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Delegado especial vai investigar assassinatos em Floresta

Por Nill Júnior

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O deputado estadual Júlio Cavalcanti,  e o federal Zeca Cavalcanti,  tiveram uma reunião com o Secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho,  para tratar sobre a situação da violência em Floresta.

O pleito dos parlamentares é de que seja designado um delegado especial para apurar os crimes ocorridos no município.  Só em 2015 foram 18 assassinatos, e até agora apenas um inquérito foi concluído. Sobre esse assunto, o Secretário informou que vai designar o delegado especial.

De acordo com Júlio,  a questão da falta de delegados no interior é séria. “No município de Sertânia, por exemplo, a própria delegacia foi arrombada”, diz. Ainda segundo o parlamentar,  em Custódia não tem delegado, nem pelotão da PM. Além disso, a única viatura disponível percorre 80km para poder registrar uma ocorrência,  no município de Arcoverde. “No sertão do Itaparica, dos sete municípios apenas três tem delegado”, destaca.

Outras Notícias

Orçamento 2023: Secretários explicam na Alepe remanejamento de R$ 5,7 bilhões

Os secretários estaduais da Fazenda, Wilson José de Paula, e de Planejamento, Fabrício Marques Santos, estiveram nesta segunda-feira (27) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para esclarecer dúvidas relacionadas ao Projeto de Lei (PL) n° 357/2023.  A matéria, que solicita a autorização do Legislativo para o Estado realocar R$ 5,7 bilhões dentro do Orçamento de […]

Os secretários estaduais da Fazenda, Wilson José de Paula, e de Planejamento, Fabrício Marques Santos, estiveram nesta segunda-feira (27) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para esclarecer dúvidas relacionadas ao Projeto de Lei (PL) n° 357/2023. 

A matéria, que solicita a autorização do Legislativo para o Estado realocar R$ 5,7 bilhões dentro do Orçamento de 2023, está em tramitação nas comissões de Justiça (CCLJ), Finanças e Administração Pública, que convocaram a reunião extraordinária conjunta. 

Presidente da CCLJ, o deputado Antônio Moraes (PP) alertou que alguns deputados questionaram se o PL aumentaria — de 20% para 30% — o percentual orçamentário que o Executivo pode alterar via decreto e, portanto, sem o aval da Alepe. 

“A dúvida é se a proposta seria um ‘cheque em branco’ para o Governo do Estado fazer remanejamentos sem autorização desta Casa”, comentou, justificando a reunião.

Segundo o secretário de Planejamento, quase a totalidade do valor realocado —  R$ 5,1 bilhões — refere-se apenas a uma adequação técnica. 

“É pura e simplesmente para compatibilizar o orçamento ao novo Manual de Finanças do Tesouro Nacional, que determina que os Estados consolidem em uma única ação os gastos previdenciários”, disse. 

“Atualmente, estes valores estão distribuídos em diferentes ações, em razão do órgão de origem, o que dificulta a União a identificar o déficit previdenciário total de cada ente”, esclareceu Santos.

Ainda de acordo com o gestor, o restante do remanejamento — pouco mais de R$ 600 milhões — busca compatibilizar o Orçamento de 2023 à nova estrutura administrativa do Estado, aprovada pela Alepe em janeiro deste ano. 

“Como houve a criação de novas secretarias e a fusão de algumas pastas, os valores precisam ser deslocados”, pontuou. “Não houve acréscimo, apenas mudanças de dotação entre ações ou órgãos”, complementou o secretário de Fazenda, Wilson José de Paula.  (Veja tabela abaixo).

Questionamentos

Parlamentares presentes no encontro registraram a importância do diálogo entre os Poderes para sanar dúvidas na tramitação de matérias. “Fomos surpreendidos pela imprensa, que falava em ‘cheque em branco’. É importante que a gente seja informado das iniciativas pelo Governo”, pontuou Dani Portela (PSOL), que também pediu audiências com o Executivo para tratar de alterações que permitam, por exemplo, o pagamento do piso salarial da enfermagem.

Outro tópico em que o Legislativo busca dialogar com o Governo do Estado é o pagamento das emendas parlamentares. “Vamos promover conversas para construir um aplicativo que permita ao deputado acompanhar, de maneira mais clara, a execução das emendas”, registrou a presidente da Comissão de Finanças, deputada Débora Almeida (PSDB).

O deputado Renato Antunes (PL), por sua vez, elogiou o encontro conjunto promovido pelos colegiados de Justiça, Administração e Finanças. “Quando o Parlamento tem dúvida, é importante convidar o Executivo a vir nos esclarecer”, pontuou. “Esta Casa sempre fará debates para discutir os interesses dos pernambucanos”, acrescentou o presidente da Comissão de Administração Pública, Joaquim Lira (PV).

