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Dados da Secretaria de Saúde de Pernambuco mostram eficácia das vacinas

Por André Luis

Taxa de letalidade que em 2020 chegou a 5,1 no estado está em 0,4

Por André Luis – com informações da SES-PE

Em pouco mais de um ano desde o início da vacinação contra a Covid-19, Pernambuco já aplicou mais de 16 milhões de doses em sua população. E o resultado disso é inegável: os imunizantes são, ao lado das medidas sanitárias, os maiores aliados no combate ao novo coronavírus.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) divulgou, nesta segunda-feira (21), dados que comprovam a eficácia das vacinas contra a Covid-19.

Segundo os dados da SES-PE: em 2020 Pernambuco contabilizou 249.928 casos confirmados, destes, 30.505 foram graves e 10.477 óbitos, com taxa de letalidade de 5,1.

Em 2021, foram 398.227 casos confirmados, sendo 24.936 e 8.839 mortes pela doença, com taxa de letalidade de 2,6.

Em 2022, até o dia 12 de fevereiro, Pernambuco registrou 108.457 casos de Covid-19, sendo 1.407 graves e 255 óbitos, uma taxa de letalidade de 0,4.

Portanto, os dados mostram que mesmo com o aumento de casos – por causa de variantes mais contagiosas, como a Ômicron – estamos vivendo, por causa do avanço na vacinação, uma redução dos indicadores de mortalidade.

“Por isso, se você ainda não completou o esquema vacinal contra a Covid-19, mude isso hoje mesmo. Procure a secretaria de saúde de seu município e vacine-se. Somente assim, com a colaboração de todos, conseguiremos superar esta pandemia”, destacou nas redes sociais a SES-PE.

Outras Notícias

CPI da Pandemia ouve médica Nise Yamaguchi, pró-cloroquina, na terça-feira

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado A audiência de terça-feira (1º) da CPI da Pandemia será com a médica Nise Yamaguchi. Oncologista e imunologista, além de diretora do Instituto Avanços em Medicina, de São Paulo, ela defende o chamado “tratamento precoce” para a covid-19. O depoimento da médica atende a pedido do senador Eduardo Girão (Podemos-CE). No […]

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A audiência de terça-feira (1º) da CPI da Pandemia será com a médica Nise Yamaguchi. Oncologista e imunologista, além de diretora do Instituto Avanços em Medicina, de São Paulo, ela defende o chamado “tratamento precoce” para a covid-19. O depoimento da médica atende a pedido do senador Eduardo Girão (Podemos-CE).

No requerimento, o parlamentar lembra que, em depoimento à CPI, o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, disse que, numa reunião com o governo federal, a pesquisadora defendeu alterar a bula da cloroquina. Sua intenção, segundo Barra Torres, seria definir o medicamento como eficaz contra o coronavírus. Barra Torres deixou clara sua recusa ao procedimento.

“Yamaguchi é conhecida por defender a hidroxicloroquina e a cloroquina no tratamento de pacientes infectados com o Sars-Cov-2 (vírus causador da pandemia). E foi convidada pelo presidente Jair Bolsonaro a integrar o comitê de crise ainda na gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta”, cita Girão em seu requerimento.

O depoimento da médica também atende a pedido do senador Marcos Rogério (DEM-RO). Para ele, a audiência “será de importância singular para que [a pesquisadora] exponha sua atuação e conhecimentos, com o objetivo único de restabelecer a verdade, oferendo informações transparentes e esclarecedoras. Tem muito a colaborar”, finaliza o senador no requerimento.

Ouvido pela CPI em 11 de maior, Barra Torres explicou que a alteração da indicação da cloroquina seria impossível, pois só quem pode modificar uma bula de um medicamento registrado é a agência reguladora do país de origem, desde que solicitado pelo detentor do registro.

— Agora, eu não tenho a informação de quem é o autor, quem foi que criou, quem teve a ideia. A doutora [Nise Yamaguchi], de fato, perguntou sobre essa possibilidade e pareceu estar, digamos, mobilizada com essa possibilidade — esclareceu. 

