Compesa confirma colapso total em São José do Egito
Por Nill Júnior
O comunicado da Compesa à população egipciense: cidade volta ao mesmo esquema de antes da Adutora do Rosário
O comunicado da Compesa à população egipciense: cidade volta ao mesmo esquema de antes da Adutora do Rosário
Serão 60 reservatórios abastecidos por pipas na cidade
A Compesa, através da GNR Alto Pajeú, Coordenação Regional de São José do Egito confirmou em comunicado assinado neste dia 18 que não há mais como abastecer a cidade através da rede convencional diante da impossibilidade de retirar água da Barragem do Rosário, em Iguaracy, que entrou em colapso total, como já havia adiantado o blog.
Agora, o abastecimento acontecerá como antes da Adutora feita justamente para socorrer um período anterior de seca. “Serão60 reservatórios tipo chafarizes instalados em vários pontos da cidade”, diz o comunicado.
Ao final do texto, a Compesa lamenta a grande seca que atinge a região e informa que está aguardando a conclusão da obra da adutora do Pajeú, “fazendo o que está ao seu alcance para cobrar celeridade à referida obra e assim voltar a atender os seus clientes de forma digna, via rede”.
Visita à área de captação: hoje, A Diretoria da COPAP – Comissão Parlamentar do Pajeú realiza uma visita técnica à área de captação de água da adutora do Pajeú localizada em Floresta, no lago de Itaparica. In loco, vão verificar que a segurança hídrica do Pajeú está ameaçada mesmo onde já está concluída a primeira etapa da Adutora do Pajeú.
Já amanhã, sexta, realizam Ato Público em defesa da conclusão imediata da segunda etapa da Adutora, determinante para salvar cidades em colapso total.
Às sete horas, eles se reúnem em frente à sede da empresa MRM, na PE 292, próximo ao Clube Campestre Afogadense.
A deputada federal Marília Arraes (PT-PE) participou de mais um giro de atividades políticas no Agreste de Pernambuco nesta sexta-feira (19). A parlamentar esteve nas cidades de Caruaru, Tacaimbó e São Caetano e completou mais uma semana de compromissos por Pernambuco. Marília começou a sexta-feira em Caruaru concedendo entrevistas às Rádios Jornal e Cultura. Acompanhada […]
A deputada federal Marília Arraes (PT-PE) participou de mais um giro de atividades políticas no Agreste de Pernambuco nesta sexta-feira (19).
A parlamentar esteve nas cidades de Caruaru, Tacaimbó e São Caetano e completou mais uma semana de compromissos por Pernambuco.
Marília começou a sexta-feira em Caruaru concedendo entrevistas às Rádios Jornal e Cultura. Acompanhada de Victor Fialho, coordenador de seu mandato, a deputada reforçou a importância de percorrer o estado e sempre estar à disposição de ouvir as pessoas.
“Hoje foi mais uma oportunidade para andar por Pernambuco. Dessa vez, aqui em Caruaru, tivemos a chance de conversar e ouvir o que o povo do Agreste espera para o estado”, afirma.
Ainda em Caruaru, Marília esteve no Diretório Municipal do partido, onde foi recebida por Leo Bulhões, presidente do PT da cidade, pelo ex-vereador Daniel Finizola e por correligionários.
A deputada também participou de uma reunião com Flávio Rosendo, presidente do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias (SindacsPE).
Em Tacaimbó, Marília foi recebida pelo prefeito Álvaro Marques (PT) e pela equipe que atua na prefeitura. Já em São Caetano, a deputada esteve com João Leal, que foi candidato a prefeito da cidade em 2020, e importantes lideranças políticas da cidade e região.
Na manhã dessa terça-feira (16), o Governo Municipal de Tabira se reuniu com comerciantes do açougue público do município. Sem exceção, todos reclamavam da situação precária em que estão vindo as carnes dos animais que estão sendo abatidos no abatedouro de Afogados da Ingazeira. Os relatos dão conta de partes de animais com pelos e […]
Na manhã dessa terça-feira (16), o Governo Municipal de Tabira se reuniu com comerciantes do açougue público do município.
Sem exceção, todos reclamavam da situação precária em que estão vindo as carnes dos animais que estão sendo abatidos no abatedouro de Afogados da Ingazeira.
Os relatos dão conta de partes de animais com pelos e contaminados com fezes, são exemplos da má higienização das carnes que foram ditos pelos comerciantes aos secretários Flávio Marques (Administração), Cláudio Alves (Obras), Beto Santos (Agricultura) e Tadeu Sampaio (Relações Institucionais).
