Deputados pernambucanos recebem apoio de Renan Filho para movimento de enfrentamento à seca
Por Nill Júnior
Os deputados Miguel Coelho, Rodrigo Novaes, Claudiano Filho e Joaquim Lira viajaram para Maceió, nesta quarta-feira (01), para uma audiência com o governador de Alagoas Renan Filho. O encontro teve como pauta a discussão de um plano de ações para o desenvolvimento do semiárido nordestino e a construção de medidas integradas de convivência com a estiagem.
Durante a visita, os pernambucanos apresentaram a Renan Filho o movimento União pelo Nordeste – mobilização criada recentemente para integrar as bancadas de deputados estaduais em torno do enfrentamento à seca. O governador elogiou a iniciativa e garantiu a participação do estado no movimento. “Hoje, Alagoas tem 36 municípios em situação de emergência devido à seca. Como vivemos um ano muito difícil, é importante fortalecer os laços, principalmente, nos estados mais sofridos. Essa união sob a égide da seca será fundamental para a manutenção de investimentos, especialmente, para obras de infraestrutura hídrica”, ressaltou Renan Filho.
O grupo também foi recebido pelo presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas, Luiz Dantas, e por outros 16 deputados alagoanos. “O apoio do governador e da bancada alagoana enriquece a discussão e consolida nosso movimento. Vamos agora expandir este debate para os demais estados e amadurecer nossa pauta de reivindicações junto ao Governo Federal”, resumiu Miguel Coelho. “Acreditamos que este movimento com o reforço dos deputados e governadores pode ser capaz de ajudar na implantação de uma política permanente de desenvolvimento do semiárido”, completou Rodrigo Novaes.
Na semana passada, a bancada pernambucana esteve em Salvador e garantiu o apoio dos deputados estaduais da Bahia. Nos próximos dois meses, o movimento visitará os outros os estados nordestinos para definir uma agenda comum de desenvolvimento do semiárido e enfrentamento à seca. Após as visitas, será feito um fórum de debate com representações de todos os estados. Finalmente, no mês de julho, uma marcha reunindo lideranças políticas de toda a região será realizada em Brasília para reivindicar novos investimentos para Nordeste.
Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão de Pernambuco, voltou a celebrar uma de suas tradições mais conhecidas nesta quarta-feira (2). Durante a 27ª edição da Feira da Rapadura, a Prefeitura apresentou ao público a maior rapadura do mundo, com mais de 20 toneladas. Após um período sem ser realizada, a feira foi retomada com […]
Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão de Pernambuco, voltou a celebrar uma de suas tradições mais conhecidas nesta quarta-feira (2). Durante a 27ª edição da Feira da Rapadura, a Prefeitura apresentou ao público a maior rapadura do mundo, com mais de 20 toneladas.
Após um período sem ser realizada, a feira foi retomada com uma programação que incluiu atividades culturais, religiosas e apresentações musicais de artistas regionais e nacionais. O ponto alto foi a entrega da rapadura gigante, que reforça o título do município como “Capital da Rapadura”.
De acordo com o prefeito Dr. Ismael, a retomada da feira representa um marco para a cidade. “A rapadura representa nossa gente e nossa cultura. Nossa cidade é conhecida como a Capital da Rapadura, então nada mais justo que trazer de volta essa tradição e reforçar a nossa história, mostrando ao Brasil a força do que produzimos aqui”, afirmou.
O evento reuniu moradores e visitantes que acompanharam a produção e a entrega da rapadura. Além do aspecto cultural, a feira movimenta a economia local, beneficiando produtores, comerciantes e segmentos ligados ao setor.
A segunda edição do Boletim VigiVac da Fiocruz Bahia, divulgada nesta quinta-feira (4), indica que, até o dia 25 de outubro, 14.097.777 indivíduos estavam com mais de 15 dias de atraso para a segunda dose da vacina contra Covid-19 no Brasil. O número é o dobro do observado em 15 de setembro, quando foram registrados […]
A segunda edição do Boletim VigiVac da Fiocruz Bahia, divulgada nesta quinta-feira (4), indica que, até o dia 25 de outubro, 14.097.777 indivíduos estavam com mais de 15 dias de atraso para a segunda dose da vacina contra Covid-19 no Brasil.