Na quinta-feira (27), o relator da CPI, senador Renan Calheiro (MDB-AL), afirmou que a comissão investiga a existência de uma consultoria informal ao governo a favor de métodos considerados ineficazes de enfrentamento à pandemia.

— Não estamos apenas discutindo a eficácia da cloroquina ou do ‘tratamento precoce’. Queremos investigar se essas coisas foram priorizadas em detrimento da vacinação dos brasileiros. E isso poderia ter salvado muitas vidas — definiu, opinando que o governo não comprou vacinas suficientes por não acreditar em sua eficácia.

A CPI também ouvirá críticos da cloroquina, como a microbiologista e pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP), Natalia Pasternak, e o doutor em virologia Átila Iamarino. 

O depoimento de Nise Yamaguchi à CPI está marcado para começar as 9h de terça-feira.

Fonte: Agência Senado

Comissão da ALEPE sugere Audiência Pública para discutir saneamento do Rio Pajeú

Uma Audiência Pública envolvendo COMPESA, Codevasf, prefeituras,  FUNASA, Comitê de Bacias do São Francisco para discutir o plano de saneamento dos municípios banhados pelo Rio Pajeú, buscando salvar o importante afluente do São Francisco. Esse foi um dos principais encaminhamentos da reunião de trabalho e participação dos Deputados Odacy Amorim e Augusto César, mais prefeitos, […]

Uma Audiência Pública envolvendo COMPESA, Codevasf, prefeituras,  FUNASA, Comitê de Bacias do São Francisco para discutir o plano de saneamento dos municípios banhados pelo Rio Pajeú, buscando salvar o importante afluente do São Francisco.

Esse foi um dos principais encaminhamentos da reunião de trabalho e participação dos Deputados Odacy Amorim e Augusto César, mais prefeitos, vereadores e representantes de ONGs esta manhã em Afogados da Ingazeira. Houve visita ao Rio Pajeú e reunião de trabalho. Eles também estiveram no Debate das dez do Programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.

Além deles, o Coordenador do Cimpajeú e prefeito de Flores, Marconi Santana, o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, mais quase todos os vereadores da Câmara de Afogados, legisladores de Carnaíba e nomes como Adelmo Santos, Elias Silva, além de representantes de entidades participaram do ato no Rio Pajeú e de uma reunião de trabalho.

Marconi defendeu a realização de um relatório sobre os planos de saneamento dos municípios da região para apresentar á Comissão de Meio Ambiente da Alepe e formação de um grupo para acompanhar a realidade de cada município. Hoje no Pajeú só Afogados, com um projeto executado parcialmente,  Itapetim e Tabira, com a obra em andamento, tem alguma sinalização para avançar na região. “Em Calumbi a empresa foi embora deixando o problema na cidade”, disse Marconi.

Odacy Amorim disse que a situação dos rios no Estado é degradante em praticamente todas as regiões. Ele registrou que,a pesar de favorável à transposição, percebe que o São Francisco está cumprindo seu papel de doar em obras como a Adutora do Pajeú e Transposição, mas os Rios que desembocam no seu leito não tem tratamento de esgoto.

Augusto César sugeriu a Audiência Pública e disse que na sua vida não conheceu histórico de momento hídrico tão difícil para a região. Serra Talhada é um exemplo. Com barragens a exemplo de Serrinha contaminada por esgotos e o colapso de outros mananciais, a saída tem sido a perfuração de poços e a Adutora do Pajeú.

O vereador Augusto Martins avaliou positivamente o encontro e defendeu também iniciativas menores para tratar do Rio. “Para mostrar que projetos mais simples e menos burocráticos podem dar certo,  fomos pra dentro do Rio com a população para limpar o Rio”.

Ele lembrou o debate sobre a concessão do saneamento à COMPESA e das dúvidas que surgiram no debate. “Porque o valor tem que ser 80% da conta? Porque isso só pode ser fechado depois?” Terça à 19h uma audiência pública na Câmara tratará do tema.

