De novo: prefeito de Barreiros sofre novo pouso forçado de ultraleve e fica ferido
Por Nill Júnior
Blog Ponto de Vista
O prefeito de Barreiros, Carlinhos da Pedreira, voltou a se envolver em um incidente aéreo ao precisar realizar um novo pouso forçado de ultraleve. Desta vez, o episódio ocorreu na manhã desta terça-feira (16/12), no próprio município de Barreiros.
De acordo com as primeiras informações, o gestor quebrou uma perna e sofreu algumas escoriações em decorrência do pouso, foi socorrido para o Hospital Municipal Jailton Messias, em Barreiros, onde realiza uma tomografia, mas será transferido de helicóptero para um hospital no Recife.
Ainda não há detalhes oficiais sobre as causas do incidente, nem sobre o estado de saúde do prefeito após o atendimento inicial.
Este não é o primeiro caso envolvendo o prefeito. No último dia 8 de dezembro, Carlinhos da Pedreira já havia passado por situação semelhante, quando precisou realizar um pouso forçado na Praia do Cupe, em Ipojuca, após o motor da aeronave parar. Naquela ocasião, apesar do susto, ele não sofreu ferimentos. A Prefeitura de Barreiros ainda não divulgou nota oficial sobre o novo ocorrido.
O Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú), gestor do SAMU 192 da 3ª Macrorregião, realiza nesta terça-feira, dia 4 de novembro de 2025, a cerimônia de posse dos novos profissionais que irão integrar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. O evento acontecerá a partir das 9h30, na Base Descentralizada do SAMU em […]
O Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú), gestor do SAMU 192 da 3ª Macrorregião, realiza nesta terça-feira, dia 4 de novembro de 2025, a cerimônia de posse dos novos profissionais que irão integrar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.
O evento acontecerá a partir das 9h30, na Base Descentralizada do SAMU em Serra Talhada, e marca um importante momento de fortalecimento da rede de urgência e emergência da região.
De acordo com o prefeito de Ingazeira e presidente do Cimpajeú, Luciano Torres, a cerimônia representa mais um passo no compromisso do consórcio com a eficiência do atendimento e o cuidado com a vida. “Estamos reafirmando nosso compromisso com a qualidade do serviço e com a valorização dos profissionais que atuam na linha de frente do socorro à população”, destacou.
Os advogados dos réus acusados de tramar um golpe de Estado no país defenderam, após as acareações no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (24), que o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, mentiu na delação à Polícia Federal. Segundo as equipes de defesa de Bolsonaro e de Walter Braga Netto, Cid […]
Os advogados dos réus acusados de tramar um golpe de Estado no país defenderam, após as acareações no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (24), que o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, mentiu na delação à Polícia Federal.
Segundo as equipes de defesa de Bolsonaro e de Walter Braga Netto, Cid não conseguiu manter a versão diante do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo. A defesa do tenente-coronel, por outro lado, reitera que ele falou a verdade nos depoimentos.
De acordo com o advogado de Braga Netto, José Luís de Oliveira Lima, as informações passadas aos investigadores por Cid não se sustentam, porque “ele não tem provas” (veja mais abaixo).
Procurada, a defesa de Mauro Cid disse que ele confirmou o que já havia dito nos depoimentos anteriores, não apresentou contradições e esclareceu alguns detalhes.
Braga Netto e Cid ficaram frente a frente por quase duas horas. Ao longo da audiência, os investigados pela trama golpista confrontaram as versões do ex-ajudante de Bolsonaro sobre a suposta tentativa de golpe de Estado.
Entre outras coisas, a defesa do ex-ministro de Bolsonaro questionou Mauro Cid a respeito de um suposto repasse de dinheiro para financiar o plano conhecido como “Punhal Verde e Amarelo”.
Em depoimentos anteriores, Cid afirmou que Braga Netto teria entregado a ele um pacote com dinheiro em uma caixa de vinho. O general questiona essa afirmação, e nega ter envolvimento com a trama.
Segundo o defensor de Braga Netto, nesta terça, Mauro Cid teria apresentado uma terceira versão de como a suposta entrega de dinheiro havia sido feita.
José Luís de Oliveira Lima afirmou que, durante a acareação, Braga Netto chamou Mauro Cid de “mentiroso”. À imprensa, o advogado relatou que, neste momento, Cid teria abaixado a cabeça.
Na avaliação da defesa de Braga Netto, as supostas contradições abrem margem para anulação do acordo de colaboração premiada de Cid. Nesta terça, o advogado do ex-general afirmou pedirá novamente a revogação do acordo.
