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Delações da Odebrecht provocarão ‘tsunami’ no mundo político, diz procurador

Por Nill Júnior

Estadão

Um dos principais negociadores de delações e acordos de leniência da Operação Lava Jato, o procurador regional da República Carlos Fernando dos Santos Lima afirma que as revelações de executivos e ex-funcionários da Odebrecht devem provocar um “tsunami” no mundo político. “A corrupção está em todo o sistema político, seja partido A, B ou C. Seja no governo federal, seja no governo estadual. Ela grassa em todos os governos.”

Para ele, houve uma mudança na percepção da Lava Jato após o impeachment de Dilma Rousseff. “Tem grupos que viam a Lava Jato apenas com interesse contra o partido que estava no poder, o Partido dos Trabalhadores, e apoiavam. Para este grupo, naturalmente, não interessa a continuidade das investigações e é natural que faça esse movimento crítico agora”, afirmou.

O procurador também criticou o foro privilegiado. “Se não fosse só injusto e antirrepublicano, ainda é ineficiente. Da maneira que está, não é possível, é uma armadilha para o Supremo”, disse à reportagem o decano da força-tarefa da Lava Jato, em Curitiba.

Há um abuso das prisões na Lava Jato?

Evidente que não, até porque elas têm sido referendadas nos tribunais. O sistema permite tamanha quantidade de recursos que não há como se dizer que há abusos. No Brasil temos excessos de prisões de pessoas por crimes menores, como furtos, mulas de tráfico. Agora, não vi problema carcerário por excesso de prisões de colarinho branco. Temos é de aumentar o número de prisões para esses casos.

Por que a manutenção das prisões por longos períodos?

A prisão se justifica segundo os requisitos de lei. Normalmente, temos feito prisão por necessidade da instrução, pela ordem pública. E, enquanto presentes os requisitos, o juiz mantém a prisão.

Uma crítica recorrente é que a Lava Jato não respeita os direitos individuais dos investigados…

Não é uma crítica justa. Existem recursos e tribunais para se resolver a questão. A interpretação excessiva desses direitos individuais é que tem causado a impunidade no Brasil. Temos de fazer um balanço entre a necessidade que a sociedade tem de punir esses crimes e o direito das pessoas. Mas quem decide esse balanço são os tribunais e, até o momento, eles têm mantido as decisões. Os fatos que temos levantados são bem graves, continuados e continuam até hoje.

A operação tem responsabilidade na recessão econômica?

Não, é tentar culpar o remédio pelo problema da doença. Temos um problema sério no Brasil que é um sistema político disfuncional, que se utiliza da corrupção para se financiar. Decidimos propor à população as 10 Medidas Contra a Corrupção, entendendo que o problema talvez fosse de leis penais e processuais penais. No dia em que a Câmara retaliou a proposta, percebemos que o sistema político precisa ser corrigido. Precisamos parar de ter um sistema que gera criminalidade, que precisa de dinheiro escuso para sobreviver, para financiar as campanhas. A corrupção gera uma corrida entre os partidos para o financiamento ilegal. E financiamento ilegal não é caixa 2. É um toma lá da cá. Quem paga exige algo desses grupos políticos.

A alteração do pacote anticorrupção foi um revés?

Foi uma retaliação impensada (do Congresso). Como procuradores apreendemos a ser resilientes. Outras medidas virão, outras campanhas, em outros momentos. Não se pode modificar o que já foi revelado, sabemos o que aconteceu.

A mudança de governo teve impacto na Lava Jato?

Nós vemos na Lava Jato, e isso incomoda, a manipulação ideológica que é feita das investigações, tentando justificar as investigações, que são uma obrigação nossa (Ministério Público), com ideias de que há uma perseguição política de um grupo A ou B. A corrupção está em todo sistema político brasileiro, seja partido A, B ou C. Seja no governo federal, seja no governo estadual. Ela grassa em todos os governos. Isso vai ser revelado bem claramente quando os dados das colaborações e da leniência da Odebrecht forem divulgados. E vai se perceber que o esquema sempre funciona da mesma forma. Ele é um grande caixa geral de favores que políticos fazem por meio do governo e, em troca, recebem financiamento para si ou para seus partidos e campanhas. A Lava Jato e o combate à corrupção não têm cunho ideológico. Para nós é indiferente a troca do governo.

