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Delegado que já atuou no Pajeú coordenou operação em Serra Talhada

Por Nill Júnior

A operação “Pecúnia 2”, da Polícia Civil de Pernambuco em conjunto com a sua Gerência de Controle Operacional das Especializadas (GCOI) e a Diretoria Integrada de Polícia Especializada (DIRESP), teve a participação do Delegado Cláudio Castro, que atuou anos no Pajeú.

Castro é gestor do Departamento. O DENARC, que coordena as operações é composto por 12 delegacias em Pernambuco.

A Operação de Repressão Qualificada desmontou uma quadrilha que age lavando dinheiro e traficando entorpecentes em seis estados, incluindo Pernambuco. Douglas Camilo Pereira é o delegado responsável pelo caso.

As investigações começaram em março do ano passado e durante esse período, três pessoas já foram presas. Agora, os policiais efetuarão 19 mandados, sendo quatro de prisão e 15 por busca e apreensão. Também houve um bloqueio, através da Justiça, das contas bancárias dos investigados. O montante total é de R$ 3.626.019,21.

Além de Pernambuco, os outros cinco estados em que criminosos também agem, são: Pará, Bahia, Paraíba, Ceará e São Paulo.

Através de uma nota, a Polícia Civil reforçou que a deflagração é voltada somente para a área pernambucana, e explicou, em detalhes, como a organização criminosa costuma agir, enviando drogas do Pará para Serra Talhada, inicialmente, e lavando dinheiro numa empresa que funcionava “de fechada” como uma fábrica de farinha.

Outras Notícias

Governo voltará a se reunir com caminhoneiros para tentar evitar greve

O governo têm promovido diálogo com representantes mas, devido a falta de coesão entre as lideranças da categoria, admite a dificuldade nas negociações JC Online Embora venha monitorando representantes dos caminhoneiros e conversando com alguns líderes, o Governo Federal admite a dificuldade para negociar com todas as lideranças da categoria devido à falta de coesão. […]

Foto: Agência Brasil

O governo têm promovido diálogo com representantes mas, devido a falta de coesão entre as lideranças da categoria, admite a dificuldade nas negociações

JC Online

Embora venha monitorando representantes dos caminhoneiros e conversando com alguns líderes, o Governo Federal admite a dificuldade para negociar com todas as lideranças da categoria devido à falta de coesão. Temendo uma nova greve como a realizada em maio de 2018, novas rodadas de conversas estão marcadas para a próxima semana, segundo informações do site Congresso em Foco.

Uma ala mais radical, que não tem participado das conversas com o Palácio do Planalto, fala em uma paralisação a partir do dia 29 de abril, em resposta ao aumento de R$ 0,10 no preço do diesel. Outra, mais ponderada e que tem dialogado com o governo, considera a medida precipitada e deve voltar a se reunir com ministros e técnicos da equipe de Jair Bolsonaro para avaliar o cenário.

O valor do diesel deve subir dos atuais R$ 2,14 para R$ 2,24, em média, nos 35 pontos de distribuição no país. Apesar do reajuste, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, acredita que são baixas as chances de greve.

Cobrança

Em entrevista ao site Congresso em Foco, Wallace Landim, presidente da Cooperativa dos Transportes Autônomos do Brasil (Branscoop), ressalta a necessidade de respostas rápidas para solucionar os problemas da categoria. “Sei que estamos todos na UTI, mas vamos tentar segurar o máximo possível. O governo está trabalhando, mas precisamos de ações urgentes. Espero que consigamos resolver todas as questões a tempo de salvar a todos”, afirmou.

Ele explica que, desde a greve de maio do ano passado, que paralisou o país, a categoria começou a se organizar mais, embora ainda não hajam “lideranças estabelecidas” e o WhatsApp continue sendo o meio preferido para os diálogos internos.

Para Wallace, apenas da sensação geral de descontentamento que ainda prevalece, o sentimento é de que “o governo está disposto a conversas”. Ele afirmou que estará em Brasília na próxima semana para tratar com os ministros da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, da Agricultura, Tereza Cristina, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e tentará mostrar à categoria que o Planalto está aberto ao diálogo.

Em nota ao Congresso em Foco, a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (ABCAM), parceira de 54 entidades da classe, que diz representar 600 mil autônomos, afirmou estar recebendo, desde o anúncio do aumento do combustível, inúmeras reclamações, mas “ainda não é possível afirmar que a categoria está se organizando para uma nova paralisação”.

