Com a oficialização do apoio do PPS ao PSB, a vereadora Antonieta da Caixa poderá integrar o grupo da frente popular
Por Nill Júnior
O PPS oficializou ontem (16) em Recife o apoio ao PSB, com isso mais um partido da oposição se junta ao projeto do Governador Eduardo Campos rumo ao palácio do planalto.
Em Afogados da Ingazeira a divulgação pode causar mais mudanças no campo político, isto porque a vereadora Antonieta da Caixa (PPS) poderá com isso aderir ao grupo do prefeito José Patriota (PSB).
Caso a vereadora venha mesmo deixar o grupo da União pelo Povo e integrar a Frente Popular é mais uma baixa no referido grupo que já perdeu dois vereadores (Igor e Franklin) e agora pode perder mais um, e passa a ficar com apenas um representante na Câmara de Vereadores. É bom lembrar que no início da gestão Patriota o referido grupo tinha quatro representantes sendo eles: Igor Mariano, Pedro Raimundo, Franklin Nazário e Antonieta da Caixa, e agora só resta o vereador Pedro Raimundo que atualmente integra o PROS e este ensaia uma via independente na cidade.
Na simulação de segundo turno, 47% a 32% pró João O prefeito do Recife, João Campos, do PSB, lidera as intenções de voto na primeira pesquisa Múltipla com a corrida ao Governo de Pernambuco em 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, ele tem 42% contra 29% da governadora e candidata a reeleição, Raquel Lyra. […]
O prefeito do Recife, João Campos, do PSB, lidera as intenções de voto na primeira pesquisa Múltipla com a corrida ao Governo de Pernambuco em 2026.
No cenário estimulado de primeiro turno, ele tem 42% contra 29% da governadora e candidata a reeleição, Raquel Lyra.
Eduardo Moura marca 4% e Ivan Moraes, 2%. Brancos, nulos, indecisos e os que não opinaram somam 23%.
Na pergunta espontânea, João tem 20%, seguido por Raquel Lyra, com 18%. O percentual de indecisos é de 23%, e 28% não opinaram.
No confronto direto de provável segundo turno, João Campos tem 47%, enquanto Raquel Lyra registra 32%.
Comparativo com pesquisa anterior
Em novembro, no primeiro cenário, João Campos tinha 47%. Agora tem 42%. Já a governadora Raquel Lyra tinha 27%. Agora, tem 29%.
Na simulação de segundo turno, em novembro, João tinha 52%. Agora caiu a 47%. Raquel tinha 29%. Foi a 32%.
Rejeição
A rejeição é maior para Raquel Lyra (32%), seguida por Eduardo Moura (22%) e Ivan Moraes (20%). João Campos aparece com 19% de rejeição.
Sobre a possibilidade de reeleição, 44% afirmam que a governadora merece continuar no cargo, enquanto 46% dizem que não.
Avaliação da gestão estadual
A gestão de Raquel Lyra é classificada como ótima ou boa por 35% dos entrevistados. Já 29% consideram ruim ou péssima, e 32% avaliam como regular. A aprovação da governadora é de 51%, contra 41% de desaprovação.
Os números variam conforme a região. No Sertão, a aprovação chega a 64%, enquanto na Região Metropolitana cai para 36%, com 56% de desaprovação.
O levantamento do Instituto Múltipla foi realizado entre os dias 3 e 7 de fevereiro, com 1.200 entrevistas em todas as mesorregiões de Pernambuco. Tem margem de erro de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos e está registrada sob os números PE–01312/2026 e BR–03057/2026.
Da Folha das Cidades O cenário político de Buíque volta a sofrer uma reviravolta após decisão unânime do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), proferida nesta quarta-feira (11). A Corte rejeitou os embargos de declaração apresentados pela Comissão Provisória do MDB no processo nº 0600247-26.2024.6.17.0060, medida que deve resultar na perda imediata dos mandatos dos […]
O cenário político de Buíque volta a sofrer uma reviravolta após decisão unânime do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), proferida nesta quarta-feira (11). A Corte rejeitou os embargos de declaração apresentados pela Comissão Provisória do MDB no processo nº 0600247-26.2024.6.17.0060, medida que deve resultar na perda imediata dos mandatos dos vereadores eleitos pela legenda em 2024.
O MDB havia obtido anteriormente uma liminar que assegurava a permanência dos parlamentares nos cargos até a análise completa dos recursos. No entanto, com o julgamento definitivo dos embargos pela instância ordinária, a decisão liminar perde sustentação jurídica, abrindo caminho para a execução da cassação.
Com isso, deve, portanto, ser declarada a nulidade do Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) da chapa do MDB. Tal fato implica na cassação dos registros de candidatura e dos diplomas dos eleitos pelo partido no pleito municipal passado. Nas redes sociais, o suplente de vereador Leonardo de Gilberto, que deverá assumir uma das vagas, comemorou a decisão.
Estão na lista: Aline de Araújo, atual presidente da Câmara Municipal; Daidson Amorim; Djalma Araújo da Silva; Preto Kapinawá e Vanildo Cavalcanti (Dodó).
