Notícias

Datafolha: sem Lula, Marina e Bolsonaro empatam em 1º nas intenções de voto

Por André Luis
Foto: Sérgio Lima/Poder360

Mesmo preso, Lula lidera nos 3 cenários

Barbosa, Ciro e Alckmin empatam abaixo

Do Poder 360

Com Lula preso e considerado fora das eleições de outubro, Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede) lideram em intenções de voto, indica pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (15.abr.2018). O ex-capitão do Exército varia de 15% a 17%, empatado na margem de erro com a candidata da Rede, que registra 16% das intenções de voto nos cenários sem Lula.

Nos cenários em que é testado, o petista continua à frente. Lula oscila de 30% a 31%. Ainda que continue liderando, sua prisão, em 7 de abril, reduziu seu apoio em relação a janeiro, quando pontuava de 34% a 37% nos cenários testados.

Agora filiado ao PSB, o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa cresceu nas pesquisas e aparece empatado na margem de erro com Geraldo Alckmin (PSDB) e com Ciro Gomes (PDT). Nem o tucano, nem o pedetista se beneficiaram da situação de Lula e tiveram desempenho igual ou pior do que na medição de janeiro.

Como os cenários de abril diferem dos testados em janeiro, não é possível comparar a evolução individual, mas as marcas de máximo e mínimo em intenções de voto de cada candidato em todos os cenários fornecem 1 panorama da situação.

Eis 1 quadro com os percentuais máximos e mínimos alcançados por todos os candidato testados pelo Datafolha. Os nomes estão em ordem alfabética. Para reordenar pelos percentuais, clique em “% mínimo” ou “% máximo”:

Comparação Datafolha janeiro-abril quanto tem cada 1 dos principais candidatos

O levantamento teve 4.194 entrevistas realizadas em 227 municípios de 11 a 13 de abril. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Testou 9 cenários com 3 candidatos diferentes do PT: foram 3 cenários com Lula, 3 com Fernando Haddad (PT) e 3 com Jaques Wagner (PT).

A pesquisa colocou em números o tamanho do baque sofrido pelo PT sem Lula no páreo. Os outros representantes da sigla tiveram desempenho pífio. Fernando Haddad não pontua acima de 2% e Jaques Wagner fica com 1% das intenções de voto. Os 2 empatam com outros 2 candidatos da esquerda que poderiam herdar parte dos votos de Lula: Manuela D’Ávila (PC do B) marca no máximo 2% e Guilherme Boulos (Psol), 1%.

A estratégia de Michel Temer de filiar Henrique Meirelles ao MDB para, eventualmente, compor uma chapa que defendesse o legado de seu governo e a agenda de reformas não conquistou ainda nenhuma aderência junto ao eleitorado. Temer registra no máximo 2% das intenções de voto. Meirelles não passa de 1%.

Para onde vão os votos de Lula

Se confirmado o cenário quase certo de que Lula não poderá disputar o Planalto, o capital de 30% das intenções de voto serão decisivos na definição dos candidatos que vão a 1 eventual 2º turno. O Datafolha questionou aos eleitores lulistas o que eles farão se o ex-presidente não tiver seu nome inscrito nas urnas.

Dois terços dos eleitores se dispõe a votar em 1 candidato indicado por Lula e 1/3 diz não ter candidato. Entre os candidatos que continuam no pleito, os maiores beneficiados seriam Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT). Receberiam uma porcentagem de votos maior que a dos próprios candidatos petistas testados: Fernando Haddad e Jaques Wagner.

Marina receberia de 19% a 21% dos votos lulistas. Ciro, de 14% a 15%. Haddad e Wagner receberiam 3% –metade dos eleitores de Lula que migrariam seu voto para Jair Bolsonaro (PSL), percentual que varia de 5 a 6%.

Geraldo Alckmin

O candidato tucano ainda patina nas pesquisas. Registrou agora em abril resultado até pior do que em janeiro, quando variava de 6% a 11% nos diferentes cenários. Agora, seu melhor resultado é 8% das intenções de voto, nos cenários sem Lula e sem o presidente Michel Temer.

O tucano deixou o governo de São Paulo na última semana para obedecer a regra da desincompatibilização. Encerra o período de mais de 7 anos de governo no maior eleitorado do país com 36% de aprovação, segundo o Datafolha.