Reajuste

Na última semana, o presidente Jair Bolsonaro, que, segundo Castello Branco, não havia sido informado com antecedência do reajuste do diesel e disse que quer entender o custo que justifica o reajuste. “Na terça-feira convoquei todos da Petrobras para me esclarecerem por que 5,7 por cento de reajuste quando a inflação projetada para este ano está abaixo de 5 (por cento). Só isso, mais nada. Se me convencerem, tudo bem. Se não me convencerem, nós vamos dar a resposta adequada para vocês”, disse no dia 12 de abril.

Ao anunciar o aumento do combustível, Castello Branco negou que Jair Bolsonaro tenha exigido algo. “O presidente Bolsonaro não pediu nada. Apenas me alertou sobre os riscos que representava uma greve dos caminhoneiros. Fiz uma reunião com os diretores para suspender o reajuste de preços para uma reavaliação. Todos nós sofremos com a greve dos caminhoneiros. Fui favorável a sustar o reajuste dos preços”, contou o presidente da estatal.

Promessas

Para amenizar o descontentamento da categoria, o governo anunciou a abertura de uma linha de crédito no Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico (BNDES) no valor de R$ 500 milhões para caminhoneiros autônomos manterem seus veículos, além de investimentos em rodovias federais e melhorias nas condições de trabalho.

Para a ABCAM, os anúncios feitos pelo governo são positivos, mas ainda não esclareceu como será e quando terá ínicio o funcionamento das medidas divulgadas:

“Quais serão as regras, prazos e condições para abertura de crédito para os caminhoneiros? Quando teremos as paradas de descanso? É importante lembrar que não serão construídos pátios de estacionamento da noite para o dia, muito menos o cartão combustível, ou mesmo o documento eletrônico de frete. Sendo assim, quando, efetivamente, os caminhoneiros poderão usufruir de tais medidas?”.

Sertaneja de Salgueiro ainda não conseguiu deixar a Ucrânia

Vitória Magalhães relatou que estão tentando deixar o país em um trem Por André Luis A sertaneja Vitória Magalhães, seu filho Benjamin, de 3 anos, e o marido Juninho, ex-lateral-esquerdo do Salgueiro, ainda não conseguiram sair da Ucrânia. Eles ainda estão em Lviv, onde estavam abrigados em um hotel, mas decidiram, mais uma vez tentar […]

Vitória Magalhães relatou que estão tentando deixar o país em um trem

Por André Luis

A sertaneja Vitória Magalhães, seu filho Benjamin, de 3 anos, e o marido Juninho, ex-lateral-esquerdo do Salgueiro, ainda não conseguiram sair da Ucrânia.

Eles ainda estão em Lviv, onde estavam abrigados em um hotel, mas decidiram, mais uma vez tentar embarcar em um trem para sair do país.

Logo cedo, Juninho postou em seu perfil no Instagram que o carro enviado para pegá-los havia sofrido um acidente por causa das condições da pista.

Também no Instagram, a esposa de Juninho, Vitória Magalhães, relatou, mais uma vez, que estão precisando de ajuda para deixar a Ucrânia.

“Nós precisamos de ajuda, o grupo maior conseguiu sair, graças a Deus, estamos felizes por eles e outros brasileiros que conseguiram sair. Continuamos aqui, com medo, sem alternativa de sair seguros. Estamos com criança, machucados e cansados. A informação que temos é de permanecer no hotel, que trens estão dando prioridade às mulheres, crianças e idosos. As fronteiras estão impossíveis de passar a pé. Nos ajude a sair daqui e ir para casa. Estamos entrando em desespero novamente por esperar ajuda e elas não conseguirem chegar. Orem para conseguimos sair daqui hoje. Mais uma vez vamos agir por nós e vamos tentar entrar todos juntos no trem. As ajudas não conseguem chegar até a gente”, relatou.

Há cerca de 6h, Juninho voltou a informar em Instagram,que um funcionário da embaixada brasileira que havia sido designado para ajudá-los, foi convocado para a região de defesa dos conflitos. 

Juninho tentou acha-lo mais cedo, mas devido ao grande número de pessoas na estação do trem não conseguiram.

“A gente já estava esperando o trem aqui, mas parece que foi cancelado. Teremos que esperar o próximo que parece que sai às 19h, porque o outro foi cancelado”, explicou Juninho.

Coluna do Domingão

Tem fila do osso também no Sertão O Sertão também registra o fenômeno do aumento da fome e da pobreza, que não é exclusividade dos grandes centros. O flagrante é de Arcoverde, onde assim como ocorreu em outros centros, com destaque na imprensa nacional. Na foto, pessoas fazem fila em um populoso bairro da cidade, […]

Tem fila do osso também no Sertão

O Sertão também registra o fenômeno do aumento da fome e da pobreza, que não é exclusividade dos grandes centros.

