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Covid-19: Pajeú contabiliza 1.307 casos confirmados, 44 óbitos e 935 curas

Por André Luis

Afogados da Ingazeira bate recorde diário e confirma dez casos em único dia.

Com mais vinte e seis curas clínicas, região chega a 71,53% de recuperados.

Por André Luis

De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados nesta quinta-feira (02.07), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, nas últimas 24 horas, sete cidades registraram quarenta e nove novos casos da Covid-19, e a região totaliza 1.307.

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 634 confirmações. Logo em seguida, com 144 casos confirmados está Tabira, São José do Egito tem 96 e Afogados da Ingazeira está com  88 casos confirmados.

Triunfo  e Carnaíba estão com 57 cada, Flores está com 42,  Iguaracy está com 32, Brejinho tem 31, Tuparetama tem 30 e Calumbi está com 28 casos confirmados.

Itapetim está com 20 casos confirmados, Quixaba tem 15 casos, Santa Terezinha tem 11, Ingazeira e Santa Cruz da Baixa Verde tem 9 cada uma e Solidão tem 4 casos confirmados.

Mortes – A região tem no total 44 óbitos por Covid-19. Até o momento, doze cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada 11, Carnaíba 6, Tabira e Triunfo 5 cada, Afogados da Ingazeira 4, Quixaba 3, Tuparetama, Iguaracy, São José do Egito e Flores tem  2 óbitos cada, Itapetim e Calumbi com 1 óbito cada.

Recuperados – Nas últimas 24 horas, a região registrou vinte e seis  novas curas clínicas, totalizando 935 recuperados. O que corresponde a 71,53% dos casos confirmados.

O levantamento foi fechado às 07h55 desta sexta-feira (03.07), com os dados fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.

Outras Notícias

O que dizem as mais novas pesquisas para presidente?

Pesquisas do Instituto FSB, contratada pelo banco BTG Pactual, e do Instituto Ipespe, paga pela XP Investimentos, ambas divulgadas hoje, confirmam a tendência de que a eleição deve ser polarizada entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual mandatário, Jair Bolsonaro (PL). A reportagem é de Stella Borges/UOL. Além disso, elas […]

Pesquisas do Instituto FSB, contratada pelo banco BTG Pactual, e do Instituto Ipespe, paga pela XP Investimentos, ambas divulgadas hoje, confirmam a tendência de que a eleição deve ser polarizada entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual mandatário, Jair Bolsonaro (PL). A reportagem é de Stella Borges/UOL.

Além disso, elas ajudam a observar como estratos do eleitorado têm avaliado o cenário neste momento. Segundo os números, o público feminino tem preferência pelo petista enquanto os mais ricos têm optado pelo atual presidente. Na disputa pelo voto de religiosos, Lula apresenta desempenho melhor entre católicos; já Bolsonaro, entre os evangélicos.

Distância

Conforme o levantamento realizado pelo FSB, no levantamento geral, Lula tem 44% das intenções de voto enquanto Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 31%. Com o resultado, a distância entre dois aumentou em relação à sondagem de duas semanas atrás —foi de 9 para 13 pontos percentuais.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores por telefone entre 22 e 24 de julho. O índice de confiança do levantamento é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-05938/2022.

A sondagem realizada pelo Ipespe apontou Lula com 44% e Bolsonaro com 35%, uma diferença de nove pontos percentuais. Não é possível comparar com a pesquisa anterior porque houve uma mudança de metodologia.

O instituto entrou em contato por telefone com 2.000 entrevistados, de 16 anos ou mais, entre os dias 20 de 22 de julho. O nível de confiança é de 95,5%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-08220/2022.

Confira abaixo o que mostram as pesquisas sobre Lula e Bolsonaro:

Bolsonaro vai mal entre mulheres

Conforme ambas as pesquisas, Bolsonaro não se sai bem entre o eleitorado feminino. A campanha do presidente, inclusive, aposta na primeira-dama Michelle Bolsonaro para reverter isso.

Na sondagem BTG/FSB, 46% das mulheres preferem Lula e 24%, o atual presidente. O voto feminino representa 52% do eleitorado na pesquisa.

Entre os homens, há um empate técnico —Lula marca 42% e Bolsonaro, 39%.

Já na pesquisa Ipespe, 48% das entrevistadas preferem o petista e 30%, Bolsonaro. O voto feminino representa 53% do eleitorado neste levantamento.

Considerando apenas os homens, o presidente marca 41% e o petista, 39%.

Eleitores por sexo

Pesquisa BTG/FSB

Feminino: Lula: 46% x Bolsonaro 24%

Masculino: Lula 42% Bolsonaro 39%

Pesquisa XP/Ipespe

Feminino: Lula 48% x Bolsonaro 30%

Masculino: Lula 39% x Bolsonaro 41%

Lula se sai bem entre jovens e mais velhos

O eleitorado mostra diferença de preferências na escolha de candidato a presidente conforme idade, segundo apontam as duas pesquisas.