Elias Silva deu exemplos de iniciativas que, agregadas ao projeto de saneamento, podem agregar à preservação e qualidade ambiental, como coleta seletiva. “Temos também pequenos projetos de tratamento de esgoto para irrigação como no Vianão e em um programa piloto em uma comunidade rural”. Adelmo Santos lembrou que só 5% das matas ciliares do São Francisco estão preservadas.

Veja como foi: Bispos do Nordeste iniciam visita à Transposição

  Nesta segunda-feira (29/2), uma  comitiva da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) visitou  duas barragens e teve reunião com representantes de órgãos públicos, comunidades e agricultores do Rio Grande Norte. Foi o início da agenda dos bispos para visitar as estruturas do Projeto de Integração do Rio São Francisco, nos trechos em obras e […]

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Nesta segunda-feira (29/2), uma  comitiva da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) visitou  duas barragens e teve reunião com representantes de órgãos públicos, comunidades e agricultores do Rio Grande Norte. Foi o início da agenda dos bispos para visitar as estruturas do Projeto de Integração do Rio São Francisco, nos trechos em obras e barragens que receberão as águas do empreendimento.

O secretário de Infraestrutura Hídrica Osvaldo Garcia, viajou acompanhando do presidente da Companhia do Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Felipe Mendes, e do diretor-geral Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), Walter Gomes de Sousa.

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O primeiro dia de roteiro da CNBB foi dedicado a empreendimentos que receberão as águas do projeto. Os religiosos visitaram a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, construída pelo Dnocs e localizada no Rio Piranhas-Açu, no município de Açu. A parada seguinte ocorreu em Jucurutu: diálogo com representantes de órgãos públicos e da sociedade e visita à Barragem Oiticica, obra em andamento executada pelo governo do Rio Grande do Norte, com apoio financeiro do Governo Federal por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

A barragem Armando Ribeiro Gonçalves abastece 34 núcleos urbanos em 33 municípios e beneficia cerca de 500 mil pessoas. É uma das 24 barragens estratégicas que receberão águas do Projeto São Francisco e para as quais o MI, por meio Dnocs, tem elaborado estudos e projetos-executivos para recuperação. O investimento nos projetos é de R$ 22 milhões.

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O roteiro do primeiro dia de agenda termina esta noite, em Cajazeiras, na Paraíba: os religiosos celebrarão missa na catedral do município. A caravana é formada por oito bispos e outros 100 membros da Igreja, pertencentes à regional Nordeste 2 da instituição. O objetivo da CNBB é marcar um novo momento de diálogo entre Igreja Católica, instâncias do Estado brasileiro e comunidades do Nordeste. A entidade produzirá relatório sobre a visitação.

A agenda chega a Pernambuco na quarta-feira (2/3) com atividade no Escritório do Ministério da Integração Nacional pela manhã. Às 14h30, visita à primeira Estação de Bombeamento (EBI-1) em Cabrobó. Na quinta-feira (3/3), Missa de encerramento e diálogo com órgãos públicos, comunidades tradicionais e agricultores familiares às  8h30, na Catedral de Salgueiro. Salgueiro (PE).
Raquel Lyra rebate críticas políticas em visita a Iguaracy

Durante agenda oficial nesta sexta-feira (1º), a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), esteve em Iguaracy, no Sertão do Pajeú, onde destacou investimentos em infraestrutura, abastecimento d’água e segurança pública. A visita marcou a entrega de um sistema de abastecimento que beneficia mais de 200 famílias na zona rural do município, além da assinatura da […]

Durante agenda oficial nesta sexta-feira (1º), a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), esteve em Iguaracy, no Sertão do Pajeú, onde destacou investimentos em infraestrutura, abastecimento d’água e segurança pública.

A visita marcou a entrega de um sistema de abastecimento que beneficia mais de 200 famílias na zona rural do município, além da assinatura da ordem de serviço para o asfaltamento de 11 ruas, as primeiras da cidade.

