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Datafolha: 53% querem Lula preso e 47%, nas urnas

Por Nill Júnior
O Globo

Pesquisa do Datafolha divulgada nesta quinta-feira mostra que os brasileiros se dividem sobre a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições presidenciais.

O levantamento aponta que 51% defendem a inelegibilidade do petista, que foi condenado na segunda instância do Judiciário e, por isso, se enquadra na Lei da Ficha Limpa.

Por outro lado, 47% querem Lula como candidato. A diferença está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais. O Datafolha também questionou sobre a possibilidade de prisão do ex-presidente: 53% desejam ver Lula preso.

A confirmação da sentença condenatória de Lula pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) colocou em xeque as ambições presidenciais do petista. A Lei da Ficha Limpa determina que condenados em segunda instância ficam impedidos de concorrer a cargos públicos. Ainda assim, o PT o lançou Lula como candidato, o que pode ser permitido caso o partido obtenha uma decisão favorável nos tribunais superiores.

De acordo com a pesquisa desta quinta-feira, que foi divulgada pelo jornal “Folha de S.Paulo”, 43% dos entrevistados acreditam que Lula não estará nas eleições 2018. Mas 32% têm certeza de que o ex-presidente será uma das opções do eleitorado. Outros 21% admitem a possibilidade de vê-lo na disputa. Para 51% deles, o petista deveria ser impedido, enquanto 47% aprovam sua participação no pleito.

A pesquisa foi realizada na segunda e terça-feira, após a condenação de Lula no TRF-4. Foram ouvidas 2.826 pessoas em 174 municípios. O levantamento foi divulgado pelo jornal “Folha de S. Paulo”

De setembro a janeiro, o percentual de brasileiros que quer Lula na cadeia variou de 54% para 53%. Mas a parcela que não concorda com a detenção do ex-presidente subiu de 40% para 44%. O número de entrevistados que acredita que Lula será preso atingiu 39% — eles eram 28% na pesquisa anterior. Aqueles descrentes do cumprimento da pena do político diminuíram dez pontos percentuais, de 66% para 56%.

Na quarta-feira, o Datafolha mostrou que Lula ainda lidera as intenções de voto mesmo condenado em segunda instância. O ex-presidente, no entanto, perdeu força como cabo eleitoral. O instituto ainda apurou que 42% dos brasileiros dizem “ter conhecimento e estar mais ou menos informado” sobre o julgamento do petista.

A parcela que afirma estar bem informada sobre o processo do ex-presidente empata com o percentual que admite não ter tomado conhecimento sobre o julgamento de Lula: 24%. Ainda assim, metade dos entrevistados considerou “justa” a condenação do TRF-4, que aumentou a pena do petista para 12 anos e um mês de prisão. Enquanto isso, 43% avaliaram a decisão da segunda instância “injusta”.

A maioria dos brasileiros, 54%, segundo o Datafolha, confia que Lula sabia da corrupção em seu governo e deixou ocorrer. Outros 29% opinam que o ex-presidente até sabia, mas não tinha como evitá-la, e 13% afirmam que o petista sequer tinha conhecimento dos crimes. A pesquisa mostra ainda que 41% dos entrevistados viu a Justiça tratar o caso do líder do PT de forma mais rápida que o normal e 32%, de forma mais lenta.

Outras Notícias

Armando: auxílio-emergencial e apoio aos micro e pequenos empresários

Em artigo publicado neste sábado (27), no Jornal do Commercio, o ex-Senador Armando Monteiro Neto (PSDB) defende algumas medidas urgentes que devem ser tomadas para que se minimizem os impactos sociais e econômicos da pandemia do coronavírus. Abaixo, a íntegra: As luzes que não podem se apagar Armando Monteiro Neto A maior crise sanitária de […]

Em artigo publicado neste sábado (27), no Jornal do Commercio, o ex-Senador Armando Monteiro Neto (PSDB) defende algumas medidas urgentes que devem ser tomadas para que se minimizem os impactos sociais e econômicos da pandemia do coronavírus. Abaixo, a íntegra:

As luzes que não podem se apagar

Armando Monteiro Neto

A maior crise sanitária de nossa história é também um momento de graves consequências econômicas e sociais para o Brasil. A carta aberta assinada recentemente por mais de 1,5 mil economistas e empresários brasileiros dá a medida das dificuldades que atravessamos.