A liminar anteriormente concedida pela desembargadora eleitoral Roberta Viana Jardim se fundamentava em entendimento recente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determina que a execução da cassação só pode ocorrer após o julgamento de todos os recursos na instância ordinária, incluindo embargos de declaração — etapa concluída com a decisão desta quarta-feira.
Embora ainda caiba recurso especial ao TSE, a medida produz efeitos imediatos. Até eventual reversão na terceira instância, os vereadores do MDB devem permanecer afastados, enquanto a Justiça Eleitoral realizará nova totalização dos votos para redefinir a composição das cinco cadeiras na Câmara Municipal.
A decisão pode alterar significativamente o equilíbrio político do Legislativo buiquense, impactando diretamente a correlação de forças e a presidência da Casa, que deverá passar por nova eleição, já que a eleição.
Em entrevista à CNN, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), reafirmou a solidez de sua relação institucional com o presidente Lula (PT). O foco da gestora é a reconstrução do pacto federativo, que, segundo ela, foi negligenciado em gestões anteriores, prejudicando o fluxo de recursos e a execução de obras estruturantes no estado. Raquel […]
Em entrevista à CNN, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), reafirmou a solidez de sua relação institucional com o presidente Lula (PT). O foco da gestora é a reconstrução do pacto federativo, que, segundo ela, foi negligenciado em gestões anteriores, prejudicando o fluxo de recursos e a execução de obras estruturantes no estado.
Raquel destacou que a parceria com o governo federal tem sido decisiva para destravar projetos em áreas críticas, como a segurança pública — classificada por ela como “sucateada” ao assumir — e a mobilidade urbana na Região Metropolitana do Recife.
“O tempo de quem está na oposição não é o mesmo tempo de quem está no governo”, pontuou a governadora.
Ao ser questionada sobre o posicionamento de Lula nas disputas políticas locais, Lyra manteve a cautela institucional, lembrando que as convenções partidárias ocorrem apenas em julho. Para a governadora, a prioridade atual é a entrega de resultados, e não a antecipação do debate eleitoral.
Destaques da articulação entre Estado e União: Pacto Federativo: Retomada do diálogo institucional para garantir repasses constitucionais e convênios; segurança Pública: Reversão do sucateamento através de investimentos sólidos com apoio federal; obras Destravadas: Foco em mobilidade e infraestrutura que estavam paralisadas por falta de articulação política.
Raquel Lyra expressou gratidão pelo respaldo de Lula e reforçou que seu compromisso é governar para melhorar a qualidade de vida dos pernambucanos, mantendo as portas abertas para parcerias que beneficiem a democracia e o desenvolvimento regional.
A nova rodada da pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11), aponta que o presidente Lula (PT) venceria as eleições em todos os sete cenários de segundo turno. No entanto, os números acendem um sinal de alerta para o governo: a distância entre o atual mandatário e o principal nome da oposição, Flávio Bolsonaro (PL), vem […]
A nova rodada da pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11), aponta que o presidente Lula (PT) venceria as eleições em todos os sete cenários de segundo turno. No entanto, os números acendem um sinal de alerta para o governo: a distância entre o atual mandatário e o principal nome da oposição, Flávio Bolsonaro (PL), vem diminuindo gradualmente.
No cenário direto entre os dois, Lula aparece com 43% contra 38% do senador. Embora o presidente lidere, a vantagem caiu de dez pontos em dezembro para cinco pontos agora.
“A pesquisa revela uma diminuição residual da vantagem de Lula para Flávio”, analisa o diretor da Quaest, Felipe Nunes.
O desempenho no detalhe
O levantamento mostra que o avanço da oposição é mais acentuado entre os eleitores independentes. Nesse grupo, que costuma definir eleições, a dianteira de Lula desidratou: em janeiro, ele vencia por 37% a 21%; hoje, o placar está em 31% contra 26% de Flávio Bolsonaro.
Cenário Lula x Flávio (Evolução):
Candidato
Dezembro
Janeiro
Fevereiro
Lula (PT)
46%
45%
43%
Flávio Bolsonaro (PL)
36%
38%
38%
Brancos/Nulos
15%
15%
17%
Indecisos
3%
2%
2%
Primeiros embates
Nos cenários de primeiro turno, Lula mantém uma base sólida, variando entre 35% e 39% das intenções de voto. Já Flávio Bolsonaro consolida-se como o herdeiro do capital político do ex-presidente Jair Bolsonaro, oscilando entre 29% e 33%.
A ausência do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) nesta pesquisa — que declarou focar na reeleição em São Paulo — parece ter favorecido a concentração de votos na família Bolsonaro, estreitando a margem de segurança do atual governo para o pleito futuro.
O levantamento ouviu 2.004 pessoas e possui margem de erro de dois pontos percentuais.
Sai à meia noite a terceira pesquisa com intenção de votos para o Governo de Pernambuco. Realizada pelo Instituto Múltipla, com 1200 entrevistas, a conclusão do levantamento aconteceu dia 7. O registro é o PE-01312/2026. O resultado da corrida para o Governo de Pernambuco e para o Senado sai aqui no blog, em suas redes […]