Covid-19: PE registra 35 mortes nas últimas 24 horas, menor número desde 3 de maio
Por André Luis
No total, Pernambuco contabiliza 3.305 óbitos pela covid-19
Pernambuco confirmou, neste domingo (07), mais 881 casos do novo coronavírus, de acordo com o boletim da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE). Desses, 165 se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 716 são quadros considerados leves. Com isso, o Estado chega a 40.242 casos confirmados da covid-19, sendo 15.861 graves e 24.381 leves. Há casos graves em 165 municípios pernambucanos, além do Arquipélago de Fernando de Noronha e de pacientes em outros Estados e países.
O documento também registrou 35 mortes – 20 do sexo feminino e 15 do sexo masculino -, totalizando 3.305 óbitos pela doença. Este é o menor número diário desde o dia 3 de maio, quando foram contabilizados 24 óbitos. Os registros não correspondem às mortes que ocorreram no dia, mas sim àquelas que foram confirmadas laboratorialmente.
Curados – O Estado teve 21.773 pessoas curadas da Covid-19. Desse total, 5.880 foram casos graves e 15.893, leves.
Zé disse que a foto foi compartilhada por ele e amigos e acusa repercussão como má fé para atingi-lo O vereador Zé Negão afirmou em conversa com esse blogueiro que na visão dele não infringiu as regras de isolamento social ao se encontrar com amigos, conforme imagens que chegaram ao blog. O vereador garante que, […]
Zé disse que a foto foi compartilhada por ele e amigos e acusa repercussão como má fé para atingi-lo
O vereador Zé Negão afirmou em conversa com esse blogueiro que na visão dele não infringiu as regras de isolamento social ao se encontrar com amigos, conforme imagens que chegaram ao blog.
O vereador garante que, como hipertenso e tendo passado por uma recente cirurgia para redução de estômago, “é um dos que mais se cuida”.
“Jamais faria nada para descumprir um decreto tanto do município como do Estado. Até as pessoas que ficam na minha casa eu fico borrifando com álcool 70%”.
Sobre as imagens que mostram o grupo, Negão afirmou que participar ou passar em um lugar não significa correr risco. “Eu passei após ser convidado por uma pessoa que estava aniversariante. E vou preocupado porque sou de risco. E lá eles estavam preocupados, porque era um grupo pequeno, logo na entrada tinha álcool”.
Zé diz que a repercussão só se deu porque ele é político. “Tem pessoas de má fé que tentam me atingir, mas estou acostumado”.
Quanto à imagem com todos próximos, Zé admite que em algum momento isso aconteceu, mas disse que é preciso também apurar o que acontece nas áreas comerciais da cidade. “Tem que ver isso também”. O blog tem denunciado também aglomerações.
Uma das pessoas que estavam no grupo entrou em contato com o blog e garante que a ida de Zé foi rápida. “O vereador é amigo da gente. Ele só veio por consideração, tirou a foto e foi embora”, garante.
A volta pra casa após dois anos afastados no cenário que os projetou para o mundo, levou o Cordel do Fogo Encantado a realizar um show épico na véspera do “Melhor São João do Nordeste”. O grupo trouxe para Arcoverde o espetáculo ‘Água do Tempo’, celebrando os momentos mais marcantes da carreira, além de apresentar […]
A volta pra casa após dois anos afastados no cenário que os projetou para o mundo, levou o Cordel do Fogo Encantado a realizar um show épico na véspera do “Melhor São João do Nordeste”.
O grupo trouxe para Arcoverde o espetáculo ‘Água do Tempo’, celebrando os momentos mais marcantes da carreira, além de apresentar as músicas e poesias novas que agitaram os milhares de fãs que tomaram de conta da Praça da Bandeira. O grupo apresentou-se logo após o show de George Silva.
Além dos dois, o público presente ao Polo Multicultural pode cantar e se encantar com os grandes sucessos “Dona de Minha Cabeça”, “Bicho de Sete Cabeças”, “Dia Branco”, “Moça Bonita”, “Caravana”, entre outros, de Geraldo Azevedo, já na madrugada do dia de São João. Fechando a festa, o cantor Toca do Vale tocou fogo no público com sua música que agita as vaquejadas Nordeste a fora.
O grande destaque da noite foi mesmo os turistas e visitantes que tomaram de conta de todos os polos juninos de Arcoverde desde as primeiras horas da tarde, começando pelo Polo da Poesia, ao lado do Centro de Gastronomia e Artesanato.
Mas, a grande movimentação diurna foi mesmo no Polo do Samba de Coco Lula Calixto, que levou o público a se encantar com a arte e a cultura do samba de Coco Resgate da Alegria (Buíque), Uana, Coco Raízes de Arcoverde que agitou a galera e a banda Ave Sangria que revistou seus sucessos marcantes dos anos 70.
