Diesel some de postos em cidades do Pajeú à espera do aumento
Por Nill Júnior
De acordo com o Código de Defesa do Consumidor é proibido ao fornecedor esconder um produto e dizer que está em falta.
Foi o que aconteceu ontem em alguns Postos de Cidades da região. O relato foi de Anchieta Santos nos programas Rádio Vivo, da Rádio Pajeú e Cidade Alerta, da Cidade FM.
Ontem, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, anunciou uma alta de R$ 0,10 por litro do óleo diesel.
Com a alta, o litro do diesel passa a custar R$ 2,2470 nas distribuidoras a partir desta quinta-feira. Assim estes postos cometeram crime contra o consumidor, mas nada acontece contra eles.
Nesta quinta-feira (19), a Prefeitura Municipal de Brejinho, liderada pelo prefeito Gilson Bento, deu início a mais uma obra de infraestrutura urbana: a pavimentação asfáltica das ruas Sebastião José de Souza e Madalena Gomes, atendendo a uma antiga demanda da comunidade. Com a pavimentação, as vias ganharão maior mobilidade, proporcionando conforto e segurança para motoristas […]
Nesta quinta-feira (19), a Prefeitura Municipal de Brejinho, liderada pelo prefeito Gilson Bento, deu início a mais uma obra de infraestrutura urbana: a pavimentação asfáltica das ruas Sebastião José de Souza e Madalena Gomes, atendendo a uma antiga demanda da comunidade.
Com a pavimentação, as vias ganharão maior mobilidade, proporcionando conforto e segurança para motoristas e pedestres que transitam diariamente pelo local. Além disso, a obra valoriza os imóveis da região e reflete o compromisso da gestão com o desenvolvimento do município.
“A pavimentação dessas ruas é mais uma etapa do nosso trabalho para desenvolver a infraestrutura do nosso município e melhorar a qualidade de vida da população,” destacou o prefeito Gilson Bento.
O blog acaba de ser informado do falecimento do clínico geral Saulo de Tharso Pessoa de Mello Morais, tabirense que atuou por anos em Tabira, sua terra, Afogados e região. Marcado pelo atendimento humanizado no serviço público e privado, Saulo de Tharso era casado com a enfermeira chefe Safira e tinha duas filhas, Patrícia e […]
O blog acaba de ser informado do falecimento do clínico geral Saulo de Tharso Pessoa de Mello Morais, tabirense que atuou por anos em Tabira, sua terra, Afogados e região.
Marcado pelo atendimento humanizado no serviço público e privado, Saulo de Tharso era casado com a enfermeira chefe Safira e tinha duas filhas, Patrícia e Camila.
Estava internado há quarenta dias no Hospital Português, em virtude de complicações no quadro de saúde, com probvemas cardíacos. Faleceu no início da tarde.
De tão querido, chegou a disputar duas eleições para prefeito em Tabira, quase que a contragosto, por achar que seu estilo humano e carinhoso não deveria jogá-lo à política tradicional.
Em uma delas perdeu para o também médico Edson Moura. Em outra para o -ex-prefeito Dinca Brandino. Foi também Secretário Municipal de Saúde de Afogados da Ingazeira no governo de Giza Simões.
Nas redes sociais, colegas começam a se manifestar. “Com imensa tristeza recebi a notícia do falecimento do grande médico Dr. Saulo. Foi uma das minhas inspirações na medicina. Me recebeu com carinho, desde estudante, na USF em que hoje atendo. Um homem dedicado a medicina e ao povo mais pobre”, disse Victor Patriota.
“Perdemos um grande irmão. Um grande amigo. Um homem completo, sem defeitos”, disse o Dr José Cordeiro. “Tabira fica mais pobre e o Pajeú também. O homem de gestos mais nobres que já conheci”, disse Nelly Sampaio.
Vídeo na NJTV, nosso canal no YouTube, gentilmente cedido por Cláudio Gomes O cantor Maciel Melo falou esta semana a este blogueiro no Programa Manhã Total (Rádio Pajeú) dos seus projetos, após o sucesso que faz como o trovador Egídio na novela O Velho Chico. “Ultimamente eu tô morando debaixo do chapéu”, diz brincando, sobre a […]
O cantor Maciel Melo falou esta semana a este blogueiro no Programa Manhã Total (Rádio Pajeú) dos seus projetos, após o sucesso que faz como o trovador Egídio na novela O Velho Chico. “Ultimamente eu tô morando debaixo do chapéu”, diz brincando, sobre a agenda carregada dos shows.
“Essa história da novela tá dando um gás danado. Tô trabalhando mais, pela visibilidade que você tem numa novela da Rede Globo num horário nobre. Por causa da novela já fiz show em Minas, Porto Alegre, Santa Catarina”, comemora.
Maciel afirmou que ajudou muito ter sido convidado para um papel com tamanha identidade com sua história. “O tema é maravilhoso porque é o São Francisco. Minha obra e vida tem relação com Pajeú e São Francisco. Não tive problema com isso”.
Foto: Cláudio Gomes
Convidado para todas as fases da novela, Maciel diz que deve ter uma participação especial com Xangay no final. “Mas se não der, pra mim já tá de bom tamanho”, brinca. Antes mesmo da novela, Maciel trabalhou muito nas composições das músicas para chamadas de 40 segundos anunciando a novela, cantadas por Xangay.