Tramitação

Mesmo após os esclarecimentos relativos ao PL 357, João Paulo (PT) pediu vistas para aprofundar a análise da matéria, bem como da emenda anunciada pelo deputado Romero Albuquerque (União). Esse último dispositivo propõe o remanejamento de recursos destinados à divulgação governamental para ações de combate à violência contra a vida animal. 

Segundo Antônio Moraes, o projeto entrará na pauta de discussões da CCLJ na próxima segunda (3). “É importante que o Governo melhore a comunicação com a Casa. Este encontro foi solicitado porque não estava clara a questão do remanejamento da previdência”, disse. A proposição terá como relatora, nesse colegiado, a deputada Débora Almeida. Nos de Finanças e de Administração, os pareceres ficarão a cargo, respectivamente, de João de Nadegi (PV) e Eriberto Filho (PSB).

Prefeita no muro atrapalha em Arcoverde

Blog do Magno Em Arcoverde, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti, candidato do PTB, fechou a chapa com Eduíno Filho, filho do ex-vereador e ex-deputado Eduíno Brito, na vice. Corre solto enquanto os dois pré-candidatos que disputam a preferência do apoio da prefeita – o delegado Israel Rubis, do (PR), e a vereadora Cybele Roa (Podemos) – […]

Blog do Magno

Em Arcoverde, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti, candidato do PTB, fechou a chapa com Eduíno Filho, filho do ex-vereador e ex-deputado Eduíno Brito, na vice.

Corre solto enquanto os dois pré-candidatos que disputam a preferência do apoio da prefeita – o delegado Israel Rubis, do (PR), e a vereadora Cybele Roa (Podemos) – estão perdendo tempo e sendo embromados por Madalena.

Sem ter a certeza quanto ao nome mais competitivo, Madalena usa o Covid como pano de fundo para ficar em cima do muro. Está literalmente “empurrando com a barriga” a sua escolha.

Rubis e Cibely não sabem se marcham sozinhos ou assumem o desgaste da atual gestão, marcada pela impopularidade. As plataformas das duas candidaturas são muito heterogêneas, conflitantes e envolvem bastante um componente difícil de administrar, chamado vaidade. Enquanto as negociações continuam, Zeca segue solto, firme e à frente.

“Nome da oposição será decidido em pesquisa popular”, diz Gleybson Martins sobre 2024

Por André Luis Nesta terça-feira (8), o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú recebeu Gleybson Martins, ex-vereador e ex-presidente da Câmara de Carnaíba, juntamente com o vereador Matheus Francisco, para uma entrevista. A conversa abordou diversos aspectos da política local e as perspectivas de Gleybson para a Prefeitura de Carnaíba em 2024. Durante […]

Por André Luis

Nesta terça-feira (8), o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú recebeu Gleybson Martins, ex-vereador e ex-presidente da Câmara de Carnaíba, juntamente com o vereador Matheus Francisco, para uma entrevista. A conversa abordou diversos aspectos da política local e as perspectivas de Gleybson para a Prefeitura de Carnaíba em 2024.

Durante a entrevista, Gleybson ressaltou que a decisão interna deve ser baseada nas pesquisas e na vontade popular. Ele frisou que a oposição está focada em construir, ouvindo a população e buscando um projeto que atenda às necessidades de Carnaíba.

“Defendo os valores sociais e democráticos. A decisão interna deve ser baseada nas pesquisas e na vontade popular. Na oposição, não impomos candidaturas, ao contrário do governo. Estamos aqui para construir, ouvindo a população, pois acreditamos que essa é a nossa responsabilidade”, afirmou.

Gleybson também destacou que, caso seu nome não seja escolhido como candidato, ele apoiará a decisão do povo, alegando que a população deseja a mudança e que a tentativa de criar rachas é uma estratégia do governo, mas não terá sucesso.

“Nossa obrigação é ouvir a vontade popular. Se a população quer João, quer Manuel, quer Matheus, estarei pronto para apoiar. O mesmo vale se a vontade popular apontar para Gleybson ou qualquer outro. A democracia nos ensina que o vencedor é quem possui a maioria, e é essencial ouvir a voz do povo”, destacou.

Ele ainda aproveitou para criticar a atenção da gestão atual com Ibitiranga. “Lá, tenho constatado diversos problemas, como a escassez de água e a falta de infraestrutura nas estradas. É notório o abandono em que aquela área se encontra, resultado da falta de atenção por parte do governo municipal em Ibitiranga”.

Sobre a alegação de divisões na oposição, Gleybson esclareceu que a especulação em torno do assunto não reflete a realidade e que cada membro tem suas ocupações diárias, o que dificulta a coordenação constante de reuniões. Ele ressaltou que, apesar disso, a oposição sempre se encontra para discutir os rumos de Carnaíba, seguindo uma estratégia conjunta.

