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Deputados de oposição protestam contra obrigatoriedade de vacinação contra Covid em crianças

Por André Luis

Apesar dos protestos de deputados de oposição, o diretor do PNI, Éder Gatti, afirmou que a obrigatoriedade está mantida. Ministério da Saúde confirmou inclusão da vacina no calendário nacional a partir do ano que vem

A obrigatoriedade da aplicação da vacina contra a Covid-19 em crianças de 6 meses a 5 anos a partir do ano que vem dividiu opiniões em audiência pública da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara nesta quarta-feira (8).

O debate foi provocado pelo anúncio do Ministério da Saúde de que a imunização contra o coronavírus vai ser incorporada ao calendário vacinal do Programa Nacional de Imunizações (PNI) em 2024. Apesar dos protestos de deputados de oposição, o diretor do PNI, Éder Gatti, afirmou que a obrigatoriedade está mantida.

Ele levou números à audiência pública mostrando que, mesmo neste ano, depois da fase mais aguda da pandemia, existem casos de hospitalização e óbitos por Covid-19 entre menores de 19 anos. Também citou Lei 6.259/75, que criou o PNI, e que diz que cabe ao programa a definição das vacinas de caráter obrigatório.

O diretor do Programa Nacional de Imunizações invocou ainda o Estatuto da Criança e do Adolescente, que dá ao público infanto-juvenil o direito à vida e à saúde e prevê a vacinação obrigatória nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias.

“Para o PNI, é um procedimento normal, baseado em evidências epidemiológicas, evidências de segurança, imunogenicidade, efetividade. Enfim, coisas que embasam essa decisão e que inclusive foram discutidas por uma câmara técnica. Então, o PNI está cumprindo a lei”.

Baixo risco

Foram convidados para a audiência pública três profissionais de saúde contrários à obrigatoriedade da vacina contra a Covid-19 para crianças. Afirmaram que é pequeno o número de casos e óbitos em crianças e adolescentes no Brasil e no mundo. Ressaltaram também que a vacina não imuniza contra novas variantes.

O infectologista Francisco Cardoso, por exemplo, informou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica crianças de 0 a 5 anos como grupo de baixo risco para Covid-19. Ele apontou efeitos colaterais das vacinas feitas com a técnica do RNA Mensageiro, como problemas cardíacos.

Ele disse ainda que a vacina não impede a transmissão da doença. “Todos os estudos feitos até hoje de eficiência e eficácia da vacina da Covid-19 medem apenas a produção de anticorpo neutralizante, mas não medem a redução de carga viral, que é o que vai dizer se houve eficiência ou não da vacina”.

A maioria dos deputados que participaram da audiência, todos de oposição, reivindicou que a obrigatoriedade da vacina seja revista e que se deixe para os pais decidirem se imunizam os filhos. Os parlamentares argumentaram que os estudos científicos ainda são muito recentes.

Presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, a deputada Bia Kicis (PL-DF) negou que os parlamentares sejam “antivacinas” e disse que a discussão não deve ser politizada. “Existe uma elite globalista que quer, sim, forçar essa vacinação, inclusive em bebês, e o Brasil está sendo pioneiro nessa obrigação. No resto do mundo, até pode se recomendar, mas não se obriga. Vão começar pelo Brasil pra depois começar a obrigar nos outros lugares também?”.

Responsabilidade

Médico sanitarista, o deputado Jorge Solla (PT-BA) salientou a queda nos índices de vacinação, resultado da falta de credibilidade dos imunizantes perante parte da população. “Eu fico muito preocupado porque nós não podemos contribuir para piorar ainda mais a cobertura da vacinação não só de Covid-19, mas de todas as vacinas. É responsabilidade dessa Casa, dos profissionais de saúde e do Estado brasileiro”, disse.

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle aprovou nesta semana convite à ministra da Saúde, Nisia Trindade, para falar sobre a inclusão da vacina da Covid-19 no Programa Nacional de Imunizações (PNI) a partir de 2024. A audiência pública está marcada para 28 de novembro. As informações são da Agência Câmara de Notícias.

Outras Notícias

Radialista serra-talhadense acusa André Maio de agressão verbal. Vereador nega

O repórter Gilson Queiroz,  da Vilabella FM, acusou o vereador de Serra Talhada e Presidente do Serrano, André Maio. Ele cobria em Afogados da Ingazeira o jogo entre o Serrano e o Ibis, pelas oitavas de final do Pernambucano da Série A2, quando teria sido atacado verbalmente por André segundo seu próprio relato ao repórter […]

O repórter Gilson Queiroz, da Vilabella FM e o vereador André Maio

O repórter Gilson Queiroz,  da Vilabella FM, acusou o vereador de Serra Talhada e Presidente do Serrano, André Maio. Ele cobria em Afogados da Ingazeira o jogo entre o Serrano e o Ibis, pelas oitavas de final do Pernambucano da Série A2, quando teria sido atacado verbalmente por André segundo seu próprio relato ao repórter Marconi Pereira, da Rádio Pajeú.  O jogo terminou 1×1.