O cenário é desfavorável. Em 2006, 1ª vez em que Alckmin deixou o governo para se candidatar ao Planalto, saiu com 66% de aprovação da população paulista. Perdeu no 2º turno para Lula.

Na corrida presidencial deste ano, o tucano não lidera sozinho entre os eleitores paulistas. Tem 16% das intenções de voto. Empata dentro da margem de erro com Jair Bolsonaro (16%) e Marina Silva (13%) no Estado. Ficam à frente de Joaquim Barbosa (11%) e Ciro Gomes (8%).

O caminho ainda é longo, mas os números são pouco animadores. Podem inclusive reacender os desejos de João Doria, desincompatibilizado da prefeitura de São Paulo e pré-candidato ao governo estadual, de ser o representante do PSDB na disputa presidencial.

Cenários para o 2º turno

O Datafolha testou 7 cenários de 2º turno. Todos contêm candidatos do PT, isto é –seja pela improbabilidade de Lula concorrer, seja pelo mau desempenho dos outros 2 candidatos– todos são muito improváveis se avaliarmos as intenções de voto em 1º turno. São eles:

  • Lula 48% x 31% Bolsonaro
  • Lula 48% x 27% Alckmin
  • Lula 46% x 32% Marina
  • Bolsonaro 37% x Haddad 26%
  • Alckmin 37% x Haddad 21%
  • Bolsonaro 39% x 23% Jaques Wagner
  • Alckmin 41% x 17 Jaques Wagner

Outras Notícias

Datafolha: Metade dos brasileiros diz acreditar que Bolsonaro pode dar golpe

Apoio à democracia segue alto, 51% afirmam temer ditadura, e maioria vê agenda bolsonarista e Poderes como risco Por Igor Gielow/Folha de S. Paulo Para 50% dos brasileiros, a retórica golpista de Jair Bolsonaro pode se tornar realidade e existe a chance de o presidente tentar um golpe de Estado. A agenda antidemocrática de seus […]

Apoio à democracia segue alto, 51% afirmam temer ditadura, e maioria vê agenda bolsonarista e Poderes como risco

Por Igor Gielow/Folha de S. Paulo

Para 50% dos brasileiros, a retórica golpista de Jair Bolsonaro pode se tornar realidade e existe a chance de o presidente tentar um golpe de Estado.

A agenda antidemocrática de seus apoiadores é percebida assim pela maioria, assim como ações dos três Poderes são vistas como ameaças.

O apoio à democracia, por sua vez, segue sólido: 70% dos ouvidos pelo Datafolha de 13 a 15 de setembro dizem crer que o sistema é o melhor para o país, o segundo maior nível da série histórica iniciada em 1989. Já o contingente que admite a ditadura como opção está no menor patamar, 9%.

O temor de que o Brasil volte a ser uma ditadura, como foi sob os militares de 1964 a 1985 ou com Getúlio Vargas de 1937 a 1945, é o mais alto desde que o Datafolha começou a questionar isso, em fevereiro de 2014: 51%, ante 45% que dizem não acreditar no risco e 5% que não sabem dizer.

O instituto ouviu 3.667 pessoas em 190 municípios, e o levantamento tem margem de erro de dois pontos para mais ou menos.

Os achados do Datafolha ocorrem na semana seguinte ao maior tensionamento institucional do governo Bolsonaro, que é marcado por desafios do chefe do Executivo a outros Poderes desde o começo, com picos em 2020 e uma crise colocada neste ano —com episódios como a tentativa de restaurar o voto impresso —derrubada na Câmara.

Num movimento que remonta às franjas dos atos que pediam o impeachment de Dilma Rousseff (PT) em 2015 e 2016, agora são majoritárias nas manifestações pró-governo pedidos diversos de golpe e intervenção militar.

No 7 de Setembro, o presidente levou milhares às ruas e pregou desobediência ao Supremo Tribunal Federal, além de enunciar uma cantilena de ameaças ao Judiciário. Caminhoneiros convocados por ele ameaçaram invadir a corte e paralisar o país.

Dois dias depois, temendo os efeitos da ultrapassagem de linha vermelha e os efeitos sobre sua precária governabilidade, Bolsonaro novamente recuou.

