Debate acalorado entre vereadores de Afogados viraliza
Por Nill Júnior
Viralizou nas redes o Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, entre os vereadores Edson Henrique e Vicentinho.
Um filiado ao Progressistas, faz oposição ao governo Sandrinho Palmeira. O outro, do PSB, é líder do governo.
O ponto de partida foi o projeto que equipara o aumento do salário mínimo ao salário base, enviado pelo executivo. Vicentinho comemorou a medida, dizendo que a gestão Sandrinho atende ao clamor dos servidores, o que gestões anteriores não fizeram.
Já Edson Henrique afirmou que a demora em reconhecer o mínimo como base gerou mais de 60 ações na justiça.
O clima foi esquentando até o confronto chegar aos espaços ocupados por Vicentinho no governo. Edson citou a esposa de Vicentinho, Viviane Zuza, e o irmão Verandilson Zuza, como exemplos de loteamento da gestão. “Eles têm capacidade e prestam bons serviços ao município. E eu faço parte do Governo”, justificou.
Vicentinho criticou o grupo de Edson Henrique, fazendo referência aos espaços que Zé Negão sempre ocupou quando teve ligação com o poder. Edson Henrique disse que não respondia pelo CPF de Zé. Depois, citou o pai e desafiou Vicentinho sobre a votação de um e do outro. Vicentinho ironizou. Há alguns dias, o vereador desafiou Zé Negão a uma aposta sobre quem teria mais votos.
Os dois ainda falaram de sucessão. Edson Henrique disse que se a população quiser, estará a disposição da chapa encabeçada por Danilo Simões. E Vicentinho afirmou que, mesmo com o nome à reeleição, está colocado para vice na Frente Popular. Também que conversará com Sandrinho e Patriota. Também que não tem nada contra Daniel Valadares e a repetição da chapa, mas não aceita imposição.
Heráclito Fortes (PSB-PI) foi cercado por manifestantes no Anexo 2. Grupo de estudantes criticava limitação de acesso às galerias do plenário. Do G1 O deputado Heráclito Fortes (PSB-PI) foi derrubado nesta terça-feira (30) em um dos acessos ao salão verde da Câmara durante uma manifestação contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz de 18 […]
Heráclito Fortes (PSB-PI) foi cercado por manifestantes no Anexo 2.
Grupo de estudantes criticava limitação de acesso às galerias do plenário.
Do G1
O deputado Heráclito Fortes (PSB-PI) foi derrubado nesta terça-feira (30) em um dos acessos ao salão verde da Câmara durante uma manifestação contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz de 18 para 16 anos a maioridade penal em casos de crimes graves. No momento do tumulto, dezenas de estudantes criticavam as limitações de acesso às galerias do plenário da Casa.
Fortes foi cercado pelos manifestantes no saguão do Anexo 2, prédio que tem ligação com o corredor que dá acesso ao plenário principal da Câmara. Policiais legislativos tentaram garantir o acesso do parlamentar do PSB. Porém, em meio à confusão, um dos estudantes o empurrou. O deputado caiu no chão e ficou estirado por alguns segundos, mas, com o auxílio de seguranças, se levantou e cruzou rapidamente a porta que dá acesso ao corredor.
Os manifestantes protestavam contra a ordem do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), decontrolar mediante distribuição de senhas aos partidos políticos a entrada do público às galerias do plenário. Segundo o peemedebista, as senhas serão entregues de forma proporcional ao tamanho das bancadas. Assim, os blocos partidários com mais deputados terão mais “tickets” de acesso para distribuir.
No dia 22, a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou aexpedição de um salvo-conduto para garantir a 19 diretores da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) o direito de acompanhar, na Câmara, as discussões da PEC que pretende reduzir a maioridade penal.
Cunha afirmou que a decisão da ministra do STF não obriga a liberação total das galerias do plenário da Câmara e manteve o acesso restrito aos portadores de senha.
Pela proposta dos deputados, jovens entre 16 e 18 anos cumprirão eventuais penas em estabelecimento separado dos maiores de 18 anos e dos adolescentes menores de 16 anos. Para ir ao Senado, a proposta precisa ser aprovada em dois turnos com o voto de, pelo menos, 308 deputados
Com cópias da decisão do STF em mãos, dirigentes da UNE que conseguiram acessar o Salão Verde tentaram pressionar a direção da Câmara com gritos e palavras de ordem, como “Ô, Cunha, presta atenção, tem liminar do STF”, e “A casa é do povo”.
Vários integrantes do protesto portavam senhas de acesso, mas os seguranças avisaram que eles serão autorizados a entrar depois que se organizarem. O objetivo é evitar tumultos como os ocorridos nas reuniões da comissão especial que elaborou e aprovou a PEC da maioridade penal.
“Temos decisão do Supremo autorizando a entrada de 60 integrantes da UNE e da UBES, mas estamos sendo barrados em todos os locais com segurança”, disse o diretor de comunicação da UNE, Mateus Weber.
Defensores da PEC que reduz a maioridade penal também receberam senhas entregues por parlamentares. Os grupos a favor e contra a redução chegaram a bater-boca ao longo da tarde, porém, não houve confronto.
