Desistência de Uchôa Jr. de disputar vaga no TCE-PE encerra sonho de Gonzaga
Por André Luis
O deputado federal Guilherme Uchôa Júnior (PSB) decidiu se manter no cargo e não disputar vaga no Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE). Leia abaixo a íntegra da nota:
“Quero tornar público a minha decisão e de todo nosso grupo político de manter fortalecido nosso mandato em Brasília e honrar os 84.592 votos dos pernambucanos. Temos muito a construir e defender a nossa bandeira de luta no Congresso Nacional.Com isso, anuncio que deixo a disputa pela vaga do TCE e desejo aos deputados muita responsabilidade na escolha, e ao eleito que honre o legado da Casa de Contas de Pernambuco, que é uma referência nacional. Sem mais, agradeço a Deus, à minha família, amigos e companheiros da política por todo apoio. Nosso trabalho ainda renderá muitos frutos para Pernambuco, seguimos com a nossa missão e o mesmo compromisso”.
Dessa forma, acaba o sonho do suplente de deputado, Gonzaga Patriota (PSB), de reassumir o mandato na Câmara Federal. As informações são do blog do Carlos Britto.
Folha de São Paulo O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, afirmou, nesta terça-feira (22), que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá apenas um palanque em Pernambuco, o da Frente Popular, integrada pelo PT. Segundo Siqueira, Lula “tem muito juízo” e, por isso, não contrariaria seu principal aliado em âmbito nacional. “O PSB […]
O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, afirmou, nesta terça-feira (22), que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá apenas um palanque em Pernambuco, o da Frente Popular, integrada pelo PT.
Segundo Siqueira, Lula “tem muito juízo” e, por isso, não contrariaria seu principal aliado em âmbito nacional.
“O PSB nem sequer imagina a hipótese de palanque duplo em Pernambuco. Acho que Lula é um homem sensato e tem muito juízo, não faria isto com seu principal aliado”, afirmou Siqueira.
A declaração acontece um dia depois do encontro em que a deputada federal Marília Arraes (PT) avisou a Lula que pretende concorrer ao governo do estado em oposição à chapa encabeçada pelo deputado federal Danilo Cabral, do PSB.
Prestes a deixar o PT rumo ao Solidariedade, Marília ofereceu a Lula a possibilidade de ocupar dois palanques em Pernambuco, proposta que Siqueira refuta.
“Penso que Lula deve ter apenas um palanque em Pernambuco: O palanque da Frente Popular, integrado por 12 partidos, incluído com destaque o PT”, disse ele.
Além de lançar-se contra o PSB, Marília ameaça desidratar a aliança que sustenta o governo no estado. Em sua articulação, a deputada ofereceu ao PSD a vaga para o Senado.
Na segunda-feira (21), ela também se reuniu com o presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força (SP). Após o encontro com Lula, que consumiu quase uma hora e meia, ela publicou uma foto ao lado do ex-presidente. No mesmo dia, petistas procuraram parlamentares do PSB na tentativa de tranquilizá-los quanto ao risco de Lula apoiar Marília publicamente. O ex-presidente é o principal cabo eleitoral em Pernambuco.
A movimentação de Marília acontece dois dias antes da filiação do ex-governador Geraldo Alckmin (SP) ao PSB. Alckmin é potencial vice da chapa de Lula à Presidência. Sua filiação consolidaria a aliança entre PT e PSB na disputa pela sucessão de Jair Bolsonaro.
Na tarde desta segunda-feira, Marília se despediu dos colegas da bancada petista, aos quais informou que se filiará ao Solidariedade. Segundo relatos, Marília se emocionou ao relatar os motivos que levaram a essa decisão.
Durante a reunião da bancada, ela foi elogiada por deputados federais. Um deles foi o amigo Alencar Santana (SP). “Lamentei a saída. Mas que ela tenha sucesso e possa estar na trincheira do Lula”, disse.
A cidade de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, já comemora antecipadamente os números da movimentação da economia local provocados pelo Carnaval fora de época, o Afogarêta, que acontece no próximo final de semana. Atualmente, é a única micareta do Estado com cerca de 10 mil foliões na avenida, muitos deles turistas de várias […]
A cidade de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, já comemora antecipadamente os números da movimentação da economia local provocados pelo Carnaval fora de época, o Afogarêta, que acontece no próximo final de semana.