Na sondagem BTG/FSB, 49% dos jovens de 16 a 24 anos preferem Lula, enquanto 21% disseram que votarão em Bolsonaro. No levantamento XP/Ipespe, 50% daqueles com idades entre 16 e 34 anos apontaram o petista e 27%, o atual mandatário.

Entre os idosos com 60 anos ou mais ouvidos pelo FSB, 47% dos eleitores preferem Lula e 30%, Bolsonaro. No levantamento do Ipespe, considerando pessoas com 55 anos ou mais, Lula tem 42% e Bolsonaro, 39%.

O petista também se sai melhor entre os públicos de 25 a 40 anos e de 41 a 59 anos, segundo o FSB —tem 41 e 44%, respectivamente, contra 35% de Bolsonaro em ambas as faixas etárias.

Eleitores por idade

Pesquisa BTG/FSB

16 a 24 anos: Lula 49% x Bolsonaro 21%

25 a 40 anos: Lula 41% x Bolsonaro 35%

41 a 59 anos: Lula 44% x Bolsonaro 35%

60 anos ou mais: Lula 47% x Bolsonaro 30%

Pesquisa XP/Ipespe

16 a 34 anos: Lula 50% x Bolsonaro 27%

35 a 54 anos: Lula: 39% x Bolsonaro 40%

55 anos ou mais: Lula 42% x Bolsonaro 39%

Bolsonaro se sai melhor entre eleitores com renda mais alta

Lula tem vantagem na intenção de voto entre os mais pobres, na disputa contra o atual mandatário. Segundo a pesquisa FSB, 61% daqueles que ganham até um salário mínimo preferem o petista, enquanto apenas 19% apontaram Bolsonaro.

Já o presidente leva vantagem entre os que ganham mais de cinco salários mínimos: 43% disseram que votarão nele, enquanto 23% apontaram Lula.

Eleitores por renda

Pesquisa BTG/FSB

Até um salário mínimo: Lula: 61% x Bolsonaro 19%

De um até 2 salários mínimos: Lula 52% x Bolsonaro 26%

De 2 até 5 salários mínimos: Lula: 39% x Bolsonaro 36%

Mais de 5 salários mínimos: Lula: 27% x Bolsonaro 43%

Pesquisa XP/Ipespe

Até dois salários mínimos: Lula 51% x Bolsonaro 28%

De dois até cinco salários mínimos: Lula 38% x Bolsonaro 39%

Mais de 5 salários mínimos: Lula: 38% x Bolsonaro 46%

Lula lidera no Nordeste

Ambos os levantamentos apontaram que o petista tem uma vantagem confortável contra seu principal adversário na região Nordeste, a segunda mais populosa do Brasil, com 27% dos eleitores. Na pesquisa FSB, Lula derrota Bolsonaro por 63% a 18%. Na Ipespe, por 57% a 25%.

No Sudeste, região onde fica São Paulo, maior colégio eleitoral do país, Lula também aparece na liderança contra Bolsonaro nas duas sondagens.

Eleitores por região

Pesquisa BTG/FSB

Norte/Centro-Oeste: Lula 39% x Bolsonaro 43%

Nordeste: Lula 63% x Bolsonaro 18%

Sudeste: Lula 38% x Bolsonaro 33%

Sul: Lula 36% x Bolsonaro 39%

Pesquisa XP/Ipespe

Norte/Centro-Oeste: Lula 40% x Bolsonaro 41%

Nordeste: Lula 57% x Bolsonaro 25%

Sudeste: Lula 41% x Bolsonaro 36%

Sul: Lula 33% x Bolsonaro 46%

Católicos preferem Lula e evangélicos, Bolsonaro

Os levantamentos apontaram que o ex-presidente se sai melhor entre os entrevistados que se declaram católicos, enquanto Bolsonaro tem vantagem entre os evangélicos.

Popular entre os evangélicos, a primeira-dama fez ontem um discurso em tom messiânico repleto de menções à Bíblia durante a convenção do PL, que oficializou a candidatura do marido à reeleição.

Eleitores por religião

Pesquisa BTG/FSB

Católicos: Lula 52% x Bolsonaro 25%

Evangélicos: Lula 33% x Bolsonaro 46%

Outras religiões: Lula 32% x Bolsonaro 41%

Sem religião: Lula 46% x Bolsonaro 20%

Pesquisa XP/Ipespe

Católica: Lula 43% x Bolsonaro 34%

Evangélica: Lula 36% x Bolsonaro 47%

Outros/não sabe/não respondeu: Lula 54% x Bolsonaro 25%

Lula vai melhor entre os menos escolarizados

O petista tem 54% dos votos entre aqueles que declararam que só cursaram o ensino fundamental, segundo o levantamento da FSB, enquanto Bolsonaro tem 28%.

