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Deputados estaduais priorizam gastos com aluguel de veículos

Por Nill Júnior

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Do JC On Line

De janeiro a maio deste ano, os deputados estaduais gastaram a maior parte da verba indenizatória na locação de veículos. Foram R$ 608 mil desembolsados na rubrica “hospedagem, passagens e locação de transporte”, entre os quais o aluguel de carros foi o mais utilizado. Em seguida, eles investiram R$ 592 mil na contratação de consultorias, boa parte em escritórios de advocacia. Cada deputado estadual tem direito a R$ 15.450,00 mensais. Caso não utilize tudo, esse valor é acumulável. Os dados estão no recém lançado Portal da Transparência da Assembleia Legislativa (Alepe).

A média do gasto com locação de automóvel foi de R$ 5.400,00, quase o teto da rubrica (R$ 5.407,50). As empresas com as quais os deputados fizeram contratos foram as mais variadas. Alguns, porém, terminaram por locar veículos com a Barreto Santos Ltda, que foi a vencedora do pregão eletrônico no início do ano. O valor empenhado no contrato foi de R$ 2.092.415,79, dos quais R$1.162.460,35 já foi pago.

O teto vale para todos os 12 “itens” da verba indenizatória, que incluem gastos com material de expediente, internet, telefone, serviços gráficos e postais, peças de veículos, assinatura de jornais etc. Depois de locação de veículos e consultoria, o terceiro item que mais recebeu verba dos deputados foi “divulgação da atividade parlamentar”.

O deputado estadual que mais fez uso da verba neste primeiro semestre foi Tony Gel, do PMDB (R$ 77.249,98). Os maiores gastos dele foram com a locação de um imóvel e de veículo. Ele investiu, por mês, cerca de R$ 3.300,00 na manutenção de um imóvel em Caruaru, seu reduto eleitoral, e travou contrato com a Barreto Santos Ltda no valor de R$ 5.400,00. O deputado foi procurado pelo JC, mas não retornou o contato.

O que menos gastou foi o novato Edilson Silva (Psol) – R$ 9.149,46 em quatro meses. De acordo com sua assessoria de imprensa, ao contrário de quando abriu mão do auxílio-paletó e da emenda parlamentar, gastar menos com verba indenizatória não é uma “opção política” do psolista. O deputado ainda está estruturando sua equipe e local de trabalho e deve investir o recurso. Curiosamente, três deputado não usaram um centavo da verba: Diogo Moraes (PSB), Bispo Ossésio (PRB) e Rogério Leão (PR). O socialista informou, por meio de sua assessoria, que ainda poderá requisitar o recurso quando houver necessidade.

O Portal também escancara o fato de que, à revelia do concurso público feito em 2014, a grande maioria da estrutura legislativa continua a ser de comissionados: são 1300 cargos de confiança para 321 efetivos. No quadro de pessoal, ainda há 127 funcionários cedidos de outros órgãos. A Alepe só começou a tirar do papel a promessa de concurso em 2013, justamente após a pressão social exercida pelas “jornadas de junho”. Naquele ano, houve muitos cortes no número de comissionados e terceirizados. Havia gabinete com mais de 40 cargos de confiança lotados. Atualmente, de acordo com os dados do Portal da Transparência, o número por gabinete varia de 20 a 29.

Veja gasto por deputado:

