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Com ausência de cinco vereadores, sessão da Câmara de Arcoverde não acontece

Por Nill Júnior

O Presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde, Luciano Pacheco, não conseguiu abrir a sessão desta segunda em virtude das ausências de cinco parlamentares.

Faltaram Célia Galindo, Luiza Margarida, Paulinho Galindo, Rodrigo Rôa e Wellington Siqueira

​Para que uma sessão ordinária seja realizada, o regimento interno exige o quórum de “metade mais um”, o que equivale a pelo menos 6 vereadores presentes.

No entanto, apenas cinco parlamentares compareceram ao plenário: ​Luciano Pacheco, ​Sargento Brito ​Eriberto Sacolão, ​João Taxista e ​João Marcos.

​Com a ausência dos outros cinco parlamentares, a contagem estagnou no número insuficiente, forçando o presidente Luciano Pacheco a declarar o cancelamento dos trabalhos por falta de quórum.

​Luciano havia prometido apresentar dois novos pedidos de cassação contra dois vereadores da atual legislatura, sem revelar quais. Sobre a mesa, duas pastas aparentemente com o teor das denúncias.

​O vereador João Marcos informou que iria entregar a Pacheco uma notificação do seu processo de cassação. Pacheco prometeu receber após a sessão.

O vereador lamentou as ausências dos pares e nas entrelinhas, creditou a movimentação ao seu anúncio de abertura de dois processos.

Luciano tinha contratado um telão para transmitir a sessão e convidou presidentes de Câmaras de outras cidades para acompanhar a sessão.

Outras Notícias

TCE abre auditoria sobre contrato dos camarotes do São João de Arcoverde

Do blog do Magno O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) determinou a abertura de uma auditoria especial para apurar irregularidades na contratação da empresa responsável pelos camarotes do São João de Arcoverde deste ano. A decisão, tomada por unanimidade na Primeira Câmara da Corte, também homologou uma medida cautelar no âmbito do Pregão Eletrônico […]

Do blog do Magno

O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) determinou a abertura de uma auditoria especial para apurar irregularidades na contratação da empresa responsável pelos camarotes do São João de Arcoverde deste ano. A decisão, tomada por unanimidade na Primeira Câmara da Corte, também homologou uma medida cautelar no âmbito do Pregão Eletrônico nº 029/2025, que trata da “permissão onerosa de uso de espaço público para exploração comercial durante o evento”.

Segundo o TCE, a proposta vencedora da licitação, apresentada pela empresa Talentos Promecc Produções de Eventos Ltda., foi de R$ 90 mil — valor equivalente a 23% do mínimo estabelecido em edital (R$ 390 mil). O tribunal também apontou a falta de estudos técnicos que justificassem os valores, o uso inadequado do modelo contratual e a ausência de cláusulas sobre a outorga onerosa. 

Antes mesmo da publicação da cautelar, a Prefeitura de Arcoverde corrigiu o valor por meio de termo de apostilamento e comprovou o depósito, mas ainda não havia implantado mecanismos de controle, como conta bancária específica ou regras de fiscalização.

Cerca de 80% dos camarotes já haviam sido vendidos por R$ 20 mil cada, somando uma arrecadação estimada em R$ 960 mil — quase 11 vezes mais do que o valor pago inicialmente pela empresa ao município. Para o TCE-PE, há indícios de prejuízo ao erário e desequilíbrio contratual.

Grupos contra e a favor de Bolsonaro fazem atos em Brasília

Foto: TV Globo/Reprodução Manifestação foi na Esplanada dos Ministérios, neste domingo (21). Polícia Militar formou cordão de isolamento para separar manifestantes. G1 Grupos contra e a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fizeram uma manifestação na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, na manhã deste domingo (21). Um cordão de isolamento, formado pela Polícia Militar […]

Foto: TV Globo/Reprodução

Manifestação foi na Esplanada dos Ministérios, neste domingo (21). Polícia Militar formou cordão de isolamento para separar manifestantes.

G1

Grupos contra e a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fizeram uma manifestação na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, na manhã deste domingo (21). Um cordão de isolamento, formado pela Polícia Militar do DF (PMDF), manteve a separação entre eles.

Os pró-Bolsonaro se concentraram no Museu Nacional da República. O grupo contrário ao presidente se encontrou no Teatro Nacional. Ambos caminharam até perto da Praça dos Três Poderes.

Os PMs acompanharam o deslocamento. O ato terminou por volta de 13h30 e não houve incidentes.

O grupo que apoia o presidente vestia camisetas verde e amarelo, além de carregar bandeiras do Brasil. Alguns não usavam máscaras de proteção contra o coronavírus, obrigatória em Brasília.

