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Curso sobre eleições municipais chega ao Sertão do Moxotó

Por André Luis
Foto: Marcos Henrique/Divulgação

Na última quinta-feira (28), a Alepe levou a Arcoverde o Curso Eleições Municipais 2020 – Novas Regras. Voltada aos municípios do Sertão do Moxotó, a 11ª edição do evento reuniu mais de 200 pessoas de toda a região, que esclareceram dúvidas sobre extinção de coligações, propaganda eleitoral e prestação de contas.

Parceiro da Assembleia na iniciativa, o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) teve os chefes de cartório eleitoral Álvaro Nascimento e Erastóstenes Gomes como palestrantes. Presente à atividade, o superintendente da Escola do Legislativo (Elepe),  José Humberto Cavalcanti, ressaltou o papel pedagógico que a Alepe vem cumprindo por todo o Estado com a ação educativa. “Compreender as mudanças na legislação eleitoral qualifica a política, eleva o nível do debate e torna mais justa a competição”, acredita.

Já o presidente da Alepe, deputado Eriberto Medeiros (PP), reforçou a necessidade de restabelecer a crença no papel transformador do Estado e da classe política. “Ir ao encontro da população é essencial para garantir mais legitimidade aos representantes do povo. Temos a oportunidade de dar voz às necessidades e demandas da sociedade e, para isso, precisamos nos qualificar e nos unir, porque unidos somos mais fortes”, argumentou.

Estiveram no evento a prefeita de Arcoverde, Madalena Britto; a presidente da Câmara de Vereadores do município, Célia Galindo, representando a União dos Vereadores de Pernambuco; e o deputado Waldemar Borges (PSB). Também participaram os ex-deputados Eduíno Brito, João Eudes e Júlio Cavalcanti.

Com o apoio da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), o curso sobre as novas regras eleitorais já foi apresentado a 169 municípios e percorrerá, até o fim do ano, as 12 microrregiões de desenvolvimento do Estado.

Outras Notícias

Reunião adiada

Atendendo solicitação de assessores do Governo do Estado, em razão do Seminário Todos por Pernambuco, no dia 11 de abril em Caruaru, o encontro da COPAP foi adiado. A Comissão Parlamentar do Pajeú vai se reunir dia 18. Assim, vereadores poderão ir ao Todos Por Pernambuco e membros convidados do governo poderão vir até os […]

copap-660x330Atendendo solicitação de assessores do Governo do Estado, em razão do Seminário Todos por Pernambuco, no dia 11 de abril em Caruaru, o encontro da COPAP foi adiado.

A Comissão Parlamentar do Pajeú vai se reunir dia 18. Assim, vereadores poderão ir ao Todos Por Pernambuco e membros convidados do governo poderão vir até os vereadores.

A sugestão foi aceita pelo Presidente Augusto Martins.

LW e Zeca: do abraço à conversa de pé de ouvido

Em Arcoverde,  imagens que chegaram ao blog mostram os afagos, abraço e conversa de pé de ouvido entre Wellington Maciel e Zeca Cavalcanti O prefeito já definiu que não será candidato à reeleição em virtude dos problemas de popularidade enfrentados. Já Zeca lidera as intenções de voto na cidade. Foi no encerramento do São João […]

Em Arcoverde,  imagens que chegaram ao blog mostram os afagos, abraço e conversa de pé de ouvido entre Wellington Maciel e Zeca Cavalcanti

O prefeito já definiu que não será candidato à reeleição em virtude dos problemas de popularidade enfrentados. Já Zeca lidera as intenções de voto na cidade.

Foi no encerramento do São João de Arcoverde. Segundo nomes ligados a Zeca, não houve nenhuma informação sobre aproximação entre os dois.

Caso ocorra a aproximação,  alguns nomes como Célia Galindo e Israel Rubis,  desafetos e críticos contumazes de Wellington Maciel ficarão numa saia justa político.  Por outro lado,  há quem diga que não passou de um encontro casual de dois ex-prefeitos. Só fica difícil explicar a conversa de pé de ouvido…

Veja o vídeo:

São João de Caruaru diz em edital que vai censurar manifestações políticas

Descumprimento pode levar à suspensão do cachê das apresentações, de acordo com edital de contratação dos artistas A festa de São João de Caruaru, uma das maiores e mais tradicionais celebrações de São João do país, não quer ser palco de manifestações políticas como o Lollapalooza. A Prefeitura de Caruaru, cidade a 136 quilômetros do […]

Descumprimento pode levar à suspensão do cachê das apresentações, de acordo com edital de contratação dos artistas

A festa de São João de Caruaru, uma das maiores e mais tradicionais celebrações de São João do país, não quer ser palco de manifestações políticas como o Lollapalooza.

A Prefeitura de Caruaru, cidade a 136 quilômetros do Recife onde ocorre a festa, afirmou no edital de contratação de seus artistas que qualquer atração “que expresse conteúdo político de qualquer natureza” não seria contratada. A reportagem é de Pedro Martins para a Folha de S. Paulo.

O edital, que teve início em 31 de março e se encerrou nesta quarta-feira, data a partir da qual as atrações começaram a ser divulgadas, foi publicado no site da prefeitura.

O presidente da Fundação de Cultura de Caruaru, Rubens Júnior, disse ao Marco Zero, um coletivo de jornalismo independente do Recife, que não enxerga a medida como censura. Afirmou ainda que a cláusula do edital se trata de uma “recomendação” aos artistas.

O edital, no entanto, afirma que o descumprimento da cláusula pode levar à rejeição da prestação de contas e, por consequência, à suspensão do cachê da apresentação.

