Coronavirus: município monta leitos de UTI em São José do Egito
Por Nill Júnior
Imagem ilustrativa
O Secretário de Saúde de São José do Egito, Paulo Jucá, informou que quatro leitos de UTI estão sendo montados em mutirão no prédio da Upa 24 Horas.
A preocupação da Secretaria de Saúde é com a possível chegada do coronavirus à cidade, que registrou um caso suspeito esta semana.
Paulo acredita que no pico da contaminação podem faltar leitos de UTI no Estado. Foram adquiridos emergencialmente equipamentos como respiradores, monitores e acelerada a montagem nas salas.
Decreto destina recursos de impostos para a saúde: o prefeito Evandro Valadares assinou o decreto 009, que destina todos os tributos recebidos no município como IPTU, Taxa de Licenciamento e Alvarás serão destinados ao combate do coronavirus.
A Câmara Municipal de Tabira efetuou a devolução de R$ 220 mil ao Poder Executivo. A devolução contou com a presidente Socorro Veras, o prefeito Flávio Marques, o vice Marcos Crente, o vereador Kleber Paulino, o Deputado Federal Carlos Veras e outras autoridades. Os valores devolvidos serão investidos na perfuração de poços na zona rural […]
A Câmara Municipal de Tabira efetuou a devolução de R$ 220 mil ao Poder Executivo.
A devolução contou com a presidente Socorro Veras, o prefeito Flávio Marques, o vice Marcos Crente, o vereador Kleber Paulino, o Deputado Federal Carlos Veras e outras autoridades.
Os valores devolvidos serão investidos na perfuração de poços na zona rural e na pavimentação da rua que liga o Espírito Santo ao bairro Vitorino Gomes.
Devoluções de recursos do Legislativo para o Executivo não são tão comuns. Ao contrário, há críticas a parte do Legislativo na região por excesso de gastos, com a finalidade de consumir 100% do duodécimo repassado pelo Executivo.
Folha O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) subiu e atingiu a segunda posição – em empate técnico com a ex-senadora Marina Silva (Rede Sustentabilidade) – em pesquisa do Instituto Datafolha sobre a eleição presidencial de 2018, divulgada neste domingo, 30, pelo jornal Folha de S. Paulo. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou a liderança […]
O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) subiu e atingiu a segunda posição – em empate técnico com a ex-senadora Marina Silva (Rede Sustentabilidade) – em pesquisa do Instituto Datafolha sobre a eleição presidencial de 2018, divulgada neste domingo, 30, pelo jornal Folha de S. Paulo. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou a liderança na sondagem em dois cenários pesquisados. Os dois principais cenários da pesquisa divulgada neste domingo são comparados pelo instituto com levantamento feito em 16 e 17 de dezembro de 2015.
Esse é o primeiro levantamento do Datafolha depois da divulgação das delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht na Operação Lava Jato.
Bolsonaro subiu de 4% para 15% e de 5% para 14% nos dois principais cenários pesquisados pelo Datafolha. No cenário 1, em que o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), é incluído, Lula aparece com 30% (ante 20% da última pesquisa), seguido por Bolsonaro (15%), Marina (14%), Aécio (8%), Ciro Gomes/PDT (5%), o presidente Michel Temer (2%) e Luciana Genro/PSOL (2%). Ronaldo Caiado/DEM e Eduardo Jorge/PV aparecem empatados com 1% cada. Votos em branco, nulos e em nenhum dos candidatos somam 17% e não sabem, 4%. Neste cenário, Aécio caiu de 26% para 8% e Marina caiu de 19% para 14%.
No cenário 2, quando o candidato tucano é o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Lula permanece com os mesmos 30% (ante 22% da pesquisa de 2015). Neste panorama, Marina caiu de 24% para 16% e Bolsonaro subiu de 5% para 14%. Depois, vem Alckmin, que caiu de 14% para 6%. Ciro ficou com 6% e Temer, com 2%. Luciana Genro e Caiado têm 2% cada e Eduardo Jorge, 1%. Votos em branco, nulos e em nenhum dos nomes somam 16% e não sabem 4%.