1. Tony Gel: R$ 77.249,98

2. Vinícius Labanca: R$ 70.928,40

3. Augusto César: R$ 65.687,90

4. Sílvio Costa Filho: R$ 61.800,00

4. Ricardo Costa:  R$ 61.800,00

4. Prof Lupércio: R$ 61.800,00

4. Pastor Cleiton Collins: R$ 61.800,00

4. Lula Cabral: R$ 61.800,00

4. Francismar Pontes: R$ 61.800,00

4. Everaldo Cabral: R$ 61.800,00

4. Beto Accioly: R$ 61.800,00

5. Álvaro Porto: R$ 61.800,00

6. Aglaílson Júnior: R$ 61.777,82

7. Claudiano Martins: R$ 61.769,18

8. Romário Dias: R$ 61.748,00

9. Pedro Serafim Neto: R$ 61.716,00

10. Joel da Harpa: R$ 61.699,11

11. Socorro Pimentel: R$ 61.660,50

12. Júlio Cavalcanti: R$ 61.655,00

13. Lucas Ramos: R$ 61.580,10

14. João Eudes: R$ 61.564,26

15. Simone Santana: R$ 61.500,00

16. Joaquim Lira:  R$ 61.262,51

17. Antônio Moraes: R$ 61.241,17

18. Odacy Amorim: R$ 60.989,95

19. José Humberto: R$ 60.899,74

20. Miguel Coelho: R$ 60.865,00

21. Clodoaldo Magalhães: R$ 60.350,00

22. Waldemar Borges: R$ 59.407,15

23. Eriberto Medeiros: R$ 57.382,50

24. Dr Valdi: R$ 56.865,51

25. Priscila Krause:  R$ 56.850,00

26. Marcantônio Dourado: R$ 56.282,22

27. Teresa Leitão: R$ 54.058,23

28. Zé Maurício: R$ 53.956,83

29. Raquel Lyra: R$ 52.207,31

30. Rodrigo Novaes: R$ 50.663,00

31. André Ferreira: R$ 46.719,54

32. Henrique Queiroz: R$ 41.508,29

33. Aluísio Lessa: R$ 40. 337,80

34. Ângelo Ferreira: R$ 38.866,56

35. Eduíno Brito: R$ 36.107,33

36. Adalto Santos: R$ 35.399,93

37. Botafogo: R$ 15.450,00

38. Guilherme Uchôa: R$ 13.896,06

39. Edilson Silva: R$ 9.149,46

Nada consta:

Rogério Leão

Diogo Moraes

Bispo Ossesio Silva

Outras Notícias

MST realiza protesto e bloqueia BR-101 durante visita de Temer a PE

Eles fecharam os dois sentidos da rodovia. O ato do MST começou às 14h20 Do Blog da Folha Cerca de 200 pessoas realizam um protesto na tarde desta sexta-feira (23), no quilômetro 01 da BR-101, em Goiana, na Região Metropolitana do Recife. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, os manifestantes são integrantes do Movimento dos Trabalhadores […]

Foto: Divulgação/PRF

Eles fecharam os dois sentidos da rodovia. O ato do MST começou às 14h20

Do Blog da Folha

Cerca de 200 pessoas realizam um protesto na tarde desta sexta-feira (23), no quilômetro 01 da BR-101, em Goiana, na Região Metropolitana do Recife. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, os manifestantes são integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e são contra a visita do presidente Michel Temer (MDB) a Pernambuco.

Inicialmente, eles fecharam os dois sentidos da rodovia, mas acabaram liberando o sentido Recife. O ato do MST começou às 14h20. Em frente à fábrica da montadora da Jeep, cegonheiros fazem prontidão desde a manhã desta sexta. Eles querem aproveitar a visita do presidente Michel Temer e de outras autoridades, como o presidente da companhia e o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, para protestar.

Temer chegou a Pernambuco para uma série de eventos em Goiana. A agenda oficial da comitiva presidencial prevê uma visita à fábrica da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), para a cerimônia de liberação de investimentos para retomada das obras da fábrica, que foram iniciadas em 2010 e estão paralisadas. O governador Paulo Câmara (PSB) o acompanha no encontro.

Lula demite comandante do Exército

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demitiu neste sábado (21) o general Júlio César de Arruda do cargo de comandante do Exército. O substituto será o atual comandante militar do Sudeste, general Tomás Miguel Ribeiro Paiva. Antes de ser demitido, Júlio César Arruda participou nesta sexta-feira (20) de uma reunião, no Palácio do […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demitiu neste sábado (21) o general Júlio César de Arruda do cargo de comandante do Exército.

O substituto será o atual comandante militar do Sudeste, general Tomás Miguel Ribeiro Paiva.

Antes de ser demitido, Júlio César Arruda participou nesta sexta-feira (20) de uma reunião, no Palácio do Planalto, com Lula e os comandantes da Marinha, da Aeronáutica e o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro. 

Foi a primeira reunião do presidente com os comandantes das Forças Armadas depois de Lula defender punição para militares envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro.

Júlio César de Arruda assumiu interinamente o comando do Exército em 30 de dezembro do ano passado, ainda no governo Jair Bolsonaro.

Foi um acerto com a equipe de transição de Lula para que a troca do comando ocorresse antes da posse do novo governo.

Ele foi confirmado no cargo pelo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, no dia 6 de janeiro deste ano.