A Coordenadora da Vigilância Sanitária de Tabira, Dra. Fernanda Laiane, disse que condenou uma remessa de carnes que não apresentava a qualidade de higiene necessária para o consumo humano. Notificou os responsáveis pelo abatedouro regional e ouviu deles a explicação que o local não estava preparado para abater animais pequenos e, por isso, teriam que passar por uma adequação.
Os comerciantes pediram à Prefeitura de Tabira providências no sentido de conseguirem um local para realizarem o abate no próprio município.
“A promessa que tínhamos quando fecharam o nosso abatedouro era que o regional seria o melhor do Brasil, porém, diante desses relatos, vejo que isso não está se confirmando, além de nossos comerciantes estarem levando prejuízo, uma vez que pagam pelo abate. Vamos nos reunir com a promotora de justiça e tentar resolver com urgência esse problema”, disse o secretário Flávio Marques.
Por Ricardo Antunes Um dos maiores colunistas do Nordeste aponta que a falta de pulso do Governo Paulo Câmara (PSB) acaba por desmoralizar completamente o trabalho da secretaria de saúde. Nós também avisamos, você lembra? Leia o que disse o colunista do JC, Fernando Castilho, que sabe tudo e um pouco mais: Fragilidade do Governo […]
Um dos maiores colunistas do Nordeste aponta que a falta de pulso do Governo Paulo Câmara (PSB) acaba por desmoralizar completamente o trabalho da secretaria de saúde. Nós também avisamos, você lembra? Leia o que disse o colunista do JC, Fernando Castilho, que sabe tudo e um pouco mais:
Fragilidade do Governo de Pernambuco diante FPF e promotores festa desmoraliza trabalho da Secretaria de Saúde:
O ex-governador de Pernambuco, Agamenon Magalhães dizia que político que cede à pressão de aliados perde a admiração e depois o respeito deles.
A nota do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), entidade que o secretário André Longo já foi presidente, advertindo para o crescimento de casos de ômicron e a indecisão do governador, Paulo Câmara em se posicionar diante da pressão de setores como os promotores de festas privadas e da Federação Pernambucana de Futebol, em relação a testagem, expõe a dificuldade do secretário de Saúde.
Naturalmente, Longo por respeito ao governador, não critica a posição do Governo do qual faz parte com grande dedicação.
Mas é constrangedor para ele defender todas as medidas de combate a Covid 19 quando o mesmo Governo autoriza festas e, no caso dos jogos de futebol, até entregada de graça os testes embora atribua a essas instituições promotores a responsabilidade de testar clientes e torcedores. Não se trata de impedir a realização dos jogos. Mas essa seria uma ação justa se tivéssemos testes em abundância.
E mais ainda quando é obrigado a gerenciar ações de testagem a trabalhadores que precisam ser medicados e justificar sua falta ao trabalho e isolamento diante de uma realidade de falta de testes.
Ou seja, o Governo que entrega teste para recreação é o que precisa gerenciar a testagem de trabalhadores que esperam até 12 horas nos postos de vacinação. Inclusive sob o risco de contaminação.
Mas tanto no caso dos campeonatos de futebol em que os clubes pernambucanos fazem a testagem para permitir o acesso ao jogo, como nas festas privadas os promotores sabem-se que quem vai, vai para aglomerar. E o contribuinte paga a festa dos dois.
Claro que isso só acontece porque a FPF os clubes e as empresas promotoras tem acesso direto ao governo para receberem os testes. Acesso que, aliás, as agremiações carnavalescas, por exemplo, não têm e que foram obrigadas a cancelar seus eventos.
A nota do Cremepe adverte para os riscos de autorização de festas e o impacto disso nos hospitais.
Mas o mesmo Governo de Pernambuco que – foi para o embate com o governo federal em relação à má gestão das vacinas – e o que, em casa, não tem posição firme contra setores com acesso a ele. E até agora não consegue proibir festas privadas no Carnaval.
Isso é tibieza. Passa a terrível sinal de que é sensível a pressão de grupos privilegiados. O que, certamente, não deve ser o caso do governo de Pernambuco. Mas essa é a imagem pública que temos hoje. O problema é que isso fragiliza a atuação da secretaria de Saúde.
Pernambuco tem sido uma referência no controle das ações. Mais ainda na vacinação.
Por uma questão de justiça é importante reconhecer que longo da pandemia e até pela sua estrutura hospitalar foi um dos que mais gastou nesse enfrentamento. E foi a coordenação firme da secretaria de Saúde – contrariando vários segmentos – quem salvou milhares de pessoas.
