Confusão entre Renan e petistas faz Lewandowski antecipar o almoço
Por Nill Júnior
A confusão envolvendo o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), e parlamentares petistas faz o ministro do Supremo e presidente da sessão final do impeachment, Ricardo Lewandowski, antecipar o almoço. O intervalo estava marcado originalmente para 13h.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), protagonizou uma nova confusão no plenário. O duelo verbal ocorreu depois que o peemedebista pediu a palavra para reclamar da postura de Gleisi Hoffman (PT-PR). “Ontem, a senadora Gleisi disse para todo país que o Senado não tem moral para julgar a presidente da República. Como a senadora pode fazer uma coisa dessa…”, reclamou. Ante ao clima conturbado, o ministro Ricardo Lewandowski suspendeu a sessão mais uma vez.
Depois de um duelo verbal entre os senadores Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Lindbergh Farias (PT-RJ), o ministro Ricardo Lewandowski solicitou a interrupção da sessão por cinco minutos. Os trabalhos já foram retomados. Visivelmente irritado, Lewandowski alertou que não hesitará em usar o seu “poder de polícia para exigir respeito mútuo e recíproco” entre os parlamentares. A confusão ocorreu depois que, em discurso, Lindbergh reclamou da fala de Caiado.
“Esse senador que me antecedeu é um desqualificado. O que ele fez com a senadora Gleisi… Ele disse que ela está aliciando testemunhas”, declarou o petista. O debate ainda gira em torno da qualificação de testemunhas.
Vereador diz que no encontro filmado por empresário, ele estava armado, e que não deve a ele. “Débito era do filho de Madalena Britto”. Com detalhes exclusivos Uma nova versão do imbróglio envolvendo o vereador Claudelino Costa e o empresário Micael Lopes veio à tona hoje. Segundo informações passadas pelo advogado Fernandes Braga ao blog, […]
Vereador diz que no encontro filmado por empresário, ele estava armado, e que não deve a ele. “Débito era do filho de Madalena Britto”.
Com detalhes exclusivos
Uma nova versão do imbróglio envolvendo o vereador Claudelino Costa e o empresário Micael Lopes veio à tona hoje.
Segundo informações passadas pelo advogado Fernandes Braga ao blog, Claudelino fez um registro na Polícia Civil de Arcoverde contra o empresário, o acusando de extorsão. Também prestou um Boletim de Ocorrência.
Claudelino sustenta que não há dívida dele contraída junto ao empresário. “Durante o período de campanha eleitoral, Carlos Fernando, conhecido como Cau, filho da ex-prefeita Madalena Britto, contraiu um empréstimo com Micael Lopes”. Embora Claudelino não tenha recebido qualquer valor de Micael, tinha conhecimento do empréstimo, por possuir relação de amizade com ambos.
Claudelino diz que indicou ao presidente da Câmara Micael e sua esposa para cargos de assessoramento em seu gabinete na Câmara, onde permaneceram até julho.
Depois, pediu a Luciano Pacheco que os exonerasse, pois Micael “passou a confundir amizade com relação de trabalho, vindo, inclusive a se autopromover publicamente como se fosse o verdadeiro vereador da cidade”.
Ainda que desde fevereiro deste ano, Micael passou a cobrar dele valores referentes à dívida de Cau, deixasse claro que nada devia, pois jamais havia contraído qualquer empréstimo com ele.
Claudelino diz ter procurado o próprio Cau, que afirmou já ter quitado a dívida desde março de 2025.
“Ainda assim, Micael continuou com as cobranças e passou a fazer ameaças veladas”. Diz que em um sábado do mês de junho, por volta das 12h00, Micael telefonou e solicitou que o declarante fosse ao seu escritório, situado em um galpão na Rua Açailândia, nas proximidades da AABB. Claudelino diz ter notado a presença de dois homens desconhecidos, próximos a um caminhão vermelho, fato que lhe causou estranheza. Na conversa, Claudelino o cobrou R$ 12 mil.
Claudelino diz ter notado uma arma sob um casaco do empresário. “Apenas queria sair do local com vida”, declarou Claudelino, aceitando verbalmente qualquer proposta que Micael fizesse, sem jamais ter intenção de cumpri-la. Ainda afirmou que, a partir daí, com vídeos editados, Micael teria passado a intimidá-lo.
Choro na Câmara
Na sessão de hoje na Câmara, Claudelino Costa falou pela primeira vez do episódio. “Naquele momento pensei que minha vida seria ceifada. Entrei naquele escritório como um boi que estava entrando para o matadouro”, afirmou.
Vídeo
A defesa de Claudelino enviou vídeos alegando que o empresário passou a rondar sua casa, o intimidando.