“O que que a gente está contratando não é a posição política do artista. Se ele faz isso num teatro, as pessoas pagam para assistir ao show dele. Eu mesmo vou e bato palma quando é a meu favor e vaio quando é contra a minha posição política. Mas é um show privado. Um show com recursos públicos a gente tem que ter essas precauções.”

“Eu tenho copatrocínio do governo federal, do governo estadual e a prefeitura banca a maior parte da festa. São três posições políticas diferentes. Como é que eu resolvo isso? Resolvo dizendo assim ‘olha, não se fala em política, porque o show não é para manifestação individual. O show é para manifestação individual artística’.”

Além dos artistas locais, boa parte deles inscritos por meio do edital, devem se apresentar na festa Luan Santana, Mari Fernandez, Felipe Amorim, Dorgival Dantas e Bell Marques.

O evento começa em 4 de junho e vai até 2 de julho. As apresentações principais serão divididas em matinês nos dias 11, 23, 24, 25 e 26.

A proibição surge cerca de um mês e meio após Pabllo Vittar ter mostrado uma toalha com o rosto do ex-presidente Lula e feito um sinal de “L” com a mão no palco do Lollapalooza, festival de música que ocorreu no último fim de semana de março em São Paulo.

A equipe do presidente Jair Bolsonaro questionou a organização do festival. Seu partido, o PL, acionou o TSE por suposta propaganda eleitoral irregular no evento, alegando que a legislação só permite campanha política a partir de 16 de agosto.

O tribunal acatou parcialmente o pedido e determinou multa de R$ 50 mil para o festival se houvesse outras manifestações a favor ou contra qualquer candidato ou partido no Lollapalooza. A produtora do evento, T4F, entrou com recurso e manteve a liberdade de expressão dos artistas.

Prefeitura de Serra Talhada inicia obras do Residencial Lorena I

A construção do Residencial Lorena I, localizado às margens da PE 365, começou nesta semana com o apoio da Prefeitura de Serra Talhada, diz a municipalidade em nota. Foi dado início ao trabalho de preparação do terreno, passo para a edificação de 150 residências. Para além dos R$ 3 milhões investimentos na desapropiação do terreno, […]

A construção do Residencial Lorena I, localizado às margens da PE 365, começou nesta semana com o apoio da Prefeitura de Serra Talhada, diz a municipalidade em nota.

Foi dado início ao trabalho de preparação do terreno, passo para a edificação de 150 residências. Para além dos R$ 3 milhões investimentos na desapropiação do terreno, o município assumiu contrapartidas, envolvendo a terraplanagem, a escavação para esgoto, parte da iluminação publica, entre outros.

“O Residencial Lorena I é um sonho realizado para centenas de famílias. Graças ao apoio do presidente Lula e do deputado federal Fernando Monteiro, conseguimos viabilizar essa obra tão importante para a nossa cidade. A parceria com a empresa responsável pela obra e a contrapartida da Prefeitura são fundamentais para garantir que o projeto seja concluído com sucesso, oferecendo moradia digna para nossa gente.”

O Residencial Luiz Lorena é apenas um dos projetos habitacionais, segundo nota. Ainda será inaugurado o Residencial Vanete Almeida, que levará casas e dignidade para mais de 900 famílias serratalhadenses, ampliando o acesso à moradia de qualidade e contribuindo para o crescimento sustentável de Serra Talhada.

Previdência virou um ‘buraco negro fiscal’, diz Paulo Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira (14), em audiência pública na Comissão Mista de Orçamento, que a Previdência Social virou um “buraco negro fiscal que ameaça engolir o Brasil”. Guedes disse ainda que a economia do país está no “fundo do poço”, mas deverá sair dessa situação com a aprovação das reformas, […]

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira (14), em audiência pública na Comissão Mista de Orçamento, que a Previdência Social virou um “buraco negro fiscal que ameaça engolir o Brasil”.

Guedes disse ainda que a economia do país está no “fundo do poço”, mas deverá sair dessa situação com a aprovação das reformas, como a Previdência e a tributária.

Ele lembrou que as contas do governo vêm apresentando resultados primários negativos, ou seja, com despesas maiores do que receitas (sem contar os juros da dívida pública) desde 2014, e que a estimativa da área econômica é de que o resultado continue no vermelho até o fim do governo Bolsonaro.

De acordo com o ministro, o principal responsável pelos resultados negativos das contas públicas é a Previdência Social, que tem apresentado rombos bilionários nos últimos anos. “O buraco da Previdência virou um buraco negro fiscal que ameaça engolir o Brasil”, afirmou Guedes.

Ele lembrou que o governo pediu autorização ao Legislativo para um “crédito suplementar” de R$ 248 bilhões neste ano. O crédito suplementar, segundo Guedes, visa evitar o descumprimento da chamada “regra de ouro”, que impede que o governo contraia dívida para cobrir despesas correntes, como o pagamento de salário de servidores.

“Estamos pedindo um crédito suplementar para não quebrar a ‘regra de ouro’. A regra de ouro é um preceito básico, que é evitar a irresponsabilidade de ficar se endividando para pagar despesa corrente. Estamos à beira de um abismo fiscal, e por isso precisamos de um crédito suplementar para poder pagar despesas correntes”, completou o ministro.

A lei admite que o governo se endivide apenas para fazer investimentos, que podem depois se refletir em crescimento da economia e em aumento da arrecadação.

Guedes citou que o rombo das contas públicas tem impulsionado a dívida bruta do setor público, que atualmente está em cerca de 80% do Produto Interno Bruto (PIB), bem acima da média dos países emergentes.