“O Mauro Cid ainda se contradisse mais ainda [na acareação]. Estava constrangido, estava de cabeça baixa. Agora, ele trouxe um terceiro lugar que poderia ter sido entregue o dinheiro. Uma hora eu perguntei: ‘Você tem prova disso? Cadê a prova da entrega desse dinheiro?’. Ele não tem prova de nada”, declarou o advogado.
Audiência no STF
A acareação entre Braga Netto e Mauro Cid faz parte da ação que investiga uma tentativa de golpe de Estado em 2022.
A audiência havia sido pedida pela própria defesa do ex-ministro da Defesa de Bolsonaro, em uma tentativa de confrontar declarações de Mauro Cid.
Preso preventivamente no Rio de Janeiro, Braga Netto pôde se deslocar a Brasília para participar da acareação presencialmente, ao lado de Cid. Após o fim da audiência, o general voltará à detenção.
Nesta terça, a acareação foi presidida pelo ministro do STF Alexandre de Moraes e também contou com a presença do ministro Luiz Fux.
Em declaração à imprensa, a defesa de Braga Netto criticou a decisão de Moraes de impedir a gravação e transmissão da audiência. José Luís de Oliveira Lima afirmou que se posicionará “dentro do processo” contra a medida.
A acareação foi presidida pelo ministro do STF Alexandre de Moraes e também contou com a presença do ministro Luiz Fux.
Além desta audiência, também está prevista uma acareação entre o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-comandante do Exército Freire Gomes, que também são réus na chamada “ação do golpe”. As informações são do g1.
A imagem do mapa de Afogados da Ingazeira de 1881 foi repassado ao blog por William Tenório, organizador da Mostra Pajeú de Cinema. O historiador Fernando Pires se encarregou de melhorar a qualidade da imagem. Detalhe é que não há autoria. Há uma assinatura e percebe-se ter sido feito por um responsável recifense. O documento […]
A imagem do mapa de Afogados da Ingazeira de 1881 foi repassado ao blog por William Tenório, organizador da Mostra Pajeú de Cinema.
O historiador Fernando Pires se encarregou de melhorar a qualidade da imagem. Detalhe é que não há autoria. Há uma assinatura e percebe-se ter sido feito por um responsável recifense. O documento está no Arquivo Público João Emerenciano, no centro do Recife.
Em 24 de setembro de 1881, Afogados tinha 95 imóveis. A população, portanto, não chegava a 400 pessoas, considerando uma média de quatro pessoas por domicílio.
Algumas curiosidades: a área da Praça Arruda Câmara, sem construção alguma, era chamada Praça do Commercio, justamente por abrigar feirantes e atividades econômicas da época. Não existia projeto da construção da Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios.
O cemitério ficava onde foi construído o antigo fórum, hoje Secretaria de Assistência Social. Isso explica porque ossos foram encontrados nas escavações da obra.
Outra curiosidade explica porque uma área da cidade, no entorno da Rua Aparício Veras tem tantos problemas com as chuvas. Na área mais acima de onde é a Casa de Saúde havia um açude. A rua sugestivamente se chamada “Rua do Açude”.
A cidade tinha como rotas de terra a Estrada de Flores, Estrada do Recife e Estrada de Bom Conselho. Claro, com toda vida e pujança, o Rio Pajeú bem sinalizado.
O Arquivo Público Estadual (APEJE) foi criado pelo Decreto nº 1.265 de 04 de dezembro de 1945, com a finalidade de guardar, conservar e disponibilizar para o cidadão e para o público pesquisador, a documentação produzida e acumulada pelo Poder Executivo Estadual.
Inicialmente, funcionou nas dependências do Palácio do Governo, sendo, em 1975, transferido para sua sede atual, antes ocupada pela Biblioteca Pública Estadual.
O prédio foi construído para a Casa de Câmara e Cadeia Nova do Recife, em 1731, onde esteve preso o herói das Revoluções Republicanas de 1817 e 1824, Frei Caneca.
Pelo decreto nº 8.879 de 21 de outubro de 1983 passou a denominar-se Jordão Emerenciano, em homenagem a seu primeiro diretor, que prestou relevantes serviços durante 28 anos.
Ao anunciar a nova meta fiscal para este ano, o governo divulgou nesta sexta-feira (20) que buscará autorização para um déficit (despesas superiores às receitas) total de R$ 170,5 bilhões nas contas públicas. Na quinta-feira, o ministro do Planejamento, Romero Jucá, falou em reunião com senadores em déficit de até R$ 200 bilhões, quase o dobro […]
Ao anunciar a nova meta fiscal para este ano, o governo divulgou nesta sexta-feira (20) que buscará autorização para um déficit (despesas superiores às receitas) total de R$ 170,5 bilhões nas contas públicas.