“Eu fazia meu trabalho com a equipe da Vilabella FM e buscava a escalação, já que a equipe do íbis educadamente me repassou o material. Fui informado de que a listagem estava com André Maio. Ele me disse que não passaria a escalação. Pedi para que estampasse em setor visível, como é a norma. Aí ele partiu pra cima de mim usando palavras de baixo calão, me ofendeu bastante e partiu pra cima como se quisesse me agredir”.

“Fui mal tratado e desmerecido pelo Presidente que inclusive é vereador na Bancada do Governo Luciano Duque. É triste, lamentável uma situação dessas”.

Gilson disse que ao ouvir palavras ofensivas não baixou a guarda e foi contido pela turma do deixa disso. “Não dá pra citar as palavras que ele usou. E é porque se diz evangélico. Aquilo me chocou e eu fui retirado por pessoas dele mesmo dizendo que eu tinha razão, mas que evitasse. Ele se armou de pulsos para me agredir. Jamais levei uma tapa na cara nem vou levar de homem nenhum”.

O repórter afirmou que  André vinha sendo criticado pela condução do Serrano, que estava eliminado e só participou das oitavas por uma punição ao 1º de Maio, proibiu a participação de toda a imprensa de Serra Talhada para cobrir a preparação de um jogo em Petrolina. “A Globo ele deixou entrar”, reclamou Gilson Queiroz.

André maio negou as acusações. “Entreguei a escalação ao Delegado da partida. Infelizmente uma parte da imprensa de Serra Talhada torce contra o Serrano. Assumimos o Serrano quebrado, endividado. Algumas pessoas por parte da imprensa, acho que por politica, vem perseguindo a gente”, reclamou.

Quanto ao episódio, disse que entregou a escalação e cópias ao delegado do jogo. “Alguns tratam o Serrano como adversário. Estamos tirando jovens das drogas, ajudando famílias carentes. Não tenho como dar dinheiro pra falar bem de ninguém. Depois que eu entreguei, passei pra lá passei pra cá, ninguém me pediu. “Depois ele me pediu a via. Já tinha entregue todas as vias ao Delegado da partida. Se passei e eles não falaram comigo não sei porque. Teria entregado sem nenhum problema”.

Lançamento da Agenda 40 reúne principais lideranças do PSB de Pernambuco

A edição anual da Agenda 40 em Pernambuco foi lançada na manhã deste sábado (11), no Recife. Em 2017, o formato do evento será diferenciado. Com o intuito de aprofundar as discussões políticas e formar os seus militantes, o PSB-PE deu início ao Ano Eduardo Campos de Formação Política, que levará cursos de formação a todas […]

A edição anual da Agenda 40 em Pernambuco foi lançada na manhã deste sábado (11), no Recife. Em 2017, o formato do evento será diferenciado. Com o intuito de aprofundar as discussões políticas e formar os seus militantes, o PSB-PE deu início ao Ano Eduardo Campos de Formação Política, que levará cursos de formação a todas as regiões do Estado através da Agenda 40. A abertura do evento reuniu as principais lideranças políticas da legenda em Pernambuco.

Ao iniciar o evento, o presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, explicou o objetivo da Agenda 40, que teve início em 2005, quando o partido era presidido por Eduardo Campos. “Além de reunir militantes e lideranças, o Ano Eduardo Campos de Formação Política vai discutir conteúdo político, trazer formação, apresentar como deve funcionar uma gestão socialista, discutir o socialismo do século 21 e o papel das mídias sociais na política. A agenda 40 vai reunir e formar a nossa militância para termos sempre um partido com presença maciça, como temos hoje no estado de Pernambuco”, destacou.

Vice-presidente nacional do PSB, o governador Paulo Câmara ficou responsável por conduzir a primeira edição da Agenda 40. O gestor falou dos atuais desafios econômicos enfrentados no Brasil, mas frisou que, com responsabilidade e unidade política, Pernambuco continuará avançando, assim como foi verificado nos últimos 10 anos de gestão socialista.

“Todas as ações e marcas desses últimos 10 anos vão continuar. O PSB tem uma política pra frente, que busca agregar e fazer com o desenvolvimento econômico esteja atrelado ao desenvolvimento social. A gente tem consciência do nosso papel, da nossa importância política. O PSB vai continuar ajudando como sempre ajudou… É a unidade do PSB em favor de Pernambuco”, declarou Paulo.

Também integrante da Executiva nacional do PSB, o prefeito Geraldo Julio destacou a importância do Ano Eduardo Campos de Formação Política e lembrou o papel das lideranças do partido na construção do legado partidária. “Paulo tem ensinado que o que Arraes fez e o que Eduardo fez, ele está fazendo do mesmo jeito, somando esforços, unindo, juntando. Em momento de dificuldade, a gente precisa saber que é juntando que a gente faz isso”, afirmou, ressaltando a presença de todas as lideranças.

