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Críticas de sacerdote a Secretário e Prefeito em nota ainda repercutem em Belmonte

Por Nill Júnior
Reprodução: Afogados On Line

O pároco da Paróquia de Nossa Senhora das Dores, em São José do Belmonte, padre Antônio Lisboa, leu uma nota de repúdio e de desagravo ao Secretário de Turismo do município, Jackson Carvalho, durante o encerramento das festividades da Padroeira da Vila Delmiro, Nossa Senhora das Dores, que ocorreu na última sexta (15). A nota, que também questiona a postura do prefeito Romonilson Mariano no episódio, repercute na cidade.

O padre afirmou que o atual secretário tem a prática de discutir nas redes sociais com internautas sobre diversos temas e um desses estava relacionado à festa da Vila Delmiro que ocorre em setembro, e que sugeriu acabar dizendo que a festa não era de padroeiro e que também não era nada.

“Isso se iniciou no dia 5 de junho quando depois de um debate com um internauta, o secretário citado diz : tem é que acabar a festa de setembro que não é padroeira da cidade, não é emancipação, não é autonomia, não é nada’. Recebi essas mensagens através de prints em meu celular de muitos paroquianos perguntando-me o que achar na intenção de ouvir uma resposta da minha parte, visto que se configura uma injúria a Festa de Nossa Senhora das Dores e, consequentemente, aos paroquianos, e mais ainda, ao povo da Vila Delmiro”, disse.

Padre Lisboa falou que procurou o prefeito do município para informar sobre o andamento da festa e de sua dimensão, entrou em contato com a primeira dama que ficou para agendar uma reunião e que até aquela data ainda aguardava esse encontro. Também foi procurar o prefeito por duas vezes na prefeitura para uma audiência e que notou que não estavam querendo recebê-lo.

“Eu ainda insisti que precisava de uma audiência ou de uma reunião com Sr. Prefeito para tratar de assuntos relacionados a festa de Nossa Senhora das Dores e de outros, os quais agora estou falando, mas não obtive resposta”, afirmou o padre.

O sacerdote disse que durante os nove anos que está à frente da realização da Festa de Nossa Senhora das Dores, nunca dependeu de prefeitura e que não seria dessa vez que iria tornar-se dependente ou refém de quem quer que seja. “Nisso, nós, eu e os juízes, já havíamos resolvido o que era da nossa competência e demos então continuidade à verdadeira Festa de Nossa Senhora das Dores, pois, se para o Secretário de Turismo, a Festa de Nossa Senhora das Dores não é nada, para o povo da Vila Delmiro, ela é tudo, pois este povo faz a festa e não a prefeitura. O que a prefeitura faz é acessório, pois tudo é por causa da festa religiosa”, disse o padre.

Ainda segundo padre Lisboa, o Secretário agiu com quebra de decoro, e que a audiência com o prefeito seria para tratar sobre isso e resolver tudo de uma forma pacífica, já que há nove anos se confunde com a Vila, que historicamente é discriminada na cidade e que mais uma vez expressa tal discriminação na postura do Secretário.

“Assim, o que é ofensa à igreja, é também a mim, o que é ofensa ao povo da Vila Delmiro, é também à mim. Tenho orgulho de ser o padre da Vila. Não tenho dependência moral e financeira de nenhum. Sinto-me totalmente livre para dizer isso aqui, pois um homem é reconhecido pelo seu caráter, pela sua índole e por palavras, e isso eu tenho”, afirmou o Padre Lisboa.

Outras Notícias

Equipes da Arcotrans orientam motoristas na volta às aulas de Arcoverde

Na segunda-feira (03.02), as equipes do Departamento de Campanhas Educativas e da Gerência de Educação no Trânsito da Arcotrans, iniciaram o ciclo de orientações para a volta às aulas de alunos em escolas municipais, estaduais e particulares, abordando motoristas para garantir uma maior segurança no embarque e desembarque dos estudantes. A iniciativa, coordenada por Ravenna […]

Foto: Arcotrans/divulgação

Na segunda-feira (03.02), as equipes do Departamento de Campanhas Educativas e da Gerência de Educação no Trânsito da Arcotrans, iniciaram o ciclo de orientações para a volta às aulas de alunos em escolas municipais, estaduais e particulares, abordando motoristas para garantir uma maior segurança no embarque e desembarque dos estudantes.

A iniciativa, coordenada por Ravenna Freitas, gerente de Educação no Trânsito da Arcotrans, está ocorrendo em diversos trechos do município, visando favorecer especialmente que o fluxo de veículos nas vias não seja prejudicado com o Ano Letivo que começa.