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, esteve em São José do Egito, no Sertão do Pajeú, onde visitou o aeródromo municipal acompanhado do prefeito Fredson Brito. O equipamento está desativado há mais de 20 anos. Durante a visita, Silvio informou que o Ministério realizará estudos técnicos para viabilizar a requalificação do terminal. […]
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, esteve em São José do Egito, no Sertão do Pajeú, onde visitou o aeródromo municipal acompanhado do prefeito Fredson Brito. O equipamento está desativado há mais de 20 anos. Durante a visita, Silvio informou que o Ministério realizará estudos técnicos para viabilizar a requalificação do terminal.
Segundo a prefeitura, o projeto básico já foi encaminhado ao MPOR e está orçado em R$ 5 milhões.
Silvio destacou que o aeródromo pode ter papel estratégico para a região. “A requalificação do aeródromo é muito importante para impulsionar o turismo e também para ajudar no translado da população para atendimento médico em outras regiões do estado”, afirmou o ministro.
A agenda também incluiu uma visita ao Monte da Igrejinha, onde Silvio e o prefeito discutiram o projeto de requalificação do espaço com foco no turismo religioso.
Fredson Brito ressaltou a parceria: “Para nós, é um grande prazer receber o ministro Silvio em nossa região. Silvio é um amigo que tem ajudado muito a população de São José do Egito”, disse.
O Professor e escritor Paulo César Gomes vai lançar o seu mais novo livro, “Serra Talhada: Cem anos em quarenta (1940 a 1980)”. O livro trata das transformações urbanísticas, sociais e culturais ocorridas na cidade, vistas através de fotografias, reportagens e depoimentos”. A publicação será dividida em dois volumes, com previsão para chegar às livrarias […]
O Professor e escritor Paulo César Gomes vai lançar o seu mais novo livro, “Serra Talhada: Cem anos em quarenta (1940 a 1980)”. O livro trata das transformações urbanísticas, sociais e culturais ocorridas na cidade, vistas através de fotografias, reportagens e depoimentos”.
A publicação será dividida em dois volumes, com previsão para chegar às livrarias durante este mês de janeiro.
“Esse trabalho é o resultado da nossa Dissertação de Mestrado em História, onde tivemos a oportunidade de realizar um importante trabalho de pesquisa sobre a história da cidade durante quatro décadas do século 20”, explica o escritor, que aproveita para justificar as razões que o levaram a dividir o livro em dois volumes.
“Ainda sofremos muito com a falta de apoio, 70% desse trabalho será pago do meu próprio bolso, então não nos restou outra saída a não ser dividir o trabalho em duas partes, na esperança que o segundo volume possa receber algum tipo de incentivo”, revelou.
PARCERIA
A única parceira do projeto é com a Rádio Pajeú, de Afogados da Ingazeira. “Feliz um povo que tem memória. No caso de Serra Talhada, grande parte desse resgate histórico se deve a um nome: o do professor e escritor Paulo César Gomes. Tem sido ele o grande responsável por documentar, resgatar fatos que explicam a importância de Serra Talhada e seu povo. Sim, porque o que essa imponente cidade sertaneja é, assim como seu povo, o que faz, seus hábitos, modo de agir e pensar, tudo isso tem relação com a história”, declarou Nill Júnior, jornalista e diretor da emissora de Rádio Pajeú, que também assina o prefácio da publicação.
O livro conta com 180 páginas, dezenas de fotos, recortes de matérias jornalísticas e depoimentos sobre a cidade, no período abordado.
Paulo César Gomes irá sortear no próximo dia 19 de janeiro 10 exemplares do livro SERRA TALHADA: CEM ANOS EM QUARENTA (1940 a 1980). Quem interessar em concorrer ao sorteio é só seguir o escritor pelo seu instagram @escritor.paulocesargomes e depois deixar o nome completo, o endereço com CEP e o nome da cidade. Podem participar pessoas de todo o Brasil e livros serão entregues pelos correios na casa dos ganhadores.
Pra não perder fé na justiça Nas pesquisas de opinião país afora, o judiciário brasileiro não está dentre os poderes mais confiáveis no país. É importante o número de pessoas que dizem não acreditar na justiça. “Seletiva”, “não foi feita pra pobre”, “lenta”, “que favorece os poderosos”, são apenas algumas das visões que muitos tem […]
Nas pesquisas de opinião país afora, o judiciário brasileiro não está dentre os poderes mais confiáveis no país. É importante o número de pessoas que dizem não acreditar na justiça.
“Seletiva”, “não foi feita pra pobre”, “lenta”, “que favorece os poderosos”, são apenas algumas das visões que muitos tem dos homens de toga Brasil afora.