O número é o dobro do observado em 15 de setembro, quando foram registrados cerca de 7 milhões. As análises foram realizadas com dados individuais anônimos fornecidos pela Campanha Nacional de Vacinação contra Covid-19, do Ministério da Saúde (MS).
Os pesquisadores observam que esse resultado pode ser justificado por alguns fatores: como atrasos da segunda dose, demora para registro e envio dos dados para a base do MS, esgotamento e sobrecarga das equipes de gestão, vigilância e atenção à saúde, disseminação de notícias falsas sobre a imunização, falta de estoque de reserva de imunizantes e mortalidade, dentre outros.
“É necessária uma análise cuidadosa, por parte dos gestores locais de saúde, para identificar localmente as mais prováveis causas do atraso. Este diagnóstico será útil para orientar as ações de estímulo à população para completar o esquema vacinal”, alertam os cientistas.
Segundo os dados do MS, cerca de 50% dos atrasos são superiores a 30 dias e por volta de 14% são maiores que 90 dias da data prevista. O número de atrasos para a AstraZeneca é de 6.739.561; Coronavac, 4.800.920; e Pfizer, 2.557.296.
As informações estão disponíveis no Painel de Atraso de Segunda Dose de Vacina, desenvolvido pela Fiocruz Bahia, que acompanha o cumprimento do esquema vacinal, a fim de apoiar os gestores na identificação de municípios que precisam de suporte para acelerar a vacinação da segunda dose.
Os dados são atualizados semanalmente e podem ser visualizados de forma interativa, nos âmbitos municipal e estadual, por tipo de vacina.
Para as análises, foram levados em conta apenas os atrasos com mais de 15 dias após a data esperada, por considerar o tempo de entrada dos dados na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS); pelo entendimento de que um tempo curto de atraso pode ocorrer por motivos de agendamento e disponibilidade das pessoas para se vacinarem; e pelo risco individual não ser elevado em um intervalo relativamente curto de atraso.
“É fundamental adotar estratégias para aumentar a adesão ao esquema vacinal completo, uma vez que os estudos sobre efetividade de vacinação têm demonstrado que a proteção contra infecção, hospitalização e morte é significativamente maior no grupo com esquema vacinal completo quando comparado com o grupo com apenas uma dose da vacina. Também foi mostrado que a proteção contra as novas variantes do Sars-CoV-2 é mais efetiva somente após duas doses da vacina”, afirmam os cientistas.
Foto: Roberto Jayme/ASCOM/TSE De acordo com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luiz Roberto Barroso, o voto facultativo é o “modelo ideal” e deve ser implementado no país “em algum lugar do futuro não muito distante”. A declaração foi feita em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, publicada neste domingo (6). “Acho que o voto […]
De acordo com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luiz Roberto Barroso, o voto facultativo é o “modelo ideal” e deve ser implementado no país “em algum lugar do futuro não muito distante”.
A declaração foi feita em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, publicada neste domingo (6).
“Acho que o voto hoje no Brasil é praticamente facultativo porque as consequências de não votar são pequenas. Por isso, um comparecimento de mais de 70% durante a pandemia merece ser celebrado. Acho que a gente começa a fazer uma transição”, afirmou.
Mesmo fazendo a defesa de uma “transição”, Barroso disse que ainda é a favor do voto obrigatório no Brasil.
“Porque hoje ainda não defendo voto facultativo? Acho que a democracia brasileira vem se consolidando, mas ainda é jovem, e portanto ter algum incentivo para as pessoas votarem é positivo”, disse.
Segundo ele, o voto facultativo pode favorecer a polarização. Por isso, não defende a implementação imediata da proposta.
“Nos países de voto facultativo você incentiva a polarização, porque os extremos não deixam de comparecer, e os moderados muitas vezes deixam. Portanto, também por essa razão, ainda prefiro voto obrigatório com sanções leves como é no Brasil”, declarou.