Entre os 50% que dizem acreditar que ele pode dar um golpe, ou no caso um autogolpe contra outras instituições já que está instalado no poder, 30% afirmam crer muito na hipótese. Já 45% dizem achar que o presidente nada fará e 6% não sabem opinar.

Desde que era um obscuro deputado federal, o capitão reformado Bolsonaro é um apologista do regime militar implantado em 1964. Já disse que o maior erro da ditadura no Brasil foi não ter matado tanto quanto a chilena, 30 mil pessoas, e declarou na campanha de 2018 que seu herói era o torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra.

No poder, moderou um pouco o tom, ainda que seu Ministério da Defesa tenha emitido notas chamando 1964 de marco democrático por ter, segundo ele, barrado o comunismo —sem citar a censura e a repressão. Em seu entorno, dos filhos ao ministro Paulo Guedes (Economia), evocações de atos repressores como o AI-5 estão presentes.

Bolsonaro passou a aventar que podia “jogar fora das quatro linhas da Constituição” no seu embate com o Supremo.

Segundo o Datafolha, houve uma queda de cinco pontos no apoio à democracia desde a pesquisa anterior, em junho de 2020, que migraram para a fatia dos que se dizem indiferentes. Já a admissão da ditadura seguiu em baixa, oscilando de 10% para 9%.

O maior temor é entre quem reprova o governo, que perfazem 53% da amostra: para 70%, há risco. Já os mais ricos (71%) e os empresários (78%) descartam a hipótese.

Na série iniciada em 1989, o ponto mais baixo de suporte à democracia ocorreu em fevereiro de 1992, quando 42% diziam achar o sistema o melhor. O apoio agora sobe conforme a escolaridade e a instrução do entrevistado.

O apoio à democracia já é significativo entre os que ganham até 2 salários mínimos (51% da amostra), em 64%, chegando a 87% entre os 10% que ganham acima de 5 mínimos. Da mesma forma, é de 57% entre os 33% com ensino fundamental, indo a 89% entre os 21% que têm curso superior.

O risco de ver o país sob regime ditatorial, por sua vez, cresceu na percepção dos entrevistados desde o levantamento passado sobre isso, em junho de 2020: passou de 46% para 51%, enquanto a despreocupação refluiu de 49% para 45%. Cinco por cento não sabem dizer.

Dizem temer mais a volta da ditadura os mais jovens (59%) e quem reprova Bolsonaro (56%). Já não veem a hipótese os mais velhos (49%), quem aprova o presidente (58%) e os mais ricos (67%).

E onde tais riscos residem? Aqui há uma visão com nuances. Se as pautas bolsonaristas são lidas como ameaças à democracia, o mesmo é notado nas ações dos três Poderes, com preponderância natural do Executivo.

​Em relação aos Poderes, a leitura de que o Executivo constitui ameaça à democracia é compartilhada por 71% —para 37%, bastante. O índice cai para 40% entre os 22% que aprovam Bolsonaro no geral.

O Legislativo também é visto como um perigo à democracia para uma fatia semelhante, 69%, embora desses 45% vejam apenas “um pouco” disso. Entre os apoiadores de Bolsonaro, como seria previsível, isso sobe para 74%.

Mais evidente da penetração das ideais do presidente entre quem o apoia é a avaliação do Judiciário como ameaça. É a menor entre os três Poderes, em ainda altos 63%, mas isso sobe para 79% entre quem acha Bolsonaro ótimo ou bom.

Lula sobre conquistas da gestão: colheita vai ser uma supersafra

Presidente lista avanços na economia, no combate às desigualdades e na retomada e consolidação de programas sociais durante entrevista à TV Liberal (PA) Ajuste histórico na tabela do Imposto de Renda, saída do Mapa da Fome, programas que garantem luz e gás gratuito a quem mais precisa, ações que agilizam consulta a especialistas na área […]

Presidente lista avanços na economia, no combate às desigualdades e na retomada e consolidação de programas sociais durante entrevista à TV Liberal (PA)

Ajuste histórico na tabela do Imposto de Renda, saída do Mapa da Fome, programas que garantem luz e gás gratuito a quem mais precisa, ações que agilizam consulta a especialistas na área de saúde, economia com a menor taxa de desemprego da série histórica e aumento do poder de compra do salário mínimo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva listou, em entrevista à TV Liberal (PA) nesta sexta-feira, 3 de outubro, alguns dos motivos que avalia serem resultado da “colheita” dos investimentos e iniciativas do Governo do Brasil desde o início da gestão em 2023. 