Sobre a música “A Lenda”, que abriu o primeiro capítulo da novela, Maciel explicou que Benedito Rui Barbosa pediu pra abrir o primeiro capítulo cantando sobre a lenda do Rio.
“Já conhecia a história mas fui pesquisar mais. Era uma saga e tinha dois dias pra fazer. A musica ficou com cinco minutos. Disseram que eu tinha que fazer ficar em um. Tive que fazer praticamente outra”.
A música, sua composição com “pitacos” de Xangay como ele brinca, será cantada no seu próximo disco. Ele deu uma canja ao vivo no programa, no belo registro de Cláudio Gomes.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta sexta-feira (22) que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) precisa ter “mais tempo para cuidar da reforma da Previdência e menos tempo” para as redes sociais. A declaração foi dada em meio à discussão sobre a prioridade dada pelo governo à tramitação da reforma na Câmara. Ao […]
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), em sua residência oficial, em Brasília. Foto: Mateus Bonomi/Folhapress
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta sexta-feira (22) que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) precisa ter “mais tempo para cuidar da reforma da Previdência e menos tempo” para as redes sociais.
A declaração foi dada em meio à discussão sobre a prioridade dada pelo governo à tramitação da reforma na Câmara.
Ao site do jornal “O Globo”, Maia disse que a responsabilidade “daqui para frente” sobre a articulação para aprovar a reforma é do governo. Bolsonaro, por sua vez, afirmou, no Chile, não ter dado motivo para Maia deixar a articulação da reforma da Previdência.
“Ele [Bolsonaro] precisa ter um engajamento maior. Ele precisa ter mais tempo pra cuidar da Previdência e menos tempo cuidando do Twitter, porque, se não, a reforma não vai andar”, disse Maia em entrevista à TV Globo.
Maia disse ainda que continuará tocando na Câmara a reforma: “O meu papel eu vou continuar cumprindo, coordenando dentro da Câmara a aprovação da reforma e (…) colocando de forma clara na figura do presidente da República a responsabilidade dele [de] conduzir, por parte do governo, a aprovação da reforma”.
Mais cedo, Bolsonaro declarou querer saber a razão pela qual Maia deixou a articulação da Previdência, que nada mudou e se disse “aberto ao diálogo”. A solução, afirmou, será conversar. “Só conversando, não é? Você nunca teve uma namorada? E quando ela quis embora, o que você fez para ela voltar? Conversou?”.
Em resposta, Maia afirmou: “Eu não preciso almoçar, não preciso do café e não preciso voltar a namorar. Eu preciso que o presidente assuma de forma definitiva o seu papel institucional, que é liderar a votação da reforma da Previdência, chamar partido por partido que quer aprovar a Previdência e mostrar os motivos dessa necessidade”.
Reeleito presidente da Câmara com 334 dos 512 votos, Maia já fez diversas declarações públicas a favor da reforma da Previdência e chegou a afirmar, em entrevista à GloboNews, que esta é a “última” chance de o Congresso aprovar a reforma sem retirar direitos da população.
A documentação dos acordos de delação premiada de 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht será encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (19), último dia de trabalho antes do recesso no Judiciário. Os acordos, firmados no início deste mês, foram assinados por cada um dos 77 executivos. Eles foram ouvidos individualmente nos últimos dias, […]
A documentação dos acordos de delação premiada de 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht será encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (19), último dia de trabalho antes do recesso no Judiciário. Os acordos, firmados no início deste mês, foram assinados por cada um dos 77 executivos. Eles foram ouvidos individualmente nos últimos dias, e, por isso, os procuradores encaminharão mais de 800 depoimentos ao Supremo.
O material será encaminhado ao ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no STF. Somente o ministro, assessores e juízes da equipe dele terão acesso ao conteúdo, que ficará trancado em uma sala no terceiro andar do Supremo.
Como o material será levado no último dia antes do receddo do Judiciário, o ministro Teori tentará o possível para, ainda na segunda-feira, viabilizar um esquema que permita a ele ter condições de analisar tudo na volta do recesso, em fevereiro, para que possa decidir nos primeiros dias se homologa ou não os acordos.
Dada a exiguidade de tempo, o ministro quer que juízes auxiliares, durante o mês de janeiro, analisem e cataloguem tudo e, principalmente, ouçam os 77 ex-executivos da Odebrecht, na presença dos advogados, e sem a participação dos procuradores, para que eles confirmem se falaram por livre e espontânea vontade.
Os novos depoimentos são uma exigência da lei que instituiu a delação premiada e que o ministro tem seguido em todas as homologações. A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, deve ajudá-lo na composição da equipe que vai trabalhar durante o recesso.
Nesta fase, o ministro Teori Zavascki, como manda a lei, não analisa o conteúdo dos depoimentos, mas verifica os aspectos formais dos acordos: se foi respeitado o direito de defesa, se a redução de pena prometida está conforme a lei e se não houve coação de nenhum tipo para que os delatores aceitassem falar.
Se achar que em algum dos 77 acordos falta alguma informação ou se algo contraria a lei, o ministro pode devolver o acordo para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Durante toda a Lava Jato, o ministro só recusou um acordo de delação, pedindo mais informações.
Só depois que os acordos forem homologados é que o procurador-geral da República vai decidir o que e quais pessoas devem ser investigados.
A delação da Odebrecht é tida, no meio político, como a de maior potencial para provocar impacto nas investigações, isso porque os executivos citaram mais de 200 nomes de políticos de diversos partidos
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