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Confusão entre Renan e petistas faz Lewandowski antecipar o almoço

Por Nill Júnior

RENAN CAL DE PE NERVOSO

A confusão envolvendo o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), e parlamentares petistas faz o ministro do Supremo e presidente da sessão final do impeachment, Ricardo Lewandowski, antecipar o almoço. O intervalo estava marcado originalmente para 13h.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), protagonizou uma nova confusão no plenário. O duelo verbal ocorreu depois que o peemedebista pediu a palavra para reclamar da postura de Gleisi Hoffman (PT-PR). “Ontem, a senadora Gleisi disse para todo país que o Senado não tem moral para julgar a presidente da República. Como a senadora pode fazer uma coisa dessa…”, reclamou. Ante ao clima conturbado, o ministro Ricardo Lewandowski suspendeu a sessão mais uma vez.

Depois de um duelo verbal entre os senadores Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Lindbergh Farias (PT-RJ), o ministro Ricardo Lewandowski solicitou a interrupção da sessão por cinco minutos. Os trabalhos já foram retomados. Visivelmente irritado, Lewandowski alertou que não hesitará em usar o seu “poder de polícia para exigir respeito mútuo e recíproco” entre os parlamentares. A confusão ocorreu depois que, em discurso, Lindbergh reclamou da fala de Caiado.

“Esse senador que me antecedeu é um desqualificado. O que ele fez com a senadora Gleisi… Ele disse que ela está aliciando testemunhas”, declarou o petista. O debate ainda gira em torno da qualificação de testemunhas.

Outras Notícias

Juiz do Paraná autoriza depoimento de Paulo Roberto Costa na CPI mista da Petrobras

do O Globo O juiz federal Sérgio Moro proferiu um despacho nesta segunda-feira autorizando a ida do ex-diretor Paulo Roberto Costa à CPI mista da Petrobras para prestar depoimento na quarta-feira. Moro recomendou que não sejam usadas algemas na apresentação do ex-diretor e ressaltou que, como investigado, ele tem direito a permanecer em silêncio na […]

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do O Globo

O juiz federal Sérgio Moro proferiu um despacho nesta segunda-feira autorizando a ida do ex-diretor Paulo Roberto Costa à CPI mista da Petrobras para prestar depoimento na quarta-feira. Moro recomendou que não sejam usadas algemas na apresentação do ex-diretor e ressaltou que, como investigado, ele tem direito a permanecer em silêncio na comissão.

A CPI marcou o depoimento de Paulo Roberto após menções a nomes de políticos no acordo de delação premiada que ele fez com o Ministério Público. Moro, inicialmente, disse que a decisão de autorizar o depoimento cabia ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavscki, que relata as ações do caso que envolvem pessoas com foro privilegiado. Zavascki, porém, reconheceu que a CPI tem direito a convocar o ex-diretor e que, portanto, não cabia ao Judiciário dar autorização.

Em seu despacho desta segunda-feira, Moro ressalta que como o ex-direto está preso sob sua jurisdição cabe a ele organizar a ida. Determina que a Polícia Federal faça a escolta. Ressalta que dentro do Senado, caso não seja autorizado que a PF mantenha a escolta que Paulo Roberto fique sob os cuidados da Polícia Legislativa. Recomenda ainda que não sejam usadas algemas na apresentação do ex-diretor.

“Não sendo Paulo Roberto Costa acusado de crimes praticados com violência ou grave ameaça, deve ser evitada a utilização de algemas na apresentação do preso”, diz o juiz no despacho.

Moro ressalta que por ser investigado o ex-diretor tem o direito de ficar calado durante o depoimento.

“De forma desnecessária e redundante, consigno, não obstante, que a Paulo Roberto Costa devem ser garantidos os direitos inerentes à condição de acusado/investigado, inclusive direito ao silêncio e à assistência pelo defensor constituído”, afirma o juiz.

STF quebra sigilo bancário de parlamentares em apuração de atos antidemocráticos

CNN Brasil Por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), dez deputados federais e um senador tiveram os sigilos bancários quebrados como parte do inquérito que apura a organização e o financiamento de atos antidemocráticos. O pedido de quebra de sigilo foi feito, de acordo com a apuração da CNN, pela Procuradoria-Geral da República (PGR). São eles […]

CNN Brasil

Por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), dez deputados federais e um senador tiveram os sigilos bancários quebrados como parte do inquérito que apura a organização e o financiamento de atos antidemocráticos.

O pedido de quebra de sigilo foi feito, de acordo com a apuração da CNN, pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

São eles os deputados federais Alê Silva (PSL-MG), Aline Sleutjes (PSL-PR), Bia Kicis (PSL-DF), Cabo Junio Amaral (PSL-MG), Caroline de Toni (PSL-SC), Carla Zambelli (PSL-SP), Daniel Silveira (PSL-RJ), General Girão (PSL-RN), Guiga Peixoto (PSL-SP) e Otoni de Paula (PSC-RJ); e o senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ).

Todos os 11 parlamentares compõem a base de apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no Congresso Nacional, sendo que nove pertencem ao PSL, ex-partido do presidente.

Um dos nomes na lista, o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), também foi alvo de mandado de busca e apreensão mais cedo hoje e intimado a depor na superintendência da PF, em Brasília.

