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Coordenadoria da Mulher de Arcoverde participa do Mutirão de Audiências Maria da Penha

Por André Luis
Foto: Divulgação

A Coordenadoria da Mulher em conjunto com o Escritório de Defesa da Mulher – EDM, da UPE Campus Arcoverde, coordenado pela Prof.ª Denise Luz e pelo Prof. Felipo Bona, participam do Mutirão de Audiências Maria da Penha, no Fórum Clóvis Pacheco. As atividades do mutirão tiveram início na última segunda-feira (19) e se encerram nesta quinta-feira, 22 de agosto.

A integração visa fazer a busca ativa das mulheres que vivenciaram situação de violência, e não tiveram apoio da Coordenadoria da Mulher, e que ainda não contavam com o suporte jurídico ofertado pelo EDM. “É preciso que as mulheres saibam que tem um local e uma equipe para apoiá-la, não apenas na ação Penal, mas no acolhimento e acompanhamento psicológico. É preciso fortalecer cada mulher que viveu violência. Elas não estão sozinhas!”, ressalta a Coordenadora da Mulher de Arcoverde, Micheline Valério.

Acadêmicos que fazem parte do Escritório da Mulher – UPE, acolhem, dão orientações e acompanham as mulheres nas audiências, possibilitando uma sensação de proteção para elas. A Assessoria Jurídica oferecida acontecerá de forma continuada e descentralizada, até o final dos processos. A parceria acontece desde 20 de agosto do ano de 2016, quando o projeto teve início de forma pioneira no Estado de Pernambuco.

Para mais informações ou denúncias, ligue: (87) 99199-1028 (WhatsApp) ou 0800-281-8187 – Ouvidoria da Mulher Pernambucana.

Outras Notícias

Na Marcha: Temer sanciona MP que parcela dívida dos municípios com INSS

Assinatura é tida como gesto por apoio dos prefeitos à Reforma da Previdência O presidente Michel Temer assinou nesta terça-feira, em encontro com prefeitos de todo o país, a medida provisória (MP) que prevê o parcelamento de débitos relativos a contribuições previdenciários dos estados, Distrito Federal e municípios. Em seu discurso, Temer voltou a defender […]

Assinatura é tida como gesto por apoio dos prefeitos à Reforma da Previdência

O presidente Michel Temer assinou nesta terça-feira, em encontro com prefeitos de todo o país, a medida provisória (MP) que prevê o parcelamento de débitos relativos a contribuições previdenciários dos estados, Distrito Federal e municípios. Em seu discurso, Temer voltou a defender que é necessário mudar a “cultura centralizadora” que existe desde a época do descobrimento. Segundo ele, é com o objetivo de mudar essa centralização que seu governo atua em parceiria com o Poder Legislativo.

“Temos todos uma vocação centralizadora extraordinária e achamos que tudo tem de ser feito pela União, a quem todos recursos são conduzidos”, disse ele. “E as reformas foram feitas para restaurar uma verdadeira federação e para fortalecer os municípios”, acrescentou. “A declaração foi feita durante a cerimônia de abertura da 20ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, em Brasília. O evento vai até quinta-feira. Ao longo destes três dias, haverá palestras e debates sobre temas de interesse das administrações municipais com a participação de autoridades dos Três Poderes e de prefeitos de todo país.

A Marcha é promovida pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e deve reunir mais de 5 mil prefeitos. Como ocorre todos os anos, os administradores municipais apresentam demandas aos

poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. O parcelamento das dívidas previdenciárias é um dos tópicos prioritários no Congresso Nacional, mas que poderá ser resolvido em conjunto com o governo federal. A CNM defende a revisão dos débitos previdenciários, já que, de acordo com ela, há cobranças indevidas a despeito de decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo o presidente da confederação, Paulo Ziulkoski, a questão está prestes a ser solucionada. “O endividamento previdenciário é um dos pontos que vão ser abordados [durante a marcha], seguramente por meio de uma medida provisória (editada pelo governo). Estamos construindo a forma e o conteúdo em que ela vai ser editada”, disse ele ontem (15) à Agência Brasil. Entre os temas a serem discutidos durante os painéis e rodas de debates também estão as reformas previdenciária, trabalhista e tributária, bem como as pautas consideradas prioritárias, em tramitação na Câmara e no Senado.

Os prefeitos também devem pedir ajuda ao Poder Executivo para o pagamento do Piso Nacional do Magistério. Sancionada em 2008, a lei que estipula um salário mínimo para os professores em início de carreira prevê que o governo federal coopere tecnicamente com os municípios. De acordo com a CNM, é preciso haver um complemento para garantir o pagamento do piso.

