Dinca se recupera bem e em até cinco dias deixará hospital, informa a família
Por Nill Júnior
José Edson Cristóvão Junior, filho do ex-prefeito Dinca Brandino falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM de Tabira sobre o estado de saúde do pai, vítima de infarto no final de semana.
Junior disse que logo no sábado Dinca sentiu fortes dores no tórax e perdeu os movimentos dos membros superiores. Na Clínica Samed recebeu os primeiros socorros, no domingo passou pelo Hospital Regional Emília Câmara de Afogados, Pelópidas da Silveira no Recife e finalmente chegou ao Dom Helder Câmara na cidade do Cabo onde se submeteu a um cateterismo e angioplastia.
O filho de Dinca disse que mesmo na Semi UTI do Hospital, o ex-prefeito mostrou interesse em conceder a entrevista no que foi desaconselhado pelos médicos.
Júnior disse que a previsão médica é de que em até cinco dias o seu pai será liberado para retornar a Tabira. Ele também reconheceu que depois do susto, Dinca precisará de uma mudança radical de vida.
O vice-prefeito Eclérinston Ramos concedeu ao Debate do Sábado, na Gazeta FM, a primeira entrevista após o assalto e sequestro que sofreu sua filha, a médica Marina Ramos. “Ela agiu corretamente no episódio, graças a Deus, terminando com a felicidade, ele soltando ela, entre Ingazeira e Santa Rosa. Claro, é normal estar ainda abalada reação pós […]
O vice-prefeito Eclérinston Ramos concedeu ao Debate do Sábado, na Gazeta FM, a primeira entrevista após o assalto e sequestro que sofreu sua filha, a médica Marina Ramos.
“Ela agiu corretamente no episódio, graças a Deus, terminando com a felicidade, ele soltando ela, entre Ingazeira e Santa Rosa. Claro, é normal estar ainda abalada reação pós sequestro”.
Ele voltou a agradecer à ação da PM. “Foi uma ação rápida, eficiente”.
Ele disse que vindo de Itapetim a São José, viu muitos policiais e imaginou ter acontecido alguma coisa. “A PM estava atrás dele quando ele veio de Itapetim. Parou perto da minha filha na hora que estava saindo de casa. Foi uma coincidência”.
A médica foi dirtigindo até os Grossos. O criminoso quis que ela passasse para o banco de trás. “Ela o convenceu a ir na frente. Também o convenceu a entrar na estrada de Ingazeira. E pedindo para ele soltá-la por ali. Foi quando ela foi liberada. Ele só dizia que queria ir a Garanhuns”. Há suspeita de que o carro seria levado para um desmanche naquela região.
“Meu motorista encontrou o marido dela com os policiais. Ele não disse ao motorista que tinham liberado ela. Então me disse na clínica que ela havia sido sequestrada. Até eu chegar à polícia passou tudo na minha cabeça. Quando cheguei ela ja estava falando com ele por vídeo”.
Eclérinston voltou a agradeceà PM e quem deu suporte. “Em 5 minutos a polícia já estava com ela. E viu pessoalmente agradecer na casa da família que a acolheu. Agradecer também presidente da Câmara Argemiro, ao prefeito Luciano Torres pelo suporte. Quando cheguei a polícia já estava lá a muito tempo”.
Eclérinston deu detalhes da prisão do criminoso. “Ele levou o celular dela, que foi rastreado. Passou pela PRF em Cruzeiro do Nordeste e um carro começou a persegui-la. Estava em uma velocdade altíssima. Ele bateu em carro de um lado e em uma barreira de outro, e foi detido. Ele chegou a jogar o celular no mato entre Sertânia e Cruzeiro do Nordeste”.
O vice-prefeito agradeceu ainda aos gestos de solidariedade de toda a região, dada a comoção gerada pelo episódio.
JC Oline O Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco ofereceu, à Justiça Federal, denúncia contra nove envolvidos em fraudes com recursos federais no âmbito de convênios firmados pelo Ministério do Turismo (Mtur) e pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) com entidades sem fins lucrativos e empresas para promoção de eventos culturais. Os denunciados são acusados […]
O Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco ofereceu, à Justiça Federal, denúncia contra nove envolvidos em fraudes com recursos federais no âmbito de convênios firmados pelo Ministério do Turismo (Mtur) e pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) com entidades sem fins lucrativos e empresas para promoção de eventos culturais.
