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Curva de contágio se mantém em queda, avalia governo do estado

Por Nill Júnior

Diário de Pernambuco

O governador Paulo Câmara comandou reunião, na manhã deste domingo (14), com o Gabinete de Enfrentamento à Covid-19 para avaliar os últimos dados da pandemia em Pernambuco.

De modo geral, conforme as informações apresentadas pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), os números mostram que a curva de contágio continua em fase decrescente no estado.

“Avaliamos semanalmente os dados de comportamento da doença em todas as regiões do Estado. É possível afirmar que temos uma tendência de queda, de maneira geral, nos números de casos e óbitos, além de uma diminuição da demanda por serviços de saúde”, disse o governador.

Estiveram presentes à reunião os secretários Bruno Schwambach (Desenvolvimento Econômico), Décio Padilha (Fazenda), André Longo (Saúde) e Alexandre Rebêlo (Planejamento e Gestão). As informações repassadas são alguns dos parâmetros utilizados pelo Governo do estado para definir a estratégia de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

Nesta segunda-feira (15), o Plano de Convivência com a Covid-19 entra em sua terceira etapa com a reabertura do comércio de rua e de salões de beleza e estética.

A retomada desses segmentos está liberada em todo o Estado com exceção de 85 municípios das regionais de saúde de Palmares, Goiana, Caruaru e Garanhuns. Essas cidades apresentaram alta demanda por leitos de terapia intensiva e permanecem com o varejo e os salões fechados.

Outras Notícias

Vazão do São Francisco será mantida no nível atual até outubro

A vazão do rio São Francisco não será reduzida do atual patamar, de 800 metros cúbicos por segundo (m³/s), até o dia 1º de outubro, a não ser que o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) se manifeste de maneira contrária antes desse prazo. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (29.08), […]

thumbnail_29082016_Reunião ANA (5)A vazão do rio São Francisco não será reduzida do atual patamar, de 800 metros cúbicos por segundo (m³/s), até o dia 1º de outubro, a não ser que o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) se manifeste de maneira contrária antes desse prazo.

A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (29.08), na sede da Agência Nacional de Águas (ANA), em Brasília, onde aconteceu mais uma reunião para avaliar os efeitos da defluência reduzida. O setor elétrico havia solicitado autorização para reduzir a vazão do rio para 700 m³/s.

Para subsidiar seu pedido de redução, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apresentou estudos sobre a previsão hidrológica para a bacia até o final do ano. Os cenários apresentados apontam para um quadro mais dramático que em anos anteriores. Diante das previsões, a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) confirmou a formalização do pedido ao Ibama, até mesmo para garantir os usos múltiplos das águas são-franciscanas.

O superintendente da ANA, Joaquim Gondim, apresentou uma nota, contendo 17 itens, reportando à reunião realizada na semana passada, na própria agência federal, com representantes dos governos inseridos na bacia do São Francisco.

Na relação de itens, Gondim deixa claro que qualquer alteração na defluência dos reservatórios de Sobradinho, na Bahia; e Xingó, entre Alagoas e Sergipe, não será aplicada antes de outubro.

O superintendente da Chesf, João Henrique Franklin, argumentou que a redução do nível do São Francisco também significa uma geração menor de energia, provocando um risco de sobrecarga. Segundo ele, alguns segmentos já estão preparados para uma redução do nível do rio, estimado entre 15 e 20 centímetros, em virtude da menor defluência.

Solto por Mendes, alvo de novo mandado de prisão no RJ é considerado foragido

G1 O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, decretou novamente, nesta sexta-feira (25), a prisão do ex-presidente do Departamento de Transportes do Rio (Detro) Rogério Onofre. À noite, ele ainda não tinha sido encontrado e já era considerado foragido. A polícia procurou e não encontrou Onofre na casa dele, em Paraíba […]

G1

O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, decretou novamente, nesta sexta-feira (25), a prisão do ex-presidente do Departamento de Transportes do Rio (Detro) Rogério Onofre. À noite, ele ainda não tinha sido encontrado e já era considerado foragido.

A polícia procurou e não encontrou Onofre na casa dele, em Paraíba do Sul, no sul do estado do Rio de Janeiro. Ele já foi prefeito da cidade e depois que ganhou o direito de responder ao processo fora da cadeia cumpria lá o recolhimento domiciliar. Tinha que passar as noites, os fins de semana e os feriados dentro de casa.

O advogado disse que Rogério Onofre não estava em casa porque se sente ameaçado. O advogado não explicou por que o réu ainda não se entregou, mas afirmou que Onofre vai procurar a polícia no sábado (26).

Onofre foi preso em julho na Operação Ponto Final, acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de receber R$ 44 milhões em propina no esquema de corrupção no setor de transporte do estado do Rio. Onofre se tornou réu junto com outras 23 pessoas, incluindo o ex-governador Sérgio Cabral, em desdobramento da Operação Lava Jato no Rio (veja todas as 14 denúncias contra Cabral).

A mulher de Onofre também foi presa depois da operação, deflagrada em julho. Dayse Déborah Alexandra Neves estava indo de ônibus para Florianópolis e foi acusada de tentar movimentar US$ 1,8 milhão de um fundo no exterior depois da prisão do marido. O MPF diz que ela chegou a ter US$ 10 milhões em apenas uma conta no exterior.

A defesa de Dayse Neves disse que ela não vai se manifestar.

O casal recebeu habeas corpus na noite de terça-feira (22), concedido pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. Na quarta, o MPF pediu novamente a prisão. Entre os argumentos estava a acusação de que Onofre vinha ameaçando outros detidos na operação.

