Crise do Covid-19 fecha sucursal da TV Asa Branca em Serra Talhada
Por André Luis
A sucursal da TV Asa Branca, em Serra Talhada, Afiliada Rede Globo e tendo sua matriz em Caruaru, fechou suas portas nesta segunda-feira (20), e as explicações foram à crise causada pelo novo coronavírus, que vem causando danos colaterais em toda economia mundial.
Criada há mais de 15 anos, pelo Grupo do ex-deputado Inocêncio Oliveira, a TV Asa Branca faz sua cobertura da TV Globo regional, com sinais de Caruaru. Mas a sucursal em Serra Talhada cobria com reportagens da equipe local, as regiões do Sertão do Moxotó e o Sertão do Pajeú, o que comporta dizer que cobria até São José do Belmonte, na divisa com o Ceará, e também o Sertão Central, na divisa de Mirandiba com Salgueiro, com notícias diárias aos telespectadores nos jornais AB1 e AB2 transmitidos direto de Caruaru.
A empresa devido à crise com a pandemia do novo coronavírus admite que teve uma redução de 70% no seu faturamento mensal e segundo uma fonte do Blog PE Notícias em Serra Talhada, o único meio de amenizar a crise foi optar pelo fechamento da sucursal e na demissão dos seus funcionários, entre repórter, cinegrafistas (Serra Talhada e Garanhuns) e pessoal do atendimento.
Na sucursal de Garanhuns, houve baixa de um cinegrafista, restando um repórter que não tem a certeza que irá permanecer, uma vez que aquela sucursal também pode encerrar suas atividades na Suíça pernambucana, mas essa última questão ainda terá um desfecho por parte da direção da emissora. A informação é do blog PE Notícias.
As fortes chuvas que caiaram na madrugada do domingo provocaram alguns prejuízos na cidade de Tabira. Os 70 milímetros registrados pelo IPA na zona urbana fizeram o conhecido Canal da Granja que corta a cidade transbordou. Na cidade esgotos não suportaram a força da água. Segundo o radialista Anchieta Santos no programa Rádio Vivo, na […]
As fortes chuvas que caiaram na madrugada do domingo provocaram alguns prejuízos na cidade de Tabira.
Os 70 milímetros registrados pelo IPA na zona urbana fizeram o conhecido Canal da Granja que corta a cidade transbordou. Na cidade esgotos não suportaram a força da água.
Segundo o radialista Anchieta Santos no programa Rádio Vivo, na Rua Nova, na entrada do bairro do Riacho do Gado, casas foram invadidas com a água destruindo moveis, moradores ilhados.
Muita água do Riacho de Tabira está desaguando no Rio Pajeú. Em Afogados da Ingazeira foram registrados 14 milímetros, com Carnaíba registrando 33 milímetros. O destaque além das chuvas da madrugada de ontem foram relâmpagos e trovoes que assustaram muita gente.
Em Sertânia, as chuvas da madrugada desta segunda-feira (23) causaram muitos transtornos. Em algumas comunidades rurais como Campos de Baixo e cacimbinha do Rio Grande, foram 80 milímetros em média.
Rosário sangrando: As fortes chuvas que seguem caindo no sertão do Pajeú fizeram mais uma barragem sangrar. Ontem, às 18h, foi a vez da barragem do Rosário no município de Iguaracy com capacidade de 35 milhões de metros cúbicos.
São 12 anos que a Rosário não sangrava. Em sua historia sangrou apenas nos anos de 2004 e 2008. As águas descem para a barragem de Brotas em Afogados da Ingazeira que já vem sangrando desde a semana passada.
Duas contas, 2015/2016 da ex-Prefeita Cida Oliveira (PSB) deverão ser votadas nos próximos dias pela Câmara de Solidão. O Presidente Antônio Bujão tem pressa em colocar as contas na pauta do poder legislativo. O TCE sugeriu a aprovação das contas 2015 e a reprovação do exercício de 2016. Se a Cãmara seguir a decisão do […]
Duas contas, 2015/2016 da ex-Prefeita Cida Oliveira (PSB) deverão ser votadas nos próximos dias pela Câmara de Solidão. O Presidente Antônio Bujão tem pressa em colocar as contas na pauta do poder legislativo.
O TCE sugeriu a aprovação das contas 2015 e a reprovação do exercício de 2016. Se a Cãmara seguir a decisão do TCE a prefeita ficará inelegível para 2020 deixando o caminho livre para a reeleição do Prefeito Djalma Alves (PSB).