O general Júlio César de Arruda tem 63 anos e entrou no Exército no ano de 1975. Na ocasião, era o general mais antigo da força. As informações são do G1.

Dependente do centrão e sem apoio popular, Bolsonaro terá nova crise com decisão sobre fundão

Presidente deverá optar entre desagradar sua base no Congresso ou seus seguidores cada vez mais raros Painel/Folha de S. Paulo Prensado entre o derretimento da popularidade e a dependência do centrão, Jair Bolsonaro terá escolha difícil entre vetar ou sancionar o projeto de LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) com previsão de R$ 5,7 bilhões para […]

Presidente deverá optar entre desagradar sua base no Congresso ou seus seguidores cada vez mais raros

Painel/Folha de S. Paulo

Prensado entre o derretimento da popularidade e a dependência do centrão, Jair Bolsonaro terá escolha difícil entre vetar ou sancionar o projeto de LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) com previsão de R$ 5,7 bilhões para o fundão que foi aprovado pelo Congresso.

Em 2020, ele sancionou o valor de R$ 2 bilhões sob alegação de que poderia sofrer impeachment por crime de responsabilidade caso optasse pelo veto —o que foi refutado por especialistas. Dias depois, ele estimulou uma campanha “não vote em quem usa o fundão”.

O veto à ampliação dos recursos eleitorais irritaria o centrão, formado por parlamentares que são sua base de sustentação, garantem a aprovação de projetos e impedem o andamento dos mais de 100 processos de impeachment. Em 2022, muitos deles pretendem fazer uso desses valores em campanhas eleitorais.

A sanção geraria desgaste com os apoiadores, em número cada vez mais reduzido, como os levantamentos do Datafolha têm mostrado. Nas redes sociais, parlamentares bolsonaristas que votaram favoravelmente à tramitação do texto integral da LDO têm sido hostilizados pelos próprios seguidores.

“Houve uma época em que ele estava frágil no Parlamento, mas com muito apoio popular. Hoje, tem menos apoio popular do que em qualquer outro momento e está mais dependente do que nunca de sua base no Congresso. Ele vai ter que pesar”, diz Marcelo Ramos (PL-AM), vice-presidente da Câmara.

O deputado Major Vitor Hugo (GO), líder do PSL na Câmara, diz que os bolsonaristas torcem para que o presidente vete, mas ressalta que o chefe do Executivo tem “um espectro grande de componentes políticos a serem avaliados.”

Bohn Gass, líder do PT na Casa, afirma que seu partido quer “fundo público para não estar na mão dos empresários patrocinadores”. Para ele, o dilema de Bolsonaro mostra que ele “está na mão do centrão.”

Professores da Escola Raul Brasil, em Suzano, retornam às atividades

A Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, retoma nesta segunda-feira (25), as atividades. Inicialmente serão recebidos apenas os professores. As aulas estão programadas para começar nesta terça-feira (26). O retorno ao ano letivo ocorrerá 13 dias após a unidade de ensino ter sido vítima de um massacre que terminou com 10 mortos e 11 […]

A Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, retoma nesta segunda-feira (25), as atividades. Inicialmente serão recebidos apenas os professores.

As aulas estão programadas para começar nesta terça-feira (26). O retorno ao ano letivo ocorrerá 13 dias após a unidade de ensino ter sido vítima de um massacre que terminou com 10 mortos e 11 feridos.

Na semana passada, a escola ficou fechada na quinta-feira (21) e sexta-feira (22), para reforma, enquanto professores da Raul Brasil, gestores, equipe pedagógica da Secretaria Estadual da Educação, além de instituições parceiras estiveram reunidos para construir as diretrizes pedagógicas da retomada das atividades regulares na escola.

O encontro definiu a retomada das atividades para essa segunda-feira. Nesse primeiro dia, a escola vai receber apenas os professores.

Durante o dia eles vão aperfeiçoar as atividades e os materiais que já estão sendo preparados para continuar o ano letivo.

Já a partir de terça-feira, os alunos devem receber as boas-vindas de toda a equipe da escola, inclusive professores, para então reiniciarem o ano letivo. Na terça-feira, as atividades vão ser retomadas no horário normal de aula, a partir das 7h. As informações são do G1.