Os denunciados são acusados de desviar cerca de R$ 3,5 milhões do projeto Relix Pernambuco 2017. O caso é de responsabilidade da procuradora da República Silvia Regina Pontes Lopes.
São acusados do crime de peculato o diretor do Departamento Nacional do Sesi e presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, o diretor regional do Sesi em Pernambuco, Ricardo Essinger, o superintendente regional do Sesi no estado, Nilo Augusto Câmara Simões, o empresário e à época secretário de Meio Ambiente do Estado de Pernambuco, Sérgio Luís de Carvalho Xavier, os diretores do Instituto Origami, Hebron Costa Cruz de Oliveira e Romero Neves Silveira Souza Filho, os administradores da Aliança Comunicação e Cultura, Luiz Otávio Gomes Vieira da Silva e Lina Rosa Gomes Vieira da Silva, bem como o administrador da Alto Impacto Entretenimento, Luiz Antônio Gomes Vieira da Silva. Todos já foram alvos de denúncias anteriores do MPF no âmbito da Operação Fantoche.
A nova denúncia é a quarta oferecida no curso da operação, deflagrada em fevereiro de 2019. As investigações – iniciadas a partir de relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Controladoria-Geral da União (CGU) – indicaram o uso de empresas de “fachada” e pagamentos por serviços não realizados para desvio da verba federal.
Segundo a procuradora da República, Robson Braga de Andrade, Ricardo Essinger, Nilo Augusto Câmara Simões e Sérgio Luís de Carvalho Xavier participaram da liberação dos recursos do Relix Pernambuco 2017, segunda edição do festival no estado, sem nenhum tipo de avaliação financeira, pesquisa de mercado ou acompanhamento da execução orçamentária e financeira do projeto, possibilitando o enriquecimento ilícito de terceiros às custas de verba do Sistema S.
O MPF destaca que os denunciados Hebron Costa Cruz de Oliveira e Romero Neves Silveira Souza Filho, respectivamente presidente e diretor sociocultural do Instituto Origami, uma das entidades cooptadas no esquema, utilizaram empresas de “fachada” e pagamentos por serviços não realizados na execução do Relix.
As investigações ainda apontaram que a Aliança Comunicação e Cultura Ltda. foi a principal destinatária dos recursos alocados no projeto, que foram repassados mediante a emissão de notas fiscais faturadas pela Aliança por serviços supostamente prestados em benefício do Instituto Origami.
Ainda de acordo com a denúncia, uma parcela dos serviços referentes ao contrato de patrocínio firmado entre o Sesi e o Instituto Origami foi viabilizada mediante contratações realizadas por intermédio da empresa Alto Impacto Entretenimento Ltda.
Na contratação, foi detectado sobrepreço e consequente superfaturamento referente ao valor contratado pelo Sesi. As apurações evidenciaram que o instituto exerceu função meramente instrumental na execução do projeto, atuando como intermediário entre Sesi/PE e os destinatários finais dos recursos.
Segundo o MPF, assim como nos eventos anteriores, a edição 2017 do Relix contou com intensa participação do então secretário de Meio Ambiente Sérgio Luís de Carvalho Xavier, que teria cuidado das tratativas formais e aprovação do projeto, também articulando sua realização.
A procuradora da República destaca que as entidades do Sistema S, por gerirem recursos públicos e estarem sujeitas aos princípios constitucionais inerentes à atividade administrativa, estão obrigadas a exigir prestação de contas dos valores transferidos a entidades privadas por meio de contratos de patrocínio, assim como os terceiros patrocinados estão obrigados a essa prestação.
Em caso de condenação pelo crime de peculato, a pena para cada um dos denunciados pode chegar a 12 anos de reclusão, podendo ser maior devido à prática continuada, além do pagamento de multa.
Na denúncia, a procuradora da República requereu ainda que a Justiça Federal decrete a perda de eventual cargo ou função pública exercida pelos acusados, bem como a perda de bens acrescidos ao patrimônio em decorrência da prática criminosa e a reparação dos danos causados aos cofres públicos.
Histórico
As investigações relacionadas à Operação Fantoche identificaram fraudes ocorridas em processos seletivos e contratos firmados por diversos departamentos do Sesi e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) desde 2002.
De acordo com as apurações, as irregularidades ocorreram em seleções e contratos envolvendo o grupo empresarial da Aliança Comunicação e Cultura, com sede no Recife (PE). A entidade fora contratada inicialmente por inexigibilidade de licitação de forma indevida e, posteriormente, por meio da contratação indireta de seus projetos mediante a cooptação de organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips).