A efervescência cultural também se fez forte na Praça Winston Siqueira, principalmente no Polo das Artes Henry Pereira, aonde se apresentaram o Boi Maracatu, Maria Érika, Adriano Lima e Forrozão como Antigamente e o grande mestre popular Lula Moreira. No Pé de Serra os turistas fizeram a festa ao som do mais genuíno forró da banda Alegria do Forró e do forrozeiro Ciro Santos e Forró de Nóiz. Uma noite pra ficar na memória.
O prefeito de Tuparetama, Sávio Torres (PTB), recebeu o Prêmio Melhores do Ano de 2018 da região do Pajeú, na sexta-feira (07), oferecido por a Agência MV4 e o Jornal Folha do Pajeú, no Hotel Brotas, em Afogados da Ingazeira. “É sempre satisfatório saber que a população reconhece essa luta da gente e esse reconhecimento […]
O prefeito de Tuparetama, Sávio Torres (PTB), recebeu o Prêmio Melhores do Ano de 2018 da região do Pajeú, na sexta-feira (07), oferecido por a Agência MV4 e o Jornal Folha do Pajeú, no Hotel Brotas, em Afogados da Ingazeira.
“É sempre satisfatório saber que a população reconhece essa luta da gente e esse reconhecimento também está nas nossas pesquisas aprovando a nossa gestão”, disse Sávio.
Na pesquisa do Instituto Multipla realizada, em julho de 2018, a gestão de Sávio estava com 69,5% de avaliação positiva, segundo nota ao blog.
Fernando Marques, Secretário de Cultura, Desporto e Turismo de Tuparetama, também recebeu o prêmio.
“Trabalhar num município pequeno conseguindo realizar os projetos e ter o nosso trabalho reconhecido é motivo de gratidão”, disse Fernando que também é um dos idealizadores e realizador do Balaio Cultural.
Segundo Faria, meta é construir três novos presídios para abrigar presos. Penitenciária foi palco de matança e mais de uma semana de rebeliões. Do G1 O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, afirmou nesta quarta-feira (25) que pretende desativar a Penitenciária de Alcaçuz ainda este ano. Segundo ele, a construção de três novos […]
Segundo Faria, meta é construir três novos presídios para abrigar presos.
Penitenciária foi palco de matança e mais de uma semana de rebeliões.
Do G1
O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, afirmou nesta quarta-feira (25) que pretende desativar a Penitenciária de Alcaçuz ainda este ano. Segundo ele, a construção de três novos presídios permitirá a transferência dos presos da unidade, palco de um massacre que deixou 26 mortos e de rebeliões que duraram mais de uma semana.
“A construção de Alcaçuz naquele local foi um grande equívoco naquele local, porque é uma área de geografia turística”, afirmou Faria. Segundo o governador, os três presídios serão feitos de forma modular, para adiantar a entrega.
Ele afirmou ainda que serão tomadas apenas medidas mínimas necessárias para manter Alcaçuz enquanto são concluídas as obras dos demais presídios e que não será investido mais dinheiro na penitenciária.
A parede de contêineres colocada para separar os presos e a construção de um muro para substituí-la custarão R$ 794 mil ao estado.
O governador também justificou a demora de onze dias para intervir no presídio. Segundo ele, a imagem dos presos nos telhados prejudicou o turismo, mas a espera foi uma estratégia adotada pelo governo, pois se invadissem sem planejamento, poderia haver mortes de policiais ou agentes.
Fugas – As Secretaria de Justiça e Cidadania e de Segurança do Rio Grande do Norte divulgaram nesta quarta que pelo menos 56 presos fugiram da penitenciária desde a rebelião do sábado (14). Quatro deles já foram recapturados.
O número foi divulgado após uma recontagem dos presos na operação de intervenção e retomada do controle da penitenciária realizada nesta terça (25) com participação de policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Batalhão de Choque (BPChoque) e de agentes penitenciários do Grupo de Operações Especiais (GOE).
Segundo as secretarias, o número de fugas pode ser maior, já que alguns presos não responderam à chamada realizada nesta terça e podem estar ausentes do presídio em razão de alvarás de soltura. A Sejuc ainda vai cruzar os dados para confirmar as informações.
Além dos foragidos, dez presos estão em hospitais. O Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) também confirmou a morte de 26 presos nas rebeliões.
Segundo o Itep, a expectativa é que não sejam encontrados mais corpos de presos mortos na penitenciária.
A polícia havia confirmado a morte de 26 detentos, no entanto, membros como braço e cabeça foram encontrados dias depois. Por isso, acreditava-se que o número e vítimas poderia aumentar.
Segundo Marcos Brandão, diretor do Itep, o instituto está coletando material para enviar para Salvador para a realização de exames de DNA. Já duas cabeças que haviam sido encontradas pertenceriam a presos que já estavam na contagem de mortos da rebelião e cujos corpos foram devolvidos às famílias sem a cabeça.
Nesta quarta foi feita uma limpeza na área externa ao presídio. A ação acontece após a descoberta de quatro túneis nos últimos dias e faz parte das medidas de segurança anunciadas pelo secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Rio Grande do Norte, Caio Bezerra.
