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Dias Toffoli assume presidência do STF nesta semana

Por Nill Júnior

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), assumiu interinamente, hoje, o comando da Corte. Até o final dessa semana, ele responderá pelo plantão do Judiciário, decidindo pedidos mais urgentes que chegarem ao STF.

Como vice-presidente da Corte, ele substitui a titular, ministra Cármen Lúcia, enquanto ela estiver no exercício da Presidência da República, devido às viagens do presidente Michel Temer, e dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE).

Toffoli assumirá a presidência do STF em setembro, quando termina o mandato de dois anos de Cármen Lúcia à frente do tribunal. Ele é o mais antigo membro da Corte que ainda não exerceu a função.

Como titular, caberá a ele administrar a pauta de julgamentos, marcando data dos que considerar mais importantes e urgentes, conforme os processos ficam prontos para decisão do plenário.

Toffoli chegou ao STF em 2009 por indicação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No período recente, tem sido um dos críticos da condução da Operação Lava Jato por parte do Ministério Público.

Em uma de suas últimas decisões, propôs e obteve maioria dos votos na Segunda Turma para soltar o ex-ministro José Dirceu, que já cumpria pena por condenação em segunda instância.

Outras Notícias

Danilo Cabral recebe comitiva de prefeitos do Pajeú e do Moxotó

Na noite desta terça-feira (16/05), o deputado federal Danilo Cabral recebeu, em seu gabinete em Brasília, comitiva formada por prefeitos do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú). Os gestores municipais participam da XX Marcha dos Prefeitos no Distrito Federal, evento promovido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). Na reunião, foram discutidas as pautas […]

Na noite desta terça-feira (16/05), o deputado federal Danilo Cabral recebeu, em seu gabinete em Brasília, comitiva formada por prefeitos do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú). Os gestores municipais participam da XX Marcha dos Prefeitos no Distrito Federal, evento promovido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).

Na reunião, foram discutidas as pautas da XX Marcha, com foco na realidade das regiões do Pajeú e do Moxotó, bem como propostas e ações para melhorar a vida da população dos municípios da região.

O presidente do Cimpajeú e prefeito de Flores, Marconi Martins Santana, apresentou pleito para aquisição de uma patrulha motomecanizada e uma usina de asfalto. “O objetivo é desassorear as barragens e reservatórios dos municípios e recuperar as ruas e estradas rurais municipais e intermucincipais”, disse Santana.

O deputado Danilo Cabral afirmou ser um justo e legítimo pleito, pois a usina de asfalto vai melhorar a mobilidade urbana e a patrulha mecanizada também vai ajudar a desenvolver ações na melhoria da infraestrutura urbana dos municípios do Pajeú e Moxotó.

“São de fato duas ações estratégicas importantes demandadas pela região”, afirmou. Para o parlamentar, a iniciativa do Cimpajeú é pioneira e deve servir de exemplo para outros municípios de Pernambuco. “Esta ação articulada, com um olhar regional, é muito importante para encontrar soluções para os problemas locais”, ressaltou.

Sobre a Marcha dos Prefeitos, Danilo Cabral registrou a importância do evento, que tem como principal bandeira a mobilização em defesa dos municípios brasileiros, destacando a urgência de se revisitar o pacto federativo e a necessidade de uma distribuição mais equitativa de atribuições e recursos para os municípios.

“É no município onde as pessoas vivem, onde está a demanda imediata do cidadão. E, dentre a União, estados e municípios, é o município que mais sofre com o aprofundamento da crise econômica. A Marcha a Brasília é mais um momento de afirmação de revisão do pacto federativo e tem também o objetivo de tentar sensibilizar o governo federal no sentido de fazer gestos mais largos”, apontou.

Integraram a comitiva recepcionada pelo parlamentar em seu gabinete, em Brasília, os prefeitos Marconi Santana, de Flores; José Torres Filho, de Iguaracy; e Djalma Alves, de Solidão.

Juiz diz que tinha ‘suspeitas substanciais’ para prender Ribeiro e pastores

Depois que o desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região (TRF-1), em Brasília, mandou soltar o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, preso na Operação Acesso Pago, o juiz Renato Borelli, da 15.ª Vara Federal do Distrito Federal, que havia determinado a prisão preventiva, disse que tomou a decisão com base em “suspeitas […]

Depois que o desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região (TRF-1), em Brasília, mandou soltar o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, preso na Operação Acesso Pago, o juiz Renato Borelli, da 15.ª Vara Federal do Distrito Federal, que havia determinado a prisão preventiva, disse que tomou a decisão com base em “suspeitas substanciais”. A reportagem é de Fausto Macedo, Rayssa Motta, Júlia Affonso e Pepita Ortega/Estadão Conteúdo. 