No cenário 3, em que não há base de comparação com pesquisa anterior, Lula tem 31%, Marina aparece com 16% e Bolsonaro, com 13%. Neste recorte, foi incluído o nome de Doria, que tem 9%. Em seguida, vêm Ciro Gomes, com 6%, e Temer, com 2%. Luciana Genro também aparece com 2%. Caiado e Eduardo Jorge figuram com 1% cada. Em branco, nulos ou em nenhum dos nomes, 15%. Não sabem 4%
No cenário 4, em que não são pesquisados os nomes de Lula e Temer, mas é incluído o de Doria, o levantamento é liderado por Marina, com 25%, seguida por Bolsonaro, com 14%, Ciro (12%), Doria (11%), Luciana (3%), Eduardo Jorge (2%) e Caiado (2%). Votos em branco, nulos e em nenhum dos nomes somam 25% e não sabem, 6%. Neste cenário, também não há base de comparação com pesquisa anterior.
Num quinto cenário, sem Lula e Temer, mas com Alckmin, Marina lidera com 25%. Depois vêm, Bolsonaro (16%), Ciro (11%), Alckmin (8%), Luciana (4%), Caiado (2%) e Eduardo Jorge (2%). Em branco, nulos e nenhum somam 27% e não sabem, 6%. Também não há base de comparação com pesquisa anterior neste cenário.
O Datafolha realizou ainda um sexto cenário. Os números são os seguintes: Lula (29%); Marina (11%), Bolsonaro (11%), juiz Sérgio Moro (9%), Aécio (5%), Doria (5%), ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa (5%), Ciro (5%), Alckmin (3%) e apresentador Luciano Huck (3%). Neste cenário, votos em branco, nulos e em nenhum nome somam 11% e não sabem, 4%, e também não há base de comparação.
Salgueiro e Sertânia tiveram decretos assinados por seus prefeitos, Marcones Sá (Salgueiro) e Ângelo Ferreira (Sertânia), prorrogando, por 90 dias, o estado de calamidade pública, devido à continuidade do surto de Covid-19 nos municípios. Os textos destacam que durante a vigência do decreto os órgãos e entidades das administrações públicas municipais continuarão a adotar todas […]
Salgueiro e Sertânia tiveram decretos assinados por seus prefeitos, Marcones Sá (Salgueiro) e Ângelo Ferreira (Sertânia), prorrogando, por 90 dias, o estado de calamidade pública, devido à continuidade do surto de Covid-19 nos municípios.
Os textos destacam que durante a vigência do decreto os órgãos e entidades das administrações públicas municipais continuarão a adotar todas as medidas necessárias ao enfrentamento da situação de calamidade.
Caso a Alepe reconheça o Estado de Calamidade, os municípios ficam desobrigados a cumprir o limite de gastos com pessoal previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), desde que o aumento de despesas seja destinado ao combate à emergência.
Em entrevista ao programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (23), a senadora Teresa Leitão (PT) esclareceu sua posição diante das recentes discussões sobre alianças partidárias em Pernambuco, especialmente em relação ao pré-candidato João Campos (PSB) e à governadora Raquel Lyra (PSD). Sobre instâncias partidárias e Carlos Veras Teresa Leitão afirmou que […]
Em entrevista ao programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (23), a senadora Teresa Leitão (PT) esclareceu sua posição diante das recentes discussões sobre alianças partidárias em Pernambuco, especialmente em relação ao pré-candidato João Campos (PSB) e à governadora Raquel Lyra (PSD).
Sobre instâncias partidárias e Carlos Veras
Teresa Leitão afirmou que o PT é um partido com instâncias deliberativas e que sempre respeitou as decisões coletivas. Sobre o episódio envolvendo o deputado Carlos Veras, ela destacou:
“Não foi uma instância que deliberou ir ou não ir. Foi uma posição de um grupo que Carlos Veras externou. Nem para mim ele ligou. Eu dialoguei sobre minha ida com o senador Humberto Costa.”
A senadora ressaltou que sua relação com Carlos Veras “está inalterada” e que não há problemas pessoais. “Eu fui representando o meu mandato e repetindo 22, porque foi nessa frente popular que me elegi senadora. Tem posições no PT que preferem Raquel Lyra, outras que preferem João Campos, outras que querem três palanques. Não foi nada demais, não foi nenhum desacordo.”