“Estamos coordenando esta campanha educativa, no sentido de alertar e conscientizar os pais ou motoristas responsáveis por estudantes, para que eles tenham um maior cuidado no embarque e desembarque nas proximidades das escolas, além do uso do sinto de segurança e da não utilização de aparelhos celulares enquanto estiverem no volante”, ressaltou a chefe do Departamento de Campanhas Educativas da Arcotrans, Ângela Linhares.

Pajeú leva maior representação popular que política a ato em Monteiro

De políticos com mandato do Pajeú, os prefeitos de Tabira, Sebastião Dias e de Serra Talhada, Luciano Duque foram os percebidos no ato. O primeiro esteve no palanque acompanhando os discursos. Já a comitiva do prefeito de Serra Talhada chegou com atraso ao ato e teve dificuldade de acesso em meio à multidão. Ainda assim, […]

Sebastião Dias (de vermelho ao fundo) observa Chico César
Luciano Duque, em registro de Wellington Júnior

De políticos com mandato do Pajeú, os prefeitos de Tabira, Sebastião Dias e de Serra Talhada, Luciano Duque foram os percebidos no ato. O primeiro esteve no palanque acompanhando os discursos. Já a comitiva do prefeito de Serra Talhada chegou com atraso ao ato e teve dificuldade de acesso em meio à multidão. Ainda assim, Duque acompanhou tudo no palanque.

De socialistas, nenhum prefeito praticamente esteve em Monteiro. O único que havia sinalizado ida foi Anchieta Patriota, de Carnaíba, único no Pajeú com posição contrária à orientação da legenda. Mas ele teve que ir a Recife.  De qualquer forma, liberou um ônibus para pessoas de sua cidade que queriam ir. Os demais preferiram ficar, como fez o próprio governador Paulo Câmara que, convidado, não compareceu.

Foto: Wellington Júnior
Foto: Wellington Júnior
Foto: Wellington Júnior
Foto: Wellington Júnior
Foto: Wellington Júnior

Claro, muitos filiados ao PT e militantes da região estiveram na Paraíba. Nomes como o ex-prefeito de São José do Egito Romério Guimarães, o presidente do PT de Afogados, Jair Almeida mais Emídio Vasconcelos, vereadores de cidades da região e populares não partidários mas que foram ver Lula.

Também houve muitas pessoas que se organizaram em ônibus ou veículos, cada um a seu modo. “Foi emocionante esse momento. Era um verdadeiro mar de gente. Ter conseguido chegar perto dele e ter dado um aperto de mão vai ficar na minha memória”, disse a sertaneja Márcia Silva. O número de pessoas que compareceu foi proporcionalmente maior ao de representantes políticos do Pajeú.

Fotos: dois colaboradores do blog encaminharam imagens do ato em Monteiro. Wellington Júnior diz ter enfrentado uma maratona de sete horas para acompanhar e fazer os registros. Terminou com pés calejados. Marcelo Patriota, também blogueiro, enfrentou outra maratona para fazer os registros.

Foto: Marcelo Patriota
Foto: Marcelo Patriota
Foto: Marcelo Patriota
Foto: Marcelo Patriota

Foto: Marcelo Patriota
Lucas Ramos sobre o rombo nas contas públicas: “a população não pode pagar a conta”

O anúncio feito pelos ministros da Fazenda, Henrique Meireles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, aumentando a previsão do déficit das contas públicas para 2017 e 2018, motivou o discurso do deputado estadual Lucas Ramos (PSB) realizado nesta quinta-feira na Assembleia Legislativa de Pernambuco. O parlamentar analisou a revisão e questionou a eficiência da política econômica […]

O anúncio feito pelos ministros da Fazenda, Henrique Meireles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, aumentando a previsão do déficit das contas públicas para 2017 e 2018, motivou o discurso do deputado estadual Lucas Ramos (PSB) realizado nesta quinta-feira na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

O parlamentar analisou a revisão e questionou a eficiência da política econômica adotada pelo governo Michel Temer, que entregará o país com um rombo acumulado de R$ 477 bilhões e sem condições de alcançar o superávit até 2020.

“O presidente Michel Temer buscava um déficit de R$ 79 bilhões que seria possível a partir da aplicação do teto nos gastos públicos. Revisou o resultado para R$ 139 bilhões e agora anuncia um rombo de R$ 159 bilhões por ano. Uma prova incontestável da ineficácia da gestão, que é incapaz de promover o crescimento econômico no Brasil”, afirmou.