Entre aqueles que têm ensino superior, os dois empatam tecnicamente em ambas as pesquisas.

Eleitores por escolaridade

Pesquisa BTG/FSB

Ensino fundamental: Lula 54% x Bolsonaro 28%

Ensino médio: Lula 40% x Bolsonaro 32%

Ensino superior: Lula 35% Bolsonaro 36%

Pesquisa XP/Ipespe

Ensino fundamental: Lula 50% x Bolsonaro 27%

Ensino médio: Lula 40% x Bolsonaro 40%

Ensino superior: Lula 39% Bolsonaro 40%

O primeiro turno da eleição presidencial acontece no dia 2 de outubro.

Uptown Blues Band na 1ª Mostra de Jazz e Blues em homenagem ao Maestro Moacir Santos

Ainda comemorando o título de melhor CD de blues, na 4ª edição do Prêmio Profissionais da Música – PPM, e os 20 anos de estrada; a Banda pernambucana Uptown Blues Band, do Recife, fará apresentação na 1ª Mostra de Jazz e Blues, dentro da grade de programação da 70ª edição da Festa das Rosas, em […]

Ainda comemorando o título de melhor CD de blues, na 4ª edição do Prêmio Profissionais da Música – PPM, e os 20 anos de estrada; a Banda pernambucana Uptown Blues Band, do Recife, fará apresentação na 1ª Mostra de Jazz e Blues, dentro da grade de programação da 70ª edição da Festa das Rosas, em Flores-PE, no sertão do Pajeú, que este ano homenageia o compositor, instrumentista e maestro florense, Moacir Santos (1926-2006).

A iniciativa de resgatar a brilhante história e carreira internacional musical de Moacir Santos veio de, Lucila Santana, Secretária de Turismo e Eventos; que além de produzir a 1ª Mostra de Jazz e Blues vai ofertar ao público, no dia 17 maio, às 20h, exposição e teatro retratando o legado musical do “Ouro Negro do Pajeú”.

“A Festa das Rosas tem esse encanto e essa forte ligação com a rica história de nossa cidade e de seus filhos ilustres, não é verdade? E Moacir Santos é um destes nomes que a gente precisa olhar de uma forma muito especial e prestar sempre esta homenagem pela sua história de vida e contribuição para música popular  brasileira e por que não dizer mundial”, destacou Lucila.

A 1ª Mostra de Jazz e Blues terá um espaço com estrutura exclusiva, dentro da montagem da festa, para receber os fãs de Moacir Santos e da Uptown Blues Band.

Além da banda pernambucana, músicos da Filarmônica Manoel Wanderley, onde na década de 30, Moacir Santos aprendeu tocar clarineta vão fazer sua primeira apresentação, tocando músicas consagradas do “patrono da bolsa nova”, a exemplo da canção: “Flores”, escrita em arranjada por Moacir em homenagem a sua terra natal.

Ex-deputado Edson Moura anuncia apoio ao nome de Flávio Marques em Tabira

Por Anchieta Santos Depois dos vereadores Cleber Paulino e Marcilio Pires, agora foi a vez do ex-prefeito de Tabira e ex-deputado Edson Moura, revelar que gostaria de ver o Secretário de Administração Flávio Marques comandando os destinos de Tabira. Depois de anunciar a alguns amigos o seu desejo de ver a cidade que governou comandada […]

Por Anchieta Santos

Depois dos vereadores Cleber Paulino e Marcilio Pires, agora foi a vez do ex-prefeito de Tabira e ex-deputado Edson Moura, revelar que gostaria de ver o Secretário de Administração Flávio Marques comandando os destinos de Tabira.

Depois de anunciar a alguns amigos o seu desejo de ver a cidade que governou comandada pelo atual Secretário de Administração, Dr. Edson escreveu recado dirigido a Flávio em sua página de Facebook: “Você vai ser o próximo prefeito”.

FBC e Daniel Coelho querem COAF longe do Ministério da Justiça. Medida pode atrapalhar combate à corrupção

Muitas ações na Lava Jato e caso Queiroz surgiram graças ao atual modelo. Senador Randolfe Rodrigues diz que medida pode “blindar” corrupção G1/JN O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, voltou a defender que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras permaneça na pasta. Um grupo de parlamentares quer que o Coaf […]

Muitas ações na Lava Jato e caso Queiroz surgiram graças ao atual modelo. Senador Randolfe Rodrigues diz que medida pode “blindar” corrupção

G1/JN

O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, voltou a defender que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras permaneça na pasta. Um grupo de parlamentares quer que o Coaf seja transferido para o Ministério da Economia.