PSB fica com cabeça e PT na vice em São José do Egito, diz Coluna

A Coluna do Domingão apurou que o encontro entre socialistas e petistas de São José do Egito com Humberto Costa noticiado há poucos dias cravou como deve ser montada a chapa governista em 2024. A informação é de que o  PSB deve ficar na cabeça da chapa,  provavelmente com o arual vice, Eclérinston Ramos,  e PT […]

A Coluna do Domingão apurou que o encontro entre socialistas e petistas de São José do Egito com Humberto Costa noticiado há poucos dias cravou como deve ser montada a chapa governista em 2024.

A informação é de que o  PSB deve ficar na cabeça da chapa,  provavelmente com o arual vice, Eclérinston Ramos,  e PT na vice, não necessariamente com Rona Leite. “Um outro nome pode surgir. Não está descartado nem que um nome novo surja e se filie ao PT”, disse um socialista ao blog.

Nesta sexta, um encontro em Recife reuniu o vice-prefeito e presidente do PSB de São José do Egito, Eclériston Ramos, o senador Humberto Costa e o presidente do PT local, o ex-vereador Rona Leite.

Também participaram do encontro o suplente de deputado estadual e um dos principais articuladores políticos da Capital dos Poetas Paulo Jucá, que divulgou a reunião nas suas redes sociais.

A aproximação com o PT é tida como estratégica porque há duas eleições a legenda está em campos opostos, já tendo abrigado Romério Guimarães e tendo candidatura própria em 2020 com o próprio Rona Leite.

Ministro diz a Armando que negociará solução para a Hemobrás

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, declarou, nesta quarta-feira (2), ao senador Armando Monteiro (PTB-PE), em audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), que a decisão final de produção no País do fator recombinante de coagulação, essencial no tratamento da hemofilia, será negociada, “de forma transparente”, com a bancada federal de Pernambuco. Barros defende […]

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, declarou, nesta quarta-feira (2), ao senador Armando Monteiro (PTB-PE), em audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), que a decisão final de produção no País do fator recombinante de coagulação, essencial no tratamento da hemofilia, será negociada, “de forma transparente”, com a bancada federal de Pernambuco.

Barros defende a instalação de uma fábrica do fator recombinante em Maringá, no Paraná, sua principal base eleitoral, o que, segundo os deputados federais e senadores pernambucanos, impediria a produção do insumo em Goiana pela empresa de hemoderivados Hemobrás. Sem o fator recombinante, de alta sofisticação tecnológica e elevado valor agregado, a estatal se tornará economicamente inviável, argumentam os parlamentares.

“A bancada federal de Pernambuco quer construir, sem demagogia, sem espírito provinciano, sem caráter regionalista, uma solução que permita também à Hemobrás aprofundar a parceria com a iniciativa privada para fabricar o fator recombinante. Lutarei até o último momento para que o Polo Farmacoquímico e de Biotecnologia de Goiana avance nas novas fronteiras tecnológicas”, enfatizou Armando.

“Não tomarei nenhuma decisão sem consultar a bancada de Pernambuco. Se for necessário, irei ao estado para discutir o assunto”, respondeu o ministro da Saúde. Ricardo Barros informou que o grupo Shire, parceiro da Hemobrás na fabricação do fator recombinante, comunicou ao Ministério da Saúde ter ampliado de US$ 30 milhões para US$ 300 milhões o valor do seu investimento na conclusão da unidade de Goiana de produção do fator recombinante.

Nos debates da audiência pública, Armando Monteiro alertou Ricardo Barros para os riscos na atração de investimentos estrangeiros se o Ministério da Saúde vir a quebrar o contrato da Hemobrás com o grupo Shire, firmado por meio de uma PDP (Parceria para o Desenvolvimento Produtivo).

Agenda : Armando e João Paulo vão visitar até segunda 10 municípios do Pajeú

Serão três dias de caminhadas, comícios e reuniões políticas no Sertão do Pajeú, segundo agenda enviada ao blog. A chapa majoritária da coligação Pernambuco Vai Mais Longe vai estar em dez municípios da região deste sábado (9) a segunda-feira (11). Armando Monteiro (governador), Paulo Rubem (vice) e João Paulo (senador) vão intensificar o contato com […]

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Serão três dias de caminhadas, comícios e reuniões políticas no Sertão do Pajeú, segundo agenda enviada ao blog. A chapa majoritária da coligação Pernambuco Vai Mais Longe vai estar em dez municípios da região deste sábado (9) a segunda-feira (11). Armando Monteiro (governador), Paulo Rubem (vice) e João Paulo (senador) vão intensificar o contato com a população da região, ouvindo sugestões e defendendo o projeto de governo da coligação.

