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Deputado G. Patriota contabiliza perdas também no Pajeú

Por André Luis

Por Anchieta Santos

Depois da notícia de baixas no seu grupo de apoio em Sertânia (sertão do Moxotó), município onde sempre foi muito forte, o deputado Gonzaga Patriota poderá contabilizar outras perdas na região do Pajeú.

Em Afogados da Ingazeira o Prefeito Jose Patriota (PSB) mesmo sem oficializar a troca, dá pistas de que o seu federal será João Campos. De certo apenas em Afogados, os votos do ex-Prefeito Totonho Valadares.

Em Tabira o grupo Manú não perdoa a presença de Gonzaga no palanque do ex-prefeito Dinca Brandino na eleição Municipal.  E a ex-vice-prefeita Genedy Brito que levou o parlamentar para o bloco adversário revelou ontem à noite a produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta que não sabe em quem votará: “Preciso conversar com Gonzaga. Vou ouvir meu grupo. Existem outros nomes sendo avaliados”, disse Genedy.

Em Itapetim o prefeito Adelmo Moura apoia Gonzaga Patriota, mas o presidente da Câmara Junior de Diógenes, vereador mais votado do município, irá de João Campos. Em São José do Egito, lideranças como Nenen Dudú e Gilberto Rodrigues que no pleito passado votaram com o deputado, agora vão defender o nome do filho de Eduardo. De positivo G. Patriota soma o apoio do Grupo do Prefeito Djalma Alves (PSB) de Solidão.

Outras Notícias

Na UFPE, Marília Arraes debate propostas e ações para Pernambuco

Encontro contou com a participação de dezenas de representantes de todas as áreas acadêmicas A pré-candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes, participou, na tarde desta sexta-feira (8), de um encontro com o reitor da Universidade Federal de Pernambuco, Alfredo Gomes, e dezenas de outros especialistas entre pró-reitores, diretores, vice-diretores e coordenadores dos centros universitários, […]

Encontro contou com a participação de dezenas de representantes de todas as áreas acadêmicas

A pré-candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes, participou, na tarde desta sexta-feira (8), de um encontro com o reitor da Universidade Federal de Pernambuco, Alfredo Gomes, e dezenas de outros especialistas entre pró-reitores, diretores, vice-diretores e coordenadores dos centros universitários, professores e pesquisadores da instituição. 

Ao lado do pré-candidato ao Senado, André de Paula, durante a reunião – realizada na sede da Reitoria da UFPE – Marília debateu propostas e recebeu informações sobre uma série de demandas vindas do corpo docente e discente da universidade.  

“A Universidade Federal de Pernambuco está aberta para debater, propor e se unir ao Estado para desenvolver políticas públicas permanentes, avançar em ações e programas que já existem e firmar parcerias para o combate às desigualdades. Aqui, trabalhamos para expandir o saber, levar para a prática tudo o que pode mudar, para melhor, a vida das pessoas”, destacou o reitor.

O pró-reitor de Pesquisa e Inovação (PROPESQI), Pedro Carelli, destacou o imenso desafio que será reconstruir a Ciência e Tecnologia no País e em Pernambuco, depois dos sucessivos desmontes promovidos pelo governo Bolsonaro, no plano nacional e, no plano local, pela falta de investimento no setor, incluindo na Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (FACEPE).

“A UFPE está trabalhando na construção de um Parque Tecnológico. O projeto é muito amplo e abrange desde startups vinculadas aos centros acadêmicos, passando por laboratórios de tecnologia e parcerias com a iniciativa privada e outras instituições públicas. Sabemos como é difícil seguir fazendo ciência e tecnologia diante de tantos cortes, retrocessos, perseguições e desmontes, mas continuamos e continuaremos fazendo. O fomento à pesquisa precisa ser retomado em Pernambuco com urgência e com muita força”, afirmou. 

Temas como saneamento, urbanização, mobilidade, abastecimento de água, drenagem, habitação, saúde, educação, desenvolvimento urbano, cultura, esportes, igualdade racial, meio-ambiente, participação popular, inovação social e modernização da administração pública foram alguns dos temas elencados pelos representantes da UFPE durante o debate. 

A professora do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ), Maria Lúcia Barbosa, destacou a importância da atuação política e parlamentar de Marília em defesa do Estado Democrático de Direito.

“O Brasil vive um momento de erosão constitucional. Quero parabenizar a senhora por ter estado sempre ao nosso lado nesta luta. Hoje, mais do que nunca precisamos do apoio do parlamento e dos Executivos, inclusive, para garantir a autonomia e a liberdade das universidades brasileiras”, sentenciou.  

“Analisar cada uma dessas problemáticas levantadas e conhecer as propostas e sugestões, sempre baseadas em estudos, na observação e na prática acadêmica é de uma riqueza sem tamanho para nós, que valorizamos a universidade como uma das mais importantes parceiras de qualquer sociedade”, comentou o pré-candidato ao Senado, André de Paula. 