Rádio Jornal passa a ocupar prefixo também no FM

A falta de retorno do projeto JC News, primeira rádio pernambucana com 100% de notícias acabou gerando uma grande mudança na programação do rádio de Recife a partir desta segunda-feira (1º). A Rádio Jornal  passa a partir de hoje a ser transmitida em AM (780 kHz) e FM (90,3 MHz). Esta é uma das maiores fusões do radialismo em Pernambuco. […]

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A falta de retorno do projeto JC News, primeira rádio pernambucana com 100% de notícias acabou gerando uma grande mudança na programação do rádio de Recife a partir desta segunda-feira (1º). A Rádio Jornal  passa a partir de hoje a ser transmitida em AM (780 kHz) e FM (90,3 MHz). Esta é uma das maiores fusões do radialismo em Pernambuco.

O problema é que a JC News não emplacou como esperava o grupo JCPM. A ida da marca CBN para outro grupo obrigou à mudança. A força da programação da Central Brasileira de Notícias associada a um bom time de radialistas locais acabou pondo por terra a expectativa da emissora de liderar o segmento All News (de rádios com 100% de informações na grade). A alternativa encontrada foi a fusão, com a programação da Jornal prevalecendo em mais de 95% nos dois prefixos.

A saída da CBN do grupo JCPM foi no mesmo movimento que fez a Globo AM adquirir o prefixo da Rádio Clube mais antiga emissora do país, que gerou muita polêmica sob a crítica de programação enlatada na programação pernambucano. Nessa mesma série de mudanças, ainda desfalcaram o grupo JCPM de Paulo Fernandez Neto, que deixou a Jornal para coordenar o projeto.

Agora, promete o grupo, os ouvintes terão uma qualidade de som muito superior, uma rádio ainda mais moderna e a junção de entretenimento, jornalismo e esportes em um só meio de comunicação. A decisão acaba fazendo com que a Rádio Jornal a primeira emissora do Nordeste a fazer a migração da AM para a FM, antes da autorização do Ministério das Comunicações. Isso porque já detinha um prefixo livre para isso.

O público também pode sintonizar a Rádio Jornal através do site e aplicativo para smartphones. No site, além de escutar a programação e assistir ao vivo o que acontece no estúdio, os internautas ficam ligados em todas as notícias, que são atualizadas por uma equipe especializada.

Serra: Vereador critica fim das cisternas de placas no governo Bolsonaro

Na sessão ordinária da Câmara de Vereadores desta terça-feira (05), o vereador serra-talhadense, Antônio da Melancia (Patriota), criticou o fim do projeto de cisternas de placas no País na gestão do atual Presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar destacou a falta de água na zona rural e as dificuldades enfrentadas por diversas famílias que necessitam comprar […]

Na sessão ordinária da Câmara de Vereadores desta terça-feira (05), o vereador serra-talhadense, Antônio da Melancia (Patriota), criticou o fim do projeto de cisternas de placas no País na gestão do atual Presidente Jair Bolsonaro.

O parlamentar destacou a falta de água na zona rural e as dificuldades enfrentadas por diversas famílias que necessitam comprar água, mas não têm cisternas para armazenar.

“A gente fica bastante triste com o governo federal pelo total abandono na construção de cisternas, não tem uma durante o governo Bolsonaro, uma cisterna só para mostrar no nosso país construída no governo Bolsonaro. Parou de vez, onde hoje tem famílias que precisam vender bode, galinha para comprar um pipa de água, e mesmo que consigam comprar aquelas que não têm cisterna não têm onde colocar a água. Só sabe o que é falta de água e não ter onde colocar água as famílias que estão passando por isso”, disse o vereador na tribuna.

Vereador da base governista, Antônio da Melancia foi eleito em 2020 com 803 votos, ocupando a última vaga no legislativo serra-talhadense. Ele é filiado ao Patriota, partido da base do Presidente Jair Bolsonaro.

A construção de cisternas de placas teve início em 1999 no Brasil, através do Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC), da Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA). Em 2003 o projeto foi incorporado pela agenda das políticas públicas do Governo Lula, construindo em uma década mais de 1 milhão de cisternas de 16 e 52 mil litros de água para as famílias carentes do Semiárido brasileiro. Com o fim do governo Dilma, a construção de cisternas de placas foi paralisada no país, prejudicando milhares de famílias.

Aliados preveem que Cunha passará longa temporada na prisão

Blog do Camarotti Caiu a ficha entre os aliados que integravam a tropa de choque do deputado cassado Eduardo Cunha. Os parlamentares traçam um futuro sombrio para o ex-presidente da Câmara. Esses aliados trabalham com o cenário de ele passar longa temporada na prisão. A previsão é que Cunha seja condenado rapidamente na primeira instância. […]

eduardo_cunha_em_5_de_junho_de_2016_2Blog do Camarotti

Caiu a ficha entre os aliados que integravam a tropa de choque do deputado cassado Eduardo Cunha. Os parlamentares traçam um futuro sombrio para o ex-presidente da Câmara.

Esses aliados trabalham com o cenário de ele passar longa temporada na prisão. A previsão é que Cunha seja condenado rapidamente na primeira instância. E isso, segundo essa avaliação, deve reforçar a hipótese de condenação na segunda instância.

Mesmo com uma delação premiada, Cunha não sairá da cadeia facilmente, avaliam esses deputados.

“Cunha só tem um cacife para negociar: uma colaboração em troca de livrar a família de condenação ou cadeia”, constatou um deputado próximo. Antes da prisão, o deputado cassado já tinha feito essa mesma avaliação, em conversas reservadas.