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Delegacia de SJE já funciona em contêiner

Por Nill Júnior

Em São José do Egito, o ônibus que chegou à cidade para servir de delegacia em 17 de dezembro já foi embora, para ser utilizado durante o carnaval em um dos pólos do Estado.

Com isso a Policia Civil enviou um contêiner para servir de delegacia em lugar do ônibus móvel, que já está atendendo em condição muito inferior à anterior. “Se a estrutura já era deficitária, agora ficou impraticável”, disse um agente, com a sensação de sardinha na lata.

O contêiner funcionará como delegacia em São Jose do Egito no pátio da rodoviária. Como já informado, a Delegacia que está sendo estruturada na antiga Casa do Cantador não ficou pronta.

Outras Notícias

Festa tradicional e réveillon sem atrações musicais em Afogados da Ingazeira

A festa do Padroeiro Senhor Bom Jesus dos Remédios e o Réveillon, depois de alguns anos, acontece sem atrações musicais em Afogados da Ingazeira. O prefeito Patriota já havia adiantado a decisão. Ontem, falando ao programa Manhã Total da Pajeú, o Secretário Alessandro Palmeira justificou que com a atual crise não é possível realizar nenhum […]

Jpeg

A festa do Padroeiro Senhor Bom Jesus dos Remédios e o Réveillon, depois de alguns anos, acontece sem atrações musicais em Afogados da Ingazeira.

O prefeito Patriota já havia adiantado a decisão. Ontem, falando ao programa Manhã Total da Pajeú, o Secretário Alessandro Palmeira justificou que com a atual crise não é possível realizar nenhum evento festivo.

Para marcar a chegada do ano novo, haverá apenas o show pirotécnico a meia noite.

Vítima de doença rara, florense comemora sucesso no tratamento

O florense Arthur Medeiros, que a quase 5 anos foi diagnosticado com Aplasia Medular, doença rara cujo único tratamento era transplante de medula óssea compatível, deu uma ótima notícia. A medula óssea que recebeu “pegou”, expressão usada quando a doação acha enfim compatibilidade e começa a cumprir seu papel natural. Arthur Medeiros descobriu cedo o drama […]

O florense Arthur Medeiros, que a quase 5 anos foi diagnosticado com Aplasia Medular, doença rara cujo único tratamento era transplante de medula óssea compatível, deu uma ótima notícia.

A medula óssea que recebeu “pegou”, expressão usada quando a doação acha enfim compatibilidade e começa a cumprir seu papel natural.

Arthur Medeiros descobriu cedo o drama de viver em um hospital. Aos 14 anos, o estudante sofre com Aplasia Medular, disfunção da medula óssea que compromete a produção de plaquetas, e desde janeiro chama de casa o Hospital Português, no centro do Recife.

Apesar da gravidade da doença e da frieza dos corredores hospitalares, o jovem não perdeu o bom humor. Para passar o tempo e animar quem se preocupa, ele adora fazer vídeos dançando e manda para amigos e parentes.

A história acontece pela segunda vez na vida de de Rafaella Medeiros, mãe de Arthur. Há nove anos, o filho mais velho da família descobriu a mesma doença e morreu aos 11 anos de idade. Para ela, descobrir a reincidência da doença foi um baque.

“Eu não esperava que fosse acontecer novamente. Fiquei sem chão e meu mundo desabou. Por mais que a gente não queira, a gente volta ao passado e teme que as mesmas coisas aconteçam. Estamos mais fortes para encarar essa caminhada, que é longa, mas temos muita fé que venceremos”, disse.

Arthur lembra que, mesmo aos cinco anos de idade, precisava ser forte para enfrentar o desafio de ter um irmão na situação em que, hoje, ele próprio se encontra.

“Mesmo pequeno, eu tinha muita fé, sempre tive. Eu faço vídeos engraçados para o pessoal ver que eu não estou muito abalado com tudo isso que está acontecendo comigo. Porque eu sei que é uma doença rara e que é difícil, mas eu procuro colocar o pé no chão, ter muita fé em Deus, que eu vou conseguir”, disse.

Caso Marielle: testemunha envolve vereador e miliciano em assassinato 

IstoÉ Uma testemunha contou à polícia, segundo informações obtidas pelo jornal O Globo, que o vereador Marcello Siciliano (PHS) e o ex-policial militar Orlando Oliveira de Araújo queriam a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL). Procurado pelo jornal, o vereador disse que não conhece o PM – condenado e preso por chefiar uma milícia – […]

Marielle Franco em seu gabinete em 2017, na Câmara Municipal do Rio. Foto: Rodrigo Chadí/Fotoarena/Estadão Conteúdo/Arquivo

IstoÉ

Uma testemunha contou à polícia, segundo informações obtidas pelo jornal O Globo, que o vereador Marcello Siciliano (PHS) e o ex-policial militar Orlando Oliveira de Araújo queriam a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL).

Procurado pelo jornal, o vereador disse que não conhece o PM – condenado e preso por chefiar uma milícia – e afirmou que a acusação da testemunha é uma “mentira”.

A motivação do crime, de acordo com o depoimento, foi o avanço de ações comunitárias de Marielle em áreas de interesse da milícia na Zona Oeste.

A vereadora foi executada com quatro tiros na cabeça na noite de 14 de março. Na ação, o motorista Anderson Gomes também foi atingido e morreu e uma assessora foi ferida por estilhaços.

De acordo com O Globo, a testemunha diz que foi forçada a trabalhar para Orlando e deu detalhes de como a execução foi planejada e diz que participou de reuniões. As conversas entre Orlando e Siciliano teriam começado em junho do ano passado.