Pré-candidato do PSOL critica “projeto político tradicional”, defende fortalecimento da Compesa e mais prevenção na segurança pública Em agenda pelo Agreste pernambucano, o pré-candidato ao Governo do Estado pelo PSOL, Ivan Moraes Filho, esteve em Surubim nesta sexta-feira (27) e concedeu entrevista ao jornalista Paulo Lago, do Portal da Cidade de Surubim, durante visita ao […]
Pré-candidato do PSOL critica “projeto político tradicional”, defende fortalecimento da Compesa e mais prevenção na segurança pública
Em agenda pelo Agreste pernambucano, o pré-candidato ao Governo do Estado pelo PSOL, Ivan Moraes Filho, esteve em Surubim nesta sexta-feira (27) e concedeu entrevista ao jornalista Paulo Lago, do Portal da Cidade de Surubim, durante visita ao Memorial dos Severinos, na comunidade de Lagoa Nova. Na conversa, ele falou sobre sua trajetória política, o processo de construção da candidatura e os desafios que enxerga em Pernambuco.
Ex-vereador do Recife por dois mandatos, Ivan afirmou que sua pré-candidatura é “a continuidade de uma caminhada”. Ele lembrou que entrou no PSOL em 2016, na sua primeira filiação partidária, “com a intenção de transformar a política”, e disse ter cumprido o compromisso de ficar apenas dois mandatos na Câmara Municipal, “para dar espaço a novas lideranças, como Jô Cavalcante”. Segundo o pré-candidato, a indicação ao governo surgiu como um desafio proposto pelo partido: “A candidatura surgiu como um desafio colocado pelo partido, de forma inédita e unânime em Pernambuco. Aceitei com muita disposição para debater o Estado e o fazer político, principalmente num cenário em que há candidaturas consideradas favoritas, mas que representam, na nossa avaliação, um mesmo projeto político tradicional”.
Ao avaliar o cenário eleitoral, Ivan afirmou que “a gente tem hoje duas candidaturas colocadas como favoritas, mas que representam, na nossa avaliação, um mesmo projeto político, ligado às oligarquias tradicionais”. Ele observou que “não são candidaturas da extrema direita, o que muda o cenário em relação a outros estados, mas ainda assim são projetos muito semelhantes entre si”. Na visão dele, isso abre espaço para uma disputa mais ousada: “Por isso, Pernambuco permite ousar mais. Nossa candidatura surge para apresentar uma alternativa, sem medo de dividir espaço, mas com a responsabilidade de qualificar o debate público, trazendo temas que muitas vezes não são discutidos por conta de cálculos eleitorais”.
Questionado sobre as demandas que tem encontrado no Agreste, Ivan destacou a situação do abastecimento de água. “A questão da água é muito forte. É impressionante ouvir relatos de pessoas que passam meses sem abastecimento, inclusive em cidades governadas por aliados do governo estadual. A conta de água continua chegando, mas a água não chega na torneira”, relatou. Ele rejeitou a privatização como saída: “A solução, na nossa visão, não passa por privatização, mas por fortalecimento da Compesa. É uma empresa que tem capacidade financeira e precisa ser mais eficiente, com investimento e gestão adequada”. O pré-candidato defendeu ainda a ampliação de tecnologias sociais já conhecidas: “Experiências como as cisternas, que transformaram a realidade de muitas famílias no semiárido, precisam ser ampliadas também para áreas urbanas”.
Ao falar sobre o diferencial de sua proposta em relação às candidaturas que considera favoritas, Ivan resumiu que quer “trazer uma perspectiva diferente, construída de baixo para cima”. Ele afirmou que isso se dá “ouvindo movimentos sociais, sindicatos e a população em geral” e ressaltou o papel formativo da política: “Nossa tarefa também é educativa, principalmente com os jovens, mostrando que a política pode ser feita de outra forma. Respeitamos os adversários, mas entendemos que nossa candidatura precisa pautar o debate e apresentar alternativas reais para Pernambuco”.
