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Com articulação da AMUPE, Álvaro Porto e Raquel Lyra fecham votação da LOA

Por Nill Júnior

Novo texto restabelece 20% de remanejamento do orçamento

Em reunião com o presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), Pedro Freitas (PP), prefeitos de diversas regiões do estado e deputados das bancadas de oposição e do governo, o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto (MDB), informou nesta quarta-feira (22.04), que após telefonema para a governadora Raquel Lyra (PSD), o Executivo se comprometeu a enviar ainda hoje novo projeto que trata da alteração a Lei Orçamentária Anual de 2026, estabelecendo o percentual de 20% para remanejamento. “Amanhã a gente já vota no plenário”, afirmou Porto.

O entendimento solucionou o impasse que existia em torno do percentual de remanejamento do orçamento, dispositivo que permite à gestão estadual alterar destinos de recursos por decreto. “Reforço que este e qualquer outro projeto enviado pelo Executivo em benefício do povo de Pernambuco será prontamente debatido e aprovado por esta Casa, como sempre temos feito”, disse Álvaro Porto.

O acordo firmado nesta quarta-feira assegura ao Executivo viabilizar, por remanejamento, recursos para setores que vêm solicitando apoio governamental, como é o caso dos produtores de cana. Garante também ao governo a possibilidade de firmar convênios e repassar recursos a municípios para que as prefeituras promovam festejos juninos, por exemplo.

A divergência sobre o percentual aconteceu porque o governo, depois de vetar o índice de 10%, fixado pela Comissão de Finanças e aprovado em plenário no texto da LOA, passou a pleiteiar o restabelecimento dos 20% propostos na redação inicial da Lei, em projeto encaminhado à Casa.

Acontece que o projeto do Executivo teve substitutivo aprovado pela Comissão de Finanças que, em decisão terminativa, fixou o percentual em 10%, restabelecendo o índice que fora vetado pela governadora.

Agora, ao enviar um novo projeto com o mesmo objetivo, a tramitação do antigo é encerrada. Também deve deixar sem sentido a liminar que suspendeu a tramitação do antigo projeto, concedida pela Justiça no dia 13.04 em mandado de segurança impetrado pela deputada Débora Almeida (PSD).

A decisão de votar o novo texto nesta quinta-feira (23.04) foi tomada durante acordo entre governistas e oposicionistas. A LOA 2026 foi aprovada pela Alepe no dia 16 de dezembro de 2025, sendo sancionada, com vetos parciais, pela governadora Raquel Lyra, no dia 23 daquele mesmo mês.

Outras Notícias

Sávio Torres responde denuncias e diz acreditar na vitória

Por Anchieta Santos Respondendo por que pretende continuar governando Tuparetama, o prefeito e candidato a reeleição, Sávio Torres, da coligação PTB/Solidariedade, disse durante entrevista a Rádio Cidade FM que se considera preparado. Tem uma aprendizagem de quase 12 anos e está consciente que mesmo tendo feito muito, ainda tem muito o que fazer.  Questionado se […]

Por Anchieta Santos

Respondendo por que pretende continuar governando Tuparetama, o prefeito e candidato a reeleição, Sávio Torres, da coligação PTB/Solidariedade, disse durante entrevista a Rádio Cidade FM que se considera preparado. Tem uma aprendizagem de quase 12 anos e está consciente que mesmo tendo feito muito, ainda tem muito o que fazer. 

Questionado se não poderia enfrentar a “chamada fadiga de material”, o prefeito rebateu dizendo que o voto é livre e a população com o direito de escolher não vai errar. 

Citou a avaliação positiva de mais de 60% da gestão o que lhe credencia para vencer a disputa. Fez referência ao plano de governo para a próxima gestão com 53 itens, entre eles uma escola com 12 salas, e garantiu ter executado 80% das promessas da administração atual. 

Admitiu que o município tem muitos contratados que contribuem com o INSS o que gera dificuldades ao instituto de Previdência, Fumpretu e prometeu que logo promoverá o concurso público. 

Sobre o enfrentamento da pandemia disse que graças a atuação da saúde municipal, hoje o número de curados é semelhante aos casos infectados. 

A respeito da aglomeração em sua chácara no último domingo em ato de campanha, Sávio Torres disse ter revogado o próprio decreto e ficou valendo o decreto do Estado, que permitia eventos com até 100 pessoas. 

Sobre a falta da máscara e distanciamento, o prefeito de Tuparetama amenizou dizendo que “não dava pra comer e beber de máscara e lá tinha em torno de 80 pessoas”. Sobre o desrespeito ao distanciamento, citou que aconteceu apenas para fazer a foto. 

Questionado sobre a filha procuradora do município, de nome Priscila Torres de Souza Costa, com salário de R$ 4 mil reais que reside no Maranhão, Sávio Torres justificou que ela foi cedida a Assembleia Legislativa com despesa para a Prefeitura e lá do Maranhão pra onde foi no período de pandemia, trabalha no sistema home office. 