Mas o senhor identificou mudança de discurso de grupos políticos em apoio à Lava Jato?

Tem grupos que viam a Lava Jato apenas com interesse contra o partido que estava no poder, o Partido dos Trabalhadores, e apoiavam. Para este grupo, não interessa a continuidade das investigações e é natural que faça esse movimento crítico agora. São grupos que nos apoiavam e agora fazem um discurso contra. Sabemos que os interesses políticos se aglutinam contra a Lava Jato, como aconteceu no fim do ano passado, com o Congresso tentando, quase que semanalmente, a aprovação, na madrugada, de alguma medida extraordinária. Neste ano parece que estão tentando um esvaziamento lento e gradual da operação.

Com a Lava Jato no Supremo, que tem um ritmo mais lento, pode haver um reflexo negativo na imagem da operação?

A percepção das pessoas fica bastante alterada, porque elas estão vendo que o sistema de foro privilegiado é ineficiente. Se não fosse só injusto e antirrepublicano, ainda é ineficiente. Alguns ministros se manifestaram, como o ministro (Luís Roberto) Barroso. Da maneira que está, não é possível, é uma armadilha para o Supremo. Quanto mais chegam investigações de Curitiba, de São Paulo, do Rio e, agora, de outros Estados, eles (STF) são cada vez mais incapazes de trabalhar com esse número de processos (da Lava Jato). É preciso espalhar esses processos. Precisamos de uma democracia mais eficiente, mas também um Judiciário que não tenha contra ele a pecha de pouco confiável. Quando se cria o foro privilegiado, a mensagem para a população é que o juiz de primeira instância não é confiável. Se for assim, todos têm o direito de querer foro.

O Supremo vai conseguir julgar a Lava Jato?

Acho que vai ser uma armadilha. O mensalão, que era muito menor, já foi um sacrifício. Imagine agora, que os fatos são múltiplos, porque (a corrupção) acontecia na Eletronuclear, na Eletrobrás, na Caixa, na Petrobrás, nos fundos de pensão. São dezenas de processos, contra centenas de pessoas. Materialmente é impossível o Supremo dar conta de julgar os processos todos que virão. Talvez a solução seja a do ministro Barroso, um entendimento mais restritivo de foro, ou uma emenda constitucional. O que acho que vai acontecer, mas espero que não aconteça, é que vai haver uma sensação de frustração. É o risco da prescrição e da impunidade.

O sr. defende o fim do sigilo da delação da Odebrecht?

É complexo, é uma ponderação, um lado ganha um ponto, outro lado perde um ponto. Temos de um lado a necessidade das investigações, então o sigilo é importante, porque se podem perder provas, podem (os delatados) combinar versões se souberem o que foi revelado. De outro lado, nós aqui da Lava Jato estamos cansados de termos a imputação de vazamentos. A posição da Procuradoria-Geral da República é a melhor, existem poucos casos em que manter o sigilo seja melhor. Talvez a maior parte deva vir a público.

As mudanças de ministro no Supremo podem influenciar ou até prejudicar a Lava Jato?

Vejo menos gravidade nos fatos acontecidos até agora. Existe um jogo político de apoiamentos que usa certos mecanismos de difamação em relação a uma ou outra pessoa. Claro, existem pessoas que se manifestaram contra a Lava Jato, mas que acho extremamente bem qualificadas, como o doutor (Antônio Claudio) Mariz. Em relação ao ministro Alexandre de Moraes, temos ele como um jurista capaz. O doutor Edson Fachin (relator da Lava Jato no STF) é uma pessoa extremamente bem conceituada. Então, não temos problema.