Sobre alianças e composição de chapa, Ivan lembrou que “o PSOL está federado com a Rede Sustentabilidade” e disse que as duas legendas estão em negociação: “Estamos em diálogo para fechar a chapa majoritária nos próximos dias. Ainda estamos discutindo a definição de vice e das candidaturas ao Senado. Temos nomes colocados tanto pelo PSOL quanto pela Rede, e a ideia é construir uma composição que fortaleça o campo progressista”. Ele acrescentou que o esforço inclui também a montagem de uma chapa proporcional robusta, com a “expectativa de ampliar nossa representação na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal”.
Na área de segurança pública, que classificou como “um dos maiores desafios em Pernambuco”, Ivan criticou o modelo vigente. “Pernambuco tem um problema histórico de violência, e as soluções tradicionais não têm funcionado. O encarceramento aumentou muito nos últimos anos, mas a população não se sente mais segura. Então, a gente precisa mudar a lógica”, afirmou. Como alternativa, defendeu “investir fortemente em prevenção, especialmente na juventude, além de alternativas como justiça restaurativa e mediação de conflitos”. Sobre a violência contra a mulher, ele considerou “fundamental ampliar a rede de proteção” e chamou de “inadmissível” a situação de várias regiões sem delegacias especializadas funcionando 24 horas. “Também é preciso investir em educação desde cedo, para combater a cultura da violência e promover igualdade de gênero”, completou.
Questionado sobre a recente polêmica envolvendo o uso de imagens de parlamentares trans em material policial, o pré-candidato classificou o episódio como sintoma de discriminação institucional. “É um episódio lamentável e que revela muito sobre preconceitos ainda presentes nas instituições”, avaliou. Para ele, o enfrentamento precisa ser estruturado: “A gente precisa enfrentar isso com seriedade, com formação e com políticas públicas que promovam respeito e inclusão. Não dá para aceitar que o Estado reproduza estigmas ou violências simbólicas contra qualquer grupo”.
Ao comentar a importância das visitas ao Agreste na elaboração do programa de governo, Ivan apontou o que vê como um desequilíbrio histórico. “A gente percebe claramente a desigualdade de atenção entre a Região Metropolitana e o interior em praticamente todas as áreas”, disse. Na saúde, citou a falta de serviços de alta complexidade mais próximos das pessoas: “Falta acesso a serviços de alta complexidade, o que obriga as pessoas a se deslocarem longas distâncias. O Estado precisa descentralizar e garantir atendimento mais próximo da população, além de fortalecer a atenção primária”. Na economia, destacou “um potencial enorme para incentivar cooperativas, fortalecer o comércio local e investir na cadeia produtiva da cultura”. Segundo ele, “a cultura precisa deixar de ser tratada como algo secundário e passar a ser vista como motor de desenvolvimento, gerando emprego, renda e identidade”.
Ao final da entrevista ao Portal da Cidade de Surubim, Ivan Moraes resumiu a mensagem central da sua pré-candidatura: “A principal mensagem é que é possível fazer política de forma diferente, com participação popular, transparência e compromisso real com as pessoas”. Ele disse que não se trata apenas de disputar um cargo: “Não se trata apenas de disputar uma eleição, mas de construir um novo jeito de governar Pernambuco, olhando para quem mais precisa e garantindo que o desenvolvimento chegue a todas as regiões do Estado”.
Vendo a necessidade pastoral, espiritual e administrativa, o Bispo Diocesano de Afogados da Ingazeira, Dom Limacêdo Antonio da Silva comunicou hoje a transferência ou diferente decisão para 18 padres, uma das maiores da história recente. O anúncio foi feito agora pela manhã na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. As datas das posses ainda […]
Vendo a necessidade pastoral, espiritual e administrativa, o Bispo Diocesano de Afogados da Ingazeira, Dom Limacêdo Antonio da Silva comunicou hoje a transferência ou diferente decisão para 18 padres, uma das maiores da história recente.
O anúncio foi feito agora pela manhã na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. As datas das posses ainda serão comunicadas.
