Com 60 óbitos em 24h, Pernambuco bate recorde no ano
Por André Luis
Estado também bateu recorde de casos confirmados; 2.482 infecções.
A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) registrou, nesta terça-feira (16), 60 óbitos por Covid-19 e 2.482 casos de infecções confirmadas. Os registros foram os maiores deste ano num período de 24 horas no Estado.
Os 2.482 casos confirmados nesta terça-feira ainda são o segundo maior índice diário da pandemia no Estado. Em 30 de dezembro de 2020, a SES-PE havia notificado 2.512 infecções em 24 horas.
O total de mortes, além de ser o maior do ano, é a maior marca desde 6 de agosto de 2020, quando foram registrados 70 óbitos.
Entre os casos confirmados, 177 (7%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 2.305 (93%) são leves. Os óbitos notificados nesta terça-feira aconteceram entre os dias 27 de dezembro de 2020 e essa segunda-feira (15).
Agora Pernambuco totaliza 11.471 mortes pela Covid-19 e 320.931 casos confirmados da doença, sendo 33.804 graves e 287.127, leves.
Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (23) mostra que a presidente Dilma Rousseff (PT) permanece na liderança da corrida presidencial, com 38% das intenções de voto. A ex-senadora Marina Silva (PSB) aparece em segundo lugar, com 29%. O senador Aécio Neves (PSDB) é o terceiro colocado, com 19%. Os outros candidatos somam apenas 2%. A proporção […]
Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (23) mostra que a presidente Dilma Rousseff (PT) permanece na liderança da corrida presidencial, com 38% das intenções de voto. A ex-senadora Marina Silva (PSB) aparece em segundo lugar, com 29%. O senador Aécio Neves (PSDB) é o terceiro colocado, com 19%.
Os outros candidatos somam apenas 2%. A proporção de eleitores dispostas a votar em branco ou anular é de 7%, e a de indecisos é de 5%.
Na última pesquisa Ibope, divulgada na terça passada (16), Dilma tinha 36%; Marina, 30%; e Aécio, 19%. Ou seja, a presidente oscilou dois pontos para cima, a candidata do PSB oscilou um ponto para baixo e o tucano se manteve estável. As variações das duas primeiras estão dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
O resultado de hoje confirma a tendência de realização de segundo turno já que a primeira colocada não tem mais do que a soma dos demais candidatos. No confronto entre Dilma e Marina simulado pelo Ibope, a petista e a ex-senadora estão empatadas, com 41%.
CNT/MDA: Os números tem certa similaridade com Pesquisa CNT/MDA divulgada, hoje, que mostra Dilma Rousseff (PT) com 36% das intenções de voto, com Marina caindo de 33,5% para 27,4% na comparação para a sondagem divulgada do dia 9 de setembro. O candidato do PSDB, Aécio Neves, subiu de 14,7% para 17,6%.
por Anchieta Santos Em 2 de maio de 2014 – a sexta edição do Festival da Juventude idealizado pelo deputado Sebastião Oliveira (PR) teve início na quarta-feira (30) atraindo milhares de pessoas. Dentre elas, o prefeito Luciano Duque, que se rendeu à grandiosidade do evento promovido pelo líder da oposição ao gestor do PT. Na […]
Em 2 de maio de 2014 – a sexta edição do Festival da Juventude idealizado pelo deputado Sebastião Oliveira (PR) teve início na quarta-feira (30) atraindo milhares de pessoas.
Dentre elas, o prefeito Luciano Duque, que se rendeu à grandiosidade do evento promovido pelo líder da oposição ao gestor do PT.
Na quarta-feira (30), Duque havia procurado a imprensa para lamentar a falta de apoio do Governo de Pernambuco para a festa da cidade, que acontece entre os dias 5 e 6 de maio. Segundo Luciano, houve discriminação e o governo só liberou verbas para o Festival da Juventude, do deputado Sebastião Oliveira.
A Empetur rebateu o discurso do petista alegando que o festival acontece com recursos de emendas parlamentares.
Polêmica à parte, Duque foi um dos primeiros convidados a chegar no camarote de Sebastião Oliveira e parecia que se encontrava em casa.
Afinal, o prefeito foi o coordenador da campanha vitoriosa de ‘Sebá’ nas eleições para a Assembleia Legislativa. Mas isto é uma outra história.
No final de tarde da última terça-feira (10), aconteceu um protesto na BR-232 nas imediações do distrito de Malhadareia, município de Verdejante, no Sertão de Pernambuco. Os moradores cobravam das autoridades providências urgentes para resolver a falta d’água na comunidade. Os manifestantes dizem que estão há 90 dias sem ver cair um pingo d’água nas […]
No final de tarde da última terça-feira (10), aconteceu um protesto na BR-232 nas imediações do distrito de Malhadareia, município de Verdejante, no Sertão de Pernambuco.
Os moradores cobravam das autoridades providências urgentes para resolver a falta d’água na comunidade. Os manifestantes dizem que estão há 90 dias sem ver cair um pingo d’água nas torneiras das suas residências.
Os moradores fizeram barricadas no meio da pista BR-232, interditaram o trânsito e provocaram filas enormes de congestionamento. “Tudo o que queremos é chamar a atenção das autoridades, não aguentamos mais essa falta d’água e a forma como somos tratados pelas autoridades. Não queremos causar prejuízos, e sim buscar a solução para um problema que nos afeta, se não entregam água, então não entreguem a conta”, disse um morador.