Falando a Rádio Cidade FM o Prefeito declarou que se depender dele as contas serão aprovadas pela Câmara, mesmo diante do fogo amigo existente entre os governistas que defende a candidatura da ex-prefeita. “Três ou quatro pessoas que não estão satisfeitas com a gestão espalham notícias falsas”, disse Djalma.
Ele disse tratar com naturalidade o anunciado rompimento futuro do Presidente da Câmara Antônio Bujão. “Tenho certeza de estar fazendo o possível pelo município. E esta notícia que alguns propagam que não atendo o povo é balela”.
Sobre a denuncia de vereadores na Câmara e de ouvintes na Rádio Cidade FM de que a Prefeitura teria enviado um ônibus com eleitores para regularizarem o titulo em Carnaíba, Djalma informou ter atendido pessoas sem condições de pagar passagem para irem a cidade vizinha e que de agora em diante somente enviará depois de consultar o MP.
O prefeito reclamou da escassez de recursos e um exemplo seriam os R$ 11 mil mensais que a Prefeitura de Solidão recebe para gerir o hospital. “Dinheiro que não dá para pagar um médico”, disse.
Por Magno Martins O Sertão do Pajeú está fazendo a sua parte para manter viva a tradição cultural do seu povo. Um belo exemplo disso se deu com a realização do XXIII Festival da Sanfona, o Fersan, iniciativa do grupo Jovem de Afogados da Ingazeira, realizado no último fim de semana em praça pública naquela […]
O Sertão do Pajeú está fazendo a sua parte para manter viva a tradição cultural do seu povo. Um belo exemplo disso se deu com a realização do XXIII Festival da Sanfona, o Fersan, iniciativa do grupo Jovem de Afogados da Ingazeira, realizado no último fim de semana em praça pública naquela cidade, a 386 km do Recife. Durante três dias, subiram ao palco uma dezena de jovens tocadores do instrumento, o mais original e famoso da musicalidade sertaneja, que Luiz Gonzaga exibia com tanto orgulho em seus shows e tocava com tamanho brilho.
Ao longo dos últimos 22 anos do festival, criado para dar oportunidade aos talentosos sanfoneiros que vivem no anonimato, muitos músicos já ganharam o mundo e a fama, o que serve de estímulo aos organizadores do evento – Augusto e Socorro Martins, Suely Brasil, Risolene Bezerra, Aline Michelle, Madalena Brito, Elias Mendes, Cláudio Estende e Lúcio Luiz. “Ficamos felizes em abrir as cortinas do palco para jovens que fazem um espetáculo de encher os olhos aprumando as sanfonas, mas que vivem num escuro de divulgação”, diz Augusto Martins, vereador e coordenador do grupo.
Segundo ele, o festival começou de forma tímida, mas com o passar dos anos se firmou e hoje já conta com o apoio das prefeituras da região e do Governo do Estado, além da iniciativa privada. “O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), por exemplo, patrocinou o show de Assissão, artista de renome na região e que fez uma apresentação que agradou em cheio o nosso público”, afirmou.
O prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), contribuiu com a infraestrura e prêmios do certame. “Desde o seu primeiro ano de mandato, Patriota não tem nos faltado. Ele sabe da importância de se manter acesa uma tradição tão forte no Sertão”, disse Augusto. Além de Assissão, outros artistas da região se apresentaram no palanque do Fersan, que distribuiu, ao final, prêmios para os classificados do primeiro ao terceiro lugar.
A cada ano, um artista é homenageado. O múltiplo Francisco Chagas, que toca piano, flauta, violão, sanfona e outros instrumentos, foi o escolhido pela coordenação do evento. Chagas, como é conhecido em Afogados da Ingazeira, é um patrimônio vivo da região. Em suas mãos, os instrumentos parecem mágicos, fazendo chegar aos ouvidos da plateia uma sonoridade suave e encantadora, um deleite à alma, que renova corações e mentes.
Em entrevista ao programa Resenha Política, nesta sexta-feira (19), a procuradora geral do Ministério Público de Contas, Germana Laureano, defendeu a extinção de cargos com indicação política nos Tribunais de Contas do País. “Essa presença de pessoas egressas da área política dentro de um tribunal que é composto por magistrados de contas não blinda de […]
Em entrevista ao programa Resenha Política, nesta sexta-feira (19), a procuradora geral do Ministério Público de Contas, Germana Laureano, defendeu a extinção de cargos com indicação política nos Tribunais de Contas do País.