Um trator foi usado para retirar mato da área. De acordo com a Sesed, será colocada uma cerca na área externa de Alcaçuz, equipada com sistema de alarme e afastada 50 metros do muro da penitenciária. O objetivo é manter um perímetro de segurança para evitar entrada de armas, drogas e outros ilícitos arremessados de fora para dentro.
No domingo (22), a Força Nacional encontrou dois túneis na área externa de Alcaçuz. No dia seguinte, outra escavação foi achada e, nesta terça-feira (24), mais uma. No total, desde que tiveram início as rebeliões em Alcaçuz, no dia 14 de janeiro, a Força Nacional encontrou oito túneis durante patrulhamento na área.
O secretário Caio Bezerra anunciou ainda medidas que serão tomadas nos próximos dias para tentar retomar o controle de Alcaçuz e que, segundo ele, começam imediatamente. Agentes penitenciários federais e de quatro estados vão ajudar nessas ações.
Veja as medidas anunciadas:
– reparos nos pavilhões 2 e 3, que serão fechados, de modo a trazer todos os presos para eles e deixar separados os do pavilhão 5;
– colocar cerca externa com sistema de alarme afastada 50 metros do entorno de Alcaçuz, para ter um perímetro de segurança para evitar entrada de armas no presídio;
– executar uma obra de eclusas, portões coordenados, abertos e fechados, para garantir entrada de forças policiais no pavilhão 5;
– reparar as guaritas interditadas;
– implantar sistema de videomonitoramento;
– realizar a limpeza da vegetação no entorno;
– concluir o muro interno que separa o pavilhão 5 dos demais para manter os grupos rivais afastados;
– realizar o concretamento na base da murada para dificultar a escavação de túneirs;
– concluir a iluminação externa.
Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal. Com capacidade para 620 presos, a unidade possui atualmente 1.150 detentos. A grande maioria dividida em duas facções criminosas. De um lado o PCC. Do outro, o Sindicato do RN, dissidente da facção que nasceu nos presídios de São Paulo.
Divisão -Na área dos pavilhões 4 e 5 estão membros do PCC. Do outro, nos pavilhões 1, 2 e 3, estão detentos que fazem parte do Sindicato do RN. Na intenção de conter a violência, um muro de contêineres foi posicionado no sábado (21) para dividir as facções, eles serão substituídos por um de concreto de 90 metros de extensão. Segundo o governo, a construção do muro permanente levará 15 dias.
Uma das histórias que comoveram a região do Pajeú, a da desapropriação de moradores da comunidade de Santa Rosa, município de carnaíba, onde foi construída a fábrica de Cimento Pajeú, do Grupo Petribu, ainda não teve seu ultimo capítulo para 38 famílias que residem no local. Segundo Mayara Lima, que representa a comunidade, o descumprimento […]
Em abril de 2014, um protesto fechou a PE 320 cobrando providências da Prefeitura e Estado
Uma das histórias que comoveram a região do Pajeú, a da desapropriação de moradores da comunidade de Santa Rosa, município de carnaíba, onde foi construída a fábrica de Cimento Pajeú, do Grupo Petribu, ainda não teve seu ultimo capítulo para 38 famílias que residem no local.
Segundo Mayara Lima, que representa a comunidade, o descumprimento de um acordo entre fábrica, Prefeitura de Carnaíba e a comunidade acabou fazendo com que houvesse três detonações por parte da fábrica próximas a onde moram as famílias no dia de hoje.
“O representante da fábrica Francisco Petribu, nos ligou avisando que aconteceriam as detonações. Até a polícia foi chamada para interditar a PE e de lá virem à comunidade por solicitação da fábrica. Eles saíram daqui porque estávamos em nossas casas”.
Os relatos de Mayara indicam que a proximidade das detonações com o local deixou pessoas apavoradas. “Famílias mais próximas tiveram casas atingidas. As crianças correram assustadas. Uma mulher grávida foi levada ao hospital. Vi idosos chorando. Foi desesperador”, relata. Pelo menos três pessoas foram fazer um Boletim de Ocorrência na Delegacia.
A comunidade acusa a gestão do prefeito Zé Mário Cassiano de descumprimento do acordo firmado com MP e Judiciário, de entregar 43 lotes para reassentamento e pagar as últimas desapropriações, com valor de R$ 30 mil a cada uma das 12 famílias restantes. “Esse acordo foi fechado oito meses atrás”. Houve uma promessa de aporte do Governo do Estado para ajudar no fim do imbróglio.
A comunidade promete pressionar amanhã para que haja agilidade no acordo fechado com participação da Fetape, que pressionou comum protesto em abril do ano passado. Nesta quinta, prometem denunciar o descumprimento a MP e Judiciário, além de novamente irem a prefeitura.
Muitos moradores alegaram que ainda sofrem com problemas respiratórios, fruto da poeira produzida pela fábrica, principalmente as crianças.
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