O flagrante é de Arcoverde, onde assim como ocorreu em outros centros, com destaque na imprensa nacional. Na foto, pessoas fazem fila em um populoso bairro da cidade, São Cristóvão, onde um açougue distribuía ossos para famílias mais carentes.

Na Terra do Cardeal, o fenômeno gerou críticas à gestão local, do prefeito Wellington da LW. “Mostra que nossa cidade está sem governo. Só se governa para ricos em Arcoverde, enquanto pobres precisam ficar esperando osso para se alimentar dignamente”, questionou o PT em nota.

De fato, políticas públicas locais e estaduais precisam acudir quem passa necessidade. Mas o nó é mais em cima também. Essa semana, toda a equipe econômica, inclusive o todo poderoso Paulo Guedes ficaram no “balança mais não cai” por conta da decisão de levar o Auxílio Brasil, novo nome do Bolsa Família da era Bolsonaro a míseros R$ 400. O valor não cobre nem a cesta básica, hoje oscilando entre R$ 600 e R$ 700. Isso sem considerar moradia, energia nas alturas, água, educação…

O mercado, esse ser invisível que manda e desmanda no país não gostou dos R$ 400 pelo mal que fará ao teto dos gastos. O fenômeno social que a pandemia causou ao Brasil empobreceu ainda mais os mais pobres e enriqueceu ainda mais os mais ricos. Além de um fenômeno econômico, o aumento da fome é uma crueldade social com cor e identidade. Os pretos e pardos correspondem a 72,7% dos que estão em situação de pobreza ou extrema pobreza, ou 38,1 milhões de pessoas. Dentre aqueles em condição de extrema pobreza, as mulheres pretas ou pardas compõem o maior contingente: 27,2 milhões de pessoas. Vale destacar que o rendimento domiciliar per capita médio de pretos ou pardos é metade do recebido pelos brancos. Um quarto da população brasileira, 52,7 milhões de pessoas, vive em situação de pobreza ou extrema pobreza.

O mais cruel é que o Brasil, gigante pela própria natureza, produz alimentos que permitiriam ao país exportar e matar a fome por aqui. Hoje, o País produz comida suficiente para estimados 1,6 bilhão de pessoas, ou seja, um excedente de 1,4 bilhão, já que somos 200 milhões. Mas a voracidade do “mercado”, do agronegócio, do empresariado, dos homens brancos de gravata que decidem o futuro do país não permite que isso aconteça.

Assim, aumenta a disparidade, a concentração de renda para poucos, a falta dela para muitos. A cada dia, ouve-se com mais insensibilidade o grito de fome de crianças para o desespero de suas mães, assiste-se a mais pessoas revirando o caminhão do lixo por comida. São vozes e dores que o mercado e os políticos reféns não veem, não escutam, não sentem. E aumenta a fila do osso, dobrando a esquina de um país derrotado, por produzir sem conseguir sustentar seus filhos…

Síndrome da caneta

Em Arcoverde, não é mais “mar de rosas” a relação entre o prefeito Wellington da LW e a ex-prefeita Madalena Britto. A causa, óbvio, o fato de que LW não abre espaços para a ex-gestora e seu grupo. O irmão, Lídio Maciel, comanda as finanças a mando do irmão. “Madalenistas” já acusam o gestor de querer transformar a prefeitura em uma extensão da empresa do gestor.

O rombo de Sebastião

Em Tabira, o Secretário de Finanças, Cleison Rodrigues, diz que a herança maldita de Sebastião Dias foi de 18 milhões, R$ 11 milhões só de INSS. segundo ele, a gestão Nicinha estaria começando a se aprumar agora. O sonho é de reduzir o déficit com a melhoria da arrecadação própria.

Na web, ainda é Josinaldo

No site da UVP, que realizou um importante encontro em Afogados da Ingazeira, o presidente ainda é Josinaldo Barbosa.  Menos mal que nas redes sociais, Léo do Ar, presidente de fato, atualizou as informações sobre o importante encontro.

Esperando coordenadas

Angelo Fereira dise ao blogueiro Marcelo Patriota ter uma dívida de gratidão a Evandro Valadares pelo apoio que teve quando candidato a Estadual. Mas, perguntado se pagaria a dívida apoiando Paulo Jucá, disse aguardar um comando do Palácio e acrescentou que, que tem tempo, não tem pressa.

Talvez

Quem disse que Aline Mariano não é candidata a estadual? Com espólio da última eleição,  pode ser cortejada para dobrar com federais que não dispensem sua votação.  Terça ela diz se é carne ou peixe na Rádio Pajeú.