Sobre a aliança com João Campos e a unidade do partido
Teresa Leitão reforçou que nunca tomou posições contrárias à maioria do partido, exceto se houvesse uma “dissidência pública”, o que considera prejudicial.
“Estamos agindo de acordo com a discussão nacional, que aponta para a aliança com João Campos. Isso já foi dito e redito a todas as lideranças de Pernambuco.”
Ela destacou a importância de manter a unidade para fortalecer o palanque do presidente Lula no estado:
“Nós temos que ter um palanque muito unificado para o presidente Lula. Ele é muito forte no Nordeste e em Pernambuco, e vai ajudar nossa candidatura, mas nossa candidatura também tem que ajudá-lo.”
A senadora espera que até o dia 28, data definida pela executiva estadual do PT para uma decisão, o partido tenha uma posição clara e evite “botar mais lenha na fogueira do discenso”.
Sobre fidelidade partidária e a reeleição de Humberto Costa
Teresa Leitão fez um apelo à fidelidade partidária, especialmente em relação à reeleição do senador Humberto Costa:
“A reeleição de Humberto é prioridade zero para o PT. Como você vai apoiar um candidato a governador que não está no palanque de Humberto? Isso comunica para a base política que você está com o pé em cada cano.”
Ela alertou que “vários prefeitos já apoiam candidatos de fora do PT” e que isso precisa ser debatido “com muito sentido partidário”.
A senadora Teresa Leitão deixou claro que, apesar das divergências internas, segue a orientação nacional do PT, que aponta para a aliança com João Campos, e defende a unidade do partido para fortalecer o palanque de Lula e garantir a reeleição de Humberto Costa. Ela reforçou que não fala em nome do partido sem respaldo das instâncias e que espera uma decisão coletiva até o fim do mês.
A Prefeitura de Flores não digeriu bem a notícia do blog sobre números do IDH no Pajeú, alegando que os dados tiveram por base um levantamento divulgado no Atlas IDHM 2013 no Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas, com dados de 2010 do Censo. Sugere em nota que essa informação devia ter ficado clara. Cabe […]
A Prefeitura de Flores não digeriu bem a notícia do blog sobre números do IDH no Pajeú, alegando que os dados tiveram por base um levantamento divulgado no Atlas IDHM 2013 no Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas, com dados de 2010 do Censo. Sugere em nota que essa informação devia ter ficado clara.
Cabe o registro de que os dados são os mais recentes e atuais, considerando que o IDH é uma medida resumida do progresso “a longo prazo de renda, educação e saúde”. O que o blog propôs na nota foi, pela primeira vez, analisar os dados de forma agrupada da região do Pajeú. Má fé seria utilizar dados da pesquisa como atuais quando houvesse números mais recentes divulgados. E não há.
O IDH oferece um contraponto a outro indicador muito utilizado, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita, que considera apenas a dimensão econômica do desenvolvimento e é irreal.
Da mesma forma – aí cabe o registro e certamente a motivação da queixa – não é correto que o teor da nota seja desvirtuado para utilização política, como forma de arranhar esta ou aquela gestão. O problema é muito profundo e sério para ser explorado de forma simplória no geralmente baixo ambiente da política partidária, principalmente em ano pré-eleitoral. Precisa ser encarado por todos como um indicativo importante.
Pela surpresa que o texto causou (a nota da Prefeitura chega a falar em perplexidade) é de se duvidar que esta gestão ou anteriores já tenham se debruçado em Flores para debater o que é o índice, o que ele representa como indicativo de políticas públicas e o que fazer para revertê-lo a médio e longo prazo, algo quase impossível na lógica imediatista de seus políticos o que não é exclusividade de Flores.
Ao final, espera o blog que a próxima divulgação do índice revele dados mais animadores não apenas sobre Flores, mas sobre todos os municípios classificados como de Baixo Índice de Desenvolvimento. Para tanto, não há e se buscar culpados, mas arregaçar as mangas e amparar as vítimas de dados tão preocupantes.
Você precisa fazer login para comentar.