“Essa presença de pessoas egressas da área política dentro de um tribunal que é composto por magistrados de contas não blinda de interferências que o jogo político do qual ele participava até ontem pode fazer”, argumentou. “A função de fiscalizar recursos, por ser técnica, teria que ser de técnicos.”
A procuradora explicou que garantir a exclusividade de técnicos nos tribunais não tem a ver com o fim da corrupção nesses órgãos, e sim com a parcialidade nos julgamentos. “Se alguém vai se corromper depois, é da índole de cada um. Ser técnico não é nenhum atestado de honestidade de ninguém”, ponderou.
Germana Laureano defendeu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 329/2013, que submete os integrantes do Ministério Público de Contas ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e os Conselheiros e Ministros dos Tribunais de Contas ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Atualmente, apenas um terço da composição dos tribunais é de profissionais de carreira. O governador escolhe três, sendo um auditor, outro do Ministério Público de Contas e mais um de indicação livre. E o Legislativo completa o resto sem critérios tão rígidos como os propostos agora.
Joana D’Arc, candidata a vereadora pelo PV nas últimas eleições, fez graves acusações ao presidente do diretório municipal do Partido Verde (PV), Casimiro Ferreira, em entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta terça-feira (15). Segundo Joana, o fundo partidário destinado ao PV na cidade foi distribuído exclusivamente para a candidata Simone da Feira, […]
Joana D’Arc, candidata a vereadora pelo PV nas últimas eleições, fez graves acusações ao presidente do diretório municipal do Partido Verde (PV), Casimiro Ferreira, em entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta terça-feira (15). Segundo Joana, o fundo partidário destinado ao PV na cidade foi distribuído exclusivamente para a candidata Simone da Feira, que é mãe de Casimiro, sem que os demais candidatos do partido tivessem acesso a qualquer parte do recurso. A situação, que veio à tona após a consulta pública ao Portal da Transparência, gerou indignação e acusações de desonestidade e favorecimento.
Joana relatou que, durante a campanha, ela e os outros candidatos do PV questionaram diversas vezes Casimiro sobre a existência de algum apoio financeiro por parte do partido. A resposta foi sempre negativa. “A campanha seguiu, pedimos votos, e fomos atrás dos eleitores. Recentemente, após a campanha, fui ao Portal da Transparência, e lá estava: Simone recebeu R$ 10 mil do fundo partidário, enquanto todos os outros candidatos do PV não receberam absolutamente nada”, denunciou a candidata.
A principal crítica de Joana está na falta de transparência e na violação das cotas de gênero. Segundo a candidata, os recursos deveriam ter sido distribuídos entre as quatro mulheres do partido, incluindo ela própria, Simone da Feira, Gilda do Riacho da Onça e Cícera do Leite, conforme determina a legislação eleitoral. “Casimiro violou essa distribuição, prejudicando a cota feminina ao destinar todo o valor para Simone. Ele não destinou nenhum recurso para os demais candidatos, deixando todos nós, mulheres, sem apoio financeiro”, afirmou Joana.
Em resposta às acusações, Casimiro afirmou, por meio de nota, que o repasse de recursos foi feito diretamente pelo PV Nacional para a conta de Simone da Feira, sem sua intervenção. No entanto, Joana refutou a explicação, alegando que, como presidente municipal, Casimiro tinha pleno conhecimento da situação e deveria ter agido com honestidade e justiça. “Como a Nacional poderia saber, entre quatro mulheres, que só Simone era merecedora dos R$ 10 mil? Isso claramente foi direcionado por Casimiro”, disse a candidata.
Joana também destacou que, além de não receber o recurso do fundo partidário, os demais candidatos do PV não tiveram qualquer apoio do partido para a confecção de material de campanha, ficando dependentes da ajuda da chapa majoritária. “Se dependesse do PV, nem sairíamos de casa para fazer campanha”, desabafou.
A candidata encerrou a entrevista afirmando que já acionou a assessoria jurídica e pretende levar o caso ao Tribunal Regional Eleitoral. “É preciso que alguém responda por isso e esclareça como funciona a distribuição do recurso financeiro dos partidos. Muitas vezes, as mulheres são deixadas de lado e se tornam invisíveis. As cotas de gênero foram violadas, e Casimiro foi desonesto ao distribuir o recurso apenas para sua mãe”, concluiu.
A denúncia de Joana D’Arc acende um alerta para a necessidade de maior fiscalização e transparência na distribuição dos recursos partidários, especialmente no que diz respeito ao cumprimento das cotas de gênero, que têm o objetivo de garantir igualdade de condições para mulheres nas disputas eleitorais.
Você precisa fazer login para comentar.