“É uma alegria danada estar aqui, em contato com o povo, vendo de perto o resultado do nosso trabalho. Ver uma mulher como dona Quitéria, com mais de 90 anos, emocionada por ter água na torneira pela primeira vez, nos mostra por que estou na política: para mudar vidas”, afirmou a governadora, ao lado do prefeito Pedro Alves e de lideranças da região.

Raquel também destacou os avanços do programa PE na Estrada, que já recuperou mais de 1.600 km de rodovias estaduais. Segundo ela, o Estado está investindo cerca de R$ 5 bilhões em infraestrutura viária, incluindo estradas como a PE-275 e a duplicação da BR-232. A governadora lembrou ainda os investimentos inéditos em estradas vicinais, ultrapassando R$ 100 milhões aplicados em acessos rurais.

“Pernambuco foi entregue abandonado, com sua malha rodoviária sucateada. Mas estamos mudando isso. O povo cansou de promessas. Hoje, só anunciamos obras quando o recurso está garantido”, declarou.

Reação a críticas e clima político

Questionada sobre críticas feitas por figuras nacionais, como a senadora Teresa Leitão, o senador Humberto Costa e o ministro Silvio Costa Filho, Raquel evitou confrontos diretos, mas rebateu:

“Tem muita gente pensando em eleição. Eu sou governadora e estou preocupada em trabalhar. Quem quiser criticar, que critique. Vivemos numa democracia. Mas, enquanto isso, eu acordo cedo, durmo tarde e trabalho sete dias por semana. Vamos fechar 2025 com o maior volume de investimentos da história do estado”, respondeu.

Segurança e eleições em Afogados

A governadora também comentou a recente autorização para a licitação do Corpo de Bombeiros de Afogados da Ingazeira, obra aguardada há décadas na região. Sobre a expectativa de uma possível eleição suplementar no município, Raquel preferiu não comentar diretamente, respeitando a atuação da Justiça Eleitoral:

“Não comento processo judicial. Meu compromisso é com o povo. Seja qual for o cenário político, continuaremos trabalhando por Afogados e pelo Sertão do Pajeú”, disse.

Ao final da coletiva, Raquel Lyra reiterou o foco em parcerias com prefeitos e prefeitas, independentemente de alinhamento político, destacando que sua gestão tem atuado com os 184 municípios pernambucanos.

“A gente busca fazer diferente. O povo quer ver resultado, e é isso que estamos entregando”,

Zeca Cavalcanti diz que reforma trabalhista contribuirá para gerar mais empregos no Brasil

Integrante da comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a proposta de reforma trabalhista (Projeto de Lei 6787/16), o deputado Zeca Cavalcanti (PTB-PE) afirmou que o foco dos parlamentares é apresentar um relatório convincente, que beneficie tanto o trabalhador, quanto o empresário. “Queremos otimizar e diminuir os custos das empresas na hora de contratar […]

Integrante da comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a proposta de reforma trabalhista (Projeto de Lei 6787/16), o deputado Zeca Cavalcanti (PTB-PE) afirmou que o foco dos parlamentares é apresentar um relatório convincente, que beneficie tanto o trabalhador, quanto o empresário.

“Queremos otimizar e diminuir os custos das empresas na hora de contratar um funcionário, para gerar empregos no Brasil. Assim, a gente vai poder sair um pouco dessa grande recessão e desse desemprego no País, que já atinge em torno de 13 milhões de pessoas”, afirmou.

Segundo Zeca Cavalcanti, apesar de a reforma trabalhista ser urgente, está sendo “esquecida e abafada” pela reforma da Previdência. “Estamos vendo que a população está confundindo muito a reforma trabalhista com a previdenciária. São pautas diferentes”, ressaltou.

O deputado ainda destacou a importância da participação das centrais sindicais e de outras instituições nos debates promovidos pela comissão especial.

“Já realizamos uma série de audiências públicas: recebemos representantes das centrais sindicais, do Ministério Público do Trabalho, do Superior Tribunal do Trabalho, discutindo uma forma de desburocratizar a questão do trabalho”, explicou. Zeca Cavalcanti acredita que a reforma trabalhista pode ser votada no Plenário da Câmara no segundo semestre deste ano.