Duas mulheres que usavam camisas com mensagens em defesa da PEC foram cercadas por estudantes quando caminhavam em direção às galerias do plenário.
“Burguesas! Seu filho vai para a cadeia”, gritaram os estudantes que participavam do protesto. Em tom irônico, as duas mulheres mandaram beijos aos manifestantes e bateram palmas.
Pressão
No último fim de semana, centenas de manifestantes acamparam na Esplanada dos Ministérios para pressionar os deputados federais a rejeitarem a redução da maioridade penal. Os estudantes permaneceram nos gramados do trecho que concentra os ministérios até esta terça-feira.
Além do acampamento de frente para o Congresso Nacional, outro grupo de manifestantes se concentrou na manhã desta terça em frente ao Museu Nacional com um trio elétrico. Eles marcharam em direção ao Congresso. As seis faixas da Esplanada chegaram a ser fechadas por cerca de 20 minutos.
Em meio ao protesto, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, declarou apoio aos estudantescontrários à redução da maioridade penal. Ao G1, Ferreira disse ser “absolutamente” contra a PEC que deverá ser votada nesta terça pela Câmara dos Deputados.
Do Congresso em Foco Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo desta sexta-feira (25), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou que o PT é um “partido necessário”. Ele também admitiu que a corrupção sempre fez parte do sistema político brasileiro, embora com o PT ela tenha atingido um outro patamar, na visão de FHC. […]
Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo desta sexta-feira (25), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou que o PT é um “partido necessário”. Ele também admitiu que a corrupção sempre fez parte do sistema político brasileiro, embora com o PT ela tenha atingido um outro patamar, na visão de FHC.
“Sempre houve corrupção e sempre haverá. Mas isso é um desvio pessoal de conduta. Aqui não é isso. É uma organização sob as bênçãos políticas, da corrupção, que afeta setores do Estado, Petrobras, Eletrobras e o que seja, que tira os recursos para pessoas e para partidos. Com objetivo político. Isso é novo. Isso é grave”, disse FHC à Folha.
Para o ex-presidente, o PT, mesmo com eventuais desvios de conduta, representa segmentos importantes da sociedade brasileira. “O PT é um partido importante, é um partido necessário, que canaliza setores da sociedade que precisam ser canalizados. Eu sou democrata, não tenho essa visão de que o PT tem que ser destruído”, disse.
“Pela lei, tudo que foi feito pelo PT [no esquema de corrupção da Petrobras] era motivo de cassação da legenda. Agora, eu seria contrário. Você tem que democratizar esses partidos. E eles avançaram muito no sentido da democracia na verdade, de aceitar o jogo. Então eu não tenho essa ilusão destrutiva”, acrescenta o ex-presidente.
Por André Luis Após os últimos boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, neste domingo (13), a região totaliza 20.124 casos confirmados de Covid-19. Foram mais 20 novos casos nas últimas 24 horas. Portanto, os números de casos de cada município ficam assim: Serra Talhada, 7.196; Afogados da Ingazeira, […]
Após os últimos boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, neste domingo (13), a região totaliza 20.124 casos confirmados de Covid-19. Foram mais 20 novos casos nas últimas 24 horas.
Portanto, os números de casos de cada município ficam assim: Serra Talhada, 7.196; Afogados da Ingazeira, 3.088; Tabira 1.910, São José do Egito, 1.516; Carnaíba, 1.055; Flores, 737; Santa Terezinha, 693; Triunfo, 662; Itapetim, 628; Iguaracy, 478; Calumbi, 373; Brejinho, 364; Solidão, 339; Quixaba, 311; Santa Cruz da Baixa Verde, 307; Tuparetama, 301 e Ingazeira, 166 casos confirmados.
Óbitos – A região conta com 343 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada (105); Afogados da Ingazeira (33); São José do Egito (27); Flores (26); Carnaíba (22); Triunfo (22); Tabira (21); Santa Terezinha (19); Tuparetama (17); Iguaracy (14); Itapetim (12); Quixaba (10); Brejinho (5); Santa Cruz da Baixa Verde (4); Calumbi (3); Solidão (2) e Ingazeira (1).
Recuperados – A região tem agora no total 19.339 pacientes recuperados da Covid-19. O que corresponde a 96,09% dos casos confirmados. Ontem foram 15 novas curas clínicas.
Reeleito para o 2º mandato a frente dos destinos de Solidão o Prefeito Djalma Alves (PSB) falou ontem ao programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM, com Anchieta Santos, para destacar os 100 dias do seu novo governo. Inicialmente o prefeito foi chamado a comentar a possibilidade da CPI da Pandemia ser estendida a Governadores […]
Reeleito para o 2º mandato a frente dos destinos de Solidão o Prefeito Djalma Alves (PSB) falou ontem ao programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM, com Anchieta Santos, para destacar os 100 dias do seu novo governo.
Inicialmente o prefeito foi chamado a comentar a possibilidade da CPI da Pandemia ser estendida a Governadores e Prefeitos. “Para Solidão não vejo dificuldade nenhuma. Não temos o que temer. O recurso recebido, foi aplicado no combate ao vírus”.