“Todas as decisões foram proferidas com base em indicativos cabais que haveria ma sequência de condutas suspeitas no Ministério da Educação (chamado de gabinete paralelo*) e que poderiam amoldar-se aos tipos penais acima especificados; é dizer, as decisões não foram proferidas sem o respaldo legal justificador”, diz um trecho da manifestação enviada ao gabinete do desembargador.

O magistrado contrapõe os argumentos usados por Ney Bello para dar o habeas corpus que colocou o ex-ministro em liberdade. A decisão do desembargador, que desfez a ordem do juiz Renato Borelli, teve dois fundamentos principais: o de que Milton Ribeiro não está mais no Ministério da Educação (MEC) e o de que os fatos investigados não têm “contemporaneidade”.

Em resposta, o juiz federal de primeiro grau reitera que, mesmo fora do governo, o ex-ministro “ainda pode interferir na produção de provas sobre eventual conduta criminosa pretérita”.

“O fato de o investigado não mais pertencer aos quadros da Administração Pública não o exime de responder pelos atos porventura típicos que em outra época tenha sido autor, nem tampouco se atualmente ele pode ou não continuar praticando”, argumenta.

Borelli diz ainda que não dá para cravar se há ou não “contemporaneidade” nos fatos investigados, o que segundo ele demandaria um aprofundamento das investigações.

“Com efeito, em um Estado Democrático de Direito, a ninguém é dado permanecer inerte, muito menos às autoridades estatais, diante de situações que podem configurar lesão a qualquer bem jurídico tutelado pelo Direito Penal, mormente quando o bem lesado pertence a toda sociedade”, escreveu.

O juiz também nega que tenha impedido as defesas de tomarem conhecimento do processo. Ele afirma, no entanto, que a ordem de prisão não poderia ter sido comunicada antes do cumprimento, “sob pena de torná-la ineficaz pelo conhecimento prévio”. “Tão logo as cautelares foram todas cumpridas, franqueou-se às defesas dos investigados acesso às informações processuais”, explica.

A manifestação foi enviada ao desembargador Ney Bello horas após ele mandar soltar o ex-ministro. A decisão também beneficiou os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, que também são investigados no inquérito sobre o gabinete paralelo no MEC.

Movimento “Sertão contra o Fascismo” é criado em Serra Talhada

Na noite dessa quinta-feira (18) aconteceu o Aulão de História “Do Fascismo à Ditadura Militar – Ameaças a Democracia no Brasil”, na Praça Agamenon Magalhães, no Centro de Serra Talhada. A rápida pancada de chuva que caiu no meio da noite só provocou atrasos, mas não impediu a realização do evento que acabou acontecendo na Soparia […]

Na noite dessa quinta-feira (18) aconteceu o Aulão de História “Do Fascismo à Ditadura Militar – Ameaças a Democracia no Brasil”, na Praça Agamenon Magalhães, no Centro de Serra Talhada.

A rápida pancada de chuva que caiu no meio da noite só provocou atrasos, mas não impediu a realização do evento que acabou acontecendo na Soparia Lampião Aceso, um dos espaços de resistência cultural da Concha.

Cerca de 30 pessoas compareceram a atividade promovida pelo professor, historiador e escritor , Paulo César Gomes, que narrou trechos da trajetória da humanidade, a formação do Estado e os governos totalitaristas desde o fascismo italiano ao Golpe de 64 no Brasil, que instaurou a ditadura militar.

Em seguida, foi exibido um dos episódios do programa Linha Direta Justiça, contando a história de vida, obra e morte de Stuart Angel, militante político em tempos de repressão; e sua mãe, a estilista Zuzu Angel. Logo após, foi aberto o debate com o público analisando o atual cenário político no país e propostas de ações para os dias que antecedem o segundo turno das eleições presidenciáveis.

“Tivemos alguns contratempos da natureza, mas conseguimos realizar o evento e foi bastante positivo. O próximo passo é fortalecer o movimento Sertão Contra o Fascismo nas redes sociais e nas ruas de Serra Talhada. Vamos realizar juntamente com o Coletivo Fuáh, o Movimento Diverso, o Movimento ST Nas Ruas, militantes culturais e todos que quiserem contribuir nessa luta, uma série de atividades, desde carreata até panfletagens e adesivaços pelas ruas e instituições da cidade”, comentou Paulo César.

Os interessados em participar do movimento Sertão Contra o Fascismo podem entrar em contato através das mídias sociais. E-mail: [email protected] | Facebook: Sertão Contra o Fascismo | Instagram: @sertaocontraofascismo | Twitter: @sertaocontraf1| Youtube: Sertão Contra o Fascismo.

