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Conciliação política, a única saída para o Brasil

Por Nill Júnior

Por Gonzaga Patriota*

A crise sem limites porque passa o Brasil, não vejo outra saída para o presidente eleito Jair Bolsonaro, senão uma conciliação política.

Vale à pena recordar uma das melhores passagens da história republicana, a conciliação política conduzida por Tancredo Neves, quando o país estava em ruínas, sem rumo, como se encontra hoje. Há época, em 1985, a mobilização pelas eleições diretas chegara ao Congresso Nacional, abrindo um fosso entre a rua e a ditadura militar já sem pernas para caminhar.

Agora, nada diferente daquela época. As eleições a nível nacional, tanto no primeiro, quanto no segundo turno, serviram para confirmar que há uma irremediável ruptura entre a sociedade e o sistema político brasileiro, expurgado pela sociedade. Hoje, não é diferente de 1985, a prioridade nacional é a conciliação. Sem conciliação, o próximo governo não terá condições nem apoio para resolver os grandes problemas: fiscais, políticos, sociais e, principalmente, o desemprego e a corrupção.

Tancredo Neves, como se sabe, chegou ao Palácio do Planalto morto, para o velório, mas deixou o discurso que faria na posse, escrito. E bem escrito. Dentre tantas palavras conciliatórias, estas: ”Esta solenidade não é a do júbilo de uma facção que tenha submetido à outra, mas festa de conciliação nacional”;…”Nosso progresso político deveu-se mais à força reivindicadora dos homens do povo, do que à consciência das elites”;…”A história nos tem mostrado que, invariavelmente, o exacerbado egoísmo das classes dirigentes, as tem conduzido ao suicídio total”. Esses e outros trechos do discurso de Tancredo Neves devem ser bem olhado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro e executado no seu governo.

*Gonzaga Patriota é Contador, Advogado, Administrador de Empresas e Jornalista. Pós-Graduado em Ciência Política, Mestre em Ciência Política e Políticas Públicas e Governo e Doutor em Direito Civil pela Universidade Federal de Buenos Aires, na Argentina.

Outras Notícias

Coronavac não atingiu 90% de eficácia em testes no Brasil, diz secretário da Saúde de SP

Folhapress A eficácia da Coronavac ficou abaixo de 90%, segundo Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde de São Paulo. A afirmação foi dada em entrevista à rádio CBN, na quinta-feira (24). Também na quinta, o governo da Turquia anunciou que os resultados preliminares dos testes feitos no país, com pouco mais de 1.300 voluntários, apontaram uma […]

Folhapress

A eficácia da Coronavac ficou abaixo de 90%, segundo Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde de São Paulo. A afirmação foi dada em entrevista à rádio CBN, na quinta-feira (24).

Também na quinta, o governo da Turquia anunciou que os resultados preliminares dos testes feitos no país, com pouco mais de 1.300 voluntários, apontaram uma eficácia de 91,2%.

Segundo Gorinchteyn, a Sinovac observou diferenças entre as eficácias nos diferentes países onde ocorreram os testes, com o Brasil apresentando um dado menor. Por isso, a farmacêutica quis rever os dados.

O secretário disse que a eficácia da vacina observada no estudo feito no Brasil com 13 mil pessoas deve ser anunciado em até 15 dias.

Não chegou a surpreender o secretário a Coronavac apresentar uma eficácia inferior a 90%, considerando que ela é produzida com vírus (o Sars-CoV-2) inativado, uma plataforma vacinal menos imunogênica.

“Elas produzem uma proteção menor. A vacina da gripe tem uma variação que vai de 40% a 80% em determinados grupos”, disse Gorinchteyn. “Sabemos que a efetividade jamais atingiria 90%. Mas o que nós não imaginávamos era que a empresa queria uma unicidade, um resultado muito próximo em todos os países.”

De toda forma, o secretário reafirmou a importância da vacina ter mais de 50% de eficácia (o que ele afirma ser o caso), para provocar uma redução nos números de mortes.

“A única forma que nós teremos de mudar isso é tendo uma vacina que tenha efetividade”, disse Gorinchteyn sobre a pandemia.

Outro fator importante, citado na quarta (23) por Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, é o fato de que entre todos os voluntários que receberam a vacina no Brasil nenhum apresentou quadros graves de Covid-19.

Mesmo com o adiamento da divulgação, o secretário afirmou que os planos para início da vacinação em 25 de janeiro, em São Paulo, permanecem, incialmente para profissionais da saúde, idosos, indígenas e moradores de instituições de longa permanência.

Gorinchteyn também disse, que espera que a Coronavac seja uma vacina que entre no plano nacional de imunização.

Festa de Janeiro reúne bom público em Iguaracy com shows de Quentura do Forró e Manim Vaqueiro

Hoje tem Kaynan e Kawê e Léo Foguete Nesta quinta-feira (16), a Praça Antônio Rabelo, em Iguaracy, foi palco de mais um dia da da tradicional Festa de Janeiro. O evento contou com apresentações musicais da banda Quentura do Forró e do cantor Manim Vaqueiro, que atraíram um bom público. A programação teve início às 22h […]

Hoje tem Kaynan e Kawê e Léo Foguete

Nesta quinta-feira (16), a Praça Antônio Rabelo, em Iguaracy, foi palco de mais um dia da da tradicional Festa de Janeiro. O evento contou com apresentações musicais da banda Quentura do Forró e do cantor Manim Vaqueiro, que atraíram um bom público.

A programação teve início às 22h e seguiu com shows que movimentaram a praça. A banda Quentura do Forró abriu a noite, seguida por Manim Vaqueiro, que apresentou um repertório voltado ao público presente.