Coluna do Domingão

Raquel sinaliza que vai “dar a carga” em 2024 A governadora Raquel Lyra destacou em sua comunicação institucional que sua gestão assegurou este ano R$ 3,4 bilhões em operações de crédito, um valor 50% superior à soma dos recursos de empréstimos contratados na última década. “O caixa do Estado foi turbinado graças à articulação da […]

Raquel sinaliza que vai “dar a carga” em 2024

A governadora Raquel Lyra destacou em sua comunicação institucional que sua gestão assegurou este ano R$ 3,4 bilhões em operações de crédito, um valor 50% superior à soma dos recursos de empréstimos contratados na última década.

“O caixa do Estado foi turbinado graças à articulação da governadora Raquel Lyra com integrantes de diversas áreas do governo federal, em reuniões tanto no Recife quanto em Brasília. De janeiro a dezembro, a chefe do Executivo estadual foi 28 vezes à capital federal para fortalecer parcerias em benefício dos pernambucanos”, diz o próprio texto institucional,  fazendo questão de destacar a expressão “turbinado”, não usual na linguagem dos núcleos de comunicação.

“Esses investimentos permitirão, já no início de 2024, a aceleração de obras e a execução de um plano de investimentos que triplicará o volume atual direcionado para obras. Isso significa mais emprego e mais renda e o reposicionamento de Pernambuco de volta como líder regional”, afirmou a governadora Raquel Lyra.

Resumindo, depois de um ano desafiador e cuja percepção da gestão foi na melhor das hipóteses regular junto à opinião pública, o governo prepara o contragolpe.  Quem conviveu com os governos Raquel Lyra em Caruaru já cantava essa pedra: o primeiro ano na Capital do Forró também não foi bom, diferente dos outros três,  quando se cacifou para uma reeleição sem adversários.

Ela sabe que esse movimento é fundamental para melhorar a percepção e pôr uma pedra naqueles que dizem, ela terá dificuldades no projeto de reeleição diante de um João Campos melhor posicionado nas redes,  na opinião pública e com entregas na capital pernambucana.

No total, o Governo do Estado fez quatro contratações de operações de crédito em 2023. Em junho, a gestão estadual assinou o contrato de empréstimo no valor de R$ 900 milhões junto ao Banco do Brasil. Um mês depois, Raquel Lyra garantiu a contratação de R$ 1,7 bilhão para Pernambuco por meio do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), da Caixa Econômica Federal. A assinatura do contrato foi feita no Palácio do Planalto ao lado do presidente Lula em uma reunião com a presença da bancada federal pernambucana no Congresso. Também com a Caixa foi contratada uma operação de crédito no valor de R$ 650 milhões. Em setembro, o Estado formalizou outro empréstimo com o Banco do Brasil, no valor de R$ 197,6 milhões.

A gestão garante que vai encaminhar as demandas dos seminários do Ouvir para Mudar, realizados nas 12 regiões de desenvolvimento de Pernambuco. “Sabemos exatamente quais as carências e necessidades dos pernambucanos”, declarou.

Dos R$ 3,4 bilhões, R$ 800 milhões já ingressaram nas contas do Estado e o restante está pronto para ser repassado.  Na saúde, estão reservados R$ 186 milhões dos empréstimos para a construção, ampliação, reforma e equipagem de maternidades.

Para a malha rodoviária, um dos gargalos do estado, estão reservados R$ 530,7 milhões. Para segurança, R$ 100 milhões, investidos na aquisição de equipamentos e materiais no âmbito do programa Juntos pela Segurança. Para a área de ressocialização, R$ 94 milhões.  Na área de infraestrutura e urbanização, R$ 150 milhões. Para o reforço da segurança hídrica, R$ 572 milhões.

Ou seja, traduzindo o texto institucional para a linguagem que interessa, Raquel Lyra promete dar a carga, fazer de Pernambuco um canteiro de obras,  iniciar a ação esperada pela esperança de quem a elegeu como a primeira mulher governadora do estado. Vem aí o Pernambuco 5.0…

Raquel em Serra e Sertânia 

A Coluna apurou com exclusividade: a governadora Raquel Lyra terá nova agenda no Sertão entre terça e quinta.  Estão confirmadas Sertânia e Serra Talhada. No Moxotó,  deve fortalecer o nome de Pollyanna Abreu.  E em Serra Talhada,  mais uma visita a Márcia Conrado,  de quem Raquel disse ser fã há poucos dias.

E Afogados?