Lucas Ramos salientou que o congelamento dos salários e o corte de 60 mil cargos públicos que estão vagos no Governo Federal poderão prejudicar a prestação de serviços ao cidadão. “O Brasil precisa de um serviço público eficiente, que valorize o funcionalismo e dê plenas condições de trabalho para não prejudicar os cidadãos, hoje submetidos a um mercado de trabalho encolhido, inflação e tributos cada vez mais pesados”, apontou.

O parlamentar alertou para o aumento dos impostos como tentativa de ampliar a receita à custa do contribuinte. “Promover o aumento incessante de impostos é aplicar uma penalidade ao cidadão brasileiro, a ponta mais fragilizada da nossa economia que não pode ser prejudicada e pagar a conta da má gestão”, defendeu.

A redução na estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), de 2, 5% para 2%, também foi analisada por Lucas Ramos. “O governo Temer não consegue cobrir as despesas que crescem acima da inflação e está longe de atingir seu objetivo de colocar a economia brasileira nos trilhos”, finalizou.

Ação de vândalos deixa Gravatá e Chã Grande sem fornecimento de água durante 24 horas

Vídeo: Compesa Duas ações de vandalismo sucessivas na Adutora de Amaragi, que atende as cidades de Gravatá e Chã Grande, no Agreste do estado, deixou a população dos municípios sem o fornecimento de água durante 24 horas. Na madrugada de ontem (08), a tubulação, localizada no trecho próximo a localidade Sítio Vertentes, em Chã Grande, foi […]

Vídeo: Compesa

Duas ações de vandalismo sucessivas na Adutora de Amaragi, que atende as cidades de Gravatá e Chã Grande, no Agreste do estado, deixou a população dos municípios sem o fornecimento de água durante 24 horas. Na madrugada de ontem (08), a tubulação, localizada no trecho próximo a localidade Sítio Vertentes, em Chã Grande, foi quebrada com pedras.

Ontem à tarde, enquanto uma equipe da Compesa providenciava o conserto da tubulação, a cerca de 400 metros do local do vazamento, os vândalos depredaram novamente a adutora e danificaram um dispositivo de controle da saída de ar (ventosa) da rede, provocando outro estouramento no sistema.

De acordo com o gerente de Unidade de Negócio da Compesa, Ricardo Malta, o objetivo das ações foi furtar água para encher barreiros e açudes em propriedades próximas à adutora.

Essa é a terceira ação de vandalismo na Adutora de Amaragi, nos últimos 15 dias. “Com a seca e escassez de chuvas, aumenta o número de furtos de água na adutora. A maior prejudicada é a população, pois compromete o cumprimento do calendário de abastecimento previsto nas cidades”, explica o gerente.

Em Gravatá, é realizado o rodízio de dois dias com água, para 15 dias sem. Já para os moradores de Chã Grande, o regime é de dois dias com água para 28 dias sem.

A Compesa já consertou os dois vazamentos decorrentes do ato de vandalismo na adutora e o abastecimento está sendo regularizado, de acordo com o calendário de cada área. A Compesa registrou um Boletim de Ocorrência.

Prefeito de Tuparetama reclama de Marcha. “Não cumpriu meta”

O prefeito de Tuparetama Dêva Pessoa, também coordenador do Cimpajeú e de Brejinho, José Vanderlei, voltaram da Marcha dos Prefeitos hoje. O primeiro reclamou da falta de encaminhamentos práticos provocada pelo momento do evento, em meio ao afastamento de Dilma Roussef. O episódio de afastamento de Dilma gerou um dilema, pois a presidenta afastada não […]

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O prefeito de Tuparetama Dêva Pessoa, também coordenador do Cimpajeú e de Brejinho, José Vanderlei, voltaram da Marcha dos Prefeitos hoje. O primeiro reclamou da falta de encaminhamentos práticos provocada pelo momento do evento, em meio ao afastamento de Dilma Roussef.

O episódio de afastamento de Dilma gerou um dilema, pois a presidenta afastada não tinha o que resolver e o novo, Michel Temer, também não podia fazer nada porque está de chegada.

“Com exceção das visitas aos Ministérios e a outros órgãos, a Marcha não cumpriu com sua meta. Não pela Marcha em si, mais pelo momento pelo qual passa o país. Quem ontem respondia por uma pasta, hoje não responde mais”, queixou-se Dêva.

Ele disse que não foi possível sequer apresentar uma pauta de reivindicações ao Governo. Simplesmente não se sabia a quem entregar documento algum.

“Particularmente, eu e  José Vanderlei estivemos no Gabinete do Deputado. Gonzaga Patriota, no FNDE e FUNASA. Apesar do momento conturbado, conseguimos dirimir dúvidas e retirar pendências. Agora é esperar as emendas e projetos apresentados”, disse.