O Coaf é considerado o cérebro financeiro de grandes operações, desde o mensalão à Lava Jato. É um órgão de rastreamento de transações atípicas, suspeitas. Na comissão mista que analisa a medida provisória, a mudança que está sendo articulada é retirar o Coaf da estrutura do Ministério da Justiça e Segurança Pública, e vincular o órgão ao Ministério da Economia, ou seja, reverter uma das primeiras mudanças do governo que, em janeiro, transferiu o Coaf do extinto Ministério da Fazenda para a Justiça. A mudança foi defendida pelo ministro Sérgio Moro, que quer usar o Coaf para reforçar o combate à lavagem de dinheiro.

No Congresso, há oito emendas na medida provisória que reestrutura a organização do governo. Seis são assinadas por parlamentares do PT. E outras duas, pelo PSOL e PCdoB. Integrantes do “Centrão” e de outros partidos também apoiam a medida. Entre eles, vários investigados na Lava Jato.

Entre os que apoiam, o líder do Cidadania na Câmara defende que o Coaf vá para o Ministério da Economia para evitar, na opinião dele, que as investigações possam ferir garantias individuais.

“O sigilo fiscal do cidadão é uma questão de liberdades individuais. Então, não pode misturar isso com aqueles que tenham cometido corrupção. Quem cometeu corrupção, que abram as contas, que se quebre sigilo, que vá se investigar”, afirmou Daniel Coelho.

A proposta de mudança veio depois do caso Fabrício Queiroz. Foi o Coaf que identificou transações suspeitas de Fabrício Queiroz, ex-assessor do então deputado estadual e hoje senador Flavio Bolsonaro. Um relatório de inteligência apontou movimentações atípicas de Queiroz de R$ 1,2 milhão entre 2016 e 2017. Os dados foram enviados ao Ministério Público do Rio e anexados ao inquérito da Operação Furna da Onça, um desdobramento da Lava Jato.

O relator da medida provisória que muda os ministérios, senador Fernando Bezerra Coelho, do MDB, confirmou à TV Globo que o Caso Queiroz reforçou entre parlamentares a ideia de tirar o Coaf do Ministério da Justiça.

Na próxima segunda-feira (6), o relator, que também é líder do governo no Senado, disse que vai se reunir com o presidente Bolsonaro e o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

A intenção é fechar o relatório final, que será apresentado à comissão que analisa a MP.

Para o relator, a mudança envolvendo o Coaf facilitaria a aprovação da medida provisória. Essa MP tem que ser aprovada até o dia 3 de junho, senão perde a validade, o que comprometeria a organização formal de ministérios e órgãos vinculados à presidência.

De janeiro até hoje, já na gestão de Sérgio Moro, foram produzidos 2.735 relatórios de inteligência financeira do Coaf, um aumento de 25% em relação ao mesmo período de 2018.

Em entrevista à TV Globo, o ministro da Justiça afirmou que está fortalecendo o Coaf, aumentando a estrutura de 37 para 65 servidores.

“Em matéria de segurança pública e enfrentamento ao crime organizado, a integração é tudo. Nós, então entendemos que o Coaf é um órgão extremamente importante para a prevenção da lavagem de dinheiro. E isso vai facilitar a integração principalmente com os órgãos policiais e do Ministério Público. Assim isso vai facilitar o enfrentamento a lavagem de dinheiro, ao crime organizado e a corrupção. Essa é a ideia. O presidente Bolsonaro, assim como eu, nós respeitamos a decisão do Congresso. Nós estamos respeitosamente querendo convencê-los de que o melhor lugar para o Coaf, é aqui no Ministério da Justiça. Agora, evidentemente, a decisão é dos parlamentares. “

O senador Randolfe Rodrigues, do Rede Sustentabilidade, disse que os políticos estão tentando se blindar e criticou o presidente por não se opor à mudança que o Congresso quer fazer.

“O Coaf faz parte do sistema de Justiça, do sistema de combate à lavagem de dinheiro e de combate à corrupção. Não tem sentido ele ficar fora do Ministério da Justiça.”

No início da noite, o porta-voz da Presidência afirmou que “do ponto de vista pessoal” do presidente Jair Bolsonaro, o Coaf permanece junto ao Ministério da Justiça, mas que a decisão ainda não foi tomada.

“A posição do senhor presidente da República neste momento é de manutenção do Coaf junto ao Ministério da Justiça. Estudos prosseguem no sentido de analisar se essa decisão inicial do nosso presidente deve ser referendada ou eventualmente retificada.”

O Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil divulgou uma nota em que declara que as polícias consideram fundamental a integração do Coaf ao Ministério da Justiça e que só com esforços conjuntos haverá o fim da impunidade.