Ironizou a falta de atenção do adversário Deva Pessoa de não atender os aliados, o que chamou de falta de respeito, e criticou a Câmara que engavetou as contas do exercício 2015, desde dezembro de 2019. “Já teria votado se as contas fossem de Sávio”.  

Sobre suas contas de 2007 que os adversários acusam de estarem esquecidas nas gavetas do TCE, o prefeito disse que eles não perdem por esperar e que logo elas estarão aprovadas. 

Depois de anunciar o pagamento dos servidores a partir de hoje, 30 de outubro, o Prefeito declarou que bem avaliado como está, sua chance é real para mais uma vitória, ainda mais com as diversas adesões que tem recebido.

José Dirceu tem recurso negado e pode voltar a ser preso

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) negou recurso de José Dirceu, que pedia prescrição da pena de 8 anos e 10 meses na segunda condenação dele na Lava Jato, em julgamento nesta quinta-feira (16), na 4ª Seção. Leia o acórdão (resumo da decisão) na íntegra. Após a decisão unânime, foi solicitado “imediato ofício para […]

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) negou recurso de José Dirceu, que pedia prescrição da pena de 8 anos e 10 meses na segunda condenação dele na Lava Jato, em julgamento nesta quinta-feira (16), na 4ª Seção. Leia o acórdão (resumo da decisão) na íntegra.

Após a decisão unânime, foi solicitado “imediato ofício para início do cumprimento da pena ao juízo de primeiro grau”, em Curitiba, no Paraná. Com isso, o ex-ministro pode voltar ser preso. Ele está solto desde junho de 2018 após determinação do STF na primeira condenação.

O G1 tenta contato com a defesa de Dirceu.

Ainda é possível recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Mesmo que a pena seja executada, os advogados também podem tentar um último recurso, chamado de embargos dos embargos, no próprio TRF-4.

A defesa do ex-ministro havia protocolado, no dia 13 de maio, um pedido para que o TRF-4 reconhecesse a prescrição dos dois crimes aos quais ele responde: corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Conforme a denúncia, foi constatado recebimento de propina em contrato superfaturado da Petrobras com a empresa Apolo Tubulars, fornecedora de tubos para a estatal, entre 2009 e 2012.

Os advogados usaram as datas dos crimes em seus argumentos. “Em virtude da pena aplicada, referido delito prescreve em 12 anos. No entanto, na data da sentença condenatória de primeira instância, José Dirceu tinha 70 anos (tanto que, inclusive, aplicou-se o redutor correspondente em sua pena), razão pela qual, nos termos do art. 115 do Código Penal, a prescrição ocorrerá em 6 anos”, diz a petição assinada por três advogados: Roberto Podval, Luís Fernando Silveira Beraldo e Viviane Santana Jacob Raffaini.

Os desembargadores não viram fundamento no pedido. A primeira a votar foi a desembargadora Cláudia Cristofani, relatora da 4ª Seção, afastando a prescrição. Ela foi acompanhada pelos demais colegas.

“Essas datas não conferem (…) A denúncia estipulou que as condutas foram no início de 2009 e 2012, período que o recorrente sustentou Duque [Renato, ex-diretor da Petrobras, também réu na Lava Jato] na Petrobras e se manteve recebendo propina, viagens aéreas e transferências bancárias”, justificou a relatora.

A defesa ainda havia pedido, em caso de negativa ao recurso, que a prisão de Dirceu não fosse determinada até que houvesse um resultado nos tribunais superiores. Essa solicitação também não foi aceita.

Auditoria do TCE em hospital gera economia de R$ 6 milhões para o Estado

Uma Auditoria Especial realizada pelo Tribunal de Contas em um contrato, de 2020, da Secretaria Estadual de Saúde, referente ao Hospital de Campanha Petrolina, gerou uma economia de R$ 6.252.225,82 para os cofres públicos do Estado. O objetivo da auditoria (processo 21100691-9), que teve como relator o conselheiro Carlos Porto, foi analisar se, no encerramento […]

Uma Auditoria Especial realizada pelo Tribunal de Contas em um contrato, de 2020, da Secretaria Estadual de Saúde, referente ao Hospital de Campanha Petrolina, gerou uma economia de R$ 6.252.225,82 para os cofres públicos do Estado.

O objetivo da auditoria (processo 21100691-9), que teve como relator o conselheiro Carlos Porto, foi analisar se, no encerramento do Contrato de Gestão nº 007/2020, foi realizada a devida proporcionalidade entre os leitos efetivamente implantados e os repasses financeiros enviados pelo Fundo Estadual de Saúde à Organização Social de Saúde-OSS contratada, o Instituto Social Medianeiras da Paz (ISMEP), assim como, verificar se tais repasses tiveram sua utilização devidamente comprovada na gestão e operacionalização do Hospital.

De acordo com o levantamento realizado pela equipe de Gestão de Auditoria da Saúde, a partir das prestações de contas mensais enviadas ao TCE, verificou-se que, no encerramento do contrato, o valor total gasto com o custeio do Hospital de Campanha Petrolina, durante o período da vigência contratual, foi inferior ao que foi repassado no mesmo período a ISMEP.