Na primeira denúncia oferecida pelo MPF no caso, em agosto de 2020, dez pessoas foram acusadas de desvio de mais de R$ 2,5 milhões do Sesi, liberados em contrato de patrocínio do projeto Relix Pernambuco 2014, firmado entre o Departamento Regional do Sesi no estado e o Instituto Origami.
A segunda denúncia decorrente da Operação Fantoche, ajuizada em setembro de 2020, tem como réus sete pessoas acusadas de desvio de recursos federais repassados por meio de cinco convênios firmados entre o MTur e o Instituto Mundial do Desenvolvimento e da Cidadania (IMDC).
O objetivo foi a realização de eventos artísticos e culturais para promover o estado de Pernambuco nas cidades de Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Para cada convênio, foram repassados, pelo Ministério do Turismo, R$ 300 mil – totalizando R$ 1,5 milhão em verbas federais. A terceira denúncia oferecida pelo MPF, em março de 2021, tem como alvos oito acusados de desviar cerca de R$ 2,2 milhões do projeto Relix Alagoas 2016.
O MPF ainda analisa outros projetos financiados pelos departamentos do Sesi, além dos convênios celebrados diretamente entre a União, por meio do Ministério do Turismo, e as entidades sem fins lucrativos investigadas nos desdobramentos da Operação Fantoche. As informações são do site oficial do MPF.
A Prefeitura Municipal de Brejinho vem à publico, repudiar, veementemente, comentários maldosos de pessoas desinformadas que ficam postando em grupos de rede sociais, informações mentirosas com o intuito de denegrir a imagem da administração municipal. O fato em questão, se deve a falatórios de pessoas, inseridas em grupos que ao invés de ajudar cidadãos, levam […]
A Prefeitura Municipal de Brejinho vem à publico, repudiar, veementemente, comentários maldosos de pessoas desinformadas que ficam postando em grupos de rede sociais, informações mentirosas com o intuito de denegrir a imagem da administração municipal.
O fato em questão, se deve a falatórios de pessoas, inseridas em grupos que ao invés de ajudar cidadãos, levam para o lado da politicagem barata e de revanchismo, levando a confundir cidadãos de bem que torcem pelo bem da nossa população.
Mentira n° 01 – Não é verdade quando pessoas de grupos afirmam que a Prefeita Tânia Maria, está passeando em Brasília. Ao contrário do que as futricas pregam, a Prefeita está lutando para que a água da Adutora do Pajeú chegue até nossa cidade, para que não vemos a sofrer as consequências de carregar novamente água com lata na cabeça.
Mentira nº 02 – Não é verdade quando se comenta que a Prefeita Tânia Maria, não está dando total apoio a Polícia Militar do Estado de Pernambuco, que montaram uma base de apoio na Cidade de Itapetim, já que suspeita-se que os meliantes que tentaram o assalto, estejam escondidos em sítios daquele município.
Conclusão: A Prefeita Tânia Maria disponibilizou desde a noite de ontem, dois restaurantes, para atender os policiais na questão da alimentação; pediu ao Presidente da Câmara Municipal que disponibilizasse o prédio da referida Câmara, para o apoio com telefone, internet e ofereceu colchões para o caso de descanso dos mesmos;
E acaba de liberar uma ambulância para remoção de um policial que foi alvejado ontem, saindo da Clips de São José do Egito, para a Cidade do Recife.
Vale salientar, que foi muito bom as pessoas terem colaborado também com a polícia, porque isso mostra o espirito de solidariedade que é peculiar do povo de Brejinho. Agora jogar informações falsas e mentirosas com o intuito de condenar, a quem procura o melhor para a nossa cidade é no mínimo falta de responsabilidade.
Qualquer dúvida sobre essa postagem, procurar o Capitão André Vasconcelos, que está conduzindo a operação aqui em Brejinho e tirem suas dúvidas.
Por: Carlos Veras / Deputado Federal (PT-PE) O governo Bolsonaro mais uma vez coloca o Brasil a perder com sua política a serviço das grandes corporações nacionais e internacionais. A mais recente delas é a privatização dos aeroportos brasileiros. Ironicamente, a venda do bloco Nordeste foi feita para a estatal espanhola Aena. O mais curioso […]
O governo Bolsonaro mais uma vez coloca o Brasil a perder com sua política a serviço das grandes corporações nacionais e internacionais. A mais recente delas é a privatização dos aeroportos brasileiros. Ironicamente, a venda do bloco Nordeste foi feita para a estatal espanhola Aena.