Em debate, Marcílio Pires recebe solidariedade e avisa: “não quero vingança, quero justiça”

Em uma entrevista forte e emocionada, o odontólogo e vereador eleito de Tabira Marcílio Pires falou pela primeira vez à Rádio Pajeú da morte de sua esposa, Érica Leite, a Paulinha no último dia 1º de novembro. Marcílio falou do sofrimento, da forma como encarou a morte da esposa e de como viu a atitude […]

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Em uma entrevista forte e emocionada, o odontólogo e vereador eleito de Tabira Marcílio Pires falou pela primeira vez à Rádio Pajeú da morte de sua esposa, Érica Leite, a Paulinha no último dia 1º de novembro. Marcílio falou do sofrimento, da forma como encarou a morte da esposa e de como viu a atitude de assassino e mandante.

Mostrando-se abatido, com barba representando o luto e alternando momentos de firmeza e fragilidade pela dor, Marcílio disse ter informações de que a vontade da mandante seria não de mata-la, mas desconfigurar a vítima. Diz ter também como prova um depoimento da própria  fisioterapeuta Sílvia Patrício.

Ele ainda questionou o andamento das investigações após denúncias formalizadas na Polícia Civil e MP.  “Se as investigações tivessem andado, talvez fosse evitado”. Marcílio afirmou não querer vingança e sim justiça. Mandou um recado a familiares de Sílvia que isenta a todos. “Podem andar em Tabira. Não queremos briga. Vamos trabalhar juridicamente”.

Ele disse que o José Virgínio, conhecido por Zé Galego, deveria pagar pelo que fez, mas ficou configurado que cedeu às várias tentativas de cooptação feitas pela fisioterapeuta.

114f5f6b-f1f2-49af-88d6-c9a354893b8fMarcílio deu detalhes da relação com a fisioterapeuta. “Não chegamos a namorar. Tivemos alguns encontros porque ela procurava. Mas era como uma amizade colorida”, afirmou, dizendo que a relação entre idas e vindas durou de agosto de 2004 até fevereiro de 2005, quando afirmou que não daria certo.

Em outubro de 2005, na primeira relação após o término, começou a receber ameaças de uma pessoa a mando da fisioterapeuta. Para Pires, ela queria aproximação por achar que tratava-se de alguém de família tradicional.

Os momentos mais fortes da conversa foi quando  fez referência à esposa e à dor das filhas pequenas, que estão passando por acompanhamento psicológico. “Esqueçam a mim, à minha dor e pensem nas crianças órfãs que ela deixou, fruto dessa crueldade”, afirmou. Durante o programa foram inúmeras manifestações de solidariedade.

AESA define com comitê gestor da Covid-19 início para calendário do segundo semestre letivo

O Comitê Gestor da Pandemia da Covid-19 da AESA, composto por Diretor Presidente, Direções Pedagógicas, Colegiado de Coordenadores (as), representantes da ADESA e membros do corpo docente e discente, promoveu reunião na última quarta-feira (21/07), decidindo por permanecer inalteradas todas as formas de aulas híbridas e presenciais, até uma nova assembleia designada para o dia […]

O Comitê Gestor da Pandemia da Covid-19 da AESA, composto por Diretor Presidente, Direções Pedagógicas, Colegiado de Coordenadores (as), representantes da ADESA e membros do corpo docente e discente, promoveu reunião na última quarta-feira (21/07), decidindo por permanecer inalteradas todas as formas de aulas híbridas e presenciais, até uma nova assembleia designada para o dia 3 de setembro deste ano, que terá como pauta principal o possível retorno das aulas presenciais no segundo semestre, de acordo com as normas de saúde estabelecidas pelos órgãos púbicos competentes.

Segundo levantamento feito pela entidade, através de pesquisa realizada com os alunos da IES, 56,6% optaram pelo retorno das aulas presenciais em detrimento de 43,4%, que preferem as aulas ainda de modo virtual e observando o grande número de alunos que residem em cidades circunvizinhas, que contam ainda com dificuldade de transporte.

A AESA, pensando nos seus alunos e preocupada com esse período pandêmico, a fim de resguardar a saúde de todos seus alunos, funcionários e docentes, vem procurando seguir todo um trâmite a partir das informações dos órgãos de saúde estadual e municipal.

O Diretor Presidente da AESA, Alexandre Ferreira Paes de Lira, agradece a todos a compreensão e aproveita a oportunidade para informar que os descontos das mensalidades continuam sendo oferecidos, até que dure o decreto de calamidade da pandemia da Covid-19.