A operação ocorrida de manhã também está ligada ao inquérito sobre a origem de recursos e a estrutura de financiamento de grupos suspeitos da prática de atos antidemocráticos. As buscas foram requeridas pela PGR e determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Na tarde desta terça-feira (16), outros três suspeitos foram presos pela PF dentro da investigação sobre a organização destes atos.

Prefeito de Calumbi acompanha requalificação de estrada que liga o município à BR-232

O prefeito de Calumbi, Joelson, utilizou suas redes sociais nesta segunda-feira (14) para divulgar o andamento das obras de requalificação da estrada que liga a sede do município ao povoado de Tamboril, com acesso à BR-232. O gestor esteve no local vistoriando os serviços. De acordo com Joelson, a intervenção faz parte de um conjunto […]

O prefeito de Calumbi, Joelson, utilizou suas redes sociais nesta segunda-feira (14) para divulgar o andamento das obras de requalificação da estrada que liga a sede do município ao povoado de Tamboril, com acesso à BR-232. O gestor esteve no local vistoriando os serviços.

De acordo com Joelson, a intervenção faz parte de um conjunto de ações voltadas para a melhoria da mobilidade rural e urbana no município. O trecho, bastante utilizado por moradores e produtores da região, é uma das rotas que ligam Calumbi a outros municípios e à principal rodovia estadual.

A obra inclui serviços de nivelamento, recuperação do leito da estrada e melhorias no acesso, com o objetivo de garantir melhores condições de tráfego, sobretudo em períodos de chuva, quando a via costuma apresentar problemas.

O prefeito destacou ainda que a iniciativa visa facilitar o escoamento da produção agrícola, o transporte escolar e o deslocamento de pacientes para a rede de saúde, além de beneficiar diretamente os moradores do povoado de Tamboril e de comunidades vizinhas.

TRE-PE realiza diplomação dos eleitos no dia 19 de dezembro

No próximo dia 19 de dezembro, a partir das 16h, no Teatro Guararapes, no Centro de Convenções, o TRE de Pernambuco realizará a cerimônia de diplomação dos eleitos nos pleitos de 2 e 30 de outubro de 2022.  A solenidade habilita os eleitos ao exercício do cargo. No caso de Pernambuco, são 49 deputados e […]

No próximo dia 19 de dezembro, a partir das 16h, no Teatro Guararapes, no Centro de Convenções, o TRE de Pernambuco realizará a cerimônia de diplomação dos eleitos nos pleitos de 2 e 30 de outubro de 2022. 

A solenidade habilita os eleitos ao exercício do cargo. No caso de Pernambuco, são 49 deputados e deputadas estaduais, 25 parlamentares federais.

Também, a senadora eleita, Teresa Leitão, a governadora eleita, Raquel Lyra e a sua vice-governadora eleita, Priscila Krause. 

O evento será transmitido ao vivo pelo canal do YouTube do TRE-PE.

Posse de Dilma terá presença de pelo menos 13 chefes de governo

A cerimônia de posse da presidente reeleita  Dilma Rousseff, que será realizada nesta quinta-feira (1º), em Brasília, contará com a presença de, ao menos, 27 chefes ou vice-chefes governo. Segundo o Palácio do Itamaraty, até o momento, confirmaram participação na solenidade 13 chefes de governo e 14 vice-chefes. Os 13 que confirmaram presença são José Mujica (Urugai), Tabaré […]

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A cerimônia de posse da presidente reeleita  Dilma Rousseff, que será realizada nesta quinta-feira (1º), em Brasília, contará com a presença de, ao menos, 27 chefes ou vice-chefes governo. Segundo o Palácio do Itamaraty, até o momento, confirmaram participação na solenidade 13 chefes de governo e 14 vice-chefes.

Os 13 que confirmaram presença são José Mujica (Urugai), Tabaré Vasquez (presidente eleito do Uruguai),  Evo Morales (Bolívia), Horacio Cartes (Paraguai), Nicolás Maduro (Venezuela),Michelle Bachelet (Chile), Luis Guillermo Solís (Costa Rica) Stefan Löfven (Suécia), Abdelilah Benkirane (Marrocos), John Dramani Mahama (Gana), José Mário Vaz (Guiné-Bissau), Vicente Ehate Tomi (Guiné Equatorial) e Ivar Asjes (Países Baixos).

Também estarão presentes 14 vices, entre os quais o dos Estados Unidos, Joe Biden; da China, Li Yuanchao; da Rússia, Alexander Torshin; do Peru, Marisol Espinoza; da Colômbia, Angelino Garzón; e da Argentina, Amado Boudou. A presidente argentinaCristina Kirchner suspendeu a viagem ao Brasil para a posse da colega brasileira em razão de uma fratura no tornozelo esquerdo.

Ela sofreu a fratura na última sexta-feira (26), enquanto descansava em sua residência de Río Gallegos, localizada 2,8 mil quilômetros ao sul de Buenos Aires. Devido ao problema no tornozelo, Cristina também suspendeu uma viagem que faria ao Vaticano em janeiro para se reunir com o papa Francisco.

O Itamaraty ressalvou que a lista de confirmação das autoridades estrangeiras poderá sofrer alterações até o horário da cerimônia, marcada para se iniciar às 14h45 desta quinta.

Em 2011, ano em que Dilma foi empossada pela primeira vez, 19 países mandaram presidente ou primeiro-ministro, fora outros ministros e embaixadores. Na ocasião, a cerimônia teve a presença da secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, e do ex-presidente da Venezuela Hugo Chavez, que morreu em 2013.