O governo Temer tem manobrado para frear a Lava Jato?

Nesse governo ainda não percebemos isso claramente. Mas não temos dúvida de que há um interesse da classe política de lentamente desconstruir a operação, isso sabemos.

Outras Notícias

Cidades do Pajeú se destacam no Prêmio Band Cidades Excelentes

Afogados da Ingazeira, Brejinho, Carnaíba, São José do Egito, Triunfo e Tuparetama aparecem bem classificadas em vários quesitos. Por André Luis O Instituto Aquila e o Grupo Bandeirantes de Comunicação anunciaram os vencedores da etapa estadual do 1º prêmio “Band Cidades Excelentes”. Em Pernambuco as cidades do Sertão do Pajeú foram destaques em duas classificações: […]

Afogados da Ingazeira, Brejinho, Carnaíba, São José do Egito, Triunfo e Tuparetama aparecem bem classificadas em vários quesitos.

Por André Luis

O Instituto Aquila e o Grupo Bandeirantes de Comunicação anunciaram os vencedores da etapa estadual do 1º prêmio “Band Cidades Excelentes”.

Em Pernambuco as cidades do Sertão do Pajeú foram destaques em duas classificações: cidades de até 30 mil habitantes e de 30 a 100 mil habitantes.

No pilar de Cidades Excelentes 2021, no Estado, até 30 mil habitantes, os três primeiros lugares ficaram com cidades da região: 1º lugar, Tuparetama; 2º lugar, Carnaíba e 3º lugar Triunfo.

No pilar Eficiência Fiscal e Transparência a região ficou de fora, mas voltou a se destacar em Educação com Triunfo em 1º lugar; Orobó em 2º e Carnaíba em 3º lugar.

Em Saúde e Bem-Estar o Sertão do Pajeú também não pontuou. Já em Infraestrutura e Mobilidade Urbana, tivemos: 1º lugar Tuparetama e 2º Brejinho. O 3º colocado foi Cupira.

Já no pilar Desenvolvimento Socioeconômico e Ordem Pública, mais duas cidades do Pajeú: Triunfo no 1º lugar e Tuparetama em 2º. O 3º lugar ficou com a cidade de Alagoinha.

Nos municípios entre 30 e 100 mil habitantes, o Sertão do Pajeú também teve representantes.

No Pilar Cidades Excelentes 2021, as duas primeiras colocadas são daqui. Afogados da Ingazeira em 1º lugar e São José do Egito no 2º lugar. O 3º lugar ficou com Limoeiro.

No pilar Eficiência Fiscal e Transparência, assim como na classificação até 30 mil habitantes, não tivemos representantes. As cidades vencedoras foram Sertânia, Goiana e Ipojuca.

Em Educação, do Pajeú, apenas Afogados da Ingazeira, alcançou os índices eficou com a 1º colocação. Limoeiro e Pesqueira completaram o pódio.

No pilar Saúde e Bem-Estar, novamente só Afogados da Ingazeira apareceu na classificação, a cidade ficou no 3º lugar. Limoeiro ficou em 1º, seguido de Cabrobó.

Em Infraestrutura e Mobilidade Urbana o 1º lugar foi de mais uma cidade do Sertão do Pajeú, São José do Egito, seguida de Belo Jardim e Lajedo.

São José do Egito voltou a aparecer entre às três primeiras posições no pilar Desenvolvimento Socioeconômico e Ordem Pública. A cidade foi a 3ª colocada neste quesito. O 1º lugar ficou com Carpina e o 2º com Toritama.

Arcoverde: vereador denuncia descaso com biblioteca municipal

Por André Luis O vereador de Arcoverde, Rodrigo Roa, usou as suas redes sociais para denunciar o descaso com a biblioteca municipal por parte da gestão do prefeito Wellington Maciel. Em fotos e vídeos, o vereador mostrou o que encontrou ao fiscalizar o equipamento, que segundo ele, tem deficiências que podem ser sanadas.  “É preciso […]

Por André Luis

O vereador de Arcoverde, Rodrigo Roa, usou as suas redes sociais para denunciar o descaso com a biblioteca municipal por parte da gestão do prefeito Wellington Maciel.