Gleybson Martins apontou problemas em Carnaíba. Ele afirmou que a taxa de homicídios e tentativas de homicídios tem atingido números alarmantes, e que o problema das drogas é outra questão preocupante, “especialmente o alto número de apreensões de entorpecentes, sendo que mais da metade dos casos envolve menores de idade”. 

Por fim, Gleybson criticou o uso da máquina pública para perseguições políticas. “É triste como vi recentemente em um blog um funcionário sendo demitido, alegando que a decisão ocorreu porque o servidor estava se destacando mais do que o secretário. É lamentável usar a máquina pública para perseguições. Somos totalmente contra isso. Não se deve usar a máquina pública para perseguir pessoas, pois isso é cruel e injusto”, afirmou.

Matheus nega candidatura a vice: Já o vereador Matheus Francisco defendeu unidade na oposição e a necessidade de continuar construindo um projeto político novo.

Ele reforçou que nas eleições anteriores, enfrentaram desafios consideráveis ao lutar contra uma “máquina política enraizada em Carnaíba”. Defendeu o legado do pai, José Francisco Filho, e negou que seja candidato a vice.

“Gostaria de esclarecer desde já e cortar alguns rumores que têm circulado em Carnaíba, os quais afirmam que eu seria candidato a vice. Quero deixar claro que não sou candidato a vice. Estou me preparando para a minha reeleição”, pontuou.

Presidente da Amupe diz que reunião com Caixa Econômica em Caruaru foi positiva  

A reunião com a Caixa Econômica realizada na sexta-feira (17/05) na sede da entidade em Caruaru, reuniu mais de 70 municípios. O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco – Amupe, José Patriota, esteve presente e apresentou à Caixa os problemas que os gestores vêm enfrentando para aprovação e liberação de recursos através dos repasses. O […]

A reunião com a Caixa Econômica realizada na sexta-feira (17/05) na sede da entidade em Caruaru, reuniu mais de 70 municípios. O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco – Amupe, José Patriota, esteve presente e apresentou à Caixa os problemas que os gestores vêm enfrentando para aprovação e liberação de recursos através dos repasses.

O encontro com o superintendente da Caixa de Caruaru, Marcos Borges, na opinião de Patriota foi positiva, uma vez que foi criado um canal de comunicação entre as instituições, ficando na ocasião, da Caixa analisar as sugestões apresentadas pelos municípios e dar um retorno imediato. “Precisamos valorizar a Caixa, pois ele é o único banco público de desenvolvimento para os municípios. Acredito nesta parceria para que os municípios não percam recursos”. Disse o presidente da Amupe.

Os gestores solicitaram da Caixa, um cronograma que permita regularizar as análises;  escritórios de negócios descentralizados. E, enquanto não acontece, redistribuir os municípios para melhor atendimento; contratar e ou aproveitar os escritórios terceirizados); programa de capacitação permanente sobre normas, procedimentos e prestação de contas dos contratos com equipes municipais, além de repassar e manter atualizados os GMC com  os normativos e procedimentos da Caixa e do órgão concedente.

PGR defende causa indígena e cobra governo sobre demarcação de terras

Autoridades do Poder Executivo, acadêmicos, lideranças indígenas, embaixadores e membros do Ministério Público Federal se reuniram para estabelecer um diálogo com o governo sobre as garantias dos direitos constitucionais indígenas nesta quarta-feira (23). No início do encontro, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ressaltou a importância do diálogo franco entre as instituições e a sociedade. […]

Autoridades do Poder Executivo, acadêmicos, lideranças indígenas, embaixadores e membros do Ministério Público Federal se reuniram para estabelecer um diálogo com o governo sobre as garantias dos direitos constitucionais indígenas nesta quarta-feira (23).

No início do encontro, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ressaltou a importância do diálogo franco entre as instituições e a sociedade. “Como em qualquer sociedade, há um contínuo aprimoramento no plano do reconhecimento dos direitos, de respeito à dignidade humana e dos povos indígenas e no plano das competências, não pode haver retrocesso nas políticas públicas”.

Além disso, Raquel Dodge cobrou que o governo realize a demarcação de terras indígenas, conforme determina a Constituição. “Mais uma vez, diante de um novo governo, a pergunta que é refeita é: quando as demarcações estarão concluídas? Para que haja aquilo que a constituição assegura, que é o usufruto exclusivo dos povos indígenas para a terra que a Constituição lhes assegura.” Também presente no evento, a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, declarou que o governo está aberto ao diálogo.

Na primeira semana de governo, a Fundação Nacional do Índio, a Funai, foi transferida do Ministério da Justiça para a pasta ocupada por Damares, tendo suas atribuições concentradas na elaboração e implementação de políticas públicas para os povos indígenas. A função de demarcar terras indígenas, por sua vez, foi transferida da Funai para o Ministério da Agricultura.