Presente no encontro, o representante do PSB no Senado Federal, Fernando Bezerra Coelho, destacou a força do partido e enfatizou que a legenda segue no caminho certo ao realizar atividades como a hoje. “Nenhum partido pode falar das conquistas que celebramos em favor do povo de Pernambuco. É por isso que esse partido cresce, embora sentindo falta do grande líder Eduardo. Ele soube formar quadros e revelar talentos. Estamos diante de um prefeito de capital e do governador do Estado. Quando um partido aqui teve prefeito e governador ao mesmo tempo?”, lembrou.

Ex-primeira-dama, Renata Campos parabenizou a direção estadual da legenda pela iniciativa e destacou a preocupação que Eduardo Campos tinha com a formação política partidária. Filho do ex-governador, João Campos, que é secretário de Organização do PSB, falou sobre o legado do partido em Pernambuco.

A Agenda 40 reuniu mais de 400 militantes e representantes do PSB na Região Metropolitana do Recife, inclusive prefeitos do partido. No encontro, o partido também repassou orientações sobre o processo de recadastramento de filiados. O governador Paulo Câmara aproveitou para atualizar seus dados na Plataforma Democrática de Gestão Partidária. Também foram distribuídos materiais explicativos sobre o assunto.

Deputados estaduais e federais, além de vereadores e representantes de segmentos partidários, também participaram da atividade, assim como o ministro Fernando Filho.

Em Afogados, Sandrinho diz aguardar anúncio de nome para Expoagro

No anúncio que fez da programação da Expoagro,  o prefeito Sandrinho Palmeira disse que aguarda uma atração cedida pelo governo de Pernambuco. A programação terá atrações de 29 de junho a 3 de julho. “Ainda serão anunciadas atrações locais e uma atração do estado”, disse. Claro, a situação de Afogados da Ingazeira é diferente de […]

No anúncio que fez da programação da Expoagro,  o prefeito Sandrinho Palmeira disse que aguarda uma atração cedida pelo governo de Pernambuco.

A programação terá atrações de 29 de junho a 3 de julho. “Ainda serão anunciadas atrações locais e uma atração do estado”, disse.

Claro, a situação de Afogados da Ingazeira é diferente de Serra Talhada pelo menos em relação ao período.  A programação de Afogados acontecerá um mês após a festa da Capital do Xaxado.

Assim, há mais tempo para que haja o anúncio da gestão Raquel Lyra para a atração em Afogados.

O assunto da semana

Não tem jeito. O assunto da semana é o racha entre Luciano Duque e Márcia Conrado.  Hoje, convidado pela jornalista Juliana Lima,  comentei o que penso e as perspectivas da pré campanha em Serra Talhada com essa nova configuração. Foi na Revista da Cultura,  programa que nasceu em agosto de 2020, com minha honrosa condução na […]

Não tem jeito. O assunto da semana é o racha entre Luciano Duque e Márcia Conrado. 

Hoje, convidado pela jornalista Juliana Lima,  comentei o que penso e as perspectivas da pré campanha em Serra Talhada com essa nova configuração.

Foi na Revista da Cultura,  programa que nasceu em agosto de 2020, com minha honrosa condução na primeira temporada,  na Cultura FM.

Trato mais do tema na Coluna do Domingão,  que sai à meia noite, sempre avaliando com um olhar pessoal os fatos marcantes da política no estado e em nossa área de atuação.

Assista papo com Juliana. Ele começa à 1 hora e 14 minutos.  Mas o programa todo trouxe muita análise sobre essa situação que mexe com o eixo da geopolítica em Serra Talhada. 

Professores sem direito a precatórios

Blog do Magno Professores de todo País estavam contando os dias para receber valores de precatórios devido pela União aos municípios, mas o ministro do Tribunal de Contas da União, Augusto Nardes, jogou um balde de água gelada na categoria. Relator da matéria naquela corte, determinou que os R$ 90 bilhões em processo de liberação […]

Blog do Magno

Professores de todo País estavam contando os dias para receber valores de precatórios devido pela União aos municípios, mas o ministro do Tribunal de Contas da União, Augusto Nardes, jogou um balde de água gelada na categoria. Relator da matéria naquela corte, determinou que os R$ 90 bilhões em processo de liberação não podem ser empregados em pagamento de precatórios.

O ministro definiu que os recursos devem ser integralmente recolhidos à conta bancária do Fundeb, que sucedeu o Fundef, para aplicação em ações de manutenção e desenvolvimento do ensino para a educação básica pública.

Dos R$ 90 bilhões, os profissionais do magistério teriam direito a receber 60% dos valores dos precatórios devidos aos municípios pela União. Se os prefeitos se renderem à pressão dos professores e usar a grana para pagar precatórios poderão ser responsabilizados por danos ao erário e descumprimento de norma legal.