico da região — e suas releituras contemporâneas, valorizando os saberes locais e o cotidiano do Sertão. A escolha do documentário para a sessão inaugural reforça o compromisso da nova gestão do espaço com a valorização da cultura regional.
Fundado nos anos 1960 por Evan Ferraz, o Cine Recreio ocupou papel central na vida cultural da cidade por décadas, exibindo desde clássicos do cinema italiano até produções populares brasileiras, como os filmes de Os Trapalhões e Mazzaropi. Seu fechamento, ocorrido há mais de dez anos, representou uma lacuna na oferta cultural do município.
A reabertura só foi possível graças à mobilização do Coletivo Bucaneiros, formado por artistas, educadores e moradores de Floresta. O grupo articulou apoios e viabilizou os recursos necessários para restaurar o prédio e reativar a sala de exibição, respeitando sua memória histórica.
O retorno do Cine Recreio representa mais que a recuperação de um espaço físico: é também a retomada de um símbolo da identidade cultural florestana, que volta a se conectar com o presente por meio do cinema.
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