Sobre os 100 dias de governo, Djalma destacou na Educação a entrega do kit escolar aos Estudantes; melhoramento da internet em todas as escolas; aquisição de mobiliário para as escolas Infantil Turma da Monica e Manoel Marques de Oliveira.
Ainda reforma da escola Antônio Gomes no Povoado do São Francisco, aquisição de EPIs para auxiliares de serviços gerais, aquisição do kit de Máscara para os estudantes e pagamento de auxílio emergencial para os motoristas do transporte escolar, através de Lei Municipal.
Na pasta de Obras, citou como ações a reforma, pintura e iluminação da escadaria de acesso ao Cristo e à Gruta, manutenção da iluminação pública, passagem molhada no sítio Oitis, calçamentos nas Travessa Nossa Senhora Aparecida 1 e 2, Rua Elízio Elias Oliveira e Rua Celestino Inácio.
Também construção da murada da Quadra de esportes, Rede de Esgoto da Rua Manoel Marques em Pelo Sinal e construção de lajão em concreto na sangria do sitio Muriçoca.
Ao falar sobre as ações na Agricultura, o Prefeito de Solidão citou o retorno do PAA no valor de R$ 63 mil, Operação Pipa em 63 localidades, pagamento do boleto do Garantia Safra 2021/2022. Construção de cacimbas e cisternas, entrega de sementes de milho e sorgo as familias da agricultura familiar, construção de 22 barreiros e açudes e 60 cadastros do ITERPE.
Na saúde relacionou contratação de profissionais de saúde para todas as áreas, aquisição de três câmaras frias para armazenamento de vacinas, ampliação de dois leitos de retaguarda para o centro Covid-19, sendo um adulto e um pediátrico, conquista de Câmara Fria junto à Celpe para o PSF centro, compra de EPIs para todos os profissionais de saúde, fardamento para ACSs e demais profissionais da atenção básica, campanha de vacinação e apoio as ações de combate a Covid-19.
Na Assistência Social cestas básicas para famílias carentes, computadores para o Creas e Bolsa Familia, celulares para o Bolsa e Conselho tutelar e por fim no gabinete do Prefeito, criação da Guarda Municipal com fardamento, Projeto de Lei de incentivo aos estudantes de cursos técnicos e universitários.
Ex-gestor teria contratado, em 2009, bandas e artistas por meio de empresas sem exclusividade permanente. O ex-prefeito de Água Branca, no Sertão paraibano, Aroudo Firmino Batista, teve os direitos políticos suspensos e foi condenado a pagar uma multa de R$ 20 mil por contratar bandas e artistas por meio de empresas sem exclusividade permanente. Três […]
Aroudo Firmino Batista foi condenado em sentença do grupo da Meta 4 do CNJ. — Foto: Ednaldo Araújo/TJPB
Ex-gestor teria contratado, em 2009, bandas e artistas por meio de empresas sem exclusividade permanente.
O ex-prefeito de Água Branca, no Sertão paraibano, Aroudo Firmino Batista, teve os direitos políticos suspensos e foi condenado a pagar uma multa de R$ 20 mil por contratar bandas e artistas por meio de empresas sem exclusividade permanente.
Três empresas produtoras de eventos também foram condenadas na sentença dada pelo juiz Rusio Lima de Melo, do grupo da Meta 4, do Conselho nacional de Justiça (CNJ). Ainda cabe recurso à decisão.
De acordo com a denúncia que consta nos autos da Ação Civil de Improbidade Administrativa impetrada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), no ano de 2009, em quatro datas comemorativas (Carnaval, São João, emancipação política e réveillon), o ex-gestor gastou R$ 100 mil com a contratação direta dos artistas e bandas, um valor que seria elevado para o porte do município.
Ainda conforme a denúncia, o ex-prefeito teria argumentado que a licitação para a contratação das bandas e artistas seria inexigível pois as empresas seriam empresários exclusivos das bandas que pretendia contratar, quando na verdade, os empresários eram intermediários.
Na defesa, o ex-gestor afirmou que sempre agiu com zelo na administração e que as cartas de exclusividade eram analisadas pela comissão de licitação. Aroudo Firmino alegou que não tinha razão para desconfiar de eventuais erros, pois os integrantes da comissão eram pessoas de confiança.
Consta nos autos ainda que o gestor alegou que os gastos foram razoáveis e pediu a improcedência da denúncia.
As empresas alegaram nos autos do processo a validade das cartas de exclusividades apresentadas na comissão de licitação, além de que os valores eram compatíveis com a média do mercado e que não houve dolo ou prejuízo ao erário.
Ao analisar as provas, o juiz destacou que tanto o gestor quanto as empresas agiram de má-fé ao realizar as contratações ilegais com a finalidade de burlar a lei.
“A contratação de intermediadores de eventos deveria ocorrer com abertura de licitação para que outras empresas pudessem dela participar, em respeito ao princípio da isonomia e à seleção da proposta mais vantajosa para administração”, enfatizou Rusio Lima.
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