Veja o comunicado:
Vendo a necessidade pastoral, espiritual e administrativa, o Bispo Diocesano de Afogados da Ingazeira, Dom Limacêdo Antonio da Silva comunica a transferência dos seguintes padres:
1. Pe. Gilvan Bezerra de Lima – deixa a Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira e exercerá o ofício de Pároco na Paróquia Nossa Senhora das Dores, na cidade de Triunfo.
2. Pe. Otaviano Bezerra Santana Filho – deixa a Paróquia Nossa Senhora das Dores, em Triunfo e exercerá o ofício de Pároco na Paróquia de São Sebastião, na cidade de Iguaracy.
3. Pe. Antônio Rogério Veríssimo Duarte – deixa a Paróquia São Sebastião, em Iguaracy e exercerá o ofício de Pároco na Paróquia São Judas Tadeu, na cidade de São José do Egito.
4. Pe. Clodoaldo Fernando Alves de Carvalho – deixa a Paróquia São Judas Tadeu, em São José do Egito e exercerá o ofício de Pároco na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, na cidade de Calumbi.
5. Pe. Josenildo Nunes de Oliveira – deixa a Paróquia de Nossa Senhora da Penha, em Serra Talhada e exercerá o ofício de Pároco na Paróquia Nossa Senhora dos Remédios, na cidade de Tabira.
6. Pe. José Cícero Alves de Lima – deixa a Paróquia Nossa Senhora dos Remédios, em Tabira e exercerá o ofício de Pároco na Paróquia São José, na cidade de São José do Egito.
7. Pe. Wellington Luiz Jacinto da Silva – deixa a Paróquia São José, em São José do Egito, e exercerá o ofício de Pároco na Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, em Serra Talhada.
8. Pe. Edilberto Aparecido Brasil de Sá – deixa a Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, em Serra Talhada e exercerá o ofício de Pároco na Paróquia de Santo Antônio e São João Maria Vianney, na cidade de Carnaíba.
9. Pe. Miguel Nunes Neto – deixa a Paróquia de Santo Antônio e São João Maria Vianney, em Carnaíba e exercerá o ofício de Pároco na Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios, na cidade de Afogados da Ingazeira.
10. Pe. Jorge Dias de Siqueira – deixa a Paróquia São Pedro, em Itapetim e exercerá o ofício de Pároco na Paróquia Bom Jesus Ressuscitado, na cidade de Serra Talhada.
11. Pe. Adilton Guedes de Carvalho – deixa a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, na cidade de Flores, e exercerá o ofício de Pároco na Paróquia de Nossa Senhora da Penha, em Serra Talhada.
12. Pe. Jorge Adjar da Silva Leite – deixa a Paróquia Bom Jesus Ressuscitado, em Serra Talhada, e exercerá o ofício de Pároco na Paróquia São Pedro, na cidade de Itapetim.
13. Pe. Clério Airon de Lima – deixa a reitoria do Seminário Maior São Carlos Borromeu, em Recife, e exercerá o ofício de Administrador Paroquial na Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, na cidade de Solidão.
14. Pe. Aderlan de Siqueira Campos – deixa a Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, em Solidão, e exercerá o ofício de Pároco na Paróquia São Sebastião, na cidade de Brejinho.
15. Pe. Juacir Delmiro dos Santos – deixa a Paróquia de São Sebastião, na cidade de Brejinho, e exercerá o ofício de Pároco na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, na cidade de Flores, juntamente com o Pe. Gutembergue Lacerda Batista que exercerá o ofício de Vigário Paroquial.
16. Pe. Daniel Gomes de Souza – deixa a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, na cidade de Flores, exercerá o ofício de Administrador Paroquial na Paróquia São José, na cidade de Ingazeira.
17. Pe. Vinícius Véras Cavalcanti Ribeiro – exercerá o ofício de Reitor no Seminário Maior São Carlos Borromeu, na cidade de Recife.
18. Pe. Rogério Nunes Marinho – deixa a Paróquia São José, na cidade da Ingazeira para vivenciar um Ano Sabático.
As datas das posses serão comunicadas posteriormente.
Dada e passada na Cúria Diocesana em 29 de setembro de 2024.
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