Em fotos e vídeos, o vereador mostrou o que encontrou ao fiscalizar o equipamento, que segundo ele, tem deficiências que podem ser sanadas. 

“É preciso realizar a manutenção da parte estrutural e voltar a abrir a biblioteca na parte da noite, para que a população que trabalha de dia possa estudar para vestibulares e concursos”, defendeu Roa.

O vereador informou que a biblioteca já teve período de atividade reduzido e reclamou da falta de manutenção do prédio e a antiguidade dos livros que não acompanham os novos conhecimentos. 

“O próximo passo seria seu fechamento? A modernização com computadores poderia melhorar o acesso ao conhecimento? Que propostas os gestores de Arcoverde possuem para nossa casa do saber?”, questionou o vereador.

Serra: duas escolas premiadas pelo Programa Criança Alfabetizada do Governo de Pernambuco

A cidade de Serra Talhada ficou entre os 50 municípios pernambucanos premiados pelo Programa Criança Alfabetizada, do Governo de Pernambuco. As escolas premiadas foram a Antônio Firmino de Lima, do distrito de Varzinha, e Maria José de Sá Ferraz, do bairro Cagep, por apresentarem os melhores desempenhos em alfabetização em 2021, em pleno contexto de […]

A cidade de Serra Talhada ficou entre os 50 municípios pernambucanos premiados pelo Programa Criança Alfabetizada, do Governo de Pernambuco. As escolas premiadas foram a Antônio Firmino de Lima, do distrito de Varzinha, e Maria José de Sá Ferraz, do bairro Cagep, por apresentarem os melhores desempenhos em alfabetização em 2021, em pleno contexto de pandemia da Covid-19. 

A premiação aconteceu durante o Seminário do Programa Criança Alfabetizada, no auditório da Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS), na última terça-feira (21). Na oportunidade, o município de Serra Talhada esteve representado pela secretária de Educação, Marta Cristina; pela gerente de Políticas Pedagógicas, Joselayne Santos; e pelas gestoras das duas escolas premiadas, Sandra Marilak e Maria da Penha Souza. 

As duas escolas premiadas tiveram os melhores desempenhos na avaliação no Sistema de Avaliação Educacional de Pernambuco (SAEPE) de 2021, em relação à alfabetização dos alunos do 2° ano do ensino fundamental. 

“É uma alegria imensa ter nossas escolas premiadas por excelência em educação, ficando entre as melhores do estado no quesito alfabetização de qualidade. Isso mostra o compromisso que o município tem com a educação de nossas crianças. Parabenizo toda a Rede Municipal de Ensino e em especial as escolas Antônio Firmino e Maria José de Sá Ferraz pelo belo trabalho desenvolvido em plena pandemia”, comemorou a prefeita Márcia Conrado. 

As unidades de ensino premiadas receberão, cada uma, um prêmio de R$ 60 mil e terão a missão de ajudar 02  escolas de resultados desafiadores no estado. Se conseguirem que essas escolas de resultados desafiadores avancem nos indicadores de alfabetização em um prazo de dois anos, receberão mais R$ 20 mil. 

“A pandemia nos trouxe muitos desafios e dificuldades, mas com empenho e dedicação de toda a nossa rede de ensino estamos entre os melhores municípios do estado em alfabetização, uma conquista muito grande para Serra Talhada, que não mediu esforços para garantir educação de qualidade na pandemia”, destacou a secretária Marta Cristina.