Para Lula, a aprovação pela Câmara nesta semana, por unanimidade, do projeto do Governo do Brasil enviado ao parlamento para zerar o Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil é um dos marcos importantes, em especial por promover justiça tributária no país. 

O texto, que ainda passará pela apreciação do Senado, beneficia de forma direta 10 milhões de brasileiros, e outros cinco milhões com os descontos progressivos a quem recebe entre R$ 5 mil e R$ 7,35 mil. Elas se juntam a outras 10 milhões de pessoas que já haviam sido contempladas com a isenção por mudanças na faixa do Imposto de Renda aplicadas desde o início da gestão, em 2023. 

“Ah, vai ser uma supersafra essa colheita. Anteontem foi aprovada no Congresso a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. É importante lembrar que desde que entrei a gente vem todo ano reajustando a tabela, porque quando não reajusta, vai aumentando o seu pagamento. Foi primeiro para quem ganha dois salários mínimos, depois para quem ganhava um pouco mais. E agora até R$ 5 mil. E quem ganha até sete mil e pouco vai ter um desconto”, afirmou o presidente, lembrando que entre 2016 e 2022 não houve qualquer reajuste na faixa de isenção do IR. A compensação da isenção aprovada agora virá com a cobrança de uma taxa de até 10% para quem recebe acima de R$ 50 mil (R$ 600 mil por ano), um público restrito estimado em 141 mil brasileiros. 

GÁS E LUZ – Outro programa citado pelo presidente foi o Gás do Povo, iniciativa para garantir o acesso gratuito ao botijão de gás para 17 milhões de famílias do CadÚnico, medida que promove a inclusão energética e combate os efeitos nocivos para a saúde do uso de lenha ou de outros combustíveis perigosos para cozinhar. “São 17 milhões de famílias que vão receber gás de graça”, sublinhou Lula, que também ressaltou a relevância do Luz do Povo, que garante gratuidade na conta de energia para integrantes do CadÚnico em maior condição de vulnerabilidade que consomem até 80 quilowatts.

AGORA TEM ESPECIALISTAS – No campo da saúde, que dobrou o número de integrantes do Mais Médicos, retomou o Brasil Sorridente e as campanhas de vacinação, Lula citou como destaque mais recente o programa Agora Tem Especialistas, criado para garantir que os pacientes do Sistema Único de Saúde tenham mais agilidade entre a consulta, a realização de exames e o atendimento com especialistas. “Vamos acabar com essa espera”, citou. 

EDUCAÇÃO – No recorte da educação, Lula citou especificamente o investimento em matrículas no ensino integral, que já beneficiou mais de um milhão de alunos, e a criação do Pé-de-Meia, programa que garante um incentivo para os estudantes permanecerem no ensino médio, com um valor de até R$ 9,2 mil para quem passa de ano nas três etapas e faz a o Exame Nacional do Ensino Médio. “Por que a gente fez isso? Porque descobrimos que 480 mil jovens desistiam da escola por ano no ensino médio para ajudar no orçamento familiar. Só aqui no Pará tem 270 mil pessoas recebendo o pé de meia”. 

ECONOMIA – O presidente celebrou ainda alguns indicadores econômicos, como o crescimento da renda do trabalhador, o investimento expressivo anunciado pelo setor automotivo, a inflação controlada e em viés de baixa. No último mês, o país atingiu o menor índice de desemprego da série histórica (5,6%) e, superou a marca de 1,5 milhão de empregos gerados com carteira assinada em 2025. São 4,6 milhões de novas vagas formais desde janeiro de 2023. “Então a colheita é extraordinária”, resumiu o presidente.

 

Morte de Eduardo Campos: PSB divulga nota de pesar

O PSB partido presidido por Eduardo Campos, usou a sua página do Facebook para divulgar nota de pesar em função da morte do socialista. “No dia em que são passados nove anos do falecimento de Miguel Arraes, o Partido Socialista Brasileiro cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento, nesta data, vítima de acidente aéreo, […]

eduardo-campos

O PSB partido presidido por Eduardo Campos, usou a sua página do Facebook para divulgar nota de pesar em função da morte do socialista.