O mais curioso é o que justificaria a privatização das empresas públicas nesta gestão é a suposta ineficiência e o prejuízo causado por elas aos cofres públicos.
Contudo, não é o caso do Aeroporto Internacional do Recife – Gilberto Freyre, que é superavitário em R$ 130 milhões e o mais movimentado do Norte e Nordeste, com capacidade para 16 milhões de passageiras e passageiros ao ano e um dos dez melhores do mundo em serviços e segurança operacional. Isto é, uma empresa brasileira eficiente vai deixar gerar frutos para a nação brasileira e passará a fazê-lo para o governo espanhol.
A decisão irresponsável do governo Bolsonaro contraria os estudos de viabilidade do negócio, ignora a posição do povo pernambucano ao qual não foi feita nenhuma consulta, bem como negligencia a visão do governo de Pernambuco sobre o seu então patrimônio, alvo de muitos investimentos e fonte de trabalho e renda para o Estado.
Além do Estado de Pernambuco perder receitas advindas do Aeroporto de Recife e de dezenas de empresas que giram em torno dele para investir em políticas públicas de saúde, educação, infraestrutura etc, a medida ameaça o trabalho e a renda de milhares de trabalhadoras e trabalhadores do setor privado e de servidoras e servidores públicos federais inseguros sobre sua sobrevivência e seu futuro profissional. E mais: a privatização aumenta a carga de impostos para a empresa e o custo para as companhias e quem paga essa conta é a população por meio do aumento de preço das passagens aéreas, taxas de serviço etc.
Some-se tudo isso ao prejuízo da operação de privatização, com investimento insuficiente para a sustentabilidade do terminal recifense, que receberá o valor previsto de apenas R$ 865,2 milhões ao longo dos 30 anos de concessão. Esse montante sequer resolve o principal problema, que é a construção de uma segunda pista, cuja capacidade de receber novos voos se esgotará em, no máximo, 15 anos.
O caso do Aeroporto do Recife é emblemático do modelo de privatização adotado pelo governo Bolsonaro: vender setores estratégicos do patrimônio físico e científico brasileiro ao capital nacional e internacional, sem levar em conta o interesse público e colocando em risco a autonomia econômica e a segurança nacional.
É necessário que a população brasileira compreenda que as privatizações das empresas públicas impactam diretamente em suas vidas, seja no valor e no acesso aos bens e serviços, seja na garantia de empregos dignos, seja para o usufruto de políticas públicas fundamentais à vida. Por tudo isso, precisamos ocupar as ruas, os fóruns de debates dos poderes de Estado e as redes sociais, fortalecendo assim a luta em defesa das empresas estatais porque se é público é para servir a todas e todas.
Por Anchieta Santos “Um grupo que tem a força da maior liderança de Tabira como o ex-prefeito Josete Amaral, cinco vereadores, dois ex-prefeitos e outros nomes importantes, apresenta chances reais de vencer o pleito 2016″. A afirmação otimista foi feita pelo pré-candidato do PC do B, Tote Marques. O advogado disse que hoje o Grupão das […]
“Um grupo que tem a força da maior liderança de Tabira como o ex-prefeito Josete Amaral, cinco vereadores, dois ex-prefeitos e outros nomes importantes, apresenta chances reais de vencer o pleito 2016″. A afirmação otimista foi feita pelo pré-candidato do PC do B, Tote Marques.
O advogado disse que hoje o Grupão das Oposições, tem hoje além dele, as pré-candidaturas dos socialistas Marcos Crente e Joel Mariano. Admitiu ter sido ventilada uma coligação com o grupo Sebastião Dias, mais deixou claro não acreditar em acordo com o Prefeito e muito menos com o ex-prefeito Dinca Brandino (PMDB).
Tote bota fé no apoio de Josete e companhia para ser ungido como candidato do bloco. As justificativas são o seu PC do B ser aliado do PSB no Estado e por não ter feito objeção a nomes sugeridos como candidaturas já citadas e que não prosperaram, a exemplo de Paulo Manú, Zé de Bira, Sebastião Ribeiro e o próprio Josete Amaral. “Se ele quiser resolve todos os problemas do grupo”.
Tote completou dizendo que Tabira precisa de um novo projeto de governo, pois o modelo Dinca e Sebastião, está falido.
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