Mas, dito isso, registre-se, há situações em que nos enchemos de esperança de que ainda vale a pena confiar. Um exemplo nos foi dado na última sexta, com a decisão do juiz Substituto Jorge William Fredi, da Vara Única da Comarca de Tabira, ao acatar Ação Civil Coletiva assinada pelo promotor Romero Borja.
Na decisão, ele deferiu o pedido de tutela, determinando o restabelecimento da energia elétrica no prazo de 24 horas na área da Barragem da Ingazeira. A decisão ainda não foi cumprida e há expectativa para este domingo.
Já são 12 dias de sofrimento sem energia para várias comunidades na área do reservatório, fruto da falta de planejamento e insensatez.
O juiz determinou multa de até R$ 200 mil por consumidor afetado em caso de descumprimento.
“Além de ferir os direitos dos atingidos como consumidores, o caso possui uma agravante, na medida em que a suspensão causa sérios transtornos a pessoas que vivem na camada populacional de baixa renda, que mais dependem da prestação dos serviços públicos para ter um mínimo de dignidade, como idosos, crianças recém-nascidas, deficientes e pessoas com doenças graves que necessitam mais do que quaisquer outras pessoas desse serviço essencial”, afirmou.
“Nesse ponto, frise que o fornecimento de energia elétrica dispensa explanação quanto ao seu caráter essencial, inclusive, a suspensão desses serviços pode agravar a pandemia ou mesmo tornar inviável medidas como o distanciamento social, notadamente na região carente em que se deu a suspensão do serviço, de forma que cabe aos órgãos competentes assegurar o seu fornecimento em caráter geral, diante da situação pela qual atravessamos”.
Assim, diz ele, a suspensão do fornecimento de tal serviço sob uma alegação genérica de problema técnico não encontra substrato para ser mantida, especialmente por ter se dado sem apresentação de nenhum estudo ou justificativa às autoridades locais, bem como nenhum aviso à comunidade atingida, que se viu, do dia para noite, privada de um serviço essencial.
“Veja que a concessionária não se preocupou em adotar um procedimento voltado a prevenir as pessoas atingidas quanto a uma possível necessidade de corte de energia elétrica, deixando de comunicar às autoridades locais, divulgar em meios de comunicação (rádio, TV, redes sociais ou jornais), tampouco apresentou um estudo ou laudo técnico que justificasse um desligamento embasado em problemas técnicos ou qualquer situação de urgência”.
Segundo ele, uma companhia do porte da Celpe, deveria agir com mais responsabilidade social, honrando os consumidores no mínimo com o direito à informação clara, objetiva e de fácil acesso, e não apenas seus acionistas que estão preocupados unicamente com o lucro eventualmente obtido”. Nesse parágrafo, o juiz defende atenção às vidas e não ao lucro.
O magistrado fala no respeito à Constituição, “cujo um dos seus fundamentos é o princípio da dignidade da pessoa humana”. Diz que por ela, a Constituição, não pode tolerar tal prática e deixar aquelas pessoas mais carentes da sociedade ao desalento, e sem uma resposta digna, de quem, com muito sacrifício, paga mensalmente uma custosa fatura de energia elétrica.
“No mínimo, a concessionária deveria ter prezado pelo princípio da transparência, que é um dos pilares da boa gestão de qualquer empresa, tendo a responsabilidade de divulgar um laudo técnico que legitime a sua atuação, que, ao menos aparentemente, mostrou-se arbitrária, sabendo que a população, sem ter um mínimo de esclarecimento ou notificação, faria os seus reclamos e, fatalmente, buscaria socorro perante o Poder Judiciário, a última trincheira de esperança da população”.
Ao contrário do que pensam e ironizam alguns, a escultura A Justiça, escultura de Alfredo Ceschiatti, em frente ao Supremo Tribunal Federal, em Brasília, está com os olhos vendados para demonstrar a sua imparcialidade, e assim permitir decisões favoráveis ao teoricamente menor sobre o maior e não para cegar-se ao que é certo.
Assim, o juiz Jorge William Fredi disse com sua sentença que o dinheiro, patrimônio, ações na bolsa do grupo Neoenergia, detentor da Celpe, não valem mais que a dignidade daqueles moradores simples da área da Barragem afetados duramente pelo corte brusco no fornecimento de energia elétrica. É isso mesmo doutor. Sem dignidade não há justiça…
Virou problemão
A Barragem da Ingazeira virou um mar de problemas. Não fornece água à nenhum município, os ribeirinhos não conseguem produzir, quem produz tem dinheiro e usa agrotóxicos de forma desenfreada. E faltou planejamento, como no caso da falta de energia e estradas. Um grande abacaxi…
Outra
Uma nova reunião neste domingo pela manhã reúne os moradores da área atingida na Barragem da Ingazeira. Com presença de algumas autoridades, foi puxada pelo Padre Luiz Marques Ferreira, o Padre Luizinho, uma das vozes na defesa daquela gente simples e sofrida. Aliás, cadê a Fetape, hein?