O vereador Edilânio Carvalho, representante da comunidade, lembra que já foi cobrado das autoridades uma solução para esse problema há muito tempo. “Agora chegou no limite, não estamos mais conseguindo controlar a situação. Esperamos que a Compesa e o governo do Estado tomem uma providência, nossa situação é de doer o coração”, disse o parlamentar municipal. As informações são do blog do Didi Galvão.
O levantamento mapeia cerca de 7 mil obras paradas só na esfera federal Da Agência Estado O governo federal precisaria desembolsar, pelo menos, R$ 76 bilhões para concluir as milhares de obras paradas de Norte a Sul do Brasil. Mas, com a grave crise fiscal que derrubou os investimentos ao menor nível em mais de […]
Além dos transtornos para a população, a interrupção de uma obra representa grande prejuízo para o poder público Foto: EBC
O levantamento mapeia cerca de 7 mil obras paradas só na esfera federal
Da Agência Estado
O governo federal precisaria desembolsar, pelo menos, R$ 76 bilhões para concluir as milhares de obras paradas de Norte a Sul do Brasil. Mas, com a grave crise fiscal que derrubou os investimentos ao menor nível em mais de uma década, a preocupação é que parte desses empreendimentos seja de vez abandonada.
O resultado faz parte do estudo Impacto Econômico e Social das Obras Públicas no Brasil, feito pelo presidente da consultoria InterB, Cláudio Frischtak, a pedido da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). O levantamento mapeia cerca de 7 mil obras paradas só na esfera federal. Além dos projetos tradicionais e bilionários, como as Ferrovias Norte-Sul e Oeste-Leste, o trabalho coloca luz sobre a paralisação de obras menores, como creches e escolas municipais.
Embora seja alarmante, o resultado do estudo pode ser considerado conservador, afirma Frischtak. Isso porque o conjunto de informações disponíveis sobre o assunto é escasso e incompleto nas esferas estaduais e municipais. Pelas estimativas do economista, se incluídas essas obras, o volume de projetos paralisados no País sobe para R$ 144 bilhões. “A situação é muito pior do que a gente consegue mensurar.”
A paralisação de obras, que já era grave nos tempos de bonança da economia, vem se transformando num problema crônico com a incapacidade de o Estado investir, alertam especialistas. Com dificuldade para fechar a conta no azul, a medida mais fácil tem sido cortar investimentos. E isso tem ocorrido num efeito dominó que atinge todas as esferas públicas: governo federal, Estados e municípios.
“Como não dá para mexer nos gastos obrigatórios, a alternativa tem sido limitar investimentos importantes para o País voltar a crescer”, afirma o diretor de macroeconomia do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), José Ronaldo Souza Junior. O resultado é a ausência de novos projetos e a paralisação daqueles já iniciados.
Além dos transtornos para a população, a interrupção de uma obra representa grande prejuízo para o poder público, com o inevitável aumento dos custos numa retomada, afirma o presidente da Comissão de Infraestrutura da Cbic, Carlos Eduardo Lima Jorge Isso ocorre por causa da deterioração de serviços já feitos e de reajustes do contrato pelo tempo parado.
Para o executivo, existe ainda outro efeito perverso na paralisação de obras: muitas delas perderam sentido econômico e social e não se justificam mais. “Ou seja, o dinheiro investido no início do projeto vai para o lixo”, completa o presidente do Cbic, José Carlos Martins. Na avaliação dele, mesmo aquelas que têm racionalidade econômica correm o risco de não serem concluídas. Além da falta de dinheiro, diz o executivo, as obras paradas também sofrem com problemas de desapropriação, licenciamento ambiental e má qualidade dos projetos executivos.
Empurrão
Na prática, a interrupção de obras tem impacto direto no Produto Interno Bruto (PIB), cujo desempenho está abaixo do esperado neste ano. Pelos cálculos de Frischtak, apenas a retomada dos projetos federais poderia dar um impulso de 1,8% no PIB, o que significaria R$ 115 bilhões a mais na economia nacional.
Como já é tradição no desfile do Bloco Movido a Whisky os foliões capricharam nas fantasias. Marinheiro, palhaço, princesa, odalisca, pirata, soldado, médico, enfermeira, bebê e vários personagens infantis transformaram a festa num grande “baile a fantasia”. O Bloco, que comemorou oito anos de fundação, tomou conta das principais ruas e avenidas de Sertânia na […]
Como já é tradição no desfile do Bloco Movido a Whisky os foliões capricharam nas fantasias. Marinheiro, palhaço, princesa, odalisca, pirata, soldado, médico, enfermeira, bebê e vários personagens infantis transformaram a festa num grande “baile a fantasia”.
O Bloco, que comemorou oito anos de fundação, tomou conta das principais ruas e avenidas de Sertânia na noite desta sexta-feira (14) e, mais uma vez, mostrou que é uma das maiores agremiações carnavalescas da cidade.
“Estou muito feliz em ver o bloco mais um ano levando folia para as ruas de minha cidade. Agradeço ao prefeito Guga Lins pelo total apoio a agremiação”, disse Rinaldo Ferreira, fundador do Movido a Whisky.
O Bloco encerrou o desfile no Quartel General da Folia, na Praça Raul Guimarães, em frente ao Banco do Brasil. A folia foi até às 2h do Sábado de Zé Pereira.
Hoje (14), no QG da Folia a festa é comandada por Paredão do Chefe Elétrico e Forró Topado Elétrico.
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