Embora constassem nos documentos analisados que a proporcionalidade do pagamento seria concretizada a partir da segunda parcela de custeio, a equipe de auditoria entendeu que, ao término da execução do contrato, o saldo mensal, se não comprovadamente utilizado, deveria ser devolvido aos cofres públicos, incluindo-se também o saldo da primeira parcela repassada por meio do contrato de gestão. A soma dos saldos totalizou R$ 6.252.225,82.

Em resposta ao Alerta de Responsabilização enviado pelo TCE durante a auditoria, o Secretário Estadual de Saúde ressaltou que, “com o encerramento do contrato, deverá haver a devolução de recursos financeiros, caso a unidade apresente-se superavitária e/ou caso as contas apresentadas sejam glosadas”. Contas glosadas são aquelas consideradas irregulares.

Em 30/11/2021, o Tribunal de Contas solicitou a apresentação dos documentos comprobatórios da restituição aos cofres públicos do total dos saldos, pelo ISMEP, tendo sido realizada e comprovada. 

“Assim, diante da análise realizada por esta auditoria, a prestação de contas final relativa ao contrato de gestão nº 007/2020 e o Relatório Financeiro nº 002/2021, ambos apresentados pela SES/PE, assim como a notificação realizada ao ISMEP e a comprovação da devolução dos R$ 6.252.225,82 superavitários aos cofres públicos, conclui-se que a gestão da Secretaria Estadual de Saúde atuou em conformidade com as normas vigentes, e que este Tribunal foi parte fundamental para que houvesse tempestividade nas ações que culminaram com tal devolução, sendo o montante referido registrado como benefício gerado ao Estado de Pernambuco”, concluiu o relatório de Auditoria.

Afogados FC goleia Nacional de Patos e conquista Taça Aderval Viana pela 2ª vez

Por Anchieta Santos Em jogo de dois tempos distintos, o Afogados FC derrotou o Nacional de Patos por 3 a 0 ontem a noite no Estádio Vianão em amistoso que valeu a Taça Desportista Aderval Viaja de Araújo. O jogo Transmitido pela Seleção do Povo da Rádio Pajeú FM, serviu como preparação para as duas […]

Foto: Cláudio Gomes / Afogados FC

Por Anchieta Santos

Em jogo de dois tempos distintos, o Afogados FC derrotou o Nacional de Patos por 3 a 0 ontem a noite no Estádio Vianão em amistoso que valeu a Taça Desportista Aderval Viaja de Araújo.

O jogo Transmitido pela Seleção do Povo da Rádio Pajeú FM, serviu como preparação para as duas equipes que estreiam nos estaduais dia 19 de janeiro. O Afogados jogando em casa diante do Salgueiro e o Nacional vai a cidade de Cajazeiras enfrentar o Atlético.

Na fase inicial o Nacional apresentou maior volume de jogo e parou nas boas defesas do goleiro Wallef. Na etapa de complemento o Afogados se valeu do contra-ataque para surpreender a equipe paraibana e matar o jogo com gols de Talisson aos 11, Philipe aos 35 e Mateus Sacramento aos 43 para vencer a partida por 3 a 0.

Ao final os jogadores festejaram a conquista da Taça diante de um bom público que compareceu para prestigiar o amistoso.

Em três disputas da Taça Aderval Viana, o Afogados FC perdeu em 2018 para o Salgueiro, venceu em 2019 com triunfo sobre o CEO de Alagoas e em 2020 conquista o Troféu pelo 2º ano consecutivo ao bater o Nacional de Patos por 3 a 0.

Cultura FM realiza hoje debate com candidatos à Prefeitura de Serra Talhada

A Rádio Cultura FM soltou, no último domingo (8), novo comunicado confirmando a nova data do debate com os candidatos à Prefeitura de Serra Talhada. “Devido a um problema técnico detectado neste final de semana em nossos equipamentos, ocorrido durante esse feriadão e sem tempo hábil para a sua manutenção, a Rádio Cultura FM resolveu […]

A Rádio Cultura FM soltou, no último domingo (8), novo comunicado confirmando a nova data do debate com os candidatos à Prefeitura de Serra Talhada.

“Devido a um problema técnico detectado neste final de semana em nossos equipamentos, ocorrido durante esse feriadão e sem tempo hábil para a sua manutenção, a Rádio Cultura FM resolveu adiar o debate que faria com os candidatos a prefeitura de Serra Talhada nesta segunda-feira, 09/09”, diz.

“Ressaltamos o nosso compromisso com todo o processo eleitoral e por isso, comunicamos que já temos uma nova data para a realização do debate com os candidatos, que será na próxima quarta-feira dia 11/09 no mesmo horário, às 10h na Câmara de vereadores.

Foram convidados Márcia Conrado, do PT,  Miguel Duque,  do Podemos, Luiz Pinto, do PSOL e Jucélio Souza, do PL.