“A universidade é um templo do conhecimento, da pesquisa, da elaboração, da inteligência, da formação da nossa juventude no seu mais alto nível. Temos um grande desafio pela frente. Como foi dito aqui em vários momentos, Pernambuco e o Brasil atravessam um momento de paralisia e desmonte da cultura e da educação, entre outros temas que precisamos tratar. Estamos construindo um programa de governo, para enfrentar o momento mais difícil da nossa história recente. Pernambuco está com mais de 50% da nossa população abaixo da linha da pobreza, a saúde com gravíssimos problemas, que se repetem na infraestrutura, na economia e assim por diante. Contar com a experiência da UFPE, com a colaboração de todos os que estão aqui hoje e dos que ainda virão, será uma base importantíssima para que possamos ter sucesso na construção do futuro”, concluiu Marília. 

UFPE – Fundada em 1946, a UFPE é uma das mais importantes universidades públicas do Brasil. Com três campi, 104 cursos e quase 38 mil estudantes matriculados na graduação e pós-graduação, a instituição vive um dos mais duros momentos de sua vida. 

Além de o orçamento estar congelado desde 2016, a instituição sofreu sucessivos cortes de recursos. Só em 2022, os cortes chegam a R$ 12,2 milhões. Sem dinheiro, a universidade pode parar suas atividades a partir do próximo mês de outubro.

Grupo em defesa da Caatinga critica posição do governador de que trabalho anda bem na região

O Grupo Fé e Política não digeriu a defesa do Governador Paulo Câmara das ações do Estado contra o desmatamento da Caatinga. O grupo, coordenado pelo Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol não acolheu bem a declaração de que realiza um excelente trabalho no trabalho ao desmatamento. “Eu acho que isso não é muita novidade. As […]

Grupo diz que vai avaliar manifesto e reação das autoridades
Grupo diz que vai avaliar manifesto e reação das autoridades

O Grupo Fé e Política não digeriu a defesa do Governador Paulo Câmara das ações do Estado contra o desmatamento da Caatinga. O grupo, coordenado pelo Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol não acolheu bem a declaração de que realiza um excelente trabalho no trabalho ao desmatamento.

“Eu acho que isso não é muita novidade. As pessoas que realmente sabem do problema, uns reagem, outros não. A agenda do governador não contava com essa problemática. Foi muito boa a vinda da Presidente do CPRH, mas minimizar o problema do desmatamento… Quem mais sabe dessa situação somos nós que estamos aqui. O Governador minimizou o que não deveria minimizar. Deve identificar, não esconder o problema e agir”, disse o padre Luiz Marques Ferreira.

O fato de criticar, diz o sacerdote, não quer dizer que estejam contra o governador. Ele acrescentou que o debate é contínuo. “ Vamos fazer uma reunião de avaliação. Esse é um grupo permanente, ligado à Diocese. Vamos ver quais são nossas próximas pautas e ações”.

O grupo também avalia negativamente a ação dos prefeitos do Pajeú, cuja distância entre o compromisso firmado e a prática real é enorme.  “As ações não andaram porque faltou comprometimento. Lidar com movimento social ou igreja é diferente de lidar com grupos que tem vereadores,  ou Secretarias envolvidas. Se você se compromete, vamos cobrar”.

Em Flores, menino de 9 anos é a primeira criança vacinada contra a covid-19

Pedro Henrique, de 9 anos, foi a primeira criança florense na faixa etária de 5 a 11 anos vacinada contra a Covid-19 no município. Pedro recebeu a primeira dose do imunizante na manhã desta quarta-feira (19), na Unidade Básica de Saúde do Povoado Saco do Romão. Outras dez crianças, dentro do grupo de comorbidades elencadas […]

Pedro Henrique, de 9 anos, foi a primeira criança florense na faixa etária de 5 a 11 anos vacinada contra a Covid-19 no município. Pedro recebeu a primeira dose do imunizante na manhã desta quarta-feira (19), na Unidade Básica de Saúde do Povoado Saco do Romão.

Outras dez crianças, dentro do grupo de comorbidades elencadas pelo Plano Nacional de Operacionalização (PNO) também receberam a primeira dose da vacina.

“Graças a Deus estamos iniciando aqui no município de Flores a vacinação de nossas crianças contra a COVID-19. De início estamos imunizando aquelas crianças especiais que já foram identificadas e recebidas por nossos agentes de saúde”, disse a Secretária de Saúde Madalena Brito, que acompanhou a vacinação das primeiras crianças.

A vacina contra a Covid-19 estará disponível para as crianças de cinco a 11 anos nos postos de saúde que deverão estar acompanhadas pelo pai, pela mãe ou responsáveis. No ato da imunização, será exigida a apresentação de um documento de identificação oficial da criança para fins de registro do imunizante. A estimativa é de que o público entre cinco e 11 anos seja de 1,1 milhão em Pernambuco.