Atualmente, é a única micareta do Estado com cerca de 10 mil foliões na avenida, muitos deles turistas de várias partes do Estado e do Brasil, inclusive grande parte dos visitantes é da Região Metropolitana do Recife.
Há 20 anos, o Bloco Arerê vem movimentando a economia do município. Ao todo, nesse período, são gerados cerca 300 empregos temporários de prestação de serviços, entre os setores do comércio, hotelaria, segurança, bares e restaurantes. Já foram cadastrados na prefeitura 150 vendedores ambulantes para comercializarem durante o evento.
Segundo a secretaria municipal de Cultura e Turismo, esse período do Afogarêta é também um dos ápices de bons negócios da rede hoteleira da cidade. Os 200 leitos dos cinco hotéis do município já estão lotados para o Carnaval fora de época.
Para o evento, a segurança também é reforçada. Foram contratados 120 profissionais, que contarão com o auxílio e o monitoramento de 50 câmeras ao longo do corredor da folia, inclusive contando com três câmeras Speeder Domer de alta resolução com movimento de 360 graus.
Atrações – A animação ficará por conta das atrações Selva Branca, Psirico e Avine Vinny. Todas as noites do Carnaval fora época um trio elétrico puxará os foliões para avenida. Ainda dá tempo comprar o abadá. É só procurar os comissários ou os pontos de vendas em Afogados da Ingazeira.
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara vota nesta quarta-feira (22) o relatório sobre o fim da escala 6×1. A PEC 8/2025, que trata do tema, já conta com parecer favorável do relator, Paulo Azi (União-BA), apresentado na semana passada. A votação, no entanto, foi adiada após pedido de vista. O texto sugere […]
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara vota nesta quarta-feira (22) o relatório sobre o fim da escala 6×1. A PEC 8/2025, que trata do tema, já conta com parecer favorável do relator, Paulo Azi (União-BA), apresentado na semana passada. A votação, no entanto, foi adiada após pedido de vista.
O texto sugere uma redução na jornada de trabalho semanal sem alteração nos salários dos trabalhadores. O documento agrupa dois projetos. Um da deputada Erika Hilton (Psol-SP), que determina a redução para 4 dias de trabalho por semana e 3 de descanso em uma jornada de 36 horas semanais. O outro do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) fala somente em uma redução da jornada para 36 horas semanais. As informações são da CNN.
A expectativa do governo e de deputados do centrão é de aprovação do texto nesta quarta. Para avançar na CCJ, a PEC exige maioria simples, com quórum mínimo de 34 deputados. Com isso, o próximo passo é levar a proposta para uma comissão especial que será responsável por discutir o mérito da proposta.
O relator foi favorável à admissibilidade da PEC, ou seja, a legitimidade do projeto junto à Constituição. Azi, no entanto, deixou claro que é preciso que a comissão especial faça ajustes. Ele disse que vai recomendar no relatório uma redução para que a jornada semanal seja de 5×2 e usou a proposta do próprio governo para justificar esse argumento.
“O próprio governo e as próprias centrais sindicais sinalizaram para uma proposta intermediária, que seria a redução da jornada para 40 horas e a adoção da escala 5×2. Esse é o primeiro ponto que nós vamos indicar como sendo um objeto de avaliação da comissão especial”, disse o relator.
A votação estava marcada para acontecer na última quarta, mas foi adiada por um pedido de vista de Lucas Redecker (PSDB-RS) e Bia Kicis (PL-DF) 15. Por isso, foi necessário cumprir o prazo de duas sessões de plenário para retomar a pauta.
Projeto do governo
O governo enviou um PL (Projeto de Lei) na semana passada sugerindo justamente uma jornada de trabalho de 5×2 e 40 horas por semana. A ideia do executivo era acelerar a tramitação, ter maior facilidade na aprovação e retomar o protagonismo sobre o tema em um ano eleitoral.
A votação da proposta gera expectativa no governo especialmente pela popularidade da pauta. O Planalto começou a apoiar o texto no segundo semestre de 2025. A base governista entende que a aprovação do fim da 6×1 e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 no final do ano passado são duas pautas que dão lastro para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tente a reeleição ao quarto mandato.
Para ser aprovada em forma de PEC, o texto demanda o apoio de ao menos três quintos dos deputados (308 votos). Já um PL exige apenas maioria simples para aprovação (257 votos).
A PEC entrou nos holofotes do Congresso depois que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), abraçou a pauta e decidiu dar encaminhamento. O parlamentar tem enfatizado a importância da pauta para a “classe trabalhadora” e sinalizado pressa na tramitação.