Na quinta-feira, o ministro do Planejamento, Romero Jucá, falou em reunião com senadores em déficit de até R$ 200 bilhões, quase o dobro do que foi anunciado pelo governo Dilma Rousseff. Até ontem, ao falar no déficit de R$ 200 bilhões, Jucá incluiu a renegociação da dívida dos estados e o rombo na Eletrobras.
A nova meta foi discutida o no gabinete do presidnte em exercício Michel Temer, junto com o próprio Jucá, além dos ministros Henrique Meirelles (Fazenda) e Eliseu Padilha (Casa Civil).
A estratégia que o governo quer usar é explicitar toda a herança do governo Dilma Rousseff. Conforme o do Camarotti informou, a ordem abrir uma “caixa-preta”, fazer uma espécie de inventário do governo da presidente afastada. O governo de Temer quer mostrar tudo que está recebendo da gestão de Dilma, para não ser cobrado por problemas do passado.
Em Serra Talhada, a notícia que circula é de que a prefeita Márcia Conrado (PT) mandou o vereador Vandinho da Saúde, em bom português, procurar rumo e deixar seu grupo, depois de mais críticas em redes sociais feitas por ele a seu candidato, Danilo Cabral. A informação foi publicada em redes sociais e também no […]
Em Serra Talhada, a notícia que circula é de que a prefeita Márcia Conrado (PT) mandou o vereador Vandinho da Saúde, em bom português, procurar rumo e deixar seu grupo, depois de mais críticas em redes sociais feitas por ele a seu candidato, Danilo Cabral.
A informação foi publicada em redes sociais e também no rádio em primeira mão pelo radialista Francys Maya. O blog checou com fontes governistas e confirmou a informação: Márcia não quer mais Vandinho em sua base. Pesou ainda um questionamento na tribuna à Secretária de Saúde, Lisbeth Rosa.
Na verdade, essa foi a gota d’água. Márcia Conrado, no campo político, sempre teve como grande desafio manter unida a vasta coalisão política que a elegeu. Mas era certo dizer que em seu bloco, um vereador era o exemplo do que há de mais extremo em se tratando de incoerência política: Evandro de Souza Lima, o Vandinho da Saúde, de 39 anos.
Vandinho é ligado ao Pastor Eurico e ao Patriotas. É o mais bolsonarista de todos os que frequentam a Casa. Ultra conservador, se elegeu em cima dessas pautas. Costuma se alimentar de polêmicas como o projeto que proíbe banheiros transgêneros. Criou essa e outras polêmicas para não perder apoio da dua base ideológica como fazem tantos outros conservadores. Até aí, uma estratégia diante de um direito, o de defender essas pautas.
Mas em todas as suas intervenções, o PT “é uma associação criminosa”, Lula e cia “um antro de bandidos da pior espécie”, Danilo Cabral, “o candidato do grupo que ajudou a quebrar Pernambuco”. E no plano local, onde Vandinho estava? Atolado com todas as benesses de aliado no governo do PT e PSB.
Se existem muitos políticos do Centrão que gritam “Mito” em Brasília e aqui escondem suas posições, Vandinho da Saúde ia muito além na incoerência. O PT não vale nada pra ele, que tem o direito de pensar assim, mas na prática estava com espaços importantes no governo de um dos nomes mais estratégicos para o partido no estado: a prefeita Márcia Conrado.
Lembra movimento parecido de lideranças de Afogados que demonizam Paulo Câmara, o socialismo, Danilo, no que tem todo direito, mas que na cidade, pra não perder a boquinha, apoiam Sandrinho Palmeira, do PSB. Paciência!
Políticos ultramoralistas como Vandinho tem que ter posição de cima a baixo. Não apenas até onde a conveniência política. Sempre estranhei como soava estranho posições tão antagonicas. Aliás, deveria ser ele honrando suas posições e não a prefeita a já ter tomado essa posição. Coube a Márcia Conrado, que já tinha administrado a polêmica com o ex-secretário bolsonarista Carlito Godoy, chamá-lo à baila. Se fosse coerente, teria se poupado de passar essa vergonha…
Registre-se, essa não é uma defesa de Márcia Conrado, do PT ou do PSB, também passíveis de questionamentos aqui mesmo no blog. Mas sim, a afirmação de um valor tão importante na política, cada vez mais ausente: a coerência. Resumindo, Vandinho tem todo direito de ser bolsonarista com suas pautas, mas obrigação de ter suas posições de cima a baixo
Você precisa fazer login para comentar.