Sertânia realizou V Conferência Municipal de Saúde

O Governo Municipal de Sertânia realizou nesta quinta-feira, dia 17, a V Conferência Municipal de Saúde, sob a responsabilidade do Conselho Municipal e da Secretaria, na Escola Técnica Estadual Arlindo Ferreira dos Santos. Com o tema “Do Acolhimento à Interdisciplinaridade: Uma Visão Geral da Saúde”, o encontro contou com a presença do prefeito Ângelo Ferreira, […]

O Governo Municipal de Sertânia realizou nesta quinta-feira, dia 17, a V Conferência Municipal de Saúde, sob a responsabilidade do Conselho Municipal e da Secretaria, na Escola Técnica Estadual Arlindo Ferreira dos Santos.

Com o tema “Do Acolhimento à Interdisciplinaridade: Uma Visão Geral da Saúde”, o encontro contou com a presença do prefeito Ângelo Ferreira, do presidente da Câmara de Vereadores, Antônio Henrique Fiapo, do vereador Edmundo Alves e dos secretários Mariana Araújo, da pasta realizadora do evento, Wilson Zalma, de Administração e Gestão de Pessoas, e Rita Rodrigues, de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.

Participaram também o presidente do Conselho Municipal de Saúde de Sertânia, Cristiano Monteiro, a coordenadora da 6ª Gerência Regional, da qual Sertânia faz parte, Renata Remígio, e o secretário administrativo do Colegiado de Secretários Municipais de Saúde de Pernambuco (Cosems – PE), Arthur Belarmino Amorim, que também é secretário desta pasta no município de Afogados da Ingazeira.

A Conferência teve como objetivo discutir propostas para buscar melhorias na Saúde Pública.

Durante o evento, o gestor do município lembrou que de todas as áreas da nova gestão, apenas na Saúde, são 23,5% de investimento, acima da meta obrigatória de 15%, até junho.

Após a leitura e aprovação por unanimidade do Regimento Interno da V Conferência Municipal de Saúde, aconteceram palestras sobre as Políticas Públicas: tecnologia e ciência, inovação do SUS, com Arthur Belarmino Amorim e sobre Acolhimento com a enfermeira sanitarista e consultora, Kelly Gomes.

Coalizão governista do Uruguai manifesta ‘solidariedade’ a Dilma

Da AFP A coalizão governista Frente Ampla do Uruguai rejeitou as tentativas de “destituição” da presidente Dilma Rousseff, classificando-as de “desestabilizadoras”, e manifestou sua “solidariedade” com a presidente e seu partido (PT), referindo-se à abertura do processo de impeachment autorizada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, esta semana.  Diante da abertura de um processo de […]

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Da AFP

A coalizão governista Frente Ampla do Uruguai rejeitou as tentativas de “destituição” da presidente Dilma Rousseff, classificando-as de “desestabilizadoras”, e manifestou sua “solidariedade” com a presidente e seu partido (PT), referindo-se à abertura do processo de impeachment autorizada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, esta semana.

 Diante da abertura de um processo de impeachment contra a presidente, o Plenário Nacional da coalizão de esquerda uruguaia declarou que “rejeita as tentativas de destituição da presidente Dilma Rousseff e manifesta sua solidariedade diante dos ataques, aos quais se vê submetida por parte daqueles que querem (…) gerar uma crise política no Brasil”.

A Frente também “rejeita as tentativas desestabilizadoras levadas adiante por setores dos grandes meios de comunicação, de atores políticos e de alguns atores judiciais contra o governo do Brasil”.

A Frente Ampla destacou as ações que os três governos do Partido dos Trabalhadores (PT) realizaram para combater a corrupção no Brasil e fomentar a transparência.

“Foram todas essas ações que tornaram possível a investigação, os julgamentos (…) dos responsáveis por corrupção”, enfatizou.

A coalizão manifestou “sua solidariedade com o Partido dos Trabalhadores do Brasil” e completou que “esta organização (…) atuará com rigor (…) para erradicar e enfrentar a corrupção”.

O escândalo de fraude na estatal Petrobras pegou em cheio o PT e vários de seus políticos foram presos. O processo de destituição de Dilma Rousseff começará a se desenvolver nesta segunda-feira.