No Médio Pajeú,  o blog apurou que segue a cobrança para que a governadora venha a Afogados da Ingazeira,  terra em que governadores socialistas eram arroz de festa. Por tudo que o blog apurou, há o desejo do prefeito Sandrinho de recebê-la, com direito a tapete vermelho.  Até agora, ela só tem pisado em municípios onde tem segurança de boa recepção administrativa e política.

Foi ruim, mas foi bom…

O resumo da ópera é um só em Arcoverde: com dois candidatos da oposição que não se unirão pelo que ficou claro ontem,  Zeca Cavalcanti e Madalena Britto,  até Wellington Maciel ganha sobrevida. Se ganhar fôlego no ano final da gestão,  pode até ser reeleito sem ter a maioria dos votos,  já que Arcoverde não tem segundo turno.  É difícil,  dada a atual rejeição.  Mas para ele, o cenário menos ruim foi definido ontem.

Definindo

Em Triunfo,  aumentou muito a possibilidade de que João Batista seja o nome governista em 2024,  já que Luciano Bonfim já avisou a todo mundo que não quer ir à reeleição de jeito nenhum. Deve enfrentar o compadre Eduardo Melo.

A placa cai ou não cai?

Nas nossas cidades,  tudo vira resenha política.  Em São José do Egito,  o termômetro da candidatura ou não de Augusto Valadares não passou por ele, Paulo Jucá ou Evandro Valadares. Todo mundo todo dia acorda pra ver se as placas estampando a imagem dele, Júnior de Gilvaney e Efraim Filho seguem firmes em São José do Egito.

A ilusão de Vanzinha

A Coluna foi conferir e uma prestes a cair estava sendo reforçada.  O encarregado de realizar o serviço,  Vanzinha do Planalto,  dizia a todo momento: “a gente não pode deixar o homem cair não”. Àquela altura, já tinha ouvido falar da história de que Augusto desistiu da peleja, reclamando fogo amigo.  “Nós num vai deixar não”, esbravejava,  com a ilusão de que essa decisão passará por ele também.

Pesquisa bem feita…

A fala de Zeinha Torres,  prefeito de Iguaracy,  dizendo que vai encomendar “uma pesquisa bem feita” para definir o seu candidato levantou a impressão de uma indireta a Albérico Rocha,  que mostrou uma pesquisa Múltipla onde diz liderar o levantamento.  O prefeito diz que não,  assim como nega que Marquinhos seja seu nome preferido.

Olha o nível…

Na fala de Romonilson Mariano defendendo e lançando Vinicius Marques ele avisou: “Pode vir a besta fera”. Pior a reação do vereador Júnior de Hermes,  o comparando ao imperador romano Júlio César.  “Um mulambo desse querer mandar em Belmonte”, disse acrescentando que o gestor mandava em “porra nenhuma”…

Violência e negligência 

O vereador Gilcy Moisés usou suas redes para denunciar a agressão à casa de Aluízio Barbosa da Silva, 56 anos, portador de deficiência física, na região do Distrito de Fátima,  incendiada criminosamente. Ainda,  por negligência do Hospital de Flores. Ele teria sido liberado da unidade com uma fratura de fêmur.  Teve que ser levado ao Regional Emília Câmara.

Aqui não…

Salgueiro foi um dos municípios onde o prefeito não conseguiu liberação da Câmara para contrair empréstimo junto ao Finisa,  da Caixa. Marcones Sá queria R$ 30 milhões para ações como iluminação nas áreas das BRs, pavimentação,  asfaltamento e uma usina fotovoltaica.  A Câmara,  com maioria oposicionista,  inclusive o presidente Sávio Pires, não autorizou…

Barba,  cabelo e bigode 

Por mais um ano, a Rádio Pajeú foi eleita a melhor emissora no prêmio Excelência da Agência MV4. E o blog também escolhido o melhor em sua categoria.  Emissora e blog estão entre as únicas a ganhar desde o início do Prêmio,  em dez edições,  com mais de 150 categorias.  Obrigado a todos pela confiança!

Frase da semana:

“Pela primeira vez na história desse país, nós conseguimos colocar na Suprema Corte desse país um ministro comunista, um companheiro da qualidade do Flávio Dino”.

Do presidente Lula após a aprovação de Flávio Dino no STF, para o desespero e revolta dos bolsonaristas nas redes.