É por isso que não faz sentido continuar dar, da graça, testes para eventos de lazer quando eles não são suficientes para testar trabalhador. É importante rediscutir isso diante da falta de testes para a população.
O Cremepe defende que festas, reuniões, cerimônias, formaturas e todo tipo de aglomeração, sejam proibidas pelo governo do Estado como forma de demonstrar coerência neste momento do enfrentamento da Covid-19.
E diz que permissão de eventos privados para os festejos do carnaval, não se pode neste momento, proibir apenas as festividades de rua para o público em geral e permitir que ocorram festas para aqueles que podem pagar entrada em eventos deste tipo.
É uma advertência séria. É ele o mesmo órgão que o governo se escudou para se posicionar nacionalmente contra o Governo de Jair Bolsonaro e do ministro, Marcelo Queiroga.
Basta ver nas redes sociais que em nenhum dos eventos que o governo distribuiu testes tomou qualquer cuidado com distanciamento.
O Cremepe finaliza dizendo que necessidade de que mais medidas sejam tomadas para reduzir a alta transmissibilidade da variante Ômicron em nosso Estado, diminuindo a superlotação de pacientes existentes nas emergências, UPAS e policlínicas.
O que nos remete a uma pergunta simples. Qual imagem o governador Paulo Câmara, quer projetar sobre essa questão agora preside o Consórcio Nordeste deseja passar para os Pernambucanos?
O comportamento do velho “China Gordo” – como os adversários apelidaram Agamenon Magalhães – talvez possa ser uma boa referência.
No início da noite desta sexta-feira (7), por volta das 18h, um incêndio de grandes proporções atingiu um apartamento na Rua 1º de maio, bairro Antônio Marinho, na PE 275, em frente a Escola Egipciense, em São José do Egito. O local é uma residência, perto da antiga loja de Dida Autopeças, hoje Max Peças. […]
No início da noite desta sexta-feira (7), por volta das 18h, um incêndio de grandes proporções atingiu um apartamento na Rua 1º de maio, bairro Antônio Marinho, na PE 275, em frente a Escola Egipciense, em São José do Egito. O local é uma residência, perto da antiga loja de Dida Autopeças, hoje Max Peças. As informações são do Blog do Marcello Patriota.
As chamas se espalharam por toda estrutura do primeiro andar rapidamente, queimando moveis e pertences dos moradores do local.
Usando técnicas e equipamentos específicos, a equipe da 3ª sessão do Corpo de Bombeiros de São José do Egito rapidamente controlou as chamas, o apartamento têm como moradora uma senhora identificada por Dona Nicinha e sua família.
Uma pessoa e um cachorro estavam no local e foram resgatados pelos Bombeiros e não sofreram ferimentos. Não foi divulgado as causas do incêndio.
O Brasil registrou recorde de mortes violentas em 2017. Foram registrados 63.880 casos desse tipo durante o período. Na comparação com 2016, as mortes cometidas por policiais em serviço e de folga cresceram 20%. Os dados fazem parte da 29ª edição do Relatório Mundial de Direitos Humanos, divulgado nesta quinta-feira (17), que analisa a situação […]
O Brasil registrou recorde de mortes violentas em 2017. Foram registrados 63.880 casos desse tipo durante o período. Na comparação com 2016, as mortes cometidas por policiais em serviço e de folga cresceram 20%. Os dados fazem parte da 29ª edição do Relatório Mundial de Direitos Humanos, divulgado nesta quinta-feira (17), que analisa a situação de mais de 90 países em todo o mundo.
Em relação ao Brasil, o documento destaca o número de mortes causadas por policiais após a intervenção federal no Rio de Janeiro, entre fevereiro e dezembro de 2018. O relatório citou dados do Instituto de Segurança Pública carioca, que destaca que as mortes violentas aumentaram 2% no estado, enquanto as mortes cometidas pela polícia cresceram 44%.
Segundo o documento, a demora em solucionar os casos de assassinatos contribuem para o ciclo de violência. “Um amplo estudo conduzido por criminologistas e jornalistas estima que o Ministério Público tenha apresentado denúncia em apenas dois em cada dez casos de homicídio no Brasil”, ressalta o documento.
O levantamento também aborda as condições das prisões no país. Dados do Ministério da Justiça, utilizados como parâmetro, mostram que mais de 726 mil adultos estavam em locais que comportam apenas metade das pessoas que lá estão.
No final de 2018, a estimativa do governo federal era que o Brasil tinha 842 mil presos. “A superlotação e a falta de pessoal tornam impossível que as autoridades prisionais mantenham o controle de muitas prisões, deixando os presos vulneráveis à violência e ao recrutamento por facções”, cita o documento.
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