Em Pernambuco, pesquisa da FIEPE detecta o ambiente de incertezas enfrentado também por quem empreende: 37,3% das empresas dizem que ainda vão ter queda de faturamento este ano e 48,5% ficarão estagnadas, enquanto apenas 14,2% acreditam em recuperação no curto prazo.

Além de acelerar a vacinação, o momento exige rigorosas ações de controle e restrições de atividades consideradas não essenciais. Tais medidas, embora necessárias, afetam ainda mais a retomada dos pequenos negócios no País que, segundo o SEBRAE, tiveram em fevereiro queda de 40% no faturamento médio, com 19% das micro e pequenas empresas demitindo no período.

Para minorarmos esse cenário, devemos trabalhar em três frentes. Primeiro, o pagamento imediato do auxílio emergencial, que sequer deveria ter sido interrompido, por ser a única renda com a qual a imensa parcela mais pobre e vulnerável da população poderá contar. O auxílio-emergencial é também um benefício que alavanca a demanda e movimenta os pequenos negócios. É de se reconhecer, porém, que o montante de R$ 44 bilhões aprovado pelo Congresso Nacional é insuficiente, dada a gravidade da pandemia e o ritmo lento de vacinação. Há de se encontrar espaço fiscal para sua ampliação.

Segundo, é necessária a reedição do programa de suspensão de contrato de trabalho e redução de jornada, com a complementação de renda para trabalhadores formais. Assim, dá-se um fôlego para as micro e pequenas empresas, responsáveis por 52% dos empregos formais. Finalmente é preciso inaugurar uma nova fase do Pronampe. A extensão da carência e do prazo de pagamentos dos contratos no mínimo por 6 meses se faz necessária, além do aporte adicional de recursos no fundo garantidor que possibilitará empréstimos novos.

As empresas, e os empregos, também precisam sobreviver a este período crítico da crise sanitária, em especial os micro e pequenos negócios. Eles são como luzes na cidade, que não podem se apagar.

Senado aprova indicação de Augusto Aras para a PGR

A indicação de Antônio Augusto Brandão de Aras para o cargo de procurador-geral da República foi aprovada nesta quarta-feira (25) por 68 votos a favor, 10 votos contrários e 1 abstenção no Plenário do Senado. Aras assumirá um mandato de dois anos à frente do Ministério Público, para o qual poderá ser reconduzido uma vez. […]

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

A indicação de Antônio Augusto Brandão de Aras para o cargo de procurador-geral da República foi aprovada nesta quarta-feira (25) por 68 votos a favor, 10 votos contrários e 1 abstenção no Plenário do Senado. Aras assumirá um mandato de dois anos à frente do Ministério Público, para o qual poderá ser reconduzido uma vez. Ele substituirá a ex-procuradora-geral, Raquel Dodge, que deixou o cargo no último dia 17.

A mensagem foi votada em regime de urgência logo após a sabatina de Augusto Aras na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde a matéria foi relatada pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM).

“Vi a nossa Comissão de Constituição e Justiça dar a maior votação [para um indicado à PGR] — de todos esses anos que eu aqui estive presente — ao doutor Augusto Aras. Em uma demonstração de que ele não apenas cumpriu todas as exigências legais, não apenas cumpriu com seu currículo, mas com a sua história de procurador e de promotor de Justiça para a contribuição da construção do Estado Democrático de Direito no Brasil”, constatou Eduardo Braga.

Durante a sabatina na CCJ, Augusto Aras defendeu a Operação Lava Jato e sua principal tarefa de combater os crimes de colarinho branco, mas admitiu que o modelo da força-tarefa é “passível de correções”.

Lista tríplice

A indicação feita por Jair Bolsonaro para procurador-geral marca a primeira vez, desde 2001, em que o presidente da República escolhe um nome fora da tradicional lista tríplice formada em eleições internas do órgão. Aras não estava entre os candidatos da lista.

Antônio Augusto Brandão de Aras era um dos 23 subprocuradores-gerais da República, que representam o Ministério Público Federal (MPF) perante os tribunais superiores. Natural de Salvador (BA), ingressou no MPF em 1987. É especialista em direito eleitoral e econômico, já atuou junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e integrou a comissão de juristas que trabalhou na reforma eleitoral de 2009 (Lei 12.034). Foi corregedor-auxiliar do Ministério Público e é professor universitário.