“No dia em que são passados nove anos do falecimento de Miguel Arraes, o Partido Socialista Brasileiro cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento, nesta data, vítima de acidente aéreo, do seu presidente, ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, nosso candidato à Presidência da República.

Aos 49 anos recém completados, Eduardo Campos vivia o auge de sua brilhante carreira política: deputado estadual, secretario de Estado de Pernambuco, deputado federal, ministro de Estado, governador de Pernambuco reeleito por consagradora maioria, oferecia sua experiência e juventude ao serviço do País.

Candidato à Presidência da República, apresentou-se ao debate de nossas questões fundamentais, coerente com os princípios que sempre nortearem sua vida, e o primeiro deles era a busca por justiça social, razão de existência do Partido Socialista Brasileiro.

Perdemos Eduardo Campos quando mais o Brasil precisava de seu patriotismo, seu desprendimento, seu destemor e sua competência.

Não é só Pernambuco e sua gente que perdem seu líder; não é só o PSB que perde seu líder. É o Brasil que perde um jovem e promissor estadista.

Estamos todos de luto.”

Brasília, 13 de agosto de 2014

Roberto Amaral
Primeiro vice-presidente do Partido Socialista Brasileiro

Sebastião e governo Márcia conversam na próxima sexta-feira

Farol de Notícias O deputado federal Sebastião Oliveira tem encontro de trabalho com o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Serra Talhada, Carlito Godoy, na próxima sexta-feira (9).  Será o primeiro, após as declarações do ex-prefeito Luciano Duque (PT), que durante entrevista a TV Farol, declarou que o deputado serra-talhadense poderia ajudar liberando emendas […]

Farol de Notícias

O deputado federal Sebastião Oliveira tem encontro de trabalho com o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Serra Talhada, Carlito Godoy, na próxima sexta-feira (9). 

Será o primeiro, após as declarações do ex-prefeito Luciano Duque (PT), que durante entrevista a TV Farol, declarou que o deputado serra-talhadense poderia ajudar liberando emendas para pavimentação das vias de acesso do distrito industrial, às margens da BR-232. Antes, Sebá já tinha revelado que estaria à disposição do governo Márcia Conrado.

Após confirmar o ato inédito com Sebastião Oliveira, que fará uma incursão no Pajeú, e passará por Serra Talhada, a reportagem do Farol conversou com o secretário Carlito Godoy, que não escondeu o entusiasmo. Ele confirmou que a prefeita Márcia Conrado já fez uma solicitação, por escrito, a Sebastião Oliveira.

“Nós iremos nos encontrar no distrito industrial, na sexta-feira. Quero mostrar o andamento dos trabalhos ao deputado Sebastião Oliveira, e ver o que ele pode nos oferecer, para avançarmos ainda mais com este projeto”, declarou o secretário.

Solidão: Djalma Alves empossado sem presença de Cida Oliveira

O prefeito eleito Djalma Alves (PSB) tomou posse na noite de domingo durante solenidade realizada na Câmara de vereadores ao lado do vice Jose Nogueira. O que mais chamou a atenção no evento foi a ausência da ex-prefeita Cida Oliveira(PSB) ou de qualquer representante e nem mesmo alguém de sua família. Assim, sem a presença […]

posse-djalmaO prefeito eleito Djalma Alves (PSB) tomou posse na noite de domingo durante solenidade realizada na Câmara de vereadores ao lado do vice Jose Nogueira.

O que mais chamou a atenção no evento foi a ausência da ex-prefeita Cida Oliveira(PSB) ou de qualquer representante e nem mesmo alguém de sua família.

Assim, sem a presença da ex-gestora não aconteceu a chamada transmissão de cargo. Informações que chegaram a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta dão conta de que por seu lado durante o discurso o novo prefeito de Solidão Djalma Alves não fez nenhuma referência a ex-prefeita e aliada, ou seria ex-aliada, Cida Oliveira.

Na cidade os professores da rede municipal reclamam contra a falta de pagamento do mês de dezembro. A vereadora Eliana Nascimento, esposa do candidato derrotado Genivaldo Soares foi eleita presidente da Câmara. A informação é de Anchieta Santos ao blog.