Cartas na Mesa

Rubinho do São João,  que capitalizou com o encontro da UVP em Afogados,  já avisou que inocente é quem acha que apenas Daniel Valadares será colocado à mesa na discussão sobre a vice da Frente em 2024. O nome dele, por exemplo,  estará lá.

Deixando claro

Márcia Conrado manteve a fidelidade a Luciano Duque nas últimas declarações para acabar com especulações de racha. Também não mecheu em uma peça sequer das que não tem o apreço do ex-prefeito.  Algo como “somos aliados, mas a prefeita sou eu”.

Frase da semana:

“Vagabundo é elogio para ele”. 

Do Presidente Jair Bolsonaro sobre Renan Calheiros,  após seu relatório imputar nove crimes ao mandatário na CPI da Covid.

Domênico Perazzo: “meu candidato ainda é Dêva”

Em contato com este blogueiro o vereador de Tuparetama Domênico Perazzo disse não apoiar a posição dos colegas vereadores Danilo , Plécio e Joel Gomes, que não querem mais Dêva Pessoa como candidato a prefeito pelas oposições. “Eu ainda defendo o nome de Deva Pessoa como o nome mais forte da oposição pra disputar as […]

Em contato com este blogueiro o vereador de Tuparetama Domênico Perazzo disse não apoiar a posição dos colegas vereadores Danilo , Plécio e Joel Gomes, que não querem mais Dêva Pessoa como candidato a prefeito pelas oposições.

“Eu ainda defendo o nome de Deva Pessoa como o nome mais forte da oposição pra disputar as eleições de 2024 em nosso município. “Não tenho compromisso com outra candidatura”, disse.

Segundo informação divulgada pelo Mais Tuparetama, setores da oposição não vêem mais viabilidade no nome de Dêva e uma pesquisa definirá o candidato do bloco entre Danilo Augusto, Plécio Galvão e Joel Gomes.

TSE já recebeu o registro de seis candidaturas ao Governo de Pernambuco

Partidos políticos, federações e coligações tem até 15 de agosto para solicitarem os registros Por André Luis O DivulgaCandContas, ferramenta desenvolvida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde é possível acessar informações detalhadas sobre candidatas e candidatos, tais como certidões criminais e declaração de bens, recebeu até às 21h13, desta terça-feira (9), o registro de seis […]

Partidos políticos, federações e coligações tem até 15 de agosto para solicitarem os registros

Por André Luis

O DivulgaCandContas, ferramenta desenvolvida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde é possível acessar informações detalhadas sobre candidatas e candidatos, tais como certidões criminais e declaração de bens, recebeu até às 21h13, desta terça-feira (9), o registro de seis candidatos ao Governo de Pernambuco.

O Partido Liberal – PL, mesmo partido do presidente Jair Bolsonaro, apresentou o registro de Anderson Ferreira e da sua vice, Izabel Urquiza. Anderson declarou o valor total de bens em R$ 1.790.962,77; já Urquiza, R$1.384.629,16.

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado – PSTU apresentou o registro da candidatura de Cláudia Ribeiro e do seu vice, professor Mariano. Cláudia ainda não declarou quanto possui em bens, já Ribeiro, declarou possuir um patrimônio de R$ 40.000,00.

O Partido da Mulher Brasileira – PMB apresentou o registro de Jadilson Bombeiro e da sua vice, Fernanda Souto Maior. Bombeiro declarou possuir um patrimônio de R$210.000,00. Fernanda ainda não declarou o valor de seus bens.

A Coligação Pernambuco na Veia, composta pelos partidos: SOLIDARIEDADE / PSD / AVANTE / AGIR / PMN / PROS, oficializou o nome de Marília Arraes (SD) e de seu vice, Sebastião Oliveira (Avante). Marília declarou possuir um patrimônio de R$ 1.173.614,64, Já Oliveira disse possuir R$ 1.261.154,40, em bens.

A Coligação Pernambuco Com Força de Novo, composta pelos partidos: PODEMOS / PSC / UNIÃO BRASIL / PATRIOTA, registrou a candidatura de Miguel Coelho e de sua vice, Alessandra Vieira, ambos do União Brasil. Miguel declarou possuir patrimônio de R$ 1.966.870,43, Alessandra: R$ 263.867,15.

A Federação PSDB Cidadania (PSDB/CIDADANIA), oficializou a candidatura de Raquel Lyra e da sua vice, Priscila Krause, ambas do PSDB. Raquel declarou ter R$ 340.576,99, em bens, Priscila, R$ 125.748,36.

O calendário eleitoral de 2022 fixou o dia 15 de agosto como a data final para que partidos políticos, federações e coligações solicitem o registro de candidatas e candidatos aos cargos de presidente da República, governador e senador, bem como às vagas de deputados federais, estaduais e distritais.