Fonte: Agência Senado

Cristina Amaral lança o CD e DVD, “Minha Voz Minha Vida Ao Vivo”

Cristina Amaral não poderia estar em melhor fase: ao longo da carreira soube não apenas conquistar seu espaço no mercado como ainda consegue se transformar, firmando novas parcerias e enaltecendo, sempre, o forró, sua grande paixão e inspiração. “Amo cantar forró, é o nosso ritmo que nos representa enquanto nordestinos. Mas também sou apaixonada pelos ritmos locais, como nosso […]

Cristina Amaral não poderia estar em melhor fase: ao longo da carreira soube não apenas conquistar seu espaço no mercado como ainda consegue se transformar, firmando novas parcerias e enaltecendo, sempre, o forró, sua grande paixão e inspiração.

“Amo cantar forró, é o nosso ritmo que nos representa enquanto nordestinos. Mas também sou apaixonada pelos ritmos locais, como nosso frevo, que é uma expressão máxima de alegria e libertação”, destaca. Forró e frevo, aliás, dão o tom do novo trabalho da artista que chega às lojas em abril: “Minha Voz Minha Vida Ao Vivo”, gravado no Parque Dona Lindu e com participações variadas, como Genival Lacerda e Priscila Senna, está disponível nos formatos CD e DVD.

No show Cristina passeia por sua carreira e também pelos artistas que a influenciam, usando canções que vão de Alceu Valença, artista que a cantora gravou em um de seus primeiros álbuns, a clássicos como “Severina Xique Xique” e “Mon Amour, Meu Bem, Ma Famme”. Grandes parceiros como Petrúcio Amorim e Nando Cordel também estão presentes, mas composições musicais. Genival Lacerda, outra referência, também é convidado e sobe ao palco.

Antenada, a artista ainda canta com quem está em destaque na cena musical local: além da composição de Lia Sophia que já se tornou clássico nos ouvidos pernambucanos, “Ai menina” (em ritmo de forró), ela ainda canta com o trio Priscila Senna, Elvis Pires e Carla Alves um tributo a Reginaldo Rossi – “É ótimo poder cantar com os meninos do brega algo diferente do habitual deles, bem como com Lia Sophia que traz um ritmo novo para mim, o carimbó, enquanto eu ofereço a ela o forró. É uma boa troca para todos. E assim vamos somando mais qualidade artística ao trabalho”, defende.  Clique aqui e veja trecho do show.

Opinião: Meu Deus! Que gente é essa?

Foto: Vídeo/Reprodução Por André Luis* Ouvindo as últimas declarações do presidente do “Mundo Paralelo”, nesta quinta-feira (18), voltando a minimizar a assombrosa escalada de mortes por conta da Covid-19, no Brasil (real), fiquei me perguntado que gente é essa? O Brasil está ha um ano vivenciando a maior crise sanitária de sua história. A pandemia […]

Foto: Vídeo/Reprodução

Por André Luis*

Ouvindo as últimas declarações do presidente do “Mundo Paralelo”, nesta quinta-feira (18), voltando a minimizar a assombrosa escalada de mortes por conta da Covid-19, no Brasil (real), fiquei me perguntado que gente é essa?

O Brasil está ha um ano vivenciando a maior crise sanitária de sua história. A pandemia provocada pelo novo coronavírus segue devastando famílias, levando embora entes queridos, amigos e cada dia que passa parece ficar pior. 

Em janeiro, vivenciamos um pico de alegria, quando a Anvisa aprovou o uso emergencial de duas vacinas – ali foi plantada a semente de esperança de se ter um 2021 melhor – mas o que vimos, infelizmente foi uma reviravolta sem precedentes. 

O vírus sofreu mutação – já esperada, visto que isso faz parte de sua existência – e o mês de março se tornou uma verdadeira catástrofe sanitária. O país vem batendo recorde após recorde no número de mortes. Cada dia a situação se agrava mais.

Mas, que gente é essa, que ainda assim não acredita na potencialidade deste vírus?

Que gente é essa, que ridiculariza aquelas pessoas que usam máscaras. Até se juntam para chamá-las de medrosas e comunistas, pelo simples fato de estarem usando uma máscara?

