Delson Lustosa defende investimentos para Santa Terezinha
Por André Luis
Por André Luis
O prefeito de Santa Terezinha, Delson Lustosa, foi mais um prefeito do Sertão do Pajeú a participar da reunião entre prefeitos e prefeitas com a governadora Raquel Lyra nesta segunda-feira (30).
O prefeito tem uma pauta em comum com os prefeitos Evandro Valadares (São José do Egito), Adelmo Moura (Itapetim), Sávio Torres (Tuparetama) e Gilson Bento (Brejinho), que é a implantação da 3ª Companhia Independente da Polícia Militar para melhorar a segurança no Alto Pajeú.
Delson também defendeu investimentos nas áreas da saúde, educação e transportes.
A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, promoveu na noite desta quarta-feira (13/01) uma blitz educativa nos bairros da cidade. A blitz aconteceu logo após a live da semana com atualização dos dados da Covid-19 e foi comandada pela secretária Lisbeth Rosa Lima, com apoio da Vigilância Sanitária, Guarda Municipal […]
A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, promoveu na noite desta quarta-feira (13/01) uma blitz educativa nos bairros da cidade.
A blitz aconteceu logo após a live da semana com atualização dos dados da Covid-19 e foi comandada pela secretária Lisbeth Rosa Lima, com apoio da Vigilância Sanitária, Guarda Municipal e Superintendência de Trânsito e Transportes – STTRANS.
“Estamos reforçando nossa campanha de conscientização a respeito da Covid-19, e nesta quarta-feira saímos pelos principais pontos da cidade levando uma mensagem de alerta para a população. Infelizmente percebemos que parte da população ainda não se conscientizou da gravidade dessa doença, que já acometeu milhões de pessoas em todo o mundo e tirou tantas vidas”, alertou a secretária Lisbeth Rosa Lima.
“Peço, encarecidamente, que os serra-talhadenses nos ajudem nessa batalha diária de enfrentamento ao vírus, que fiquem em casa, não promovam aglomerações e sigam todos os protocolos que vêm sendo amplamente divulgados”, concluiu.
Atendendo leitores ouvintes e ouvintes leitores, eu também estou com episódios diários no Spotify. No primeiro episódio, “Está provado. Essa é a eleição do fim do mundo”. Uma análise sobre as pesquisas Ipec, OPUS e o “Datalyra”. Neles, o comentário diário no Sertão Notícias, da Cultura FM, e outro temas analisando os fatos da política pernambucana […]
Atendendo leitores ouvintes e ouvintes leitores, eu também estou com episódios diários no Spotify.
No primeiro episódio, “Está provado. Essa é a eleição do fim do mundo”. Uma análise sobre as pesquisas Ipec, OPUS e o “Datalyra”.
Neles, o comentário diário no Sertão Notícias, da Cultura FM, e outro temas analisando os fatos da política pernambucana e do cotidiano.
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Contrário à criação de um fundo de financiamento público para campanhas eleitorais, o deputado federal Danilo Cabral (PSB) lamentou a aprovação do projeto de lei do Senado pela Câmara dos Deputados na noite desta quarta-feira (4). Desde o início deste debate, o parlamentar disse que votaria contra a criação de qualquer fundo que fosse financiado […]
Contrário à criação de um fundo de financiamento público para campanhas eleitorais, o deputado federal Danilo Cabral (PSB) lamentou a aprovação do projeto de lei do Senado pela Câmara dos Deputados na noite desta quarta-feira (4).
Desde o início deste debate, o parlamentar disse que votaria contra a criação de qualquer fundo que fosse financiado com recursos retirados de políticas públicas.
“Sempre defendemos que, no momento de grave crise que tem penalizado sobretudo o cidadão com retirada de direitos, cortes em programas sociais e elevado desemprego, uma proposta de criação de um fundo eleitoral nesta condição era inconcebível. Infelizmente, este não foi o entendimento da maioria da Câmara dos Deputados”, afirmou Danilo Cabral.
O Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) é estimado em R$ 1,7 bilhão para o próximo ano. Será composto, ao menos, por 30% das emendas de bancadas de deputados e senadores e pela renúncia fiscal economizada com fim da propaganda partidária nas emissoras de rádio e de TV. O texto segue para sanção presidencial.
Por André Luis – Editor executivo do blog O crescimento do senador Flávio Bolsonaro nas pesquisas de opinião para a Presidência da República não é apenas um dado eleitoral. É, sobretudo, um alerta. Um daqueles momentos em que um país precisa parar, respirar e perguntar a si mesmo: o que exatamente estamos dispostos a repetir? […]
O crescimento do senador Flávio Bolsonaro nas pesquisas de opinião para a Presidência da República não é apenas um dado eleitoral. É, sobretudo, um alerta. Um daqueles momentos em que um país precisa parar, respirar e perguntar a si mesmo: o que exatamente estamos dispostos a repetir?
A pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha no sábado (7) mostra um cenário inquietante. Num eventual segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 46% contra 43% do senador. Empate técnico. Três pontos que cabem na margem de erro, mas que dizem muito sobre o momento político do país.
Em apenas três meses, Flávio saltou de 36% para 43%. Não é apenas crescimento eleitoral. É a consolidação de um projeto político que muitos imaginaram derrotado em 2022: o bolsonarismo como força organizada e com capacidade de voltar ao poder.
E aqui está o ponto central da reflexão que o Brasil precisa fazer.
O herdeiro de um projeto
A pré-candidatura de Flávio não nasceu espontaneamente. Ela foi cuidadosamente construída dentro de uma estratégia de sobrevivência política da família Bolsonaro. Com Jair Bolsonaro inelegível e enfrentando problemas judiciais, o senador surge como o herdeiro natural de um capital político que ainda mobiliza milhões de brasileiros.