Flores cumpre exigências e entra no Mapa do Turismo Brasileiro

De acordo com a nova configuração do Mapa do Turismo Brasileiro, que foi anunciada na última semana pelo Ministério do Turismo, o Brasil está agora com 591 municípios a menos no Mapa, uma queda de 18% de cidades que endossavam rotas turísticas pelo país. O Nordeste, em específico o estado de Pernambuco, perdeu 30 cidades […]

De acordo com a nova configuração do Mapa do Turismo Brasileiro, que foi anunciada na última semana pelo Ministério do Turismo, o Brasil está agora com 591 municípios a menos no Mapa, uma queda de 18% de cidades que endossavam rotas turísticas pelo país.

O Nordeste, em específico o estado de Pernambuco, perdeu 30 cidades com essa nova margem indicativa da Pasta Federal do Turismo, no entanto, cidades do interior, no sertão do Pajeú, continuaram firmes no caminho do turismo brasileiro.

Dentre elas, vale destacar a Cidade Pajeuzeira de Flores, governada pelo Prefeito Marconi Santana, que permanece no percurso de quem viaja para conhecer a História da chamada Rota do Cangaço e de Lampião. Juntamente com Flores, ficaram dentro do ‘novo Mapa do Turismo’ as cidades de Serra Talhada (terra natal de lampião), Triunfo e São José do Belmonte.

Integrantes do Governo Federal e do Ministério do Turismo alegam que desde 2018 já havia um debate para uma implementação de normas mais rígidas para o assunto, o que consequentemente, denota que gestões de cidades consideradas bem mais importantes para a cultura turística pernambucana não fizeram o dever de casa, e gestões de municípios considerados pequenos no quesito e no tamanho, como Flores, estão cumprindo e levantando o potencial cultural de seus municípios, de seus munícipes e de seus visitantes.

Lucila Santana, que assina a pasta de Turismo e Eventos do município lembra, que “essa luta pela integração de Flores na ‘Rota do Cangaço’ vem de muito tempo, quando meu esposo, Marconi, ainda na sua primeira gestão buscou registrar junto aos veículos de comunicação, evidências, da passagem de lampião em Flores”.

Lucila ainda destacou que o município preserva a Usina de Fibra de Caroá no Povoado de São João dos Leites, local que servira de abrigo para Lampião e seu bando, de propriedade do coitero, Sr. José Josino de Góes.

Dentre outros acontecimentos, a primeira do município relatou a morte de Zé Calú, morador do Sítio Melancia, que antes de morrer teve seus pertences roubados, onde também sofreu torturas em suas partes genitais, vindo a falecer 30 dias após, no Estado da Bahia.

E por fim, Lucila falou da investida de Lampião ao Município de Flores, do lado oposto do Rio Pajeú. “O Chefe Político, Manoel de Souza Santana, Neco, ficou sabendo que Lampião estava chegando a Flores. Foi quando ele chamou um de seus empregados lhe entregou um bilhete e lhe mandou em direção a São João dos Leites, onde se encontrava uma volante de prontidão.

Sendo que no trajeto entre Flores a São João dos Leites a 3 km foi surpreendido casualmente por três cangaceiros, que lhe interrogaram, pra onde ia. Amedrontado respondeu que estava levando um bilhete a volante a mando de Neco Santana; os cangaceiros tomaram-lhe o bilhete, mandaram o correr e disparam vários tiros causando a sua morte”, relatou Lucila.

Socorro Brito reafirma candidatura à Prefeitura de Serra Talhada

A ex-primeira dama e ex-secretária de saúde de Serra Talhada, Socorro Brito, confirmou ao Caderno 1 que após conversa entre ela e Carlos Evandro e o pré-candidato do PR, Waldemar Oliveira, nesta quinta-feira que reconhece o direito do irmão de Sebastião Oliveira ser candidato, mas não abrirá mão da disputa. “Tenho sido cobrada para isso. […]

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A ex-primeira dama e ex-secretária de saúde de Serra Talhada, Socorro Brito, confirmou ao Caderno 1 que após conversa entre ela e Carlos Evandro e o pré-candidato do PR, Waldemar Oliveira, nesta quinta-feira que reconhece o direito do irmão de Sebastião Oliveira ser candidato, mas não abrirá mão da disputa.

“Tenho sido cobrada para isso. Pessoas me param nas ruas, em lojas, supermercados me cobrando isso”, disse ela, justificando ainda que pesquisas mostram que sua candidatura atende a anseios populares.
“Carlos aparece muito bem pontuado em todas as pesquisas. O governo dele, do qual me orgulho ter dado minha contribuição como secretária de saúde é referência nas administrações do município. O  povo não esquece isso e vai comparar na hora de votar. É hora de Serra Talhada eleger pela primeira vez uma mulher para governar seus destinos”.

Sobre a gestão Luciano Duque, afirmou ser marcada por “uma verdadeira falta de administração. Me dói mais ainda ver a situação da saúde, que zelamos tanto, cuidamos tanto. Não culpo a secretária, culpo o gestor”, enfatizou Brito.