Que gente é essa, que não se compadece do sofrimento de milhares de famílias que perderam um parente, ou ainda que não ligam para aquelas que sofrem a espera de um leito de UTI para ter o simples direito de respirar?

Que gente é essa, que diante de tamanha tragédia, diz pra deixar de frescura, de mimimi, de chororô?

Que gente é essa, que ataca jornalistas nas ruas, que tenta invadir hospitais, agridem profissionais da saúde e que tentam invadir o quarto de hotel de uma médica sondada para o Ministério da Saúde, só porque ela disse que as ações de combate a pandemia, estavam erradas?

Que gente é essa que, que usa o seu direito de protestar pedindo a volta de um regime que vai tirar, justamente, os seus direitos, inclusive, o de protestar?

Que gente é essa, que minimiza a doença e desacredita as vacinas, ao ponto de realizarem protesto contra a única solução realmente capaz de trazer alívio para tanto sofrimento?

Que gente é essa, que se aglomera em festas clandestinas em meio a uma pandemia provocada por um vírus mortal, correndo o risco de se contaminar e levar a doença para dentro de casa podendo matar os pais?

Que gente é essa que quase causam a morte de onze pacientes internados em uma UTI, porque resolveram protestar contra o fechamento do comércio, travando o trânsito e deixando preso, por 3 horas, o caminhão que transportava o oxigênio para aqueles pacientes?

Que gente é essa que vibra, dá risadas e aplaude discursos de ódio, que saem de um cérebro vazio, de uma pessoa insensível e incapaz de sentir a dor alheia? 

Meu Deus! Que gente é essa?

*André Luis é jornalista e comunicador.

Duque lidera cenário espontâneo para Estadual em Serra Talhada, diz pesquisa

Cenário espontâneo é diferente de cenário estimulado, que potencializa intenções O ex-prefeito e candidato a estadual Luciano duque (SD) lidera as intenções de voto para Estadual em Serra Talhada. É o que indica o Instituto Majoritário de Pesquisas e Estatísticas (Imape) em parceria com o Portal Farol de Notícias. O Imape perguntou: Se a eleição […]

Cenário espontâneo é diferente de cenário estimulado, que potencializa intenções

O ex-prefeito e candidato a estadual Luciano duque (SD) lidera as intenções de voto para Estadual em Serra Talhada. É o que indica o Instituto Majoritário de Pesquisas e Estatísticas (Imape) em parceria com o Portal Farol de Notícias.

O Imape perguntou: Se a eleição para Deputado Estadual fosse hoje, em quem o senhor (a) gostaria de votar? Do total de entrevistados, 70,6% disseram que ainda não sabem ou não opinaram. Já 18,9% disseram que irão votar em Luciano Duque; brancos/nulos são 3%; Fabrízio Ferraz e Rodrigo Novaes aparecem empatados com 1,7%; outros candidatos 1%.

A pesquisa é espontânea, ou seja, o entrevistado não recebe as opções de candidatos. Geralmente o cenário estimulado potencializa as intenções de voto. Nele, é possível que tanto Luciano quanto os demais citados tenham citação bem maior. Esse cenário muitas vezes não é colocado para os eleitores em virtude do grade número de postulantes.

Como o cenário espontâneo registra o primeiro nome que surge à cabeça do eleitor, sem o estímulo da oferta de candidatos na cartela de pesquisa, Sebastião Oliveira apareceu com 0,6% (Sebastião concorre à vice na chapa para governador ao lado de Marília Arraes). São lembrados ainda pelo eleitorado William Brigido, Joel da Harpa, Dr. Waldir Tenório, Kaio Maniçoba e Jhonata Caio com 0,4%.

Imape realizou a pesquisa entre 30 de agosto a 01 de setembro de 2022 com universo de 471 entrevistas. O intervalo de confiança estimado é de 95% com margem de erro de 4,0% para mais ou para menos. Ao longo do dia o Farol irá publicar os demais cenários a federal, senador e governador, além do ranking de veículos de mídia (sites, rádios e TVs) mais lembrados pela população da capital do xaxado na pesquisa. Veja aqui o Farol de Notícias.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-01385/2022 com amostras aos cenários espontâneos em Serra Talhada para deputado estadual, deputado federal, senador e governador de Pernambuco.