Outros, levavam a máscara na altura do queixo. Não houve multas pela falta do item de proteção.

Cartazes com dizeres antidemocráticos, contra o Supremo Tribunal Federal (STF), contra o ministro Alexandre de Moraes e pedindo juízes “concursados e indicados pelo presidente” foram exibidos durante o ato.

O grupo contrário ao presidente, em sua maioria, vestia roupas pretas e usava máscara de proteção. Nos cartazes exibidos, era possível ler mensagens contra o racismo, contra a Polícia Militar e a favor do Sistema Único de Saúde (SUS).

Os manifestantes foram revistados pela PM e as bolsas abertas. O acesso ao prédio do STF ficou bloqueado com grades e a cavalaria se posicionou no gramado próximo ao Congresso Nacional para impedir que os grupos chegassem até a Praça dos Três Poderes.

Apesar de parecer, Flávio Marques mantém confiança em absolvição

Prezado Nill Júnior, De início, faz-se necessário esclarecer que ainda não houve julgamento dos Recursos Eleitorais que buscam reverter a sentença do Juízo Eleitoral de Tabira. Em verdade, o que está sendo veiculado é o parecer do Ministério Público Eleitoral, que além de não ter efeito vinculativo, por si só, não é capaz de conduzir […]

Prezado Nill Júnior,

De início, faz-se necessário esclarecer que ainda não houve julgamento dos Recursos Eleitorais que buscam reverter a sentença do Juízo Eleitoral de Tabira.

Em verdade, o que está sendo veiculado é o parecer do Ministério Público Eleitoral, que além de não ter efeito vinculativo, por si só, não é capaz de conduzir a uma condenação ou ao automático desprovimento dos recursos, já que o documento emite apenas uma opinião.

Desse modo, informamos que os trâmites recursais perante o TRE estão sendo seguidos dentro da normalidade, no que estamos aguardando marcação de data para o julgamento, que certamente restaurará a verdade dos fatos e a demonstrará que não houve nenhum tipo de prática que porventura pudesse deslegitimar a normalidade das eleições.

Flávio Marques

Hospital Regional implanta Comissão de Segurança do Paciente‏ em Garanhuns‏

O Hospital Regional Dom Moura implantou, já no início de 2016, a Comissão de Segurança do Paciente com o objetivo de promover e apoiar ações voltadas à qualidade das atividades e serviços no hospital. A Comissão de Segurança do Paciente tem como atribuições elaborar, implantar, divulgar, monitorar e manter atualizado o Plano de Segurança do […]

dom moura

O Hospital Regional Dom Moura implantou, já no início de 2016, a Comissão de Segurança do Paciente com o objetivo de promover e apoiar ações voltadas à qualidade das atividades e serviços no hospital.

A Comissão de Segurança do Paciente tem como atribuições elaborar, implantar, divulgar, monitorar e manter atualizado o Plano de Segurança do Paciente do hospital, articulando e incentivando os demais setores do hospital que gerenciam riscos e promovem ações de qualidade.

A Comissão é constituída por uma equipe multiprofissional do hospital, que conta com  representantes da direção, departamentos médico e de enfermagem, comissão de controle de infecção hospitalar, epidemiologia, educação permanente, residência multiprofissional e farmácia.

“Estamos definindo as metas de segurança no hospital para 2016, criando estratégias e definindo protocolos que visem a segurança do paciente e a prevenção de danos relacionados à assistência”, explica o gestor do HRDM, Luiz Melo.

TCE julga legais contratações de pessoal em 2019 da gestão Luciano Duque

Por André Luis A Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) concluiu nesta quinta-feira (31), o julgamento referente à admissão de pessoal realizada pela Prefeitura Municipal de Serra Talhada. O processo envolve a nomeação de 59 servidores no exercício financeiro de 2019 e estava sob a responsabilidade do ex-prefeito e atual […]

Por André Luis

A Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) concluiu nesta quinta-feira (31), o julgamento referente à admissão de pessoal realizada pela Prefeitura Municipal de Serra Talhada. O processo envolve a nomeação de 59 servidores no exercício financeiro de 2019 e estava sob a responsabilidade do ex-prefeito e atual deputado estadual, Luciano Duque.

O relatório foi apresentado pelo Conselheiro Substituto Luiz Arcoverde Filho, que conduziu a análise minuciosa das admissões em questão. Após a avaliação detalhada, a Segunda Câmara do TCE-PE chegou a uma decisão unânime.

A Segunda Câmara deliberou que as admissões em análise são legais, concedendo, portanto, o registro às pessoas relacionadas no Anexo Único do Relatório de Auditoria. Essa decisão marca o encerramento do processo de análise das admissões de pessoal realizadas no município de Serra Talhada durante o exercício financeiro de 2019.