O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves (PSDB-PE), acompanhado dos secretários municipais de Administração, Marcos Melo, e de Cultura e Turismo, Marcone Melo, esteve no evento. Ele comentou sobre a participação do público e o andamento da festa, que segue até o dia 19 de janeiro.

A estrutura do evento contou com um esquema de segurança organizado em parceria com o 23º Batalhão da Polícia Militar de Pernambuco, Polícia Civil, segurança privada e equipes de apoio.

A programação da Festa de Janeiro continua com as seguintes atrações:

17/01: Kaynan e Kawê, Léo Foguete

18/01: Wallysson Vaqueiro, Caninana

19/01: Guilherme Ferri, Gatinha Manhosa, Forró Vumbora

As apresentações seguem acontecendo na Praça Antônio Rabelo, mantendo a expectativa de público ao longo dos próximos dias.

Afogados: Sandrinho abre sua campanha eleitoral

Da Assessoria Começou neste domingo (25), oficialmente, a campanha eleitoral. O candidato da Frente  Popular, o  psicólogo Sandrinho Palmeira abriu a campanha realizando visitas. Seu candidato a vice é  Daniel Valadares, formado em administração e com pós-graduação em gestão pública. “Fizemos muito ao longo das gestões da Frente Popular, com o Prefeito José Patriota e […]

Da Assessoria

Começou neste domingo (25), oficialmente, a campanha eleitoral.

O candidato da Frente  Popular, o  psicólogo Sandrinho Palmeira abriu a campanha realizando visitas. Seu candidato a vice é  Daniel Valadares, formado em administração e com pós-graduação em gestão pública.

“Fizemos muito ao longo das gestões da Frente Popular, com o Prefeito José Patriota e o ex-prefeito Totonho. E é com essa experiência acumulada de quem fez, que nos apresentamos para fazer o que precisa ser feito,” afirmou Sandrinho Palmeira.

Segundo ele através de nota, esse ciclo de gestão foi responsável por obras como o anel viário, a ponte sobre o Rio Pajeú, a praça do Miguel Arraes, a pavimentação de 110 ruas nos bairros e zona rural, a construção de seis unidades de ensino, a política pública de empreendedorismo, a chegada do IFPE e a implantação do curso de engenharia, o curso de direito na FASP, e  outras ações.

“Vamos municipalizar o trânsito, com a criação de um órgão específico, com a reativação da guarda municipal para nos ajudar nesse processo, a realização de concurso público para as diversas áreas da gestão, que vai ajudar a diminuir o déficit do IPSMAI, e tantas outras ações que iremos dialogar com o nosso povo,” afirmou Sandrinho Palmeira.

Ele também destacou a construção de um terminal receptivo para as lotações, cujos recursos já estão assegurados, para desafogar trânsito.

MPF volta a pedir suspensão de decreto que extingue reserva no Amapá

G1 Após a divulgação do novo decreto sobre a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca) pelo governo, o Ministério Público Federal do Amapá (MPF/AP) voltou a pedir a suspensão da decisão nesta terça-feira (29). Além disso, o órgão reforça que não haja qualquer tipo de liberação da área para mineração. O documento […]

G1

Após a divulgação do novo decreto sobre a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca) pelo governo, o Ministério Público Federal do Amapá (MPF/AP) voltou a pedir a suspensão da decisão nesta terça-feira (29). Além disso, o órgão reforça que não haja qualquer tipo de liberação da área para mineração.

O documento desta terça, de acordo com o MPF/AP, é um complemento da ação divulgada nesta segunda-feira (28) contra o novo decreto. A Justiça Federal recebeu mais argumentos do Ministério Público contra a extinção da reserva. De acordo com o texto, a reserva está sob risco ambiental — o órgão chama a atenção para 58 pedidos de exploração minerária.

O MPF/AP diz que o ato é inconstitucional e que o novo decreto não apresenta uma real modificação em relação ao primeiro. Chama a atenção, também, para o fato de a criação do Comitê de Acompanhamento de Áreas Ambientais não mencionar os indígenas e as comunidades agroextrativistas e ribeirinhos que vivem na região.

O novo decreto foi editado pelo presidente Michel Temer após uma série de críticas e de ações na Justiça sobre o futuro da antiga reserva na Amazônia. Ele revogou a primeira norma, porém manteve a decisão de extinguir a Renca e liberar a exploração mineral em parte da área.

A decisão é contestada desde a semana passada por organizações não-governamentais, ambientalistas e celebridades. Segundo o governo, a extinção da reserva não torna irrestrita a exploração mineral na área.

Criada em 1984 e localizada entre os estados do Amapá e do Pará, a Renca tem mais de 4 milhões de hectares, aproximadamente o tamanho da Dinamarca. A área tem potencial para exploração de ouro e outros minerais, entre os quais ferro, manganês e tântalo.

Material de propaganda irregular nas ruas da região

Em boa parte das cidades da região, muito material de propaganda eleitoral espalhado. Os chamados santinhos estão sendo verificados em muitas cidades. Em algumas delas, como em Afogados, há registro nas ruas de propaganda irregular. Santinhos com Lula figurando como candidato a presidente foram encontrados nas ruas.

Em boa parte das cidades da região, muito material de propaganda eleitoral espalhado. Os chamados santinhos estão sendo verificados em muitas cidades.

Em algumas delas, como em Afogados, há registro nas ruas de propaganda irregular. Santinhos com Lula figurando como candidato a presidente foram encontrados nas ruas.