A maratona começa cedinho, às 8h deste sábado (9), com café da manhã em Triunfo, com integrantes da Associação Comercial da cidade. Às 9h, Armando, João Paulo e Paulo Rubem farão caminhada na feira livre do município. Às 10h40, será a vez de Carnaíba, com caminhada também pela feira livre.

Iguaracy vem em seguida, às 13, onde a caravana Pernambuco Vai Mais Longe será recebida pelo prefeito Francisco Dessoles (PTC) em almoço com lideranças locais.

Em Tabira, às 16h20, a programação inclui uma carreata organizada pelo prefeito petebista Sebastião Dias. No município, Armando também inaugura mais um comitê da chapa majoritária, na Rua Coronel Zuza Barros, no Centro da cidade.

A agenda do sábado termina em Afogados da Ingazeira, às 20h, onde a chapa majoritária e os candidatos a deputado federal e estadual participam de um  comício, na Avenida Rio Branco.

O domingo (10) começa com uma visita à feira livre de Solidão, com concentração marcada para as 9h, na residência do ex-prefeito Genivaldo Soares (PSD). Mais tarde, às 11h40, Ingazeira é a próxima parada de Armando, que vai se reunir com o ex-candidato a vice-prefeito Mário Viana (PTB) e lideranças locais.

À tarde, às 13h30, o roteiro passa por Tuparetama, ao lado  do ex-prefeito Sávio Torres (PTB), anfitrião de almoço com Armando, Paulo Rubem e João Paulo. De lá, os três saem em carreata com destino a São José do Egito, onde haverá um comício.

O último compromisso de Armando, João Paulo e Paulo Rubem no Pajeú será na segunda-feira (11) pela manhã, com uma visita à feira livre de Santa Terezinha.

Apoio à política migratória de Trump cai e acende alerta para eleições de 2026

Pesquisas divulgadas neste domingo (20) apontam queda significativa no apoio dos americanos à política migratória do presidente Donald Trump, uma de suas principais bandeiras eleitorais. Levantamento da CNN em parceria com a SSRS revela que 55% dos entrevistados acreditam que o republicano foi longe demais nas deportações de imigrantes, com um salto de dez pontos […]

Pesquisas divulgadas neste domingo (20) apontam queda significativa no apoio dos americanos à política migratória do presidente Donald Trump, uma de suas principais bandeiras eleitorais.

Levantamento da CNN em parceria com a SSRS revela que 55% dos entrevistados acreditam que o republicano foi longe demais nas deportações de imigrantes, com um salto de dez pontos percentuais em relação a fevereiro, pouco após sua posse no segundo mandato. O crescimento da rejeição é mais expressivo entre eleitores democratas (de 75% para 90%), mas também atinge parte da base republicana: 15% desaprovam as ações.

A construção de novos centros de detenção e o aumento de orçamento para o ICE (agência de imigração dos EUA), previstos na chamada “Lei Grande e Bonita”, aprovada no Congresso, também enfrentam resistência popular: 57% são contra as prisões e 53% rejeitam mais verbas para a agência. Outra proposta controversa, o fim da cidadania por nascimento, é rejeitada por 59% dos entrevistados. A medida foi suspensa por decisão judicial, após Trump assinar uma ordem executiva em fevereiro.

A desaprovação às abordagens do governo se estende a outros aspectos da política migratória. Segundo a pesquisa, 59% são contra a prisão de imigrantes que não tenham antecedentes criminais e apenas 46% acreditam que o país está mais seguro após as medidas adotadas por Trump. A ameaça de deportar opositores políticos também sofre rejeição: 71% são contrários à ideia. Ao mesmo tempo, 43% apoiam a retirada da cidadania de pessoas condenadas por crimes específicos.

Outro levantamento, da CBS News, mostra que 52% da população acreditam que o número de deportações está acima do esperado e 56% avaliam que o governo prioriza expulsar pessoas que não representam riscos. A forma como os centros de detenção são utilizados é reprovada por 58%, e 64% acreditam que latinos são mais visados em ações migratórias do que outras minorias.

Os dados, divulgados no dia em que o segundo mandato de Trump completa seis meses, acendem um alerta para o Partido Republicano às vésperas das eleições de meio de mandato, em 2026.

Apesar disso, o presidente minimizou as críticas em sua rede social Truth Social, afirmando que “há um ano, o país estava morto” e agora seria “o mais respeitado do mundo”.

Agregador mostra mais desaprovação que aprovação 

No entanto, o agregador RealClearPolling mostra que a taxa de desaprovação de Trump está em 52,1%, frente a 45,5% de aprovação, sem reversão desde março.