O objetivo do congressista é aprovar o texto ainda no primeiro semestre, realizando a votação até o final de maio no plenário.
Hugo teve encontros recentes com integrantes do governo para discutir os detalhes da proposta. Na última sexta (17), ele se reuniu com o ministro da SRI (Secretaria Relações Institucionais), José Guimarães.
Nenhum dos dois se pronunciou depois do encontro, mas a relação já havia sido colocada à prova depois do envio do PL pelo Executivo. Guimarães era líder do governo na Câmara quando Hugo anunciou um acordo com o Planalto para tramitar somente a PEC. Em coletiva, o presidente da Casa chegou a dizer que o governo não enviaria nenhuma proposta alternativa. Isso não foi cumprido.
O texto do governo foi enviado em regime de urgência para acelerar a votação. Com isso, a proposta deve ser votada em até 45 dias na Câmara. O objetivo de Hugo é terminar a tramitação da PEC antes disso.
Agora, Hugo encostou o PL do governo e vai manter a celeridade na aprovação da PEC. Ele disse que definirá o relator do texto na comissão especial depois da aprovação na CCJ. O presidente da Casa manifestou o interesse em ter um nome do centrão que seja a favor da proposta.
“Somente uma emenda de bancada somando R$ 10 milhões , fará com que a obra de construção da Barragem de Ingazeira seja retomada”. A opinião é do vereador Joel Gomes (PR). Joel é Vereador de Tuparetama, município que juntamente com Tabira, Ingazeira e São José do Egito tem as terras banhadas pela barragem, e tem atuado em […]
Foto de meses atrás, com grande movimentação na Barragem. Quadro hoje é totalmente diferente, segundo vereador
“Somente uma emenda de bancada somando R$ 10 milhões , fará com que a obra de construção da Barragem de Ingazeira seja retomada”. A opinião é do vereador Joel Gomes (PR). Joel é Vereador de Tuparetama, município que juntamente com Tabira, Ingazeira e São José do Egito tem as terras banhadas pela barragem, e tem atuado em defesa da barragem.
Ele disse em entrevista ao radialista Anchieta Santos na Rádio Cidade FM que vê com tristeza o fato de que enquanto a Adutora do Pajeú em construção recebeu a dotação orçamentária de R$ 55 milhões, a Barragem de Ingazeira soma apenas R$ 1,5 milhão.
No momento cerca de 40 trabalhadores que estão de aviso prévio ainda trabalham na obra da barragem. Joel aproveitou para mandar um recado ao deputado federal Ricardo Teobaldo(PTB) que recentemente garantiu que a construção da barragem não sofreria paralisação, para dizer que ele deveria agora se juntar aos demais 24 parlamentares federais de Pernambuco e os três senadores para conquistar recursos para a continuação da barragem.
Ainda sobre Teobaldo, o vereador disse que o parlamentar falou pelos cotovelos. “Não estava documentado e falou sem ter conhecimento”.
O vereador revelou que na segunda (08) dirigentes do Dnocs estiveram na região efetuando o pagamento de indenizações as famílias que terão suas terras cobertas pelas águas da barragem. Ao todo, 53 proprietários estão entre os últimos a receber o pagamento.
Na tarde da terça-feira (29), a prefeita eleita de Tabira, Nicinha Melo (MDB), participou da comitiva que recepcionou o governador Paulo Câmara em Afogados da Ingazeira. Indo ao encontro do Governador em Afogados, a prefeita eleita de Tabira deu o primeiro passo para sair do isolamento. “Registro da tarde de hoje, na vizinha Afogados da […]
Na tarde da terça-feira (29), a prefeita eleita de Tabira, Nicinha Melo (MDB), participou da comitiva que recepcionou o governador Paulo Câmara em Afogados da Ingazeira.
Indo ao encontro do Governador em Afogados, a prefeita eleita de Tabira deu o primeiro passo para sair do isolamento.
“Registro da tarde de hoje, na vizinha Afogados da Ingazeira onde estive, juntamente com os prefeitos eleitos e reeleitos da região, recepcionando o governador Paulo Câmara”, disse em uma rede social.
“Na oportunidade, conversei com ele sobre nossa amada Tabira, a primeira conversa de várias que teremos ao longo de nosso mandato, sempre buscando melhorias para nossa terra”, concluiu.
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