Rádio do futuro
O rádio brasileiro terá um passo importante no dia 7 de maio, com o início das operações do rádio FM em faixa estendida nas capitais. A nova faixa de sintonia vai de 76.1 MHz até 87.5 MHz. A Rádio Jornal será a primeira do estado a migrar, com a frequência 76,1 FM.
Aqui, fraco
No Pajeú, os atos pró Bolsonaro vistos no resto do país ou não aconteceram ou foram muito tímidos. Em Serra Talhada, única cidade que teve registro da movimentação, o ato teve cerca de 25 carros e menos de 50 pessoas reunidas na Praça Barão do Pajeú.
Fala no meio, ri por último
Sabido, o prefeito de Iguaracy Zeinha Torres faz questão de quebrar o protocolo que define que em atos como inaugurações, deve falar por último. “Falo antes dos deputados e pessoal do governo, porque posso pedir primeiro e já ouvir a resposta depois “. Até agora, deu certo.
Sem evidências
O presidente da AMUPE, José Patriota, está convencido de que não há favorecimento do Recife de João Campos na vacinação contra Covid. Chama atenção que Raimundo Pimentel e Raquel Lyra não se fizeram representar na reunião que buscou apurar se há privilégios. Preferem os holofotes da imprensa.
Pau que dá em Chico não dá…
A Presidente do Sinduprom, Dinalva Melo, foi corretíssima ao denunciar e cobrar pagamento do piso em Afogados, Triunfo e São José do Egito. Teria tirado 10 em coerência se tivesse combatido as transferências políticas de professores da gestão Nicinha Melo em Tabira, pra quem até soltou foguetão por ranço de Flávio Marques.
Frase da semana: “Vacina no braço, comida no prato”. Frase feita com 20 toneladas de frutas, verduras e raízes sobre a Ponte Maurício de Nassau, Recife, acompanhada de um “Fora Bolsonaro”. Alimentos foram doados a 30 instituições pelo MST.
A Missa do 30º dia da morte de Padre José Viana teve muita emoção e homenagens do agora Bispo Emérito da Diocese de Afogados da Ingazeira, Dom Egídio Bisol, que presidiu a celebração. Provavelmente, esta foi a última missa presidida por dom Egídio na função de bispo de diocesano, já que até o dia 2 […]
A Missa do 30º dia da morte de Padre José Viana teve muita emoção e homenagens do agora Bispo Emérito da Diocese de Afogados da Ingazeira, Dom Egídio Bisol, que presidiu a celebração.
Provavelmente, esta foi a última missa presidida por dom Egídio na função de bispo de diocesano, já que até o dia 2 de dezembro o novo bispo diocesano dom Limacêdo tomará posse.
Estavam presentes além de Dom Egídio, os Padres Jorge Dias, Jorge Adjan, Ailton e Padre Aldo.
Padre José Viana nasceu em Itapetim, em 20 de novembro de 1950. O sacerdote foi ordenado presbítero em 24 de março de 1979, na Paróquia de São Pedro, em Itapetim.
Padre Viana sofreu um AVC há alguns meses. Neste intervalo, o sacerdote foi encaminhado para o Hospital Regional Emília Câmara, em Afogados, e depois, foi transferido para Serra Talhada, onde permaneceu por alguns dias na UTI.
O sacerdote foi pároco das paróquias de São Pedro, em Itapetim; Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Santa Cruz da Baixa Verde; e atuou como reitor do Seminário Menor, em Afogados da Ingazeira. Colaborou ainda com a paróquia de São Sebastião no município de Quixaba.
O sacerdote contribuiu por muitos anos com a formação dos futuros presbíteros da diocese. Atualmente, servia à Paróquia de São Pedro, em Itapetim, sua terra natal.
A igreja matriz de São Pedro não coube todo mundo e muitos fiéis acompanharam a celebração do lado de fora. A transmissão pelas redes sociais da paróquia também teve muitos acessos e no fim, o bispo recebeu várias homenagens da comunidade paroquial, desde presentes, até mensagens contando um pouco da sua trajetória nas terras do Pajeú. Emoção e boas lembranças não faltaram. Ao fim da missa, o bispo cumprimentou e tirou fotos com boa parte dos fiéis que estavam na igreja.
Ao agradecer, Dom Egídio disse que a missão não termina, ela apenas muda a forma de ser feita. Ele já está organizando a mudança para a nova morada. Após 14 anos à frente da Diocese, dom Egídio irá morar em Triunfo. As informações são do blog do Marcello Patriota.
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