Mas a pergunta inevitável é: herdeiro de quê?
Herdeiro de um governo marcado por ataques às instituições, por uma relação conflituosa com o Supremo Tribunal Federal, por uma retórica constante contra a imprensa e por um ambiente político que flertou abertamente com a ruptura democrática.
É impossível falar da ascensão de Flávio sem lembrar que o bolsonarismo produziu um dos momentos mais graves da democracia brasileira desde o fim da ditadura: o Ataques de 8 de janeiro de 2023, quando sedes dos três poderes foram invadidas por manifestantes inconformados com o resultado das eleições.
Não foi um episódio isolado. Foi o resultado de anos de radicalização.
O passado que insiste em acompanhar o candidato
A tentativa de construir a imagem de um novo líder esbarra, no entanto, em um passado que insiste em acompanhar o senador.
O escândalo das rachadinhas na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, revelado a partir de relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, continua sendo uma sombra sobre sua trajetória política. O caso envolve o ex-assessor Fabrício Queiroz e investigações sobre a devolução de salários de funcionários do gabinete.
Há ainda o episódio da mansão milionária em Brasília, adquirida em circunstâncias financeiras que levantaram questionamentos sobre compatibilidade de renda.
E existe, sobretudo, a controversa relação com personagens ligados ao submundo das milícias cariocas, como o ex-capitão do BOPE Adriano da Nóbrega, cuja família chegou a trabalhar em seu gabinete.
São fatos conhecidos. Documentados. Investigados. Debatidos.
Mesmo assim, o senador cresce nas pesquisas.
O anti-petismo como combustível político
Há um fator decisivo para compreender esse fenômeno: o anti-petismo.
Desde a ascensão política de Luiz Inácio Lula da Silva e do Partido dos Trabalhadores, uma parcela significativa da sociedade brasileira passou a votar menos por convicção e mais por rejeição.
Para muitos eleitores, o voto se tornou uma espécie de instrumento de punição contra o PT — mesmo que isso signifique entregar o país a projetos políticos que demonstraram desprezo pelas instituições democráticas.
É um fenômeno que se repete eleição após eleição.
E que revela algo mais profundo: uma dificuldade do Brasil em aprender com a própria história.
O flerte perigoso com o autoritarismo
Existe no país uma parcela da sociedade que demonstra uma curiosa tolerância — quando não simpatia — por soluções autoritárias.
Não é raro ouvir elogios ao período da Ditadura Militar no Brasil, regime responsável por censura, perseguições políticas, prisões arbitrárias e tortura.
É um revisionismo perigoso.
Porque relativizar a ditadura significa banalizar o sofrimento de milhares de brasileiros que foram perseguidos, exilados ou mortos por pensar diferente.
Quando discursos autoritários voltam ao centro da política, não é apenas a democracia que está em risco. É a memória histórica de um país inteiro.
O risco da normalização
O crescimento de Flávio Bolsonaro nas pesquisas também revela outro fenômeno preocupante: a normalização do extremismo político.
Ideias que há poucos anos seriam consideradas inaceitáveis passaram a circular com naturalidade no debate público. Ataques ao sistema eleitoral, questionamentos infundados sobre urnas eletrônicas, discursos contra minorias e contra instituições democráticas tornaram-se parte do cotidiano político.
Isso não acontece por acaso.
Projetos de poder baseados na radicalização dependem justamente da erosão gradual dos limites democráticos.
Uma escolha que vai além da eleição
A eleição presidencial de 2026 provavelmente não será apenas uma disputa entre candidatos.
Será uma disputa entre modelos de país.
De um lado, um projeto que, com todos os seus erros e contradições, opera dentro das regras democráticas. Do outro, um movimento político que repetidamente colocou essas mesmas regras em xeque.
O avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas não deve ser ignorado.
Mas, mais do que isso, deve provocar reflexão.
A democracia brasileira já foi interrompida antes. E demorou mais de duas décadas para ser reconstruída.
A pergunta que fica é simples — e incômoda:
Será que o Brasil realmente aprendeu a lição da própria história?
O Prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde, Dr. Tássio Bezerra (PTB), assinou nesta quinta-feira (06), ordem de serviço autorizando a abertura de concurso público no município. O concurso terá de 111 vagas para preenchimento imediato após as etapas estabelecidas no certame. São 47 vagas para a secretaria de saúde; 12 para a secretaria de […]
O Prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde, Dr. Tássio Bezerra (PTB), assinou nesta quinta-feira (06), ordem de serviço autorizando a abertura de concurso público no município.
O concurso terá de 111 vagas para preenchimento imediato após as etapas estabelecidas no certame. São 47 vagas para a secretaria de saúde; 12 para a secretaria de administração; 05 para a secretaria de obras; 09 para a secretaria de ação social e 38 para a secretaria de educação.
O prefeito Tássio Bezerra, acredita que o concurso contribuirá com a qualidade dos serviços públicos.
“Vamos aperfeiçoar os serviços para a população, aumentando e garantido a efetividade de novos funcionários”. Disse o prefeito, acrescentando.
“Vamos fortalecer os serviços oferecidos nas Unidades Básicas de Saúde e Unidade Mista de Saúde, contratando mais médicos para o PSF, além de médicos plantonistas e especialistas como Nutricionista, Psicólogos, Farmacêutico, Ultrassonografista, Pediatra e Fisioterapeuta”
A empresa vencedora da licitação que realizará o concurso público da prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde é o Instituto de Desenvolvimento Humano e Tecnológico – IDHTec. O Edital será divulgado em breve, anunciando o início das inscrições.
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