A reportagem cita ainda que a testemunha concedeu três depoimentos à Divisão de Homicídios. Deu informações à polícia sobre datas, horários e reuniões entre Siciliano e o ex-PM, que atualmente está em Bangu 9, no Complexo Pentenciário de Gericinó, na Zona Oeste. Também teria fornecido nomes de quatro homens escolhidos para o assassinato, agora investigados pela polícia.

Ainda segundo a publicação, a testemunha contou que, um mês antes do atentado contra Marielle, o ex-PM deu a ordem para o crime de dentro da cela do presídio Bangu 9.

O relato informa que Orlando, primeiro, mandou que homens de sua confiança providenciassem a clonagem de um carro, o Cobalt prata, e que o veículo foi visto circulando próximo da comunidade da Merk, na Zona Oeste, controlada pelo ex-PM.

A testemunha afirmou também que um homem identificado como Thiago Macaco foi encarregado de fazer o levantamento dos hábitos da vereadora: onde ela costumava ir, o local que frequentava e todos os trajetos que Marielle usava ao sair da Câmara de Vereadores.

O depoimento também cita que o ex-PM é “dono” da comunidade Vila Sapê, em Curicica, também na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que trava uma guerra com os traficantes da Cidade de Deus. A vereadora passou a apoiar os moradores da Cidade de Deus e comprou briga com o ex-PM e o vereador, que tem uma parte do seu reduto eleitoral na região.

Comunidade itapetinense está sem energia desde sexta

Uma comunidade sertaneja está desde a tarde da sexta sem energia elétrica, mesmo depois de várias cobranças através do 0800 da empresa. Segundo o colaborador do blog Marcelo Patriota, moradores de Cacimba de Roça estão sem energia há mais de 60 horas e sem previsão de retorno. São ao todo 37 famílias, cerca de  130 pessoas, […]

IRANDUBA-AM; 04/04/2008; CIDADES. COMUNIDADE DE ACAJATUBA NO MUNICÍPIO DE IRANDUBA, ESPERA Á DOIS ANOS POR ENERGIA DO

Uma comunidade sertaneja está desde a tarde da sexta sem energia elétrica, mesmo depois de várias cobranças através do 0800 da empresa. Segundo o colaborador do blog Marcelo Patriota, moradores de Cacimba de Roça estão sem energia há mais de 60 horas e sem previsão de retorno.

São ao todo 37 famílias, cerca de  130 pessoas, dentre elas crianças e idosos, que sofrem com a falta de atenção da empresa.

A Associação Comunitária do Sítio Cacimba de Roça pediu providências a Celpe e as autoridades competentes, mas a informação que não tem prazo e nem dia para o restabelecimento da energia nos imóveis. Um absurdo.

O consumidor que sofrer este tipo de transtorno deve acionar a referida concessionária cobrando danos materiais e morais na Justiça.

Trump entra com pedido para suspender contagem de votos na Filadélfia

A campanha do presidente Donald Trump entrou com mais um pedido para suspender a contagem de votos na Filadélfia, cidade da Pensilvânia. Segundo informações da NBC News, o pedido foi protocolado na tarde de hoje. No pedido, a campanha alega que o Conselho Eleitoral do Condado de Filadélfia não está obedecendo a uma ordem do […]

A campanha do presidente Donald Trump entrou com mais um pedido para suspender a contagem de votos na Filadélfia, cidade da Pensilvânia. Segundo informações da NBC News, o pedido foi protocolado na tarde de hoje.

No pedido, a campanha alega que o Conselho Eleitoral do Condado de Filadélfia não está obedecendo a uma ordem do tribunal de apelações estadual para permitir que eleitores possam se aproximar das mesas de contagem.

“[O Conselho] está estudando a ordem há mais de uma hora e meia, enquanto a contagem continua sem nenhum republicano presente”, diz o processo, de acordo com a NBC News.

A campanha de Trump agora busca uma liminar de emergência para interromper a contagem até que os observadores republicanos tenham acesso liberado.

A Pensilvânia é considerada um estado-chave democrata. Mas Trump ganhou por lá em 2016 e está na dianteira neste ano. Mesmo assim, a campanha republicana também vê a margem sobre o adversário diminuir e anunciou que irá à Suprema Corte para questionar o recebimento de cédulas pelo correio até três dias após o dia das eleições (próxima sexta, 6).

Segundo o New York Times, são pouco menos de 100 votos em questão.

Justiça negou outros dois pedidos

Hoje, Donald Trump já sofreu duas derrotas judiciais: uma em Michigan e outra na Geórgia. No primeiro estado, a juíza Cynthia Stephens negou um pedido feito pela equipe do republicano para tentar interromper a apuração que definirá o resultado das eleições americanas. A decisão será formalizada por escrito amanhã.

Mais de 98% dos votos já foram computados em Michigan, segundo cálculos da Associated Press. Até as 16h, o democrata Joe Biden aparecia com 50,6%, quase três pontos percentuais a mais do que Trump (47,8%), e já era apontado como vencedor dos 16 delegados do estado.

O caso da Geórgia é semelhante: o juiz James Bass rejeitou o processo aberto pela campanha de Trump para interromper a contagem de votos no estado, onde a disputa é ainda mais acirrada: o atual presidente está apenas 0,3 ponto percentual à frente de Biden.

Em seu recurso, Trump pediu o cumprimento das leis sobre o voto pelo correio, ao levantar suspeitas sobre 53 cédulas que não fariam parte de um lote original. A ação, no entanto, foi indeferida por Bass, do Tribunal Superior do